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terça-feira, 15 de abril de 2014

MAIS LAMA NA PETROBRAS - Pior que Pasadena e Abreu Lima



O ESCÂNDALO DO MONOPÓLIO DA
INDÚSTRIA PETROQUÍMICA CRIADA NO GOVERNO DO ex-presidente Luiz Inácio
Lulla da Silva COM O AVAL DA presidente Dillma Rousseff, então ministra
das Minas e Energia, (MUITO MAIOR E PIOR DO QUE OS CASOS DA PASSADENA E
ABREU LIMA).

Stream


Bruno Toscano



"O governo do PT, juntamente com seus comparsas,
expropriou do empresário Boris Gorentzvaig, fundador da indústria
petroquímica brasileira, a Petroquímica Triunfo, uma gigantesca planta
industrial localizada no interior gaúcho, produtora de matéria-prima
para a produção de plásticos. A Petrobras detinha 85% do capital da
Triunfo. Os outros 15% estavam nas mãos da família, cujo patriarca,
Boris (falecido em 2012), foi o pioneiro na implantação do Polo
Petroquímico do Sul, no fim da década de 70.

Logo que a Triunfo começou a operar, nos anos 80, a Petrobras e os 
Gorentzvaig se desentenderam. Desde então, entraram em litígio judicial 
para saber quem deveria dar as cartas na Triunfo. Para encerrar o litígio, 
o juiz Mauro Gonçalves, responsável pela causa, propôs, em junho de 2009 
que a estatal vendesse sua parte aos Gorentzvaig por 250 milhões de reais.

A Petrobras topou sair do negócio, mas cobrou um valor maior por sua
participação: 355 milhões de reais. Os Gorentzvaig concordaram com o
novo preço. O negócio deveria ser sacramentado em outubro do referido
ano, durante uma audiência de conciliação judicial. Mas a advogada da
Petrobras, Andréia Damiani, foi ao tribunal para dizer que a empresa não
queria mais acordo e alegou que já havia passado muito tempo desde que a
empresa fizera a contraproposta e "razões estratégicas" impediam a
conclusão do negócio. A advogada reclamou, também, do pedido de due
diligence, investigação contábil, jurídica e econômica feita antes do
fechamento de grandes negócios. Para ela, a due diligence iria "embolar o
meio de campo".

No mês de abril de 2009 -- e é aí que o caso se
torna curioso e nebuloso, a Petrobras decidiu repassar a Triunfo para
outra empresa, a Braskem, da qual é sócia minoritária, por 118 milhões
de reais, pagos em ações. Preferiu, portanto, de forma muito estranha,
receber 118 milhões de reais em ações por 100% da Triunfo aos 355
milhões de reais em dinheiro por 85% da mesma empresa, estes que seriam
pagos pelos Gorentzvaig. Os Gorentzvaig, minoritários na petroquímica,
foram obrigados a sair do negócio e a também aceitar ações da Braskem em
troca de sua participação. "Entregaram a Triunfo para a Braskem", diz
Caio Gorentzvaig, após verdadeira expropriação, privatizando-a,
portanto, logo após.

A Petrobras alega que o negócio é lícito e contribuiu para a "consolidação 
da indústria petroquímica nacional".
Controlada pela Odebrecht, a Braskem já era dona do polo petroquímico da
Bahia e da refinaria paulista de Paulínia, e desta forma, formou
verdadeiro monopólio no setor petroquímico do país. Dilma Rousseff,
sempre é bom lembrar, à época, era a Presidente do Conselho de
Administração da Petrobras. No Palácio do Planalto, em 4 de dezembro de
2007, várias autoridades discursaram em reunião onde a Braskem e a
UNIPAR se associaram para atuar em Camaçari: Presidente Lula: "Isso aqui
não pode terminar sem a Dilma falar". Ministra Dilma Rousseff: "É que
eu acho que é muito mais do que isso, sabe, José Sérgio (presidente da
Braskem)? Eu acho que a petroquímica foi algo importante que o País
tentou estruturar nos anos 70.

Acho que, dos anos 70 até hoje, nós demos alguns passos, mas havia uma 
grande confusão acionária que impedia que grupos extremamente pulverizados 
tivessem porte e tamanho suficientes para disputar um espaço de fornecimento 
de produtos petroquímicos aqui no Brasil e no mundo. Eu acho que hoje é um grande
passo, porque se formam dois grandes grupos privados nacionais, com a
Petrobras como minoritário relevante, estratégico e estruturante."

AO TRANSFORMAR A PETROBRAS EM ACIONISTA MINORITÁRIO, DILMA ROUSSEFF NÃO ESTARIA PRIVATIZANDO A EMPRESA? COM A PALAVRA, A CPI!

A Braskem é uma "cria" do governo Lula que, sob o comando de Dilma Rousseff, fez de tudo para que ela se desenvolvesse.


Vejam a entrevista Bombástica de um dos Donos do Dono da Petroquimica Triunfo:



Polo Petroquimico Triunfo, Pasadena, Refinaria Abreu Lima, Gorentzvaig, mar de lama na Petrobrás, Petroquimica Braskem, Petroquimica Paulinia, Odebrecht, corrupção, PT

domingo, 16 de setembro de 2012

#BOMBA! #Brasil gasta R$ 41 Bi em Refinaria que prometia ajuda de CHAVES.

