Se você não Compartilhar, ninguém vai saber!!!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

DIOGO MAINARDI VOTA EM AECIO NEVES

 
Tambem estou quase como voce Mainardi, alias sempre o admirei por sua perspicacia e coragem de chamar essas criaturas horrendas pelos adjetivos que elas merecem. Eu tambem nao tenho papas na lingua para falar deles porque nem isso eles merecem. Esse partido Faccao Criminosa destruiu tudo o que havia de bom no Brasil e a educacao que ja esta ruim com o ECA, ficou ainda pior com todas as cartilhas imundas e apelativas que tem sido entregues nas escolas para tornar as nossas criancas e jovens mais alienados do que sao seus pais que recebem bolsas-miserias e se sentem na obrigacao de votar eternamente nessa psicopata sem condicao nenhuma de governar. Para eles nao importa que o voto comprado por ela e com o dinheiro de nos todos, ou seja de quem trabalha e paga impostos. Bom que voce afirma que votara no Aecio! Sabe Mainardi, nos temos e muita sorte por Aecio ter se candidatado, pois a maioria dos candidatos que se apresentaram sao signatarios do Foro de Sao Paulo e sao tao descartaveis como Dil-ma. Entao facamos uma corrente amiga e abracemo-nos, todos aqueles que votarao nele para inserir forca a sua final de campanha que esta dificil e ingrata. A infame continua mentindo descaradamente, ofendendo e denegrindo mesmo apos a proibicao do TSE de ofensas pessoais. Jornais estao sendo publicados no Rio e em outros lugares insistindo nas mentiras que ela inventa, devido a sua mente psicotica que nao segue e nem obedece a lei nenhuma.
 
Meu comentario aqui:

BOMBA! #PT é financiado por Empresa ligada ao tráfico internacional de drogas

Por Carlos Parrini ... 

Como o Governo do PT parou de vigiar nossas fronteiras, fez a transcocaleira que liga a Bolivia com o Brasil, apoia as FARCs e traficantes de drogas, não fico surpreso que empresas do setor os financiem. O que me surpreende mesmo é saber que o povo diante de tanta mortandade pelo uso das drogas, crack e cocaína, aceite isso tudo e ainda vota nessa cambada de assassinos.
Espero que nenhum desses votantes seja vítima desses traficantes. Se forem, também não irei me surpreender.


Vejam o babado:

