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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

BOMBA! Ministro Gilmar Mendes abre processo para extinguir o #PT

Por Carlos Parrini ... 

Poxa, até que enfim!!!
O PT está prestes a ser extinto por tudo de ruim que fez a nação brasileira.
Os Militontos e os beneficiários do Partido, estão dando tiros para todos os lados. Nunca na história do PT foram tão atuantes, em contraste com os 13 anos de roubalheira nos quais ficaram calados. Hoje criticam até Michel Temer que apoiou o PT todos esses anos e era tido como um Salvador da Pátria dos ladrões e bandidos. 
Agora que Michel virou a casaca e passou para o lado do bem, todos do Partido se revoltaram contra ele, principalmente aqueles que viram as tetas das roubalheiras se secarem.
Mas é assim mesmo. Embora seja um corrupto aparentemente regenerado, esperamos que o Michel continue se redimindo estancando a sangria e contribuindo para que o PT seja realmente extinto para o resto da vida.
Termino essa ótima notícia com meu apoio ao: #FORADILMA, #FORALULA e #FICATEMER.
E vivas para GILMAR MENDES.

Vejam o Babado:

gilmar e estrela quebrada do PT

Fim do PT: Ministro Gilmar Mendes abre processo para extinguir o partido
O antagonista publicou: ” Gilmar Mendes abriu um processo para cassar o registro do PT, informa a Veja. Se ficar comprovada a utilização de dinheiro roubado da Petrobras nas campanhas do partido, “a legenda ficará proibida de disputar eleições”.
Acontece que o post citado pelo antagonista sumiu do portal de Veja até 11h00 da manhã deste sábado.
As 11h10, Maurício Lima editor da coluna Radar republicou:
O PT corre o risco de sumir. O presidente do TSE, Gilmar Mendes, abriu um processo que pede a cassação do registro da sigla.
A razão? As revelações feitas pela Lava-Jato sobre o uso de recursos públicos nas campanhas do partido.
Se ficar comprovada a utilização desse dinheiro, a legenda ficará proibida de disputar eleições.
Mas o  site  247,  financiado por longos anos pelo PT, também publica na manhã deste sábado, 06 de agosto:
“Presidente do Tribunal Superior Eleitoral abriu processo em que pede a cassação do registro do Partido dos Trabalhadores e a extinção da sigla; com isso, o PT ficaria impedido de lançar candidaturas em quaisquer eleições; o motivo seria a suposta utilização de recursos da Petrobras nas campanhas do partido; o problema é que, por esse critério, teriam que ser fechados também PP, PMDB, PSB e PSDB, todos citados pela Lava Jato como partidos que se beneficiaram do chamado “petrolão”.
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O ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal, entrou com uma ação em que pede a cassação do registro do Partido dos Trabalhadores e a cassação da legenda, segundo informa o jornalista Maurício Lima, na coluna Radar.
O motivo seria a suposta utilização de recursos desviados da Petrobras nas campanhas eleitorais do partido.
Se a ação avançar, o PT ficaria proibido de lançar candidatos em quaisquer eleições.
O problema é que todos os grandes partidos do País já foram envolvidos na Lava Jato.
O PP, por exemplo, foi quem indicou Paulo Roberto Costa, que tinha a missão de arrecadar para o partido.
O PMDB indicou vários diretores, incluindo nomes que foram presos, como Jorge Zelada e Nestor Cerveró, e seu principal nome, o interino Michel Temer, acaba de ser apontado como articulador de uma doação de R$ 10 milhões em dinheiro vivo pela Odebrecht (leia aqui).
Numa das fases mais recentes da Lava Jato, o foco foi a arrecadação de R$ 10 milhões pelo PSDB, por meio do ex-presidente da legenda, Sergio Guerra, para abafar uma CPI da Petrobras.
Ou seja: se houver isonomia, praticamente todos os partidos serão cassados no Brasil.”
Conteúdo  Antagonista, 247 e Cristalvox

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quarta-feira, 6 de julho de 2016

BABADO! Conheçam os Barracos onde os Corruptos cumprirão penas. Presídios VIP

Via Revista IstoÉ ... 

Pois é, até concordo que quem se arrepende e dedura os comparsas  criminosos, tenha sua pena diminuida. Porém, o fruto de seu roubo tem de ser devolvido por completo. Tem de tirar tudo dele até ficar só de cuecas para sentir na pele o mal que fez. Agora, usufruir o fruto do roubo para o resto da vida, é um incentivo a criminalidade.
O ladrão de galinhas é que deve ter sua divida perdoada já que não pode devolver o que comeu, a não ser com trabalhos voluntários. Já o corrupto, jamais poderia voltar a ter vida boa, ainda mais ostentando o fruto de seu roubo, fazendo um escárnio a quem trabalha duro para conseguir ter algo na vida.

