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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

#BOMBA! Congresso Nacional causa ROMBO de R$ 23 milhões/dia ao #Brasil.

Por Carlos Parrini ... 

Se ao menos esse rombo nos cofres públicos fosse compensado com trabalho e projetos relevantes ao Brasil, até daria para entender. Mas vemos totalmente ao contrário. Vemos eles superfaturarem quase tudo. Uma xícara de café por exemplo, sai por R$ 298 reais, sem contar em jetons de serviço nenhum, funcionários fantasmas, Ministro ganhando como assessor de deputado (Carlos Lupi) horas extras em dias não trabalhados, diárias de viagens ao exterior, ganhar sem aparecer no congresso, CPIs que acabam em pizza, restaurantes caros, ascensoristas de elevador que ganham R$ 17 mil, carros alugados, planos de saúde milionários, passagens aéreas para irem para casa mesmo para quem mora em Brasilia, ajuda moradia mesmo para quem mora em Brasilia, vale transporte, bolsa família, vale refeição, cesta básica e tudo o que eles puderem encaixar como benefício. Por isso os gastos ultrapassam os R$ 23 milhões por dia.
Se eles não fazem nada e gastam essa bolada, imaginem se fizessem.
Pior que a Presidenta além de apoiar os corruptos, está nas mãos deles e só tem que bater continência e fazer o que eles mandam.
O único poder que ela tem é o de cargos e verbas. Com pouco de chantagem os comparsas usufruem disso também.
Mas não se preocupem, de rombo em rombo, não vai sobrar nada para contar história. Só dívidas.


Vejam a matéria conforme divulgada pela revista VEJA:


Congresso Nacional custa R$ 23 milhões por dia ao país

Até o final deste ano, parlamentares deverão torrar 8,4 bilhões de reais - o equivalente aos gastos integrais de seis ministérios, segundo Contas Abertas

Chuva e raios atinge o edifício do Congresso Nacional em Brasília
Congressista brasileiro é o segundo mais caro do mundo (Alan Marques/Folha Imagem)
Ao longo de 2013, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal custarão juntos, por dia, 23 milhões de reais aos cofres públicos - dinheiro que, vale lembrar, sai do bolso do contribuinte brasileiro. O valor total deve chegar a 8,4 bilhões – montante semelhante aos dispêndios integrais de seis ministérios: Cultura, Pesca, Esporte, Turismo, Meio Ambiente e Relações Exteriores. Também equivale a todo o orçamento autorizado para a cidade de Belo Horizonte (MG) no ano passado.
Segundo levantamento feito pela ONG Contas Abertas, nestes gastos estão incluídos os salários dos 15.647 servidores efetivos e comissionados da Câmara e dos 6.345 do Senado, além de aposentadorias, pensões, indenizações, compra de materiais de consumo, serviços de terceiros, entre outros itens. No ano passado, o Congresso foi mais comedido e gastou 10% a menos que o previsto para o exercício atual: 7,6 bilhões de reais. Desse total, 373 milhões (5%) foram destinados ao custeio de despesas pendentes em 2011. 
Os gastos com pagamento de pessoal lideram as despesas do Congresso. No ano passado, consumiram 40% do total gasto: o equivalente a 3 bilhões de reais. Além dos salários propriamente ditos, os vencimentos dos servidores incluem adicionais noturnos, incorporações, adicionais de periculosidade e insalubridade, férias, 13º salário, entre outros. Só em adicional noturno, por exemplo, Câmara e Senado pagaram 4,4 milhões de reais em 2012.
O pagamento de horas extras é outro gasto que soma uma quantia significativa nas despesas do Congresso. Foram pagos pelas duas casas 52 milhões de reais em horas adicionais aos servidores em 2012. A Câmara dos Deputados foi responsável por 44,4 milhões desse montante. O valor gasto pelo Senado só não foi maior, pois, de acordo com relatório divulgado no início do mês, a Casa economizou 35 milhões com despesas de horas extras no ano passado, após a criação do banco de horas.
Em segundo lugar na lista de despesas está o pagamento de aposentadorias. Ao todo, 1,7 bilhão de reais foi gasto com os 2.839 servidores aposentados do Senado e 2.563 da Câmara. Em seguida, estão os custos das pensões, que somaram 529 milhões. Os gastos ainda envolveram os desembolsos com sentenças judiciais, indenizações trabalhistas e restituições. As três rubricas custaram 205 milhões de reais ao Congresso – sendo 83% dos pagamentos feitos pela Câmara. 
Anos anteriores – As despesas do Senado Federal em 2012 foram inferiores as dos últimos dois anos, considerando os valores corrigidos pela inflação. No ano passado, a Casa custou 3,3 bilhões aos cofres públicos. O valor também é menor que a média dos últimos sete anos – 3,4 bilhões. Já os gastos da Câmara dos Deputados foram os maiores desde 2003. A Casa pagou 4,2 bilhões de reais em 2012 – 400 milhões a mais que a média anual dos últimos dez anos, que era de 3,8 bilhões.
O congressista brasileiro é o segundo mais caro em um universo de 110 países – custo de 7,4 milhões de dólares por ano – segundo estudo realizado em 2012 pela Organização das Nações Unidas (ONU) em parceria com a UIP (União Interparlamentar), ficando abaixo apenas dos parlamentares americanos (custo de 9,6 milhões de dólares anuais).
O Congresso Nacional é constituído por 513 deputados e 81 senadores. Segundo o Ministério do Planejamento, em 2012 a média salarial do Legislativo era de 15 055 reais. O valor é mais que o dobro do que ganham os servidores do Executivo – 5 906 reais. No Judiciário, a média é de 10 385. O salário de um parlamentar é de 26 700 reais (fora o auxílio-moradia de 3 800 reais e a cota para exercício do mandato de 34 200 reais).
Há uma semana, o presidente do Senado, Renan Calheiros, anunciou uma reforma administrativa na Casa e a promessa de economizar 262 milhões ao ano. A proposta já foi aprovada pela Mesa Diretora. Embora a economia seja bem-vinda, ela representa apenas 7% do orçamento da Casa previsto para este ano, de 3,5 bilhões de reais.