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

PT É FINANCIADO POR EMPRESA LIXEIRA ENVOLVIDA COM O TRÁFICO INTERNACIONAL DE COCAÍNA

Em 2002, quando o alcaguete petista Lula (ele delatava companheiros para o Dops paulista durante a ditadura militar, conforme Romeu Tuma Jr. em seu livro "Assassinato de Reputações") concorreu ao cargo de presidente, a sua campanha eleitoral foi financiada por uma empresa de lixo. Não é uma simples empresa de lixo, ela pertence ao poderoso grupo Solvi, comandado por Carlos Leal Villa. A empresa que financiou a campanha de Lula em 2002 está diretamente envolvida no escândalo da
“máfia do lixo” na cidade de São Paulo, iniciado com uma licitação fraudulenta no governo da socialite petista Marta Suplicy na prefeitura paulistana. Naquele ano de 2002, o bandido petista mensaleiro Delúbio Soares, condenado pelo Supremo Tribunal Federal no processo do Mensalão do PT, era o responsável pelas finanças do PT. A campanha de Lula foi abastecida com dinheiro da empresa VEGA Engenharia Ambiental S/A, hoje denominada de VEGA Engenharia S/A, pertencente ao grupo econômico Solvi, dirigido por Carlos Leal Villa. Conforme o Tribunal Superior Eleitoral, a campanha do alcaguete Lula recebeu, em 05/08/2002, o total de R$ 250.000,00 da VEGA Engenharia Ambiental S/A. Em 08/10/2002, a mesma empresa de lixo repassou o montante de R$ 100.000,00 para a campanha do X9 Lula. Na data de 25/10/2002, a campanha do alcaguete Lula recebeu o valor de R$ 130.000,00 da VEGA Engenharia Ambiental S/A.
As três doações da VEGA para a campanha de Lula em 2002 totalizaram R$ 480.000,00. A doação marcou o início da relação do alcaguete Lula com a empresa envolvida no escândalo da “máfia do lixo” da cidade de São Paulo. Em 03 de agosto de 2005, a revista Veja publicou matéria com o título “O PT DE CASO COM A MÀFIA”, onde citou a relação promíscua do tesoureiro Delúbio Soares com a “máfia do lixo”.
Chegamos em 2013. Véspera da Eleição para Presidente do Brasil.
A segunda maior doação ao PT em 2013 ocorreu por meio da REVITA Engenharia S/A, que pertence ao grupo SOLVÍ, também dono da KOLETA Ambiental Ltda, outra doadora ao Diretório Nacional do PT no ano passado. Essas empresas vão trocando de nome, mas são sempre as mesmas, com os mesmos donos. As doações da REVITA Engenharia S/A e da KOLETA Ambiental Ltda, do grupo
SOLVÍ, totalizaram o valor multimilionário de R$ 11.680.000,00, ou ainda, ao percentual de 14,64% das contribuições de empresas privadas e pessoas físicas ao Diretório Nacional do PT em 2013. O grupo SOLVÍ é uma holding controladora de empresas privadas que atuam nos segmentos de saneamento, energia, engenharia e lixo, tendo operações no Brasil e no Peru.
Jornal peruano LA REPPUBLICA, de 24 de agosto de 2014, publica matéria com este título: “Denuncian que Comunicore fue usada para lavar dinero del narcotráfico”. Consta nessa matéria que beneficiários da empresa Comunicore eram investigados por lavagem de dinheiro. Um informe do jornal diz que a operação foi realizada entre a prefeitura de Lima, capital peruana, e a empresa RELIMA AMBIENTAL S/A, pertencente ao grupo brasileiro SOLVÍ, comandada por Carlos Leal Villa, e a empresa de fachada Comunicore. Tratava-se de um caso de lavagem de dinheiro para o narcotráfico. A revista peruana PODER assinala que Alex Montoya Aguero é o dono da Comunicore e se encontra foragido desde 2009, quando a polícia do Peru encontrou o total de 4 toneladas de cocaína em latas de alcachofra. A informação é amplamente difundida e baseada em informes da Unidade de Inteligência Financeira (UIF) do Peru, que afirma que “as operações da Comunicore representam características de empresa de fachada própria de organização criminal dedicada a lavagem de ativos”.
A prefeitura de Lima, no Peru, acumulou uma dívida de 35,9 milhões de soles, o equivalente hoje (01/10/2014) a de R$ 30.558.080,00  (trinta milhões, quinhentos e cinquenta e oito mil e oitenta reais) com a empresa peruana Relima Ambiental S/A do grupo brasileiro SOLVÍ. A RELIMA levou o caso para a Justiça Arbitral que proporcionou um “acordo”. No início de dezembro de 2005, a Relima Ambiental, do grupo brasileiro Solví, comandado por Carlos Leal Villa, acordou em receber a dívida de 35,9 milhões de soles, de forma fracionada, em um prazo de 10 anos. Inacreditavelmente, em 20 de dezembro de 2005, menos de 30 dias depois do acordo para pagameto fracionado da dívida, a concessionária Relima Ambiental S/A, do  grupo SOLVÍ, “negociou” a dívida contraída pela prefeitura de Lima com a empresa de fachada denominada Comunicações Corporativas S/A – Comunicore. Inacreditavelmente o valor negociado correspondeu a 14,6 milhões de soles, ou convertendo “Soles em Real” na data de 01/10/2014, tem-se o valor milionário de R$ 12.427.520,00 (doze milhões, quatrocentos e vinte e sete mil e quinhentos e vinte reais). Pasmem, a empresa Relima Ambiental S/A (do grupo brasileiro Solví), concessionária dos serviços de limpeza pública, destinação final do lixo e manutenção de áreas verdes dos distritos peruanos de Cercado de Lima, San Isidro e Miraflores, aceitou receber o total de R$ 12.427.520,00 (doze milhões, quatrocentos e vinte e sete mil e quinhentos e vinte reais) equivalente a 14,6 milhões de soles do montante total de 35,9 milhões de soles, ou R$ 30.558.080,00  (trinta milhões, quinhentos e cinquenta e oito mil e oitenta reais), sem ter qualquer garantia de que seria ressarcida do valor negociado com a empresa de fachada Comunicore. A empresa peruana de fachada Comunicação