Vejam o babado:

Presídios VIPs

Conheça as mansões milionárias, equipadas de piscinas, quadras de esportes e tudo de melhor que um abrigo particular pode oferecer, onde delatores acusados de operar propinas e desviar milhões da Petrobras ficarão presos.


Presídios VIPs
Casinha de Paulo Roberto Costa

Ao aderir à delação premiada, um privilegiado grupo de acusados de desviar milhões dos cofres da Petrobras teve o direito ao tão sonhado benefício de cumprir o restante da sentença no aconchego de casa e não em uma cela ao lado de outros delinquentes. Mais do que residências, a generosa contrapartida à delação permite que esses criminosos do colarinho branco descansem em mansões, na maioria das vezes, compradas e mantidas com dinheiro sujo. Entre os premiados estão os ex-diretores Petrobras Paulo Roberto Costa e Nestor Cerveró e o ex-gerente da estatal, Pedro Barusco. Este último, embora não tenha sido condenado ainda, desfruta do conforto noturno de seu suntuoso lar, enquanto seus comparsas se espremem entre as grades e os companheiros de uma cela no complexo penitenciário de Pinhais, no Paraná. Do mesmo modo, encontra-se o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, que também ganhou o direito de ficar recluso na prisão de luxo de sua casa, em Fortaleza, antes de passar as agruras impostas pelo rigoroso sistema da penitenciária que tem sido a casa dos envolvidos no Petrolão.
Cumpre lembrar que as colaborações possibilitaram que os integrantes da Lava Jato pudessem elucidar crimes impossíveis de serem desvendados, não fossem os testemunhos de quem atuou ativa e pessoalmente no coração do esquema. Seria um colossal contrassenso colocar em questão a importância dos acordos. Mas o risco de um retrocesso no combate à impunidade é inegável quando o benefício é desproporcional ao ilícito cometido e aos danos provocados à sociedade. 
Cerveró trocou as grades da cela do Complexo Médico-Penal em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, pela vista bucólica que cerca sua aconchegante e confortável casa no pacato Bairro de Itaipava em Petrópolis (RJ) no último dia 24. Em seu depoimento à justiça, Cerveró acusou a presidente afastada Dilma Rousseff de ter mentido sobre a compra da refinaria de Pasadena e disse supor que a petista sabia que políticos do PT recebiam propina da estatal. Cerveró ficou preso em regime fechado um ano e seis meses. As reminiscências de Pinhais dificilmente serão esquecidas pelo preso condenado a 17 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Lá, ele dividia o pequeno espaço 12 metros quadrados com dois detentos, que se ajeitavam para usar um vaso e um chuveiro.
Beneficiado pelo acordo de delação premiada, Cerveró teve a pena reduzida para três anos. E é na residência em Itaipava que ele deve cumprir um ano e meio no regime domiciliar. O imóvel fica na Estrada Neusa Brisola, 800, tem 5.000m2, piscina, cascata e integra o conjunto de bairros que compõe a região de Petrópolis. O município tem cerca de 300 mil habitantes e fica a 1h30 da capital fluminense. O preço das casas varia de R$ 400 mil a R$ 10 milhões. O local se destaca por ser uma das regiões mais tranquilas do estado.
Modéstia não é o ponto forte de Sérgio Machado. Réu confesso de ter desviado mais de R$ 70 milhões da empresa para irrigar as contas de integrantes do PMDB, ele vai continuar desfrutando de uma vida de rei. O delator cumprirá uma pena de dois anos e três meses em prisão domiciliar, o que não será exatamente um castigo. A remissão de seus erros será no luxuoso Bairro Dunas, que fica no litoral de Fortaleza. A mansão de 3.000m² possui quadra poliesportiva, piscina e garagem para 10 carros. Como parte do pacote de bondade por ele ter desvelado o esquema de desvio de dinheiro, terá permissão para receber advogados, agentes de saúde e 27 familiares.
Na esteira de réus da Lava Jato beneficiários com a prisão domiciliar, Paulo Roberto Costa encontra-se em regime semiaberto. Condenado a uma pena de 12 anos de prisão em regime fechado, por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva, Costa ficou apenas seis meses enclausurado na prisão do Paraná. Logo que assinou o acordo de delação, foi transferido para sua casa no Condomínio Rio-Mar, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. O imóvel também não deixa a desejar. Além de piscina e um belo jardim, a propriedade tem dois andares, onde no primeiro há uma sala e cozinha e quatro quartos no segundo piso. É avaliada em R$ 3 milhões. A delação rendeu a Paulo Roberto uma nova comutação da pena para o regime semiaberto em outubro de 2015. A partir de 1º de outubro, ele passará ao regime aberto e poderá, inclusive, viajar, se tiver autorização judicial. O réu se comprometeu a devolver R$ 55 milhões.
Se dois dos três réus anteriores precisaram amargar o sofrimento de passar meses e até ano em uma cela, o mesmo ainda não ocorreu com gerente executivo de Engenharia da Petrobras Pedro Barusco. Até agora, tem se mantido ileso das acusações a que lhe são imputadas. Seu advogado se orgulha de repetir a proeza. “Nunca foi preso”, limitou-se a comentar o assunto o advogado Antônio Figueiredo. Barusco é suspeito de receber pelo menos US$ 100 milhões em propinas. As denúncias são de funcionário da Petrobras. Segundo eles, entre 1979 e 2010, o ex-gerente teria recebido dinheiro de fornecedores da estatal para fechar contratos.
As propinas eram dividas com o ex-diretor da Petrobras Renato Duque. Ao contrário de Renato Duque, que está preso desde março de 2015 em Curitiba, também pela Operação Lava Jato, Barusco tem as noites de sono veladas dentro de uma casa com piscina e vista para o mar no Bairro de Joatinga, considerada uma das vistas mais belas da cidade maravilhosa. Segundo corretores da região, o valor dos imóveis está em torno de R$ 6 milhões. Pedro Barusco era chamado de braço direito de Duque. Em seu acordo de delação premiada, se comprometeu a estornar ao erário US$ 100 milhões.
O lobista Fernando Baiano, apontado pela Justiça como operador de propinas do PMDB, foi condenado a 16 anos de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção. Mas, também com a delação, já cumpre pena em seu apartamento de 800 m², na avenida Vieira Souto, no Rio, – um dos metros quadrados mais caros do Brasil. Terá de devolver pouco mais de R$ 2 milhões. Seu apê é avaliado em R$ 12 milhões. Desde que foi para casa, faz valer seu direito de dar festas regadas a vinhos caríssimos para amigos. A vida pode nunca mais ser como antes. Mas só a impressão de que o crime pode ter compensado já é desalentador para pessoas de bem. Péssimo para o avanço na direção de uma sociedade realmente mais justa.
FONTE: ISTOÉ



