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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

BOMBA! PF já tem provas que colocam #Lula no centro do esquema do Petrolão

Por Carlos Parrini ... 

Demorou. Embora todos já sabiamos que Lula sempre foi o chefe da quadrilha que desvia dinheiro público, seja no Mensalão quanto no Petrolão, agora já conseguiram provas documentais. Já haviam provas testemunhais dos delatores, informando que Lula e Dilma sabiam de tudo. A própria Presidente da Petrobrás, Graça Foster, também confessou que já sabia da existencia de propinas na empresa. Outros delatores também incriminaram o ex-presidente Gabrielli de ter se beneficiado com as propinas. O Tesoureiro do PT também foi um dos beneficiados. Até sua cunhada também ganhou o dinheiro roubado.

Polícia Federal tem provas que podem colocar Lula no centro do esquema de propinas da Petrobras

Claro que isso tudo e o que está vindo por aí, era para beneficiar Lula, Dilma e o PT e a base alugada. Embora tentem levar como intriga politica dizendo que a oposição quer um terceiro turno, não há nada de Política nisso e sim de Polícia. Dessa vez não podem dizer que seja intriga da oposição, factoides ou coisa do PIG pois quem está provando são os próprios ladrões indicados por Dilma e Lula, para roubar.
Demorou mas chegou. A Justiça tarda, falha, mas as cicatrizes permanecem. PT, PMDB e PP já eram. Só os imbecís e coniventes continuarão ao lado deles.


Vejam o babado politico:


Lava Jato: vêm a público e-mails que podem atingir Lula e Gabrielli. Não custa lembrar: segundo Youssef, o chefão do PT sabia de tudo

Na reportagem publicada pela VEJA no dia 24 de outubro, já havia a informação de que Lula, pessoalmente, havia ordenado que José Sérgio Gabrielli desse um “cala-boca” — isto é, pagasse propina — a uma agência de publicidade que ameaçava botar a boca no trombone e denunciar o esquema de roubalheira na Petrobras. A informação, como deixou claro a revista, era parte do conteúdo da delação premiada negociada pelo doleiro Alberto Youssef.
Pois é. Reportagem publicada nesta quinta pelo Estadão traz à luz e-mails que parecem reforçar a denúncia de Youssef. Leiam o que informam Ricardo Brandt, Fausto Macedo e Mateus Coutinho.
*
A Polícia Federal está de posse de uma sequência de e-mails que reforçam a suspeita de que a agência de propaganda e marketing Muranno Brasil recebeu R$ 1,7 milhão do esquema de corrupção e propina na Petrobrás. Essa nova linha de investigação da Operação Lava Jato pode atingir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente da estatal petrolífera José Sérgio Gabrielli, citados pelo doleiro Alberto Youssef como ordenadores do pagamento à Muranno. Os e-mails que a PF analisa foram trocados entre o empresário Ricardo Villani, dono da agência de propaganda, o ex-gerente de Comércio de Álcool e Oxigenados da Petrobrás Sillas Oliva Filho e outros funcionários da estatal, entre 2006 e 2009.
A Muranno foi apontada por Youssef como uma agência contratada pela Petrobrás com dinheiro não contabilizado. Credora de cerca de R$ 7 milhões, a Muranno teria pressionado o governo Lula para receber valores atrasados. O doleiro está fazendo delação premiada junto à força-tarefa de procuradores da República que investigam a Lava Jato. Em 2010, segundo o doleiro, o dono da empresa teria ameaçado denunciar os esquemas de corrupção e propina na estatal controlado pelo PT, PMDB e PP e que abasteceu também o PSDB e o PSB.
Youssef afirmou que Lula soube da ameaça, na época, e teria determinado a Gabrielli que usasse o dinheiro “das empreiteiras” – denunciadas na Justiça Federal por causa das obras da refinaria Abreu e Lima – para resolver a pendência. O ex-presidente da Petrobrás teria procurado por Costa, que determinou a Youssef o pagamento. Segundo o doleiro, que aceitou dizer o que sabe em troca de redução de pena, foi ele quem pagou R$ 1,7 milhão à Muranno entre dezembro de 2010 e janeiro de 2011, a pedido de Costa.
No radar
A Muranno era alvo da Lava Jato desde agosto quando foi aberto um inquérito específico para apurar qual o envolvimento da agência no esquema de caixa-2 nas obras da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. A agência de propaganda aparecia nos pagamentos registrados na contabilidade pessoal das empresas de fachada de Youssef e na quebra de sigilo bancário das empresas investigadas nas obras da Abreu e Lima.
No dia 9 de setembro Villani foi ouvido pela PF e confirmou que prestou serviços sem contrato entre 2006 e 2009 para a Petrobrás. Ele disse que em 2004 Oliva Filho o aconselhou a abrir uma empresa para fazer o marketing da Petrobrás em provas de corrida de automóvel nos Estados Unidos. Segundo ele, a Muranno foi criada especificamente para esses serviços, divulgação do etanol nas provas da Fórmula Indy.
Villani afirmou que tinha R$ 7 milhões a receber. Segundo ele, depois de se reunir pessoalmente com Paulo Roberto Costa – ainda diretor de Abastecimento da Petrobrás –, foi procurado por Youssef, que se identificou como “Primo” e providenciou os pagamentos de parte da dívida. Disse que procurou Costa depois que ele deixou a estatal, em 2012. Villani, que está sob suspeita da PF, afirmou ter recebido só uma parte do montante e que não procurou a Justiça para cobrar a Petrobrás porque nunca fez um contrato formal. Em 29 de outubro, confirmou ao Estado ter valores a receber, mas negou que era referente à propina. Disse que eram atrasados dos serviços prestados.
(…)
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Por Reinaldo Azevedo