Corporativa e Representações S/A - Comunicore era dirigida por Rafael Santiago Ruiz Contreras (presidente), Henry Brachowicz Fernando Vela (diretor), José Luis Ramon Pinillos Broggi (diretor) e Álex Montoya Aguero (gerente financeiro). Esse último com fortes ligações no tráfico de drogas com a Colômbia. A concessionária peruana Relima Ambiental S/A (do grupo Solvi) tinha por gerente geral o brasileiro Odilon Gaspar Amado Júnior. É inacreditável que uma empresa peruana (do grupo Solvi) venha a negociar com uma empresa de fachada (Comunicore) e que tenha a essa concedido uma redução de R$ 18.122.560,00 (dezoito milhões, cento e vinte e dois mil e quinhentos e sessenta reais), o correspondente ao percentual de 40,67% do total de 35,9 milhões de soles supostamente devido pela prefeitura de Lima. Em 27 de dezembro de 2005, uma semana após a negociação entre a RELIMA AMBIENTAL (do grupo brasileiro Solvi) e a empresa de fachada Comunicore, o grupo lixeiro brasileiro comunicou a prefeitura de Lima da venda milionária da dívida de 35,9 milhões de soles. Isso antes mesmo de fazer uma consulta a Municipalidade de Lima, se poderia “vender” a dívida e se haveria a “concordância” para essa operação. Em 03 de janeiro de 2006, apenas cinco dias após ter sido noticiada da negociação, a prefeitura de Lima comunica a empresa de fachada Comunicore da liquidação da dívida de 35,9 milhões de soles. Desses 35,9 milhões de soles pagos a empresa de fachada Comunicore, o total de 5,4 milhões de soles (na conversão na data de 01/10/2014, o equivalente a R$ 4.596.480,00) foram parar nas contas correntes individuais de três funcionários da concessionária RELIMA AMBIENTAL S/A do grupo brasileiro Solví. Certamente uma operação previamente acertada. Não há qualquer dúvida. O correspondente a 16 milhões de soles (na conversão em 01/10/2014 o equivalente a R$ 13.619.200,00) foram sacados na “boca do caixa” de um banco peruano, supostamente por pessoas humildes, recrutadas no Distrito de Comas e Callao. Após o saque desse montante por pessoas humildes, o dinheiro foi entregue a um operador. Pelo menos 30 pessoas que residem em Comas, e outras 17 em Callao, em troca de uma pequena propina, sacaram por meio de cheques a quantia milionária. Fontes garantiram que, em poucas semanas, executivos da Comunicore e outros, fizeram várias transferências de dinheiro para o Exterior. Após essa operação de desvio de dinheiro público da prefeitura de Lima, a empresa Comunicore simplesmente desapareceu, por isso hoje é considerada “fantasma”, além de inicialmente ser de “fachada”. A Comunicore, após a negociata com a empresa RELIMA AMBIENTAL (do grupo brasileiro SOLVÍ), e o recebimento do dinheiro da prefeitura de Lima, acabou sumindo do mercado, deixando apenas um rastro, que passa pela falsificação de documentos para o encerramento de suas atividades comerciais que nunca existiram no Peru. A Comunicore foi criada apenas para receber o dinheiro da empresa peruana RELIMA AMBIENTAL do grupo brasileiro SOLVÍ. O caso Comunicore foi profundamente investigado pelo Gabinete da Controladoria Geral e pelo Ministério Público do Peru, que identificaram os envolvidos, desde os sócios, diretores, gerentes e operadores na transferência do dinheiro da Municipalidade de Lima. O resultado dessa investigação foi encaminhado a Justiça do Peru. O processo criminal do caso Comunicore tem como juiza criminal Nelly Aranda Palha e tramita ainda hoje (01/10/2014). Conforme os jornais Peru21 e La República, a Justiça do Peru abriu processo penal contra quinze réus pelo pagamento de 35,9 milhões de soles para a empresa de fachada Comunicação Corporativa e Representações SA (Comunicore) em negociata realizada com a RELIMA AMBIENTAL do grupo brasileiro Solví. Os réus são: Anjo Alfonso Perez Rodas, Juan Gilberto Blest Garcia, Carlos Manuel Chavez Malaga, Carlos Manuel Asmat Cyer, Rodolfo Merino Ulises Rojas, por crime de conluio; ODILÓN GASPAR JÚNIOR AMADO (brasileiro, gerente geral da empresa Relima Ambiental S/A, nomeado pelo grupo brasileiro SOLVÍ, comandada por Carlos Leal Villa), Miguel Angel Garro Barrera, Guillermo Alfonso Palacios Dodero, Rafael Santiago Ruiz Contreras e Fernando Brachowicz Henry Vela, como cúmplices em conluio; Sergio Guerra, Daniel Julien Arias Donayre, José Luis Pinillos Broggi, Joule Handi Arturo Gonzalo Vila Vila e Pousadas Noya como cúmplices processados por ofensa