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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Descoberto o "O homem da mala no Congresso"


O homem da mala no Congresso

Sigilos bancários obtidos por ISTOÉ mostram que o empresário Adir Assad, operador flagrado no escândalo da Delta, recebeu dinheiro do esquema Petrobras, através do doleiro Alberto Youssef, para repassar a políticos

Claudio Dantas Sequeira (claudiodantas@istoe.com.br)
Há poucas semanas, a Polícia Federal recebeu um arquivo digital com a quebra do sigilo bancário das empresas do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. São milhares de transações realizadas nos últimos oito anos: depósitos, transferências e saques de bilhões de reais oriundos de contratos de fornecedores da Petrobras – dinheiro que saiu dos cofres da estatal para abastecer o esquema de corrupção que pagou deputados, senadores, governadores e até ministros. Ao analisar detalhadamente esse material, os investigadores encontraram um personagem misterioso que pode ser a chave para comprovar a distribuição de propina a políticos de diferentes legendas. Esse personagem chama-se Adir Assad, empresário libanês apontado como intermediário de propinas de outro escândalo recente, envolvendo fraudes em contratos da empreiteira Delta com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
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INTERMEDIÁRIO
O empresário Adir Assad surge como o elo entre o doleiro e os políticos
Em 2012, durante a CPI que investigou o caso Delta, o empresário Fernando Cavendish, dono da empreiteira, delatou a ação de Assad. Disse que o libanês era quem distribuía aos parlamentares o dinheiro desviado pela Delta e por outras grandes empreiteiras que mantinham contratos com o DNIT. Cavendish entregou o nome de 19 empresas de fachada usadas por Assad para sacar os recursos. O empresário chegou a ser convocado a depor, mas não disse nada – protegido por um habeas corpus. A oposição também tentou quebrar o sigilo de suas empresas, mas a maioria governista na CPI rejeitou o requerimento.
Agora, Assad volta ao centro das investigações. Nos sigilos bancários do esquema Youssef, a Polícia Federal descobriu ao menos cinco das 19 empresas fantasmas de Assad: Soterra Terraplenagem, Legend Engenheiros Associados, JSM Engenharia, Rock Star Marketing e SM Terraplanagem. Entre 2009 e 2011, elas receberam mais de R$ 65 milhões em recursos desviados de contratos da Petrobras com a empreiteira Toyo-Setal. O dinheiro escorreu por meio de uma filiada, a Tipuana Participações Ltda., registrada em nome de Augusto Ribeiro de Mendonça, que há poucos dias firmou com o Ministério Público Federal um acordo de delação premiada. Mendonça é o segundo executivo do grupo Toyo a assinar um termo de colaboração. O primeiro foi Júlio Camargo, cujas revelações têm surpreendido os procuradores.
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A força-tarefa da Operação Lava Jato, que investiga o esquema montado por Youssef e Paulo Roberto Costa, quer saber agora quem foram os destinatários finais do dinheiro recebido por Assad. Chama a atenção dos procuradores, por exemplo, três depósitos idênticos de R$ 783.546,93 feitos simultaneamente, no dia 18 de dezembro de 2009, nas contas das empresas Rigidez, Legend e DFS Participações. Ocorre que o dia 18 de dezembro marcou o encerramento da CPI que investigou a Petrobras em 2009.  A investigação sobre a estatal terminou como tantas outras, sem qualquer punição. A PF suspeita que o dinheiro repassado pela Tipuana serviu para selar o acordo para pôr um fim na CPI. Nas semanas que antecederam essa operação, a Legend, de Assad, recebeu outros R$ 12 milhões. A PF já sabe que a empreiteira Rigidez, que recebeu no total R$ 62 milhões da Tipuana, pertence ao doleiro Alberto Youssef. Já a DFS está registrada em nome do próprio Augusto de Mendonça.
Na semana passada, o líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR), pediu a quebra de sigilo de uma das empresas de Assad, a Rock Star Marketing. Até então, Bueno só tinha conhecimento de que a Rock Star havia feito um depósito de R$ 1,2 milhão na conta da MO Consultoria, outra das empresas de Youssef. Com as novas evidências, Bueno vai ampliar seu pedido para todo rol de empresas ligadas a Assad. Para a Polícia Federal, é necessário quebrar também o sigilo bancário de todas as empresas ligadas a Augusto de Mendonça. No histórico de operações da Tipuana, os investigadores identificaram inúmeras transferências para empresas em nome de familiares de Mendonça e sócios, num montante superior a R$ 100 milhões. Desse total, R$ 18,7 milhões foram para a Yellowwood Consultoria.
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NA MIRA DA PF
Compra de empreendimento pelo deputado Celso Russomano
e pela filha do deputado Eduardo Gomes será investigada
Em 2012, a Yellowwood abriu em Brasília uma filial do Bar do Alemão, situado às margens do Lago Paranoá, região nobre de Brasília. O empreendimento ganhou notoriedade por reunir em seu quadro societário o deputado federal Celso Russomanno (PRB-SP) e a filha do deputado federal licenciado Eduardo Gomes (SD-TO), hoje secretário de Esportes do Tocantins. Tanto Russomanno como Gomes tiveram dificuldades para explicar como conseguiram R$ 1 milhão cada um para participar do negócio. O deputado paulista disse que pagaria sua parte trabalhando na administração do bar. Seu colega do Tocantins alegou que recorreu a empréstimos e economias. Agora, se sabe que a Yellowwood pertence ao executivo da Toyo-Setal que mantém relações com Assad e Youssef.
Para a PF, Russomanno e Gomes terão de explicar melhor essa sociedade e a relação com Adir Assad. Há dois anos, quando veio à tona o caso de corrupção envolvendo a Delta, Russomanno foi flagrado num convescote com o empresário libanês na casa de Marcello Abbud. Os dois teriam sido apresentados por Paulo Maluf, que teve negócios com Assad no passado. ISTOÉ tentou contato com ambos, mas não obteve retorno. O empresário libanês tem muito a dizer, resta saber se desta vez a Justiça lhe garantirá o silêncio.
Foto: André Dusek/ Estadão Conteúdo 



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sábado, 6 de setembro de 2014

#BOMBA! #VEJA divulga lista de Corruptos famosos da sujeira na Petrobrás.

Por Carlos Parrini ... 

Caraca! Já começou a serem divulgados os relatos do ex-diretor da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, que quer se beneficiar da delação premiada. E a bosta já foi jogada no ventilador e a Revista Veja está recolhendo tudo e nos enviando em primeira mão.
Será que isso vai prejudicar a candidatura de Dilma? Pode ser que não porque ela fará como o Gepeto, seu tutor, e vai dizer que não sabia de nada. Com ela pode dar certo ou não. O único problema para ela é que não é mais uma CPI comandada por Corruptos que o caso agora está sendo analisado. Felizmente caiu nas maos da justiça do Paraná, um verdadeiro alçapão para os criminosos. O Juiz Sergio Moro não tem dado trégua para os menaleiros e com certeza vai ajudar a jogar mais bosta para serem esfregadas na cara dos que ainda acreditam que esses safados que estão no poder, são Santos do Pau Oco.