Vem mais casos de corrupção aí. Sai de baixo.

Procura-se garis

Por WsRoccha do Blog "A VERDADE POLITICA" ...

Pois,
Somos o paraíso dos estrangeiros.
Notem que não sou xenófobo, mas num país de extrema pobreza, concedemos bolsas para nossos pobres, asilos políticos, imigrantes legais, e ilegais com vistos de trabalho.
Em 2012 o número de ilegais no Brasil era de aproximadamente 300 mil seres humanos.
A maioria desses ilegais aceitam o trabalho escravo, e temem suas deportações.
Apenas 10 mil conseguiram vistos permanentes no país, e apenas 1400 haitianos os tem.
Ainda se permite em pleno século XXI escravaturas na terra Brasilis.
Agora estamos abrindo nossas fronteiras aos radicais muçulmanos.
Todo mundo sabe que a comunidade do Brás em São paulo sobrevive do contrabando e descaminho.
Nosso país subserviente, em que mais de 40% do PIB vem da informalidade, não pagam impostos e utilizam nossos serviços públicos.
Deveríamos ser mais duros com a imigração ilegal e na concessão de vistos de trabalho à estrangeiros.
Se há trabalho que sejam para brasileiros em primeira mão.
Se há benefícios sociais que também sejam para os brasileiros.
Devemos proteger nosso povo em primeiro lugar, e somente depois abrigar os solícitos de outras origens.
Isso não é rudeza ou malfeitos, é protecionismo.
Se há haitianos, por exemplo, passando necessidades, fome e carência de empregos, também há brasileiros na mesma ou em piores situações.
O problema da falta de médicos brasileiros seria resolvido, com a volta do projeto Rondon.
Obrigar-se-ia os formandos de escolas públicas a pagar seus estudos com serviços em comunidades carentes, remunerados por um período de 2 anos.
Desse modo teríamos agentes da saúde, da educação e da justiça fazendo sociais, pelo interior, acordando esse gigante adormecido.
Levaríamos engenharia e técnica de infraestruturas, aonde mais se necessita.
O paraíso brasileiro não investe no turismo dos ricos, apenas transfere os pobres de outros países, para conviver no nosso lixo social, cada vez mais pobre.
Enquanto o primeiro mundo investe em tecnólogos e cientistas, nós procuramos garis.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

FATORES TELÚRICOS

Por WsRoccha do Blog "A VERDADE POLITICA" ... 

Pois,
Muita gente desconhece os porquês, de serem religiosas, de torcerem para determinados clubes de futebol, de serem socialistas, ou comunistas, de defenderem suas tradições geo-culturais, etc e tal...
Vivemos num país de semiliberdades.
Se você nascesse no Irã, seria mortalmente obrigado a ser muçulmano, se fosse mulher, provavelmente teria seu clítoris removido, e seria escrava pelo resto de sua vida.
Nós somos frutos do meio ambiente em que nascemos.
Alguém já tentou descobrir porque nós torcemos para determinados clubes, ou se somos adeptos dessas ou daquelas religiões?
Não parece óbvio, mas é.
As religiões são heranças deixadas pelos nossos pais e antepassados, exige muita reflexão para deixá-las, trocá-las, segui-las ou simplesmente ignorá-las.
Os clubes de futebol, também podem ser heranças de nossos parentes, ou de ocasiões no tempo, ninguém torce para perdedores, inda mais quando criança.
Sou gremista, meu avô, meu pai, na década de 1960 eu era vencedor.
Sou ateu, embora estudado em colégio Lassalista, batizado, crismado e catequizado na religião católica.
Fui socialista, "brizolista" na verdade, e refletindo essas épocas, tudo foi fruto do meio ambiente.
O Rio de Janeiro foi meu segundo lar, e apesar de ter sofrido muito pelo fato de ser gaúcho, nunca dei a mínima pelo fato de me perguntarem dez vezes ao dia se eu era de Pelotas.
Sempre respondi que eu nascera com duas.
Esse "bullying" social existe no Brasil desde sempre. Essa intolerância entre as regiões permanece até os dias de hoje.
São Paulo a terra do dinheiro, o Rio Grande a terra dos gays, o Rio a terra dos malandros, Minas a terra dos cansados, Bahia a terra da preguiça, Santa Catarina a terra dos manés, e por aí vai se discriminando os iguais.
Até o que se come no cotidiano é fruto do meio ambiente.
Torna-se muito difícil a fuga das raízes.
A pobreza é desconhecida pelo sul e sudeste do país.
Há capitais brasileiras em que ricos e classe média são apenas políticos, seus parentes e os funcionários públicos.
Teresina, São Luiz e Belém são algumas delas.
Enchem os telejornais de matérias sobre as favelas paulistas e cariocas, mas esses jornais nunca visitaram as cidades citadas.