secundária de conluio, em detrimento do município de Lima; Blest Merino García e Rojas, processado pelo crime de peculato, e outro pelo crime de falsificação de documentos públicos, em detrimento da Superintendência Nacional de Registros Públicos do Peru. Recentemente surgiram novas informações sobre o caso Comunicore. A Polícia Especializada Nacional do Peru – DIRANDRO, que atua no combate ao tráfico de drogas, passou a farejar os detalhes do pagamento de 35,9 milhões de soles pela prefeitura de Lima para a empresa de fachada Comunicore que havia negociado com a RELIMA AMBIENTAL, do grupo SOLVÍ (dono da Vega Engenharia Ambiental S/A e da Revita Engenharia Ambiental S/A entre outras). Como a imprensa peruana recentemente revelou e o Ministério de Combate a Corrupção confirmou, o dinheiro correspondente a 35 milhões de soles foi depositado em uma conta bancária em nome da empresa Comunicações Corporativas S/A (Comunicore), entre 03 de janeiro e 10 de fevereiro de 2006. Semanas depois, os diretores da Comunicore começaram a passar cheques da empresa de fachada para pessoas diferentes e fazer transferências para o Exterior. Os policiais da DIRANDRO identificaram dois grupos de beneficiários com cheques da empresa de fachada Comunicore. No primeiro grupo eram pessoas que não estavam registradas como contribuintes no Peru. No segundo grupo eram pessoas que apareciam como contribuintes e não tinham nenhuma atividade formal para justificar os cheques sacados contra a empresa Comunicore. No rastro do dinheiro, a Polícia Financeira do Peru descobriu que os beneficiários tinham ligações com atividades de lavagem e tráfico de drogas. Este é o caso do ex-gerente da Comunicore, Jorge Vasquez Vela, que aparece em um relatório como parte de uma organização criminosa dedicada ao tráfico de drogas e transferência de dinheiro ilícito. Dois outros destinatários de cheques da Comunicore, Maria Grimaldo Garagate e Benedicta Villlacrez Linares aparecem em um relatório de inteligência realizado em junho de 2009. Ambas estão sob investigação por receber transferências de dinheiro de uma pessoa do México e da Espanha. Maria Grimaldo Garagate e seus irmãos receberam somente em março de 2009, mais de US $ 48.000,00. O relatório indica que “não exclui a possibilidade de que eles seriam usados para fins de operações de lavagem”.
Henry Brachowicz Vela foi destinatário e teve depositado parte do dinheiro em sua conta corrente, sacado então por meio de alguns caixas eletrônicos na Colômbia. Alex Montoya Aguero, gerente financeiro da Comunicore, também teve dinheiro depositado em suas contas correntes, que posteriormente foram sacados por desconhecidos na Colômbia. A conta em banco da empresa de fachada Comunicore foi aberta dois meses antes de receber o dinheiro da RELIMA AMBIENTAL (do grupo brasileiro Solvi) por meio da Municipalidade de Lima, durante a gestão do então prefeito Luis Castañeda Lossio. Meses após esse pagamento, o dinheiro foi extraído pelos beneficiários e a conta corrente da Comunicore foi fechada. Inacreditável. Segundo a polícia peruana, os fatos mostram que o único propósito da Comunicore era receber cheques bancários. Dinheiro esse negociado com a empresa peruana RELIMA AMBIENTAL do grupo brasileiro SOLVÍ. Surge adiante um documento da DIRANDRO que diz que, em 18 de setembro de 2009, agentes policiais tinham descoberto no porto de Callao o total de quatro toneladas e meia de cocaína misturada com alcachofra, prontos para serem enviados a Espanha. Os detidos pela DIRANDRO, um peruano e cinco colombianos, eram sócios da Global Trade Import & Export, empresa criada somente para transferir a carga ilegal. E quem aparece como financiador? Alex Montoya Aguero, ex-gerente da empresa de fachada Comunicore, foi o financiador dessa operação e negociou com a RELIMA AMBIENTAL do grupo brasileiro Solví. Anos antes, Alex Montoya Aguero, de posição econômica modesta, comandava as finanças de cinco empresas privadas, entre elas a de fachada denominada Comunicore. Alex Montoya Aguero também atuou como gerente geral na Panamericana Serviços Ambientais S/A, onde foi um dos principais acionistas. Na Comunicore , Alex Montoya Aguero exercia a função de administrador, embora seu trabalho fosse muito mais amplo. Vejamos. O “ex-presidente” da Comunicore, Rafael Santiago Ruiz Contreras, declarou a Promotoria do Peru (que investigou o caso da operação