Em VEJA desta semana

Exclusivo: Paulo Roberto Costa começa a revelar nomes dos beneficiários do esquema de corrupção da Petrobras

Sergio Cabral, Roseana Sarney, Eduardo Campos, Renan Calheiros e Edison Lobão estão entre os citados nos depoimentos do ex-diretor da Petrobras

Rodrigo Rangel


FONTE: VEJA


Lista de políticos delatados por diretor da Petrobras

A edição da revista Veja que começou a circular traz o nome dos seguintes políticos envolvidos com negócios sujos da Petrobras:

Edison Lobão, ministro das Minas e Energia
João Vaccari Neto, secretário nacional de finanças do PT
Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara dos Deputados
Renan Calheiros, presidente do Senado
Ciro Nogueira, senador e presidente nacional do PP
Romero Jucá, senador
Candido Vaccarezza, deputado federal do PT
João Pizzolatti, deputado federal do PT
Mario Negromonte, ex-ministro das Cidades
Sérgio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro
Roseana Sarney, governadora do Maranhão
Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco, morto no mês passado em um acidente aéreo
Na época em que era diretor da Petrobras Paulo Roberto conversava frequentemente com o então presidente Lula, segundo contou a Polícia Federal.




Da Veja Online: 

Preso em março pela Polícia Federal, sob a acusação de participar de um mega esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa aceitou recentemente os termos de um acordo de delação premiada – e começou a falar.
No prédio da PF em Curitiba, ele vem sendo interrogado por delegados e procuradores. Os depoimentos são registrados em vídeo — na metade da semana passada, já havia pelo menos 42 horas de gravação.

Paulo Roberto acusa uma verdadeira constelação de participar do esquema de corrupção. Aos investigadores, ele disse que três governadores, seis senadores, um ministro de Estado e pelo menos 25 deputados federais embolsaram ou tiraram proveito de parte do dinheiro roubado dos cofres da estatal.

Ele esmiúça, além disso, a lógica que predominava na assinatura dos contratos bilionários da Petrobras – admitindo, pela primeira vez, que as empreiteiras contratadas pela companhia tinham, obrigatoriamente, que contribuir para um caixa paralelo cujo destino final eram partidos e políticos de diferentes partidos da base aliada do governo.