terça-feira, 18 de dezembro de 2012

#BOMBA! Marco Maia do PT diz que não expulsará Deputados do Mensalão.

Por Carlos Parrini ... 

Pelo entender do Presidente da Câmara, os Deputados que roubaram e foram condenados, não podem ser expulsos do congresso. Ou seja, tem que continuar roubando. A prevalecer esse tiro no pé que só poderia vir do PT, já que foram eles que criaram o Mensalão e corromperam os mensaleiros, estará aberta uma crise institucional jamais vista na história do País. Não querem de forma alguma verem seus deputados, assim como José Dirceu e o resto da Gangue do Mensalão, serem algemados e trancafiados em celas comuns, como qualquer ladrão.
A Justiça trata do destino dos bandidos e eles tratam o destino dos deputados, mas a meu ver o bandido tem que ir pra cadeia e não continuar legislando. Isso poderá abrir um precedente muito grave. 
Resumindo: Na visão de Marco Maia o bandido que é deputado deve continuar solto, mexendo com verbas públicas e fazendo leis e projetos. Na visão do STF, qualquer bandido deve ser preso. Quem está certo? Qualquer pessoa de baixa instrução vai ver que o STF está certo. A lei tem de ser igual para todos. Só que no entender do PT, seus companheiros não devem ser presos, principalmente porque são governistas. E se fossem Oposicionistas? Já teriam sido presos a muito tempo. BINGO!


Vejam a matéria:

Presidente da Câmara ameaça retaliação ao STF

Petista Marco Maia volta a dizer que a Câmara não deverá cumprir a decisão do STF para cassar mandatos de deputados mensaleiros condenados

Marcela Mattos e Laryssa Borges, de Brasília
O presidente da Câmara, deputado Marco Maia, suspendeu convocação de Palocci para depor na Comissão de Agricultura
O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (Fabio Rodrigues-Pozzebom/ABr)
Aproveitando seus últimos dias de mandato, o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), desafiou mais uma vez o Supremo Tribunal Federal (STF) e questionou a decisão que a mais alta corte do país deu nesta segunda-feira ao determinar que os deputados condenados no escândalo do mensalão não têm o direito de manter os mandatos parlamentares. Maia disse que a decretação de perda automática dos mandatos dos mensaleiros é “precária” e desafiou: a guerra institucional pode acelerar a votação de projetos de lei que, na Câmara, tentam limitar os poderes ao tribunal. 
 