financeira com a Prefeitura de Lima e a Comunicore e a Relima do grupo brasileiro Solví), que “foi Alex Montoya Aguero quem o convidou para assumir o cargo”, apontando que esse tinha amplos poderes na empresa de fachada. Alex Montoya Aguero, por meio de Victor Bustamante Flores e sua família, fez 176 transferências no total de $ 3 milhões a países da Europa e América do Norte. Bustamante Flores fez duas transferências para a Inglaterra e para os Estados Unidos. O alvo era a colombiana Daniela Sabogal Zuluaga , irmã de Orlando Sabogal Zuluaga , membro visível do cartel Norte del Valle. O Cartel del Norte del Valle operou principalmente no norte do Valle del Cauca, ao sudoeste de Colômbia, e teve um importante crescimento em meados da década de 1990, depois da fragmentação dos carteis de Medellín e Cáli. É conhecido como uma das organizações mais poderosas dedicadas ao tráfico de drogas. Alex Montoya Aguero também fez transferências a indivíduos e empresas da China, França, Canadá e Portugal e os Estados Unidos, no valor de meio milhão de dólares. Os resultados da DESANDRO foram conclusivos: Comunicore e outras empresas e pessoas, em conluio, cometeram operações que tem características de “empresas de fachada, usadas para lavagem de dinheiro e tráfico de drogas”. A inteligência e analistas da polícia antidroga do Peru levantaram a hipótese de que Alex Montoya Aguero, “dono da Comunicocre”, era o operador da máfia na Colômbia, no Peru, para a lavagem de milhões de dólares para os seus negócios, o que explicaria por que ele aparece em uma série de empresas e com muito dinheiro em suas contas correntes. Alex Montoya Aguero está foragido, desde 18 de setembro de 2009, quando a polícia descobriu um carregamento de drogas em Callao.
Em agosto de 2014, a revista VEJA publicou uma reportagem com o titulo “Planilha da contadora de Youssef registra R$ 8 milhões em dinheiro sujo”. Lá consta a informação: “documento indica que dois deputados federais e um ex-ministro eram beneficiários das comissões pagas pelo doleiro Alberto Youssef”. A revista VEJA teve acesso a uma planilha que revela o método usado pelos criminosos para dar aparência legal ao dinheiro movimentado em malas. A “planilha” elaborada com base nas notas frias que a empresa de Meire Poza emitiu, mostra que o grupo faturou 8 milhões de reais em apenas quinze operações distribuídas pelos anos de 2012 e 2013. “Comparado às transações globais da quadrilha na Petrobras e em outros negócios com prefeituras e governos estaduais, o valor parece insignificante. Mas ele é apenas uma amostra da dimensão da engrenagem criminosa. As operações relacionadas na planilha dizem respeito exclusivamente às transações feitas a partir de notas fiscais do escritório da contadora”, diz a revista VEJA. “O método é sempre o mesmo. A pedido do doleiro Alberto Youssef, Meire Poza emitia notas frias para simular a prestação de serviços de consultoria. As empresas simulavam a contratação do escritório da contadora e transferiam o dinheiro combinado. Quando a bolada entrava na conta de Meire, ela repassava aos beneficiários”, diz a revista VEJA na referida matéria. A lista da contadora do doleiro Alberto Youssef, publicada na revista VEJA, abre com uma empresa de lixo. Consta na “planilha”, em primeiro lugar, a empresa REVITA ENGENHARIA S/A, que em 06/09/2012, repassou o montante de R$ 600.000,00 de um total de R$ 8.070.516,60, correspondendo ao percentual de 7,43% do montante do dinheiro sujo. O grupo SOLVI, por meio de sua empresa REVITA Engenharia S/A, uma das maiores financiadoras do PT em 2013, e da empresa VEGA Engenharia, que financiou a campanha de LULA em 2002, agora está envolvida com o doleiro Alberto Youssef que financiou políticos do PT. O mais inacreditável ainda, é que o presidente do grupo SOLVI, Carlos Leal Vila, dono da VEGA, da REVITA, da RELIMA, responde processo de IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA em Ação Civil Pública - processo nº 002/1.03.0006158-7, em ação ajuizada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul, por fraude na pesagem do lixo da cidade gaúcha de Alegrete, entre outras irregularidades. Essa ação civil pública por improbidade administrativa tramita há inacreditáveis 19 anos na Justiça gaúcha e até agora não tem uma decisão sequer de primeiro grau. Dá para imagina o poder da máfia do lixo e os tipos de proteção que ela tem.