 
Trio amoroso, ops, mafioso


06/09/2014 às 6:37
Petrolão – A lista de Paulo Roberto: esquema corrupto lotado na Petrobras distribuiu propina durante os governos Lula e Dilma; compra de Pasadena foi fraudulenta; Lula sabia de tudo. Eduardo Campos era um dos beneficiários. E Dilma? Pois é…
Paulo Roberto conta como funcionava o propinoduto que atuava na Petrobras e dá os nomes
Entre 2004 e 2012, Paulo Roberto Costa foi diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras. Ocupou, portanto, esse cargo, em sete dos oito anos do governo Lula e em quase dois do governo Dilma. Ao longo desse tempo, comandou o que pode ser chamado de “Petrolão” — ou o mensalão da Petrobras. As empreiteiras que faziam negócio com a estatal pagavam propina ao esquema e o dinheiro era repassado a políticos. A quais? Paulo Roberto já entregou à Polícia Federal e ao Ministério Público, num acordo de delação premiada, os nomes de três governadores, de um ministro de estado, de um ex-ministro, de seis senadores, de 25 deputados e de um secretário de finanças de um partido. Segundo o engenheiro, Lula sempre soube de tudo. E, até onde se pode perceber por seu depoimento, talvez a presidente Dilma — que era a chefona da área de energia do governo Lula e presidente do Conselho da Petrobras — não vivesse na ignorância. Paulo Roberto diz que a compra da refinaria de Pasadena foi, sim, fraudulenta e serviu para alimentar o esquema.
Paulo Roberto começou a prestar seu depoimento no dia 29 de agosto. Já gravou 42 horas de conversa. E, tudo indica, está apenas no começo. O Ministério Público Federal e o STF acompanham a operação, já que a denúncia envolve uma penca de autoridades com direito a foro especial. O esquema que ele denuncia é gigantesco. Ainda voltaremos muitas vezes a esse tema. Mas notem como é ridícula toda aquela conversa sobre financiamento público de campanha. Ainda que isso existisse, o mecanismo não serviria para impedir que máquinas criminosas se instalassem em estatais. Se o Brasil quer acabar com boa parte da roubalheira, deve começar privatizando as empresas públicas. Quais? Todas!
VEJA teve acesso a parte do depoimento de Paulo Roberto e traz reportagens exclusivas na edição desta semana, com a lista dos nomes citados por Paulo Roberto. Entre eles, estão cabeças coroadas da política brasileira, como o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, que morreu numa acidente aéreo no dia 13 de agosto, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), e Sérgio Cabral, ex-governador do Rio (PMDB). Paulo Roberto acusa ainda Edison Lobão, atual ministro das Minas e Energia, e atinge o coração do Congresso: estão em sua lista os presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
PT, PMDB e PP seriam os três beneficiários do esquema, que teria também como contemplados os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Romero Jucá (PMDB-RR), e os deputados João Pizzolatti (PP-SC) e Candido Vaccarezza (PT-SP), que já havia aparecido como um dos políticos envolvidos com o doleiro Alberto Youssef, que era quem viabilizava as operações de distribuição de dinheiro. Mas há muitos outros, como vocês poderão constatar nas reportagens de VEJA, como Mário Negromonte, ex-ministro das Cidades, do PP da Bahia.
O esquema começou no governo dele, que, segundo Paulo Roberto, sabia de tudo...
O esquema começou no governo dele, que, segundo Paulo Roberto, sabia de tudo…
...e continuou no governo dela. Será que não sabia? O engenheiro está magoado a presidente...
