Sou do tempo em que, com as privatizações, o Governo recebia dinheiro. Isso é normal em qualquer Leilão. Agora ter de pagar por ter leiloado, é foda. É assim que funciona o mais novo tipo de Privataria Petralha. O Cara compra, quem vendeu entra com outra parte e os lucros só serão repartidos quando todas as despesas forem pagas. Ah, nesse Leilão, pode ter uma empresa só, principalmente se for Chinesa. Nada de Interrupção para incentivar outras Empresas que saíram, a voltarem pro jogo.
Enquanto isso, os brasileiros vão tomando na tarraqueta, porque terão de pagar os aumentos dos combustíveis, terão de esperar por 10 anos para que os royalties sejam direcionados para a saúde e educação, como prometido.
Mas o Governo está se lixando, queria mesmo era entregar nosso petróleo de olho nas comissões (Não esqueçam que no Governo tem Petralhas e Comunistas Corruptos).
Assessores de nossos Governantes. Esse já está na fila do Carandirú,
mas continuará mandando de dentro do Presídio. Vide Fernandinho Beiramar
Esses 6 Bilhões que a Petrobrás deve pagar, na realidade vai ser paga por nós mesmos. E vem aumento aí, se preparem. Talvez os miseráveis, os privilegiados que recebem esmolas, achem que não pagam combustíveis porque não tem carro e devem se lixar também. Só que na sua ignorância, não sabem que, indiretamente, pagam por esses aumentos pois toda a cadeia que necessita de combustível, será afetada tas quais: transportes, luz via termoelétricas, lampiões, ônibus, táxis e uma série de outras coisas. Portanto, todos vão pagar por essa Privataria do PT que só serviu mesmo para os estrangeiros, comunistas e eles próprios.
Agora estamos dominados totalmente. Se o Brasil ficava com o rabo entre as pernas quando o Índio Cocaleiro Boliviano se apropriava de nosso patrimônio, vocês acham que a China, detentora de Bombas Atômicas, vai abaixar a cabeça quando alguém reclamar de seus roubos ou sonegações? Vocês acham que o Governo vai deixar de aumentar os combustíveis só porque os Comunistas exigiram? É ruim hein?
Agora que quase tudo está sobre controle de Chineses, Cubanos e companheiros, o governo só vai bater continência e enfiar na tarraqueta dos brasileiros.
E eu quero ser o segundo a fazer isso, TOMEM!
Governo fez um Negócio da China com a Petrobrás
Vejam o Babado
Desembolso da Petrobrás em Libra eleva pressão por alta do combustível
Reajuste daria folga ao caixa da estatal, que terá de pagar, dentro de 40 dias, R$ 6 bilhões referentes à sua participação no consórcio que vai operar Libra
22 de outubro de 2013 | 21h 46
BRASÍLIA - A pressão sobre o governo para um reajuste nos preços da gasolina e do diesel aumentou após o leilão do pré-sal no campo de Libra. As autoridades na equipe econômica que já defendiam alta nos preços antes mesmo da licitação acreditam no reajuste dos combustíveis até o fim do ano, e pressionam para que ocorra nos próximos dias.
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De acordo com a politica de Privataria Petista na qual deve-se "Privatizar os Lucros e Socializar os Prejuízos", os Chineses são a melhor opção para o Leilão do pré-sal do Campo de Libra. Não pelos Chineses serem criteriosos e cuidadosos com os riscos ambientais que esse poço vai acarretar, mas porque eles visam apenas o Lucro e de serem parceiros do PT (que adora apoiar Países comunistas onde ninguém pode ir investigar), de modo a sobrar muito dinheiro para repartir com a companheirada.
Aliás, segundo a análise e denúncia do Professor Ossami Sakamori, o lucro dos Chineses não será pouco não. Com os Americanos e Ingleses de fora, os Chineses entrarão apenas com os R$ 15 Bilhões mínimos no Leilão fictício e essa será a partilha dos lucros, vejam:
Os chineses com 70% do do Consórcio .......... US$ 335 bilhões Petrobras com 30% do lucro do Consórcio ....... US$ 144 bilhões Royalty (União, estado e municípios) ..................US$ 180 bilhões Bonus de participação para ANP (governo)...........R$ 15 bilhões
Falando em engraxate, o Engenheiro e Blogueiro Sakamori foi muito feliz em usar essa analogia, demonstrando mais essa Privataria Petista, vejam:
"Todo mundo sabe, até o engraxate da BMFBovespa sabe, que o ganhador do leilão de pré-sal será empresa chinesa SinoChem e seus associados. Eles tem informações privilegiadas sobre natureza geológica do campo de Libra. E já vem preparando o plano de investimento desde início do ano.