http://poncheverde.blogspot.com.br/2014/10/pt-e-financiado-por-empresa-lixeira.html



Empresa de lixo ligada ao trafico internacional de drogas financia o PT, trafico de cocaina, crack, corrupção, PT, charge PT, trncocaleira, Bolivia, Evo Morales

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

BOMBA! Povo diz que Dilma vai cortar Bolsa Familia se não votarem nela

Por Carlos Parrini ... 

Gente! Que massacre o Governo está fazendo com os pobres coitados. Isso é um terrorismo sem tamanho. Grande crime eleitoral. Cadê o TSE? Cadê a polícia? Como se não bastasse as mentiras que falaram contra Eduardo Campos, Marina Silva e contra Aécio Neves, agora estão fazendo terrorismo diretamente com o povo. Isso é muita crueldade. Tudo para evitarem que sejam investigados pelos inúmeros roubos que estão fazendo dentro do Governo. Já estão com muitos líderes na cadeia e não querem mais.
Lá no Rio Grande do Sul a Ministra Maria do Rosário colocou seu bando para alertar ao povo que se não votassem na delinquente, Aécio acabaria com o Bolsa Familia.


Na boa gente, sem mudar de assunto, vou revelar meu voto no Rio de Janeiro. Acredito que ambos os candidatos a Governador não prestam, mas infelizmente terei de votar no Pesão contra o Crivela. Não votando no Pesão, sei que Crivela vai ganhar. Por isso voto no Pesão para ser um voto útil. Para mim Crivela veio da Escola do Edir Macedo que ensina os pastores a roubar, vem da Universal que apoia o PT e o assassinato de bebes no ventre das mães, vem do mensaleiro Bispo Rodrigues, Vem do Deputado pego carregando milhões nas malas. E ademais, jamais vou permitir que a Universal comande meu Estado, pois se são ladrões e assassinos na Igreja que destroem os patrimonios dos fieis nas fogueiras santas, não destruirão nosso Estado?
O mesmo faço com Aécio, não morro de amores por ele mas votaria mil vezes nele se tenho de escolher entre ele e essa máfia que hoje está no poder.
Gente, Não fiquem com medo do PT. Juntos somos tudo. Chegou a hora de os massacrarmos nas urnas para nunca mais nos roubarem, nem fazerem esse terrorismo que estão fazendo com os mais humildes.

Assistam ao vídeo do povo preocupado com as ameaças:

PT Ameaça cortar Bolsa Família de quem não votou em Dilma
Aqui Ponto Chegamos, PT agora resolveu colocar toda sua artilharia pra funcionar, e o alvo desta vez são os mais pobres e inocentes beneficiários do Bolsa Família . veja o vídeo.


Acesso direto a esse vídeo : http://youtu.be/XJ9Sg8qegTc



Dilma ameaça a cabar com bolsa famlia se nao votarem nela, corrpçao, PT, Bolsa Familia, charge bolsa familia, eleiçoes 2014, segundo turno, Aeco Neves, terrorismo

SORRIA AÉCIO! VOCÊ ESTÁ SENDO ROUBADO.

Por Carlos Parrini ... 

Ainda não entendi porque a Globo continua contratando esses institutos que erraram feio nas previsões para as eleições de 2014.
Tanto o IBOPE quanto o Datafolha tiveram erros escabrosos. O Datafolha por exemplo, até uma semana antes do primeiro turno, mantinha o Aécio em tercero lugar com 18%. IBOPE foi pior ainda pois contabilizou os resultados na boca de urna e teve um erro colossal. Como eles garantem que a margem de erro são de 2 pontos para mais ou para menos, conclui-se que estão roubando o Aécio já que são formadores de opiniões.
A Globo também está inserida nesse contexto pois sabe que erraram, prejudicaram o Aécio todo o tempo e continuam a contratá-los. Tanto que eles continuam dizendo que a Dilma vai ganhar em detrimento do SENSUS e outros institutos que foram precisos e falam o contrário.



Ademais, pesa contra o IBOPE o fato de ter contratos milionários com o governo e por ter sido em pego em flagrante vendendo votos como podem achar em postagens nesse blog.
Mas podem ter certeza que o IBOPE ou DATAFOLHA embora estejam roubando Aécio ao cometerem esses erros bestiais, são apenas parte da grande armação que está sendo preparada: Roubo de votos através das Urnas Eletronicas.
Os institutos vendidos, tentam convencer que Aécio vai perder mas quem vai derrotá-lo mesmo são as urnas manipuladas. Ou voce acha que o TSE deixará que investiguemos as urnas eletronicas?

CUIDADO AÉCIO! Voce vai ser roubado pelas urnas Eletrônicas. Os institutos estão se antecipando inventando que a Dilma já ganhou.