…e continuou no governo dela. Será que não sabia? O engenheiro está magoado com a presidente…
Lula e Dilma não quiseram se pronunciar a respeito. Os demais negam envolvimento com Paulo Roberto. Alves, o presidente da Câmara, chega a dizer ao repudiar a acusação: “A Petrobras é petista”. Que o PT estivesse no centro do esquema, isso parece inegável. Um dos nomes da lista feita pelo engenheiro é João Vaccari Neto, o homem que cuida do dinheiro do PT. É secretário de Finanças do partido. Ele é, vejam a ironia da coisa, o substituto de Delúbio Soares. Não é a primeira vez que seu nome frequenta o rol de envolvidos em escândalos.
Paulo Roberto tem noção da gravidade de suas acusações. Tanto é que, quando ainda hesitava em fazer a delação premiada, cravou a frase: “Se eu falar, não vai ter eleição”.
E por que falou? A interlocutores, ele diz que não quer acabar como Marcos Valério, que ficará por muitos anos na cadeia, enquanto os chefões políticos do mensalão já se preparam para viver dias felizes fora do xadrez. O homem também está muito magoado com a presidente Dilma. Até agora, ele não fez nenhuma acusação direta à candidata do PT à reeleição — Lula não escapou —, mas deixa claro que ela foi, sim, politicamente beneficiada pelo propinoduto, que mantinha feliz a base aliada.
Qual vai ser o desdobramento político disso? Vamos ver. Uma coisa é certa: as revelações de Paulo Roberto atingem em cheio as duas candidatas que lideram a disputa pela Presidência da República: Dilma, por razões óbvias, e Marina, por razões menos óbvias, mas ainda assim evidentes. Ela é a atual candidata do PSB à Presidência. Confirmadas as acusações de Paulo Roberto, é de se supor que o esquema ajudou a financiar as ambições políticas de Campos, de que ela se tornou a herdeira.
A situação de Dilma, obviamente, é mais grave: afinal, ela era a czarina do setor energético, ao qual pertence a Petrobras. Presidia também o seu conselho. Deu um empregão para Nestor Cerveró, o homem que ajudou a viabilizar a compra de Pasadena, que Paulo Roberto agora diz ter sido fraudulenta. O chefão das finanças de seu partido é um dos implicados no esquema.
Paulo Roberto ainda está preso. Ele se comprometeu a abrir mão dos bens que acumulou em razão do esquema fraudulento e a pagar uma multa. As pessoas que atuam na investigação têm agora de confrontar suas informações com outras provas colhidas, com o objetivo de verificar se suas informações são procedentes. Se forem e se ele realmente ajudar a desbaratar um esquema de falcatruas bilionárias, pode ser até ganhar a liberdade.
A República treme.
Por Reinaldo Azevedo
VEJA

Bomba atômica do delator muda eleição presidencial?

Profecia do ex-diretor da Petrobras era a de que não haveria eleição se ele falasse; e desde a sexta-feira 29, ao Ministério Público, em Curitiba, Paulo Roberto Costa está contando o que sabe; ele já teria denunciado 61 parlamentares e 1 governador de Estado; caso tem todos os elementos para alavancar os apelos de Marina Silva, do PSB, pela 'nova política', e dar novo ânimo ao PSDB, de Aécio Neves, para acirrar a oposição contra o PT; a maior incógnita é como a presidente Dilma Rousseff, em momento de recuperação na disputa, será impactada pelas repercussões dessa delação premiada; ela conseguirá resistir?

Do Portal BR 247

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sexta-feira, 21 de março de 2014

#BOMBA! Ex-Diretor da Petrobrás é preso envolvido com desvio de Bilhões e Tráfico

Por Carlos Parrini ... 