Graça Foster, no início do ano, esteve na China, fora da agenda oficial, para tratar dos detalhes do leilão do campo de Libra. Segundo engraxate da BMFBovespa, os chineses vão pagar sozinhos o lance de R$ 15 bilhões, apesar de Petrobras pela lei fazer parte do 30% do consórcio".
Será que é por causa disso que Dilma está com raiva do OBAMA? Obama também tem informações privilegiadas da Petrobrás e sabe muito das coisas e parece que vazou. Tanto que até engraxates, ascensoristas e um bando de otários, irão comprar bilhões de ações da Petrobrás.
O problema que não contavam é da denuncia da vitória, mais do que certa, do Leilão pelos Chineses. Os Marketeiros do PT fariam disso um acontecimento mundial jamais visto na história do Brasil. Como Dilma está com merda até o pescoço e com mais ladrões e pedófilos sendo descobertos nos Gabinetes ao seu lado, essa notícia do Leilão que só ajudaria a China, seria uma BOMBA!
Isso até justificaria a nova pesquisa a ser comprada ao IBOPE, na qual ela voltaria a ter mais de 100% da satisfação dos Brasileiros. Nada mal para as próximas eleições e nada mal para abafar essa Maldita Privataria PTista.
Enquanto Dilma quer matar OBAMA, os engraxates estão agradecidos por essa noticia secreta que só a torcida do corintians sabia. Estão vendendo tudo para comprar ações da Petro e Ações SinoCem em WallStreet. Espero que não amarguem o mesmo prejuízo que tiveram quem apostou nos poços secos de Eike batista, cujas ações chegaram a custar R$ 23,00 e hoje está na casa dos centavos.
Por Carlos Parrini ... Olhem que interessante essa charge abaixo: ..
Conseguiram entender a mensagem? A Petrobrás sendo um suporte para cabide de empregos para muitos PTistas. Mas o pior não é a mensagem desenhada, mas a escrita.
As privatizações de FHC trouxeram progresso para o País, as do PT estão acabando com as Estatais.
Poucas estatais não foram privatizadas por FHC tais quais Petrobrás e Eletrobras, entre outras. Antes tivessem sido Privatizadas pois ficaram para o Governo do PT acabar com elas.
Vejam no caso da Petrobrás. Para fugir da palavra Privatização que tanto criticavam, estão fazendo concessões. Concessão é o Direito que o Governo vende para empresas amigas explorarem o Mega Negócio por dezenas de ano. Como exemplo podemos citar Eike Batista que comprou baratinho uma concessão para exploração de um poço abarrotado de Petróleo. Ainda ganhou empréstimos Bilionários do BNDES para começar a pagar daqui a cinco anos a juros escandalosos de barato. Antes dele começar a pagar o empréstimo, já se tornou um dos homens mais ricos do mundo pois já está vendendo muito Petróleo, enquanto a Petrobrás está importando. Quando terminar a concessão dele, ele devolverá o poço vazio para o Governo.
Por isso que a Petrobrás está quebrando. Num futuro não muito distante, a Petrobrás terá um monte de poços vazios e só Petróleo a ser explorado em regiões abissais com mais de 7.000 metros. Será que ela vai conseguir enganar alguém para ser sócio dela ou comprar suas ações?
O Mesmo está acontecendo com o setor energético. A Eletrobras está cambaleando e teve o maior prejuízo de toda a sua história. Foram R$ 10 Bilhões só no primeiro trimestre do ano. Se a Petrobrás tivesse doado o poço que doou para Eike Batista à Eletrobras, a Estatal teria em caixa mais de R$ 100 bilhões.
É assim que funciona o Socialismo do PT: Tira dos pobres para dar para os Ricos. Típico coisa de Robin Wood as avessas.
Já estou começando a sentir saudades de FHC, com todos os seus defeitos, é bem melhor que os do PT.
Com planos de um dia se tornar uma Petrobras, como queria a então ministra Dilma Rousseff, a Eletrobras tem no maior prejuízo da sua história, e da história do país, a chance de chegar mais perto desse objetivo.
Assim como a estatal do petróleo fez no plano de negócios, a holding do setor elétrico trouxe o seu balanço para a realidade das novas regras do setor de energia elétrica, sofrendo um baque negativo de R$ 10 bilhões na reavaliação dos ativos.
E, assim como a estatal do petróleo, a transparência em reconhecer as perdas no resultado do ano passado agradou ao mercado, que ontem deu um voto de confiança ao plano de investimentos de R$ 52 bilhões com a alta expressiva das ações.
O plano tem como base o aumento de receita com novos projetos, possíveis privatizações das distribuidoras de energia deficitárias e um plano de demissões voluntárias, que já estava na gaveta havia pelo menos um ano. Uma cesta de boas notícias para uma empresa apelidada pejorativamente de "elefante".