 Palafitas de Belém, assentamento sem luz, água e esgoto de Teresina, e favela de São Luiz.
Fica no ar a pergunta aos habitantes do sul e sudeste que votaram no continuísmo desse governo crápula que hoje temos: vocês sabem porque esse povo vai continuar pobre e faminto?
Dando-lhes sardinhas, matando-lhes a fome, mas não tirando-os do chiqueiro.
A única obesidade que conhecem é o amarelão.

   

Para mudar é preciso refletir.

Narmcore segundo Dona Elegância

Por Rosângela Antiqueira

1416237024_iesnsVestir roupa de gente normal é a moderna forma de estar na moda.A categoria dos que se vestem de um jeito totalmente sem pretensão, agora é uma categoria de moda: normcore!

O termo surgiu nas ruas de São Francisco, nos Estados Unidos, para identificar não apenas uma forma casual de se vestir, mas, também, uma atitude autêntica de viver a vida, sem se preocupar com modismos ou marcas famosas. “É a combinação das palavras ‘normal’ e ‘hardcore’, para se referir a um estilo em que as pessoas não querem se destacar na multidão.

sem-ostentacao-da-esquerda-para-direita-jennifer-aninston-candice-swanepoel-gwyneth-paltrow-e-carolina-ferraz-exibem-looks-basicos-e-neutros-1411058615436_615x300 (1)Moletom, camiseta básica e jeans é o uniforme oficial de um “normcore”

Qual foi o fashionista que nunca saiu de casa de jeans e camisa – ou camiseta? Ou de legging e camisetão?

Meus tios e a grande maioria das minhas tias são normcore, assim como o porteiro do meu prédio, o técnico de televisão, os motoristas de táxi…   o normcore pôs todo mundo na moda!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Juiz descumpridor das Leis, recebe outra indenização por estar errado.

Por Carlos Parrini ... 

Na boa, tenho que me conter para evitar dizer que esse Juiz não é Deus ou que ele seja caloteiro. Isso porque também posso receber um processo por dizer que ele está errado.
No caso da Policial que o multou e não se importou com a carteirada porque o Juiz não era nenhum Deus, acabou sendo condenada por estar certa. Até porque esse juiz jamais deveria estar dirigindo com carro sem placa e sem carteira de motorista. Se estivesse de taxi, essa policial não passaria por tanta humilhação e ainda ter de pagar indenização ao humilhador.
No outro caso de 2006, ele também ganhou a causa para ser indenizado em R$ 18 mil por ter sido chamado de caloteiro por um repórter do Jornal O Globo. E de fato ele era não só caloteiro, mas prepotente que abusou do poder já que devia a luz de sua casa e mandou prender o funcionario da companhia de eletricidade, que foi cortá-la.
Por isso não falarei nada diferente do que já se foi falado dele, ou seja, de que não é Deus e ou que seja caloteiro.
Além de sermos o país da corrupção e impunidade, voltamos a ter Ditadores.
Cala-te boca.


Vejam o babado:

Justiça condena jornal a pagar R$ 18 mil a juiz parado em blitz no Rio

Do UOL, no Rio

A 11ª Vara Cível do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro) condenou o jornal "O Globo" e o jornalista Ronaldo Braga a pagarem uma indenização de R$ 18 mil ao juiz João Carlos de Souza Correa, o mesmo que deu voz de prisão à agente da Lei Seca Luciana Tamburini após ser parado em uma blitz, em 2011.
A decisão da juíza Lindalva Soares Silva foi publicada na última quinta-feira (13), um dia depois de os desembargadores da 14ª Câmara Cível negarem por unanimidade o recurso de Luciana e manterem a determinação de indenização a Correa em R$ 5.000 por ter afirmado que ele "era juiz, mas não Deus". O caso ganhou repercussão nacional, e uma advogada paulista lançou uma vaquinha online que, em uma semana, arrecadou mais de R$ 27 mil para a agente.
O objeto da ação contra o jornal carioca é uma matéria assinada por Ronaldo Braga e publicada no dia 17 de fevereiro de 2011, que trazia o título "Juiz dá calote e tenta prender cobrador". Ao noticiar a confusão envolvendo Correa e a agente de trânsito, o jornal fez um histórico de polêmicas nas quais o magistrado esteve envolvido. Um dos fatos teria ocorrido em 2006, quando o juiz, de acordo com "O Globo", deu voz de prisão a funcionários da Ampla que foram até a sua residência para, por falta de pagamento, cortar o fornecimento de energia elétrica.
Correa se sentiu ofendido e pediu inicialmente uma indenização de R$ 100 mil. O jornal apresentou a sua defesa, mas a titular da 11ª Vara Cível deu ganho de causa para o colega de magistratura. Ela reduziu o valor da indenização porque o considerou exagerado.
"(...) o dever de informar, mesmo que, para a imprensa, seja verídico, não pode ser transmitido com emprego de linguagem agressiva de caloteiro, até mesmo porque a palavra, em nosso idioma, tem sentido pejorativo e depreciativo", escreveu a juíza Lindalva.
Segundo ela, a imprensa precisa "administrar com precisão e equilíbrio a palavra escrita". "Houve uso desproporcional da linguagem ao chamá-lo em primeira página de um jornal de grande circulação de juiz caloteiro, o que, por si só, já caracteriza abuso", argumentou.
Procurado, o jornal ainda não se manifestou sobre a decisão do tribunal.

Esse Juiz que tem dado carteiradas, 
também já foi multado por dirigir embriagado.

OAB quer afastamento de juiz

A OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil) encaminhou ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça), na semana passada, um compilado com as denúncias recebidas pela entidade contra o juiz João Carlos de Souza Corrêa. A Ordem pede que o CNJ afaste o juiz durante a investigação do caso. O conselho ainda não se pronunciou a respeito.
Segundo o presidente da instituição, Felipe Santa Cruz, nos últimos dias, a ordem recebeu diversas denúncias contra Corrêa referentes a outros casos. "O caso da agente de trânsito já é dramático, mas recebemos diversas outras denúncias contra o juiz além dessa. Ameaças a advogados, falta de postura… Por isso tomamos a decisão de encaminhar um documento ao CNJ, pedindo inclusive o afastamento do magistrado enquanto se apura a procedência dessas informações", afirmou Cruz.
A funcionária do Detran-RJ (Departamento de Trânsito do Estado do Rio) foi condenada há duas semanas por conta de uma abordagem realizada durante uma blitz no Leblon, na zona sul da capital fluminense, em fevereiro de 2011. De acordo com decisão na primeira instância, a servidora pública "agiu com abuso de poder" e "zombou" do magistrado ao afirmar que ele "era juiz, mas não Deus".

Policial punida por cumprir a Lei.

Entenda o caso
Corrêa, que era titular da 1ª Vara da Comarca de Búzios, estava sem a CNH (Carteira Nacional de Habilitação), conduzia um carro sem placa e estava sem os documentos do veículo quando foi parado. Ele acusou uma das agentes da operação de desacato ao ser informado que o carro seria removido para o depósito.
Segundo a denúncia, houve um desentendimento verbal entre os dois e o caso foi parar na 14ª DP (Leblon). O juiz chegou a dar voz de prisão para a agente, mas ela se negou a ir à delegacia em um veículo da Polícia Militar.
"Ao apregoar que o demandado era 'juiz, mas não Deus', a agente de trânsito zombou do cargo por ele ocupado, bem como do que a função representa na sociedade", escreveu o desembargador José Carlos Paes, da 14ª Câmara Cível do TJ-RJ, que manteve a condenação em segunda instância.
Na ocasião, o magistrado fez o teste do bafômetro, que não apontou a ingestão de álcool, mas recebeu duas multas: uma por não licenciar o veículo, que estava sem placa, e outra por não portar a CNH.
De acordo com a Secretaria de Estado de Governo do Rio, que promove a operação, a Corregedoria do Detran-RJ abriu um processo disciplinar para apurar a conduta dos agentes na ocorrência e não constatou nenhuma irregularidade. Ainda segundo o governo estadual, o registro de ocorrência realizado pelo crime de desacato na 14ª DP foi formalizado como fato atípico pela falta de provas.
A reportagem procurou o TJ-RJ para tentar entrevistar o juiz e o desembargador, mas foi informada que nenhum dos dois se pronunciaria e que o tribunal não emitiria posicionamento sobre o caso.
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