Não é a primeira nem será a última vez que os Petralhas, como comumente são conhecidos os corruptos do PT, deixarão de roubar. Até porque eles podem não ser uma "quadrilha" como afirmou o STF, mas é uma Máfia. E isso é como câncer: muito difícil de se extirpar. Uma pena que o povo finge que não vê para não perder as benesses, ou melhor, migalhas que recebem em troca da omissão.
Mas pelo menos já estão mais espertos, estão saindo as ruas para protestar mesmo com os infiltrados mascarados, colocados lá pelos políticos para dissiparem os movimentos pacíficos.
Em Junho de 2013, não foi necessário, UNE, Caras Pintadas, CUT, MST, CGT, FS e outros pelegos que são sustentados pelos corruptos, para fazer o povo se mexer. Foi a vergonha na cara mesmo.
Espero que os próximos protestos, sejam pelos últimos roubos que os Petralhas fizeram, pois ninguém aguenta mais.


Os Petralhas estão com tudo. Estão enriquecendo a olhos vistos.

Vejam o babado:

Rombo de 10 Bilhões Na Petrobras
Ex diretor da Petrobras, durante o governo do Lula, foi preso sob acusações de roubar 10 bilhões da Petrobras, lavagem de dinheiro, e com doleiros donos de grandes COMPANHIAS DE CONSTRUÇÃO,que estavam envolvidos no abastecimento de drogas -COCAÍNA E MACONHA, no Brasil.

Ele também esta envolvido na compra da Refinaria em Pasadena - Texas, que a Petrobras comprou da ASTRA, o que se tornou um desastre financeiro para a Petrobras.

O rombo da Petrobras, o trafico de drogas e ação da Refinaria do Texas, foram  abençoados e aprovados pela Presidente Dilma quando ela  era Ministra e chefiava o conselho.
Interessante que a MIDIA BRASILEIRA, CONTROLADA POR JUDEUS, estao protegendo os  donos de grandes Companhias de Construcao envolvidos no Trafico de drogas ao omitir os nomes deles.

 Leia mais abaixo na Folha de Sao Paulo

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/03/1428258-pf-prende-ex-diretor-da-petrobras-por-tentar-destruir-documentos.shtml

Ex-Diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa
Ex-Diretor
E tem mais, graças a essa péssima administração, mesclada com a grande corrupção na Empresa, vejam o que está acontecendo:

Dívida "estratosférica" pode levar a Petrobras à falência, diz MPF

De acordo com parecer obtido pela Folha de S. Paulo, procuradoria ressaltou que Petrobras não poderia promover depósito judicial, uma vez que valores da dívida pode quebrar companhia

Por Lara Rizério

SÃO PAULO - De acordo com o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, a Petrobras (PETR3PETR4) pode "quebrar" e causar caos no mercado de ações caso pague a sua dívida, no valor de R$ 7,3 bilhões, conforme apurou o jornal Folha de S. Paulo. Há uma semana, a companhia foi impedida pela autoridade de fazer importações, exportações e participar das rodadas de leilão do pré-sal pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis), marcada para acontecer em outubro.

O jornal teve acesso ao parecer do Ministério Público Federal, que tramitou no Tribunal Regional Federal da Segunda Região. O parecer, datado de abril de 2012, a Procuradoria ficou a favor da petrolífera, destacando que a cobrança da dívida, que na época estava na casa dos R$ 6 bilhões, deveria ser suspensa dado o seu valor estratosférico.

A dívida que levou ao cancelamento da certidão da Petrobras está relacionada ao não recolhimento de Imposto de Renda Retido na Fonte sobre remessas para o exterior em pagamento de plataformas petrolíferas móveis, no período de 1999 a 2002.
Fonte FOLHA e http://www.nosdiasdenoe.com/2013/06/divida-estratosferica-pode-levar.html

O peixe está sendo fritado no Congresso, mas como a maioria deles são 
chantagistas e querem algo em troca, pode ser que não dê em nada.

Adivinhem quem também estão envolvidos no Prejuízo da Refinaria de Passadena comprada pela Petrobrás?

Escândalo! Dilma Rousseff foi a principal responsável pela compra da refinaria superfaturada de Pasadena. Petrobras perdeu U$ 1 bilhão. Está sob investigação!
Dilma presidindo reunião do Conselho de Administração da Petrobras, onde tinha a última palavra sobre todos os negócios da empresa. Um deles deu prejuízo de quase R$ 1 bilhão e cheira à corrupção das grossas!
Documentos até agora inéditos revelam que a presidente Dilma Rousseff votou em 2006 favoravelmente à compra de 50% da polêmica refinaria de Pasadena, no Texas (EUA). A petista era ministra da Casa Civil e comandava o Conselho de Administração da Petrobrás. Ontem, ao justificar a decisão ao Estado, ela disse que só apoiou a medida porque recebeu "informações incompletas" de um parecer "técnica e juridicamente falho". Foi sua primeira manifestação pública sobre o tema.
A aquisição da refinaria é investigada por Polícia Federal, Tribunal de Contas da União, Ministério Público e Congresso por suspeita de superfaturamento e evasão de divisas.
O conselho da Petrobrás autorizou, com apoio de Dilma, a compra de 50% da refinaria por US$ 360 milhões. Posteriormente, por causa de cláusulas do contrato, a estatal foi obrigada a ficar com 100% da unidade, antes compartilhada com uma empresa belga. Acabou desembolsando US$ 1,18 bilhão - cerca R$ 2,76 bilhões.