Criticada pela vocação para nomeações políticas e nem sempre alinhadas com a eficiência, a Eletrobras mudou seis vezes de presidente durante os governos Lula e Dilma, lançando a cada novo titular esperanças de mudanças nunca concretizadas. Uma delas, a internacionalização da empresa, apesar de aprovada no Congresso, caminha lentamente.
Assim como a Petrobras sofre com os preços defasados da gasolina em relação ao mercado internacional, a Eletrobras teve a sua geração de caixa comprometida pela redução das tarifas elétricas.
E teve que assumir as superobras estruturantes do setor elétrico, da mesma forma como a Petrobras precisa impulsionar a indústria nacional de fornecedores.
Sem a presença da estatal nos consórcios, nenhuma privada entraria em projetos como as hidrelétricas do rio Madeira ou Belo Monte.
Agora, obrigada a ser mais enxuta, talvez a empresa perca o apelido pejorativo de "elefante" no mercado. E, assim como está acontecendo com as ações da Petrobras, talvez passe a fazer parte da carteira de acionistas de longo prazo, que vão apostar no aumento da receita que os novos projetos devem proporcionar. Assim como acontece com o pré-sal.
Depois de ter praticamente doado a Petrobrás Boliviana para o Índio Cocaleiro, o Governo do PT acaba de se desfazer de tudo o que tem de mais precioso da Petrobrás Argentina e pela metade do Preço. Tudo secretamente. E sabem quem comprou? Um amigo da Presidenta Cristina Kirchner.
Esses nossos Governantes são todos uns picaretas mesmo. Falavam de FHC mas fazem pior. Pelo menos FHC queria evitar a falência das Estatais. Mas o PT está acabando com elas. Vendendo os filés mingnons e de deixando o osso para os acionistas e o povo brasileiro.
Está fazendo com a Petrobrás o que fizeram com a Varig. O que tinha de melhor foi para laranjas e depois para a GOL. O que tinha de pior ficou com os funcionários que até hoje não receberam indenizações trabalhistas.
Imaginem se FHC não tivesse privatizado a Vale do Rio Doce? Essa já estaria no buraco ha muito tempo.
Imaginem se FHC não tivesse privatizado a Telebrás? Com certeza até hoje estaríamos fazendo fila para usar orelhões quebrados.
Mas para eles é essencial privatizarem a Petrobrás em partes como estão fazendo, beneficiando camaradas como Eike Batista e o Argentino Carlos Fabian. Isso dá dinheiro imediato, para eles, claro.
Em mais essa negociata, o Governo vai entrar com a doação da Petrobrás, os Companheiros com a boca para mamar e o povo com a conta pra pagar, como sempre.
Vejam mais esse escândalo divulgado pela Revista Época:
O feirão da Petrobras
Documentos da estatal revelam os bastidores da venda de patrimônio no exterior – como a sociedade secreta na Argentina com um amigo da presidente Cristina Kirchner
DIEGO ESCOSTEGUY, COM MURILO RAMOS, LEANDRO LOYOLA, MARCELO ROCHA E FLÁVIA TAVARES
Na quarta-feira, dia 27 de março, o executivo Carlos Fabián, do grupo argentino Indalo, esteve no 22o andar da sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, para fechar o negócio de sua vida. É lá que funciona a Gerência de Novos Negócios da Petrobras, a unidade que promove o maior feirão da história da estatal – e talvez do país. Sem dinheiro em caixa, a Petrobras resolveu vender grande parte de seu patrimônio no exterior, que inclui de tudo: refinarias, poços de petróleo, equipamentos, participações em empresas, postos de combustível. Com o feirão, chamado no jargão da empresa de “plano de desinvestimentos”, a Petrobras espera arrecadar cerca de US$ 10 bilhões. De tão estratégica, a Gerência de Novos Negócios reporta-se diretamente à presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster. Ela acompanha detidamente cada oferta do feirão. Nenhuma causou tanta polêmica dentro da Petrobras quanto a que o executivo Fabián viria a fechar em sua visita sigilosa ao Rio: a venda de metade do que a estatal tem na PetrobrasArgentina, a Pesa. ÉPOCA teve acesso, com exclusividade, ao acordo confidencial fechado entre as duas partes, há um mês. Nele, prevê-se que a Indalo pagará US$ 900 milhões por 50% das ações que a Petrobras detém na Pesa. Apesar do nome, a Petrobras não é a única dona da Pesa: 33% das ações dela são públicas, negociadas nas Bolsas de Buenos Aires e de Nova York. A Indalo se tornará dona de 33% da Pesa, será sócia da Petrobras no negócio e, segundo o acordo, ainda comprará, por US$ 238 milhões, todas as refinarias, distribuidoras e unidades de petroquímica operadas pela estatal brasileira – em resumo, tudo o que a Petrobras tem de mais valioso na Argentina.