Gostaria de tirar o meu chapéu para o Governo do PT. Sinceramente nunca ví tanta criatividade para superfaturarem os preços. Seria incompetência ou roubalheira mesmo? Uma refinaria que era para ter Saído por R$ 4,7 Bí, já ultrapassou os R$ 41 Bi, ou seja, 10 vezes mais. Olha que ainda falta muito pois só 62% está pronto. Para piorar as coisas esse empreendimento gigantesco que está sendo construído num Estado que não produz uma gota de Petróleo (PE), ainda conta teóricamente com a associação da PDVSA de Hugo Chaves que se comprometeu a entrar com 40%, mas que na prática não investiu nem R$ 1,00.

Chaves, Lula e Gabrielli na Abreu Lima fazendo campanha. 
Como sempre inaugurando obras inexistentes. 
Conseguiu eleger Dilma, um poste desconhecido.

Por isso eu tiro o Chapéu para esses canalhas. E para os brasileiros que votaram neles eu digo: Chupem mais essa!!!



Vejam a matéria publicada pelo ESTADÃO:


Armadilha lulista

16 de setembro de 2012 | 3h 06

O Estado de S.Paulo
Foi perfeita a armadilha montada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a plena concordância da diretoria anterior da estatal, para tornar a Petrobrás refém dos interesses políticos e das irresponsabilidades administrativas do presidente venezuelano, Hugo Chávez, por meio da associação - por enquanto apenas no discurso político dos dois governos - da empresa brasileira com a estatal venezuelana de petróleo PDVSA.
Para alimentar seu delírio megalomaníaco de se transformar em grande líder político regional, o ex-presidente não hesitou em utilizar recursos do Estado brasileiro para auxiliar governantes que poderiam fazer parte do grupo que pretendia liderar, como os da Venezuela, Equador, Paraguai (na época governada por Fernando Lugo) e Bolívia. Do ponto de vista político, o projeto de liderança do ex-presidente pode ter- lhe rendido algumas vantagens. Do lado econômico, porém, além de perdas para empresas brasileiras prejudicadas por atos lesivos aos interesses do País praticados por governos chefiados por supostos aliados de Lula, o projeto de liderança política regional do ex-presidente está tendo consequências danosas para a Petrobrás.
O acordo de associação entre a Petrobrás (com 60%) e a PDVSA (com 40%) para a construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, foi assinado por Lula e Hugo Chávez em 2005. A refinaria foi projetada para processar óleo venezuelano e óleo do Campo de Marlim, na Bacia de Campos, em partes iguais. O fato de, durante décadas, a Petrobrás não ter ampliado sua capacidade de refino, tornou a obra urgente.
Iniciada em 2007, a construção foi orçada em R$ 4,75 bilhões. Mas, devido a atraso e a estudos incompletos, a obra foi ficando cada vez mais cara e a previsão de custo mais recente já alcança US$ 20,3 bilhões, ou cerca de R$ 41 bilhões, quase dez vezes a estimativa inicial. Com previsão de inauguração em 2014, a refinaria está com 62% das obras executadas. Mas a Venezuela ainda não pôs um centavo na obra, o que demonstra desinteresse e desrespeito ao acordo de 2005.
Mesmo sem garantias de que a sócia cumpriria sua parte, a Petrobrás, na gestão anterior chefiada por José Sérgio Gabrielli, comprou praticamente todos os equipamentos necessários para o refino do petróleo venezuelano, com teor de enxofre bem mais alto do que o óleo de Marlim. A explicação dada pela empresa para a antecipação da compra desses equipamentos foi a necessidade de "garantir prazos em função do aquecimento do mercado fornecedor de bens e serviços na ocasião". Quaisquer que tenham sido as razões, o certo é que essa antecipação contribuiu para encarecer a obra.
Isso significa que, com ou sem a parceria da PDVSA, a Refinaria Abreu e Lima utilizará metade de sua capacidade instalada para processar petróleo com alto teor de enxofre. Se não obtiver esse óleo por meio da parceria, terá de comprá-lo no mercado externo, onde uma das únicas fornecedoras é a própria PDVSA, que certamente fornecerá o produto a preços de mercado, sem nenhuma vantagem. A Petrobrás está sendo refém da PDVSA, que continua a afirmar sua intenção de cumprir sua parte na sociedade na construção da refinaria, e, quando esta iniciar suas operações, continuará a ser, pois dependerá do petróleo a ser fornecido por ela.
Sem poder salvar a empresa da armadilha criada por Lula ao associá-la com a PDVSA, a presidente da Petrobrás, Graça Foster, diz-se disposta a conceder novos prazos para a venezuelana honrar seus compromissos. "Eles precisam fazer parte desse projeto", disse no Senado. Tendo a aventura lulista avançado tanto, a solução menos ruim talvez seja, de fato, manter a PDVSA como sócia.
A estatal venezuelana vem adiando seguidamente a apresentação das garantias reais exigidas pelo BNDES para a concessão de um financiamento de US$ 4 bilhões que lhe permitiria cumprir parcialmente seus compromissos na sociedade. O novo prazo termina em novembro, mas, mais uma vez, a PDVSA poderá se valer da notória dependência da Refinaria Abreu e Lima do seu petróleo para continuar ganhando tempo.

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