Vejam os resultados discrepantes:

IBOPE primeiro turno - Boca de urna

Vejam erros grosseiros no dia das Eleiçoes.


DATAFOLHA - Primeiro turno
Uma semana antes, Aécio ainda estava em terceiro. No segundo turno ele ficou 3 semanas em primeiro. Mesmo com mais escandalos contra o PT, mesmo Aécio tendo apoio de Marina e Familia Campos, Dilma passou misteriosamente Aécio nos ultimos dias antes do segundo turno. Dá para desconfiar ou não?


Aqui abaixo temos resultados mais confiáveis e que não erraram no primeiro turno. Por que será que a Globo não os contratou?


Previsões do segundo turno por fontes confiáveis já que IBOPE e DATAFOLHA ficaram desmoralizadas com erros muito alem dos limites aceitáveis

Aécio tem 53,2% contra 46,8% de Dilma, mostra pesquisa do instituto Veritá
O senador Aécio Neves (PSDB) seria eleito presidente da República com 53,2% dos votos válidos, caso a eleição fosse hoje. É o que diz pesquisa do instituto Veritá, encomendada pelo jornal Hoje em Dia. A presidente Dilma Rousseff (PT) não seria reeleita pois conta com 46,8% da preferência do eleitor.

Aécio está 13 pontos à frente de Dilma

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra o candidato tucano com 56,4% das intenções de voto e a petista com 43,6%


03.jpg


21/10/2014 às 18h36 (Atualizado em 21/10/2014 às 18h52)

Aécio contesta Datafolha e lembra "erro" no 1º turno

"Se o resultado é esse, considero que o Datafolha me coloca como próximo presidente", disse
Aécio durante ato político em Belém (PA) nesta segunda-feiraDivulgação
O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, contestou os resultados da última pesquisa Datafolha — que mostram Dilma Rousseff com 52% dos votos válidos e Aécio com 48%, no limite do empate técnico.
Em coletiva de imprensa em Campo Grande, o tucano lembrou os números do primeiro turno o colocavam em terceiro lugar ao longo da disputa eleitoral.
— Os institutos de pesquisas estão devendo explicações desde o primeiro turno. Os erros foram grosseiros em toda parte. Se o resultado é esse, em comparação com o primeiro turno, considero que o Datafolha me coloca como próximo presidente da República.
Segundo o candidato, o PSDB tem feito várias pesquisas internas que apontam uma vantagem dele sobre Dilma Rousseff (PT) fora da margem de erro.
Dirceu já sabe que Dilma vai ganhar e quer voltar a ser Ministro da casa civil



corrupçao, PT, eleiçoes 2014, institutos de pesquisa, IBOPE, Datafolha, SENSUS, charge pesquisa, charge ibope, charge datafolha, segundo turno, muda brasil, Aecio Neves

#BOMBA! Governo empresta milhões a juros baixo para empresária caloteira e gostosa.

Por Carlos Parrini ...

Na boa, não sou contra que se empreste dinheiro a ninguém. Sou contra de emprestarem para caloteiros e com juros baixíssimos. Quem não quer dinheiro dessa forma? Eu quero, tu quer, eles querem. Mas por que esse privilegio para uma caloteira? por que ela não entra na fila e paga os juros que todos devem pagar?
Em se tratando em mais um cambalacho feito pelo PT, isso ai é fichinha. Tem emprestado bilhões para empresas que financiam suas campanhas. Fazem isso no exterior e ainda colocam tarja de SECRETO. Tem recebido doações bilionárias da Própria Petrobrás que não tem dinheiro nem para pagar suas próprias dívidas, por que não dar uma ajudinha a uma empresária bonita e gostosa?
Se fossem honestos e socialistas, deveriam emprestar dessa forma a milhões de brasileiros que que estão endividados até o pescoço e estão com seus nomes sujos no SPC e Serasa.
O que essa gostosa tem de melhor? Ou será que estão nos discriminando por sermos feios e pobres?.
Nada disso. Estão nos roubando assim como José Dirceu, José Genoino e João Paulo Cunha do PT nos roubavam direto e acabaram sendo presos. Nada contra que se empreste do nosso dinheiro, mas que seja para quem pode pagar e ajudar os bancos estatais a saírem do buraco em que eles colocaram.
E tomem mais esta na tarraqueta, cambada de imbecis que votam nesses corruptos, achando que são flores para se cheirar.