O negócio provocou rebuliço dentro da Petrobras por três motivos: o valor e o momento da venda, a identidade do novo sócio e, sobretudo, o tortuoso modo como ele entrou na jogada. Não se trata de uma preocupação irrelevante – a Petrobras investiu muito na Argentina nos últimos dez anos. Metade do petróleo produzido pela Petrobras no exterior vem de lá. Em 2002, a estatal brasileira gastou US$ 1,1 bilhão e assumiu uma dívida estimada em US$ 2 bilhões, para comprar 58% da Perez Companc, então a maior empresa privada de petróleo da Argentina, que já tinha ações negociadas na Bolsa. Após sucessivos investimentos, a Perez Companc passou a se chamar Pesa, e a Petrobras tornou-se dona de 67% da empresa. Nos anos seguintes, a Petrobras continuou investindo maciçamente na Pesa: ao menos US$ 2,1 bilhões até 2009. Valeu a pena. A Pesa atua na exploração, no refino, na distribuição de petróleo e gás e também na área petroquímica. Tem refinarias, gasodutos, centenas de postos de combustível. Em maio de 2011, a Argentina anunciou ter descoberto a terceira maior reserva mundial de xisto – fonte de energia em forma de óleo e gás –, estimada em 23 bilhões de barris, equivalentes à metade do petróleo do pré-sal brasileiro. A Pesa tem 17% das áreas na Argentina onde se identificou esse produto. No ano passado, por fim, a Pesa adquiriu uma petroleira argentina, a Entre Lomos, que proporcionou um aumento em sua produção.
Apesar dos investimentos da Petrobras, quando a economia da Argentina entrou em declínio, há cerca de dois anos, as ações da Pesa desvalorizaram. As desastrosas políticas intervencionistas da presidente Cristina Kirchner contribuíram para a perda de valor da Pesa. De 2011 para cá, as ações da empresa caíram mais de 60%. É por isso que técnicos da Petrobras envolvidos na operação questionam se agora é o melhor momento para fazer negócio – por mais que a Petrobras precise de dinheiro. Seria mais inteligente, dizem os técnicos, esperar que a Pesa recupere valor no mercado. Reservadamente, por medo de sofrer represálias, eles também afirmam que os bens da Petrobras na Argentina – as distribuidoras, refinarias e unidades de petroquímica que constituem a parte física do negócio – valem, ao menos, US$ 400 milhões. Um valor bem maior, portanto, que os US$ 238 milhões acordados com a Indalo. “Se o governo não intervier tanto, a Pesa pode valer muito mais”, diz um dos técnicos. A Petrobras, até dezembro do ano passado, tinha um discurso semelhante. Na última carta aos acionistas, a Pesa diz: “Estamos otimistas em relação ao futuro da Petrobras Argentina. E agora renovamos o compromisso de consolidar uma companhia lucrativa, competitiva e sustentável, comprometida com os interesses do país (Argentina)...”. Em outro trecho da carta, informa-se que os resultados do ano passado foram “encorajadores” e permitiram, como nos cinco anos anteriores, a distribuição de dividendos milionários aos acionistas.
Mesmo que os valores do negócio pudessem ser considerados vantajosos para a Petrobras, nada provocou tanto desconforto dentro da estatal como o sócio escolhido. O executivo Fabián trabalha para o bilionário argentino Cristóbal López, dono do grupo Indalo. Ele é conhecido como “czar do jogo”, em virtude de seu vasto domínio no mundo dos cassinos (na Argentina, o jogo é legal). López é amigo e apoiador da presidente da Argentina, Cristina Kirchner.
Como o “czar do jogo” da Argentina virou sócio da Petrobras? No dia 5 de novembro do ano passado, López enviou uma carta, em espanhol, à presidente da Petrobras, Graça Foster. Na carta, a que ÉPOCA teve acesso, López revela ser um homem bem informado. Não se sabe como, mas ele descobrira que a Petrobras estava negociando a venda da Pesa com três de seus concorrentes. O assunto da carta, embora em economês, deixava claras as intenções do empresário López: “Ref. Pesa Proposta de aquisição e integração de ativos”. López, portanto, queria comprar um pedaço da Pesa. Na carta, ele manifestou a “firme intenção de chegar a um entendimento entre Pesa e Oíl Combustibles S.A.”, a empresa de petróleo de López, para que a operação viesse a ser fechada. No documento, López propôs comprar 25% das ações que a Petrobras detinha na Pesa. Queria também a opção de, se a parceria desse certo, comprar mais 23,52% das ações – uma proposta mais modesta do que o acordo que ele conseguiu depois.