A presidente diz que o material que embasou sua decisão em 2006 não trazia justamente a cláusula que obrigaria a Petrobrás a ficar com toda a refinaria. Trata-se da cláusula Put Option, que manda uma das partes da sociedade a comprar a outra em caso de desacordo entre os sócios. A Petrobrás se desentendeu sobre investimentos com a belga Astra Oil, sua sócia. Por isso, acabou ficando com toda a refinaria.
Dilma disse ainda, por meio da nota, que também não teve acesso à cláusula Marlim, que garantia à sócia da Petrobrás um lucro de 6,9% ao ano mesmo que as condições de mercado fossem adversas. Essas cláusulas "seguramente não seriam aprovadas pelo conselho" se fossem conhecidas, informou a nota da Presidência.
Ainda segundo a nota oficial, após tomar conhecimento das cláusulas, em 2008, o conselho passou a questionar o grupo Astra Oil para apurar prejuízos e responsabilidades. Mas a Petrobrás perdeu o litígio em 2012 e foi obrigada a cumprir o contrato - o caso foi revelado naquele ano pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.
Reunião. A ata da reunião do Conselho de Administração da Petrobrás de número 1.268, datada de 3 de fevereiro de 2006, mostra a posição unânime do conselho favorável à compra dos primeiros 50% da refinaria, mesmo já havendo, à época, questionamentos sobre a planta, considerada obsoleta.
Os então ministros Antonio Palocci (Fazenda), atual consultor de empresas, e Jaques Wagner (Relações Institucionais), hoje governador da Bahia pelo PT, integravam o Conselho de Administração da Petrobrás. Eles seguiram Dilma dando voto favorável. A posição deles sobre o negócio também era desconhecida até hoje. Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobrás na época, é secretário de Planejamento de Jaques Wagner na Bahia. Ele ainda defende a compra da refinaria nos EUA.
O "resumo executivo" sobre o negócio Pasadena foi elaborado em 2006 pela diretoria internacional da Petrobrás, comandada por Nestor Cerveró, que defendia a compra da refinaria como medida para expandir a capacidade de refino no exterior e melhorar a qualidade dos derivados de petróleo brasileiros. Indicado para o cargo pelo ex-ministro José Dirceu, na época já apeado do governo federal por causa do mensalão, Cerveró é hoje diretor financeiro de serviços da BR-Distribuidora.
Desde 2006 não houve nenhum investimento da estatal na refinaria de Pasadena para expansão da capacidade de refino ou qualquer tipo de adaptação para o aumento da conversão da planta de refino - essencial para adaptar a refinaria ao óleo pesado extraído pela estatal brasileira. A justificativa da Petrobrás para órgãos de controle é que isso se deve a dois motivos: disputa arbitral e judicial em torno do negócio e alteração do plano estratégico da Petrobrás. A empresa reconhece, ainda, uma perda por recuperabilidade de US$ 221 milhões.
Antes de virar chefe da Casa Civil, Dilma havia sido ministra das Minas e Energia. Enquanto atuou como presidente do conselho nenhuma decisão importante foi tomada sem que tivesse sido tratada com ela antes.Dilma não comentou o fato de ter aprovado a compra por US$ 360 milhões - sendo que, um ano antes, a refinaria havia sido adquirida inteira pela Astra Oil por US$ 42,5 milhões.
VEJAM O QUE DILMA DECLAROU QUANDO DEIXOU O CARGO, EM MARÇO DE 2010
Dilma Rousseff afirmou ainda que saia "muito feliz", porque a Petrobras tinha um nível de investimento e atualmente tem um nível muito elevado, além de ter diversificado as áreas de atuação, aumentando seu trabalho em refinarias, em gasodutos e em biocombustíveis. - É um orgulho passar pelo conselho da Petrobras e maior ainda presidi-lo. Você tem uma nova visão de Brasil, vê a riqueza do Brasil - afirmou ela.
blog do coronel



Ex-Diretor da Petrobrás é preso envolvido com desvio de Bilhões e Tráfico, Paulo Roberto Costa, desvio de dinheiro  publico, charge petrobras, trafico de drogas, trafico de diamantes, refinaria pasadena

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