Leia também: 
 
“Tem uma lista de projetos na Câmara dos Deputados que estão tramitando há algum tempo que tratam das prerrogativas do STF. Não tenha dúvida de que, nessa linha que vai, esses projetos andarão certamente dentro da Câmara com mais rapidez”, disse. O deputado petista Nazareno Fonteles (PI), por exemplo, apresentou proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê que o Congresso poderá sustar "atos normativos dos outros poderes que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa".
 
Desafiando o STF, Marco Maia informou que procurou a Advocacia-Geral da União (AGU) para tentar conseguir embasamento jurídico que garanta o não cumprimento da decisão do tribunal. “A decisão tomada pelo tribunal não encerra o assunto”, provocou.
 
Em nova tentativa de enfrentar o STF, Marco Maia ainda classificou a decisão de retirar o mandato de Valdemar Costa Neto (PR-SP), João Paulo Cunha (PT-SP) e Pedro Henry (PP-MT) “é uma ingerência indevida que não dialoga com o bom entendimento entre os poderes”. E ao comentar a possibilidade de o descumprimento judicial motivar processos por prevaricação, conforme destacada pelo decano do STF, Celso de Mello, ao longo do julgamento, o deputado petista chegou a atribuir a declaração do magistrado a um possível efeito colateral resultante da recente internação do ministro. “Acho que o ministro falou em um clima de emoção, talvez pelo momento que está vivendo, pela sua doença e por ser um julgamento tão tenso que ele está realizando. Não acho que nenhum ministro do STF teria a pretensão de ameaçar o presidente da Câmara dos Deputados”, disse.
 
Marco Maia, que conhece o histórico de corporativismo da Câmara dos Deputados, relembrou que mensaleiros hoje condenados na última instância judicial já foram absolvidos no auge do escândalo do mensalão. Mas ainda assim insistiu hoje na tese de que não está questionando o mérito da decisão judicial do STF. Dos três parlamentares condenados no mensalão, no auge do escândalo político, Valdemar Costa Neto renunciou para evitar a cassação, e João Paulo Cunha e Pedro Henry foram absolvidos em plenário.
 
“Dos deputados que estão sendo neste momento julgados, um já foi julgado e absolvido pelo plenário da Casa. Nós tivemos vários deputados que foram inocentados na época e que agora foram inocentados pelo STF. Então a decisão tomada pela Câmara dos Deputados está muito próxima da decisão que foi tomada pelo STF neste momento”, argumentou o presidente da Câmara.

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/presidente-da-camara-ameaca-retaliacao-ao-stf

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Obras do PAC podem ser paralizadas pelo TCU

TCU recomenda paralisação de 32 obras, 18 do PAC

O Tribunal de Contas da União (TCU) recomenda ao Congresso Nacional a paralisação de 32 obras da União devido a indícios de irregularidades. A informação consta do relatório de fiscalização de obras públicas divulgado nesta terça-feira (9) pelo TCU. Foram analisadas 231 obras. O montante de recursos fiscalizados neste ano foi de R$ 35,6 bilhões.

Das 32 com irregularidades, 18 fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Além disso, o TCU recomendou a retenção parcial dos recursos destinados a seis obras, até que os problemas sejam resolvidos. Também foram encontrados indícios de irregularidades em outras 184 obras, mas, nesses casos, segundo o TCU, não se justifica a paralisação. Em nove obras fiscalizadas, o TCU não fez ressalvas.

Dentre as obras do PAC identificadas pelo tribunal estão a Ferrovia Norte-Sul, e a modernização e adequação da produção na refinaria Getúlio Vargas (Repar) .


Reproduzindo o comenteário de um Leitor do Estadão:
...Exatamente 1/3 dos ministros do TCU são indicados diretamente pelo presidente, os outro 2/3 pelo congresso. Alguém sabe onde está a oposição ao governo atual? Portanto, não confio no TCU. Provavelmente as 231 obras estão recheadas de irregularidades e fazem fumaça com 32 delas para encobrir o resto...." - Jose carlos salles -

Leia mais em:
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,tcu-ve-indicios-de-irregularidades-graves-em-32-obras-federais,637384,0.htm




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