A resposta da Petrobras também veio por escrito, semanas depois. No dia 21 de novembro, Ubiratan Clair, executivo de confiança de Graça Foster, que toca o feirão da Petrobras e negociava a venda da Pesa aos concorrentes do “czar do jogo”, escreveu a López: “Nos sentimos honrados pelo interesse manifestado na compra de 25% (da Pesa). No entanto, devemos indicar que as ações da Pesa não fazem parte de nossa carteira de desinvestimentos, razão pela qual não podemos iniciar qualquer negociação relativa às mesmas”. Diante do que aconteceu em seguida, a carta do assessor de Graça Foster causa espanto. Não só ele escondeu que a Pesa estava, sim, à venda – como, semanas depois, fechou acordo com o próprio López. No dia 18 de dezembro, menos de um mês após a inequívoca negativa, o mesmo assessor de Graça Foster firmou um “convênio de confidencialidade” com López para lhe vender a Pesa.
O que houve nesse espaço de um mês? Por que a Petrobras mudou de ideia e resolveu fechar negócio com López? A estatal não explica. Assessores envolvidos na operação dizem apenas que “veio a ordem” de fechar com o amigo de Cristina Kirchner. Procurada por ÉPOCA em três oportunidades, a assessoria da Petrobras limitou-se a responder que “não vai emitir comentários sobre assuntos relacionados com o seu Programa de Desinvestimento”. Graça Foster e o executivo Ubiratan não responderam às ligações. A assessoria de López confirmou apenas que o grupo Indalo fez uma proposta pela Pesa.
López é o que a imprensa argentina chama de “empresário K”, como são conhecidos os empresários que têm proximidade com o governo Kirchner. Ele tem empresas de transporte, construção civil, petróleo, alimentação, concessionárias e meios de comunicação. É famoso por suas redes de cassino e caça-níquel. É sócio em pelo menos 14 cassinos, incluindo o Hipódromo de Palermo, para o qual ganhou de Néstor Kirchner, nos últimos dias como presidente da Argentina, uma extensão da concessão para os caça-níqueis – o prazo foi estendido de 2017 a 2032.
A relação entre López e Néstor Kirchner, o marido de Cristina, que governou o país antes dela e morreu em 2010, começou em 1998. Néstor, quando governador de Santa Cruz, ajudou uma empresa de López a fechar negócios com petroleiras. Desde então, López nunca escondeu de ninguém: sentia que tinha uma “dívida eterna” com Néstor. Para pagar a “dívida eterna”, convidava Néstor, que sempre gostou de uma mesa de jogo, a se divertir num dos cassinos dele em Comodoro Rivadavia. A amizade era recíproca. Em 2006, López recebeu de Néstor concessão para explorar sete reservas de petróleo em Santa Cruz. Cristina, a sucessora, também o ajudou. Fez-lhe um favorzinho depois que ele gastou US$ 40 milhões na compra da concessão do canal de TV C5N, a fim de torná-lo governista. Para que fechasse o negócio, Cristina abriu exceções na lei de audiovisual, que proíbe negociar concessões.
Depois que a Petrobras fechou o acordo de confidencialidade com López, o negócio andou rápido. Ele apresentou uma proposta em 7 de janeiro, aumentou o valor numa segunda proposta, um mês depois – e fechou a compra das ações por US$ 900 milhões em 22 de fevereiro. Com o acordo, López e a Petrobras discutem agora os detalhes do contrato a ser assinado. Se tudo correr como previsto, resta apenas a aprovação do Conselho de Administração da Petrobras, que se reunirá no final de abril. A Pesa, porém, enfrentará resistências na Argentina se assinar o contrato. O atual governador de Santa Cruz, Daniel Peralta, um desafeto de López, ameaçou tirar dele as concessões das sete reservas de petróleo que López tem na região. Peralta diz que ele não fez os investimentos previstos. Diz, ainda, que a situação em Santa Cruz pode “inviabilizar” o negócio com a Petrobras – mas não diz como.
O maior problema do negócio da Petrobras com o “czar do jogo”, e com todas as operações do feirão, é a falta de transparência. Como demonstra o caso da Argentina, não há critérios claros para a escolha das empresas que farão negócio com a Petrobras. Esse modelo sigiloso e sem controle resultou em calamidades, como a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. Em 2004, a Astra Trading pagou US$ 42 milhões pela refinaria. Meses depois, a Petrobras pagou US$ 360 milhões por metade do negócio. Tempos depois, um desentendimento entre as sócias levou a questão à Justiça. A Petrobras perdeu e foi condenada a comprar não só a parte da sócia, como a pagar multa, juros e indenização. Em junho, a Petrobras anunciou que pagaria mais US$ 820 milhões.