Vejam o babado:

Governo teme repercussão de empréstimo irregular do BB para empresária nas eleições

A partir de linha subsidiada pelo BNDES, Banco do Brasil teria concedido crédito a juros mais baixos e contrariado regras internas

por
 
BRASÍLIA - A denúncia de um empréstimo feito pelo Banco do Brasil à empresa da socialite Val Marchiori, publicada no jornal Folha de S. Paulo, deu munição para a oposição aumentar o tom das críticas de aparelhamento dos bancos públicos na reta final da campanha eleitoral. A cinco dias da votação, o possível favorecimento à empresária – que ficou conhecida após participar do programa Mulheres Ricas, da TV Bandeirantes – foi recebido nos bastidores do governo como mais uma ação na guerrilha eleitoral.
- A preocupação é a exploração disso no programa eleitoral - disse uma fonte do governo.
No Congresso, o PPS pedirá explicações ao Ministério da Fazenda. Quer que o ministro determine que o BB cancele o empréstimo à “socialite amiga do PT”. De acordo com reportagem, o banco emprestou R$ 2,7 milhões para Marchiori a partir de uma linha subsidiada pelo BNDES, o que contrariaria normas internas dos dois bancos, já que empresária teria crédito restrito por não apresentar capacidade financeira, além de não ter pago empréstimo anterior ao BB, ainda segundo a reportagem.
Em nota, Rubens Bueno, líder do PPS, atacou as dificuldades que empresas pequenas têm para conseguir empréstimos, enquanto "o dinheiro público (do BNDES) é usado para financiamentos customizados". A reportagem diz que Val Marchiori, que conseguiu crédito a juros de 4% ao ano, com prazo de cinco anos para quitar, é amiga do presidente do BB, Aldemir Bendine.
"A população brasileira deveria ir para a porta de todas as agências do banco para exigir empréstimos na mesma condição. Duvido que o banco libere", criticou Bueno, que também pediu punições ao que considera "escândalo deste governo do PT", e devolução dos recursos emprestados.
De acordo com o jornal, Marchiori tomou o crédito pela Torke Empreendimentos ao apresentar a pensão alimentícia de seus dois filhos menores de idade para comprar receita.
O Banco do Brasil divulgou uma nota à imprensa para negar irregularidades. Segundo a assessoria da instituição financeira, não houve qualquer "drible" ou violação de normas para concessão de crédito. No texto, o BB explica que tem poderes para mudar procedimentos para atender seus clientes.
“A 'customização' é procedimento comum em inúmeras operações, e seus critérios são previstos nas normas internas”, diz a nota da instituição.



O Banco do Brasil esclareceu que a pendência financeira à qual se refere a reportagem da Folha de S. Paulo é de apenas R$ 963,90 e não está em nome da empresária, mas de empresa da qual ela era sócia-dirigente em 2008.Segundo o banco, é a fatura de um cartão de crédito empresarial utilizado normalmente por outro executivo da empresa.
Argumentou ainda que a empresa de Val Malchiori tem registro para locação e leasing operacional de caminhões e que por isso, poderia alugar os equipamentos comprados com dinheiro subsidiado à empresa do irmão. E que os equipamentos funcionavam como garantia do empréstimo e a dívida tem sido paga em dia.
Para rebater a denúncia de favorecimento, o banco afirmou que a análise do empréstimo foi dada por três comitês, que envolveram no mínimo 17 técnicos de carreira, antes do aval do BNDES.
“O Banco do Brasil lamenta que a reportagem tenha lançado mão da quebra de sigilo comercial, e reafirma seu total compromisso com as boas práticas da governança corporativa, com as normas de concessão responsável de empréstimos e com os direitos dos tomadores”, diz a nota à imprensa.

PPS QUER ANULAÇÃO DO EMPRÉSTIMO
O PPS apresentou nesta terça-feira requerimento na Câmara dos Deputados para que a Fazenda determine que o Banco do Brasil cancele o empréstimo.
Em nota, Rubens Bueno, líder do PPS, atacou as dificuldades que empresas pequenas têm para conseguir empréstimos, enquanto "o dinheiro público (do BNDES) é usado para financiamentos customizados".
"A população brasileira deveria ir para a porta de todas as agências do banco para exigir empréstimos na mesma condição. Duvido que o banco libere", criticou Bueno, que também pediu punições ao que considera "escândalo deste governo do PT", e devolução dos R$ 2,7 milhões emprestados.
O requerimento diz que quer “evitar que esta linha de crédito subsidiada com dinheiro público seja usada de forma equivocada”.



BB faz emprestimo irregular para empresária, corrpçao, PT, charge BB, charge BNDES, charge CEF, eleiçoes 2014

Se voce gostou, curta e compartilhe.

Se não Compartilhar, poucos saberão!!!




Curta, comente e compartilhe no FaceBook e apareça aqui:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...