ÉPOCA teve acesso a um documento interno da Petrobras, elaborado em 2009. Um trecho afirma que a então diretoria, comandada pelo petista José Sergio Gabrielli, decidiu manter o processo devido à “prepotência” com que a Astra se colocava no caso. Logo depois, o documento lista razões para fazer um acordo. Uma delas é que um representante da Astra procurara a Petrobras em busca de entendimento. A razão mais forte era clara: “Caso no litígio a Petrobras perca, o custo total irá para cima de US$ 1 bilhão (...). Vale lembrar que a Petrobras já perdeu na arbitragem, e a possibilidade de perder na corte é preocupante”. A opção do acordo era a menos pior. A Petrobras gastaria, no máximo, US$ 639 milhões. O documento afirma que a (então) “ministra (de Minas e Energia) Dilma Rousseff deverá ser procurada para ser informada de que a Astra está procurando entendimentos, inicialmente por canais informais”. O texto diz que Dilma Rousseff deveria comunicar isso na reunião do Conselho da Petrobras, marcada para 17 de julho de 2009. O Conselho daria então um prazo para um acordo com a Astra. O pior cenário sobreveio. A Petrobras não fez nenhum acordo com a Astra, perdeu na Justiça e gastou mais de US$ 1 bilhão (boa parte dele dinheiro público) – 24 vezes o que a Astra pagou pela refinaria. O Tribunal de Contas da União investiga como a Petrobras pôde fazer um negócio tão ruim – pelo menos para seu caixa e para os cofres públicos.
A ausência de critério, segundo executivos da Petrobras, aparece também na parte mais valiosa do feirão: as operações da estatal na África. Cálculos do mercado e da Petrobras estimam o patrimônio no continente num patamar entre US$ 5 bilhões e US$ 8 bilhões. A Petrobras produz e explora petróleo em Angola, Benin, Gabão, Líbia, Namíbia, Nigéria e Tanzânia. De 2003 a 2010, investiu cerca de US$ 4 bilhões na África. ÉPOCA teve acesso a documentos internos da Petrobras que apresentam um diagnóstico sobre os negócios na África que devem ser vendidos, incluindo mapas com a localização dos poços e informações sobre seu potencial produtivo. O material mostra muitas possibilidades de lucro. A maior fatia de investimento está na Nigéria, responsável por 23% da produção atual de toda a área internacional da companhia – uma média equivalente a 55 mil barris de óleo por dia. São três poços na Nigéria: Agbami, Akpo e Engina. Os documentos da Petrobras mostram que os três poços têm “reservas provadas” de 150 milhões de barris de petróleo.
Para quem a Petrobras planeja vender tamanho tesouro? A estatal, de novo, não explica os critérios. Até agora, a única negociação avançada é com o grupo BTG, do banqueiro André Esteves. Por meio do investidor Hamylton Padilha, uma das mais poderosas influências na Petrobras, Esteves, segundo executivos da estatal envolvidos com a transação, negocia a compra de parte das operações na Nigéria. Questionado por ÉPOCA, Padilha afirmou ter se reunido com representantes do banco para avaliar investimentos na Petrobras. “Conversei com o pessoal (BTG) sobre esse assunto (venda de ativos da Petrobras). A Petrobras convidou diversas empresas estrangeiras para poder fazer ofertas no Golfo do México, África e até na América Latina. Sei que na área de petróleo eles (BTG) estão olhando. Têm participação em duas empresas ligadas ao setor: Bravante e Sete Brasil”, disse. “Não trabalho para o BTG. Sou investidor. Investi algum dinheiro na Sete Brasil (ligada à construção de plataformas de petróleo).” Indagado sobre quem é a pessoa mais indicada para falar, pelo BTG, sobre investimentos na Petrobras, sobretudo na África, Padilha disse: “A pessoa que trata desse assunto diretamente é o André Esteves”. O BTG disse que não se manifestaria.
Reclamam do FHC, mas Dilma faz pior. FHC pelo menos se livrava dos elefantes Brancos, suas dívidas astronômicas e ainda recebia uns trocados. As empresas que compravam, descascavam os abacaxis, tornavam-nos lucrativos e geradores de empregos e divisas, como foi o caso da Vale do Rio Doce.
Já Dilma, privatiza as empresas rentáveis, os compradores dão uma mixaria de entrada e o BNDES empresta alguns Bilhões para a Empresa tocar a administração, faturar de imediato e pagar daqui a alguns anos em suaves prestações a juros baixinhos. Um bom exemplo foi Eike Batista que comprou um poço entupido de Petróleo (De fazer inveja até na Petrobrás), por alguns milhões de dólares. Depois de comprado, Eike Batista ainda conseguiu uns R$ 7 bilhões do BNDES, para que não desperdiçasse a oportunidade de ganhar sem gastar. O negócio é gastar o dinheiro dos babacas e devolver-lhes a perder de vista. Enquanto isso vai faturando.
Para piorar as coisas para os brasileiros pagadores de impostos, Dilma criou a Infraero II, outro cabide de emprego. Já é a quarta que ela criou para sustentar a pelegada. Verdadeiros cabides de emprego.
Em Paralelo a isso Dilma criou apenas 7 das 6000 creches que prometeu. O nordeste continua batendo recordes de mortandades de animais e seca. Mas o Nordestino está no Papo. Eles não tem Pasto ou Lavoura para produzir, mas tem as esmolas para serem felizes. É isso que dá voto. Seca, mata animais mas deixa o povo apenas um pouco mais magro.
Quem sabe Dilma não privatize as águas da transposição do São Francisco? Assim, nunca faltará água principalmente se privatizarem para o Eike Batista do Sertão. Com muito dinheiro no Bolso cedido pelo BNDES e os trouxas, ele venderá água até de cactos.
Vejam as matérias:
Governo Dilma privatiza aeroportos do Galeão e Confins
Confins (BH) privatizado
O ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, confirmou nesta quinta-feira (20) a concessão dos aeroportos de Galeão, no Rio de Janeiro, e Confins, em Minas Gerais. A medida faz parte do plano do governo para ampliar investimento no setor aeroportuário.
De acordo com Bittencourt, a previsão é que o edital de concessão seja publicado até agosto de 2013. O leilão deve ocorrer em setembro. O governo estima que os aeroportos devem receber de seus administradores privados cerca de R$ 11,4 bilhões em investimentos – R$ 6,6 bilhões no Galeão e R$ 4,8 bilhões em Confins.
Dilma quer convencer que Concessão de dinheiro público é melhor que Privatizar.
Dilma cria quarta empresa estatal do seu governo
Presidente apresenta a Infraero Serviços, que vai ser responsável por absorver tecnologia em gestão de aeroportos
BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo
O Brasil acorda hoje com mais uma empresa estatal na árvore do setor público. Ontem, a presidente Dilma Rousseff anunciou a criação da Infraero Serviços, subsidiária da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), estatal que administra os aeroportos no País há exatos 40 anos. A nova empresa terá como tarefa absorver tecnologia internacional em gestão de aeroportos e aplicá-la no País.
Com isso, a presidente Dilma criou quatro estatais em seus 23 meses de mandato - seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, autorizou cinco estatais em oito anos. Além da Infraero Serviços, a lista das estatais de Dilma é composta pela Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A., a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias S.A, e a Empresa Brasileira de Planejamento e Logística.
A Infraero Serviços será parceira dos operadores internacionais, pois terá uma participação de até 49% nos consórcios que administrarão os terminais privatizados. Nessa condição, ela absorverá tecnologia estrangeira de gestão de serviços. Esse conhecimento será utilizado em outro campo de atuação, que é ofertar serviços de planejamento, consultoria, administração, apoio à operação e treinamento de pessoal em aeroportos.
Haverá também uma parceria entre a nova estatal e o Banco do Brasil (BB) para viabilizar os projetos para os investimentos nos aeroportos regionais.
O organograma do setor aeroportuário em Brasília passa a ganhar um novo ator. Ao todo são cinco protagonistas. Ao Ministério dos Transportes e à SAC cabe a estratégia do setor, enquanto a Infraero é responsável pela malha de 61 aeroportos essencialmente públicos do País, e a nova Infraero Serviços pela coadministração dos terminais recém-privatizados. E tudo é regulado e fiscalizado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)./J. V.
Tudo demonstrava que a Petrobrás estava muito bem. Até vimos Lula carregando a desconhecida Dilma para uma festa numa plataforma, onde mentiu que o Brasil se tornou autossuficiente de Petróleo. Chegou a se lambuzar todo de óleo para fazer aquela papagaiada. Mas vemos que isso tudo foi engodo para eleger um poste. A realidade é bem diferente. Acompanhem os esclarecimentos e vejam os links que os acompanham.
Vejam AQUI que a Petrobrás está importando combustíveis, tanto derivados de Petróleo como de Cana de açúcar e milho. Como já falamos AQUI a incomPTência está acabando com a Petrobrás. AQUI vemos que ela está literalmente afundando em dívidas. Conforme dissemos AQUI o endividamento chegou a US$ 118 Bilhões. A coisa está tão mal que até a Argentina está dando calote em nossa Petro, registrado AQUI. Prejuízos recordes já começam a aparecer AQUI. A solução encontrada dentro de sua incomPTência, mas esperteza, é vender filés mingnons no exterior e no Brasil. AQUI vemos ativos sendo vendidos a preço de banana nos EUAs. AQUI no Brasil, acabou de entregar 40% de seu poço no pré-sal para Eike Batista, pela mixaria de US$ 270 milhões (Nota: Como vocês sabem, Eike batista passou de milionário para bilionário, depois que comprou um poço do pré-sal abarrotado de Petróleo, através de José Dirceu. Detalhe que Eike jamais tinha mexido com Óleo e Gás. Mais AQUI). Se este poço estivesse sendo explorado pela Petro, ela não estaria tão endividada pois o potencial de Óleo desse poço é de US 100 bilhões. Só este!
Em consequência, vemos Eike Batista e camaradas enchendo as burras e a PETROBRÁS quase falida.
O Resultado será a PRIVATARIA daquela que já foi a menina dos olhos dos brasileiros. "O PETRÓLEO É NOSSO", lembram?
E por aí vai. Estão acabando com a Petrobrás para os camaradas comprarem-na por mixaria. Se eles chamarem essa PRIVATARIA de CONCESSÃO, não acreditem pois esta foi uma forma que o PT criou para privatizar tudo e ainda usar o BNDES para que os camaradas não paguem nada do próprio bolso.
E os resultados já começam a aparecer: A PETROBRÁS hoje vale menos que uma CERVEJARIA. EM TEMPO: Reinaldo Azevedo acaba de dar mais esta péssima notícia:
Vale a pena lerem e não sinta pena da Petrobrás. Sinta pena de você. É só clicar na manchete acima.
Vejam o que o Engenheiro e Professor OSSAMI SAKAMORI escreveu em seu BLOG:
PETROBRAS VALE MENOS QUE AMBEV!
O mercado voltou a considerar que cerveja vale mais que petróleo. Esta semana, a Ambev não só voltou a ultrapassar a Petrobrás, como também superou a colombiana Ecopetrol, tornando-se assim a companhia aberta de maior valor de mercado da América Latina, avaliada em US$ 120,1 bilhões (R$ 249,9 bilhões), conforme a consultoria Economática. Fonte: Estadão. No pregão desta terça-feira, 27, as ações da Petrobrás tiveram queda de 1,65%, baixando o valor de mercado da companhia para US$ 118,36 bilhões (R$ 246,3 bilhões). A Ecopetrol fechou o dia valendo US$ 119,5 bilhões. Fonte: Estadão Já a Petrobrás vem se desvalorizando por conta do preços dos combustíveis que, segundo a Quantitas Asset Management, estão defasados em cerca de 25% por falta de reajustes. Na Colômbia, a Ecopetrol reajusta preços mensalmente conforme a variação no mercado internacional. Fonte: Estadão. "Enquanto a Petrobrás vê atrasos em seus projetos futuros do pré-sal, a Ambev aproveita o crescimento de sua receita em termos reais", diz Marcel Mitsuo Kussaba, chefe da área de análise de investimentos da Quantitas. Fonte: Estadão. Lembrando que a Ambev faz parte da ABInbevque é uma companhia de bebidas Belga-Brasileira formada em 2004 através da fusão da empresa brasileira Ambev e belga Interbrew, com sede em Bélgica, cujo principal executivo é o brasileiro Carlos Brito na condição de CEO. Fonte Wikipédia. Não tem muito o que comentar. A Petrobras valia o dobro da Ambev após a capitalização da Companhia para aumentar a participação do Estado, levado ao efeito pelo presidente Lula. A gigante Petrobras, orgulho de todos os brasileiros, construida à duras penas pelo contribuinte brasileiro, desde 1953, tornara-se uma Companhia à beira de sucateamento, em função de exercer o papel de instrumento de política monetária do governo Dilma. Presidente Dilma insiste em tentar controlar o mercado num ambiente de livre mercado, como se isto fosse possível. O controle do mercado só é possível por um determinado período e em ações pontuais. Dilma controla o câmbio deixando real apreciado, controla financiamento subsidiado, Bolsa Empresário, via BNDES. Presidente Controla o preço dos combustíveis. E agora, ela quer controlar as tarifas de energia elétrica. Não vê, a presidente Dilma, que numa economia de mercado, como é no Brasil e no mundo globalizado, o engessamento imposto por período longo, causa desequilíbrio estrutural e fica o país fica refém do sistema "controlado". Como ferver a panela de pressão, sem a válvula de segurança. Uma hora explode! Este blogueiro toma iniciativa de chamar a atenção, já que nenhum economista de renome tem coragem de denunciar o fato, sobre a economia "engessada". Tenho convicção de que estamos "entrando" no terreno (período) perigoso, em persistindo numa economia de mercado "controlado" pelo governo. Única vantagem, momentânea, è que a economia engessada provoca "falsa" sensação de "poder" e de "bem estar". Tudo, para manter a popularidade da Dilma, com vista às eleições de 2014. Isto não pode perdurar! É triste, mas é uma realidade incontestável. Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT. Twitter: @sakamori12