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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

#BOMBA! Época denuncia mais roubo. Agora é na Transpetro da Petrobrás

Por Carlos Parrini ... 

Parece que não tem jeito mesmo. Está cheio de ratazanas nesse Governo e somos obrigados a votar em opositores que tem melhor chance de ganhar as eleições, através do voto útil. Pior do que está, não pode ficar.


Não dá para votarmos em Eduardo Campos que junto a Marina, vieram para tirar votos da oposição. Todos sabem que Marina Silva é Petralha desde garotinha e que Eduardo Campos está envolvido com a roubalheira na Refinaria de Abreu e Lima e no Porto de Suape em Pernambuco.
A estratégia é eles fingirem que são contra Dilma no primeiro turno. Quando chegar no segundo turno em quem eles votarão e apoiarão? Acertou quem disse a Petralha Dilma Rousseff. Essa estratégia deu certo em 2010 quando Marina tirou 20 milhões de votos da Oposição. Por que não usá-la novamente?
A diferença de agora para 2010 é que Dilma está atolada na lama da corrupção. Inclusive tem companheiros seus presos na papuda por roubo.

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Bateu desespero. Dilma está fazendo de tudo para sair do buraco.
De manhã é a Mãe Dilmá, a noite Irmã Dilma.


Mas o negocio é aproveitar e amplificarmos esses escandalos jamais vistos na historia do Brasil, para o povo que já está entendendo o que se passa na politica, nos ajudarem a  expulsar esses corruptos do poder, votando contra.
Fiquem atentos com os golpes sujos que usarão contra a oposição pois seus aloprados estão espalhando um monte de mentiras e alguém pode acreditar. Em outubro elegeremos candidatos da oposição. Já o PT terá dificuldades de soltar as ratazanas das ratoeiras que eles mesmos estão montando.
Que bom que temos o PIG do nosso lado. Assim, poderemos arrumar munições nas guerras que eles vão nos colocar.

Vejam o babado:


Auditoria na Petrobras revela licitações dirigidas e contratos fajutos na Transpetro.

Nada a temer: os diretores têm padrinhos políticos fortes...


DIEGO ESCOSTEGUY


LOBBY Sérgio Machado, presidente da Transpetro. Uma auditoria fala em situações que podem “comprometer a imagem pública” da empresa (ao lado) (Foto: Renata Mello/AG Petrobras )
No começo de 2012, o empresário German Eframovich, dono do grupo Sinergy, esteve em Brasília para uma rodada de conversas com seus muitos contatos políticos. O Sinergy é um vasto conglomerado. Inclui empresas como a companhia aérea Avianca, os estaleiros Eisa e Mauá, fazendas de café, hotéis e laboratórios de remédios. A maioria dos negócios de German, como é conhecido no meio empresarial e político, depende da boa vontade de Brasília. Nenhum depende tanto quanto os contratos naPetrobras. Especialmente na Transpetro, subsidiária de transporte e logística da estatal. Naquele momento, os estaleiros de German detinham R$ 1,2 bilhão em contratos com a Transpetro, em parte financiados pelo BNDES. A ascensão de German na Transpetro dera-se na gestão do ex-senador Sérgio Machado, do PMDB cearense. Ele assumira a empresa ainda no começo do governo Lula, em 2003. Machado não entendia nada de navios, terminais ou oleodutos. Mas tinha o padrinho certo: o senador Renan Calheiros, do PMDB de Alagoas. German, um empresário que aprendeu cedo o valor dos atalhos do poder, mantinha excelentes relações com Machado e Renan.
Numa das reuniões daquela viagem, German recebeu uma notícia que o deixou transtornado, na definição de quem estava lá. A presidente Dilma Rousseff decidira demitir Machado. Para o lugar dele, já até convidara o petista José Eduardo Dutra, presidente da Petrobras nos primeiros anos do governo Lula. German soltou uma profusão de palavrões. “Estou lascado! O que vou fazer agora?”, repetia aos interlocutores. Com Dutra à frente da Petrobras, German, que prosperara na estatal durante o governo Fernando Henrique Cardoso, não conseguira emplacar mais contratos. Tivera muitos encontros com o sindicalista Diego Hernandes, chefe de gabinete de Dutra, e com o lobista Fernando Moura, ligado ao grão-petista José Dirceu – os dois homens que, naquele momento, melhor resolviam os problemas dos grandes empresários na Petrobras. Não adiantou. German perdeu muito dinheiro. Se Dutra assumisse a Transpetro, German corria o risco de perder seus contratos bilionários. Deixou a reunião às pressas e foi ajudar numa articulação do PMDB para barrar a decisão de Dilma.

O movimento dela era arriscado – e ela demonstrara, a interlocutores, saber disso. Desde que assumira o governo, em 2011, Dilma tentava reduzir, sem sucesso, o aparelhamento político na Petrobras. Enfrentava a resistência de Lula e dos demais padrinhos de quem estava na estatal. No começo de 2012, enfrentou parte dessas resistências. Demitiu o sindicalista José Sérgio Gabrielli da Presidência da Petrobras e nomeou Graça Foster para o cargo. Demitiu também o diretor internacional, Jorge Zelada, indicado pelo PMDB da Câmara, e o diretor de abastecimento, Paulo Roberto Costa, bancado por um consórcio entre PP, PMDB, PT e Lula. (Costa é aquele que foi preso recentemente pela Polícia Federal.) Dilma não conseguiu apear todos que queria. O principal deles era Machado. Os telefonemas ao gabinete presidencial vieram de todos os lados. O recado era claro. Se demitisse Machado, Dilma perderia o Senado – pois quem comanda o Senado, senão o PMDB de Renan?

Difícil quebrar as leis do poder. Machado ainda é presidente da Transpetro. Os demais diretores da empresa são técnicos – um dos apadrinhados do senador Romero Jucá foi demitido recentemente. Sobrou apenas o pastor Rubens Teixeira, indicado pelo senador Marcelo Crivella, do PRB, candidato ao governo do Rio de Janeiro. Ele é diretor financeiro da Transpetro desde 2008. Administra um orçamento de quase R$ 8 bilhões. Como o padrinho Crivella, Teixeira é da Assembleia de Deus. Dá cultos no Ministério Óleo e Vida, em Duque de Caxias, no Rio. Entende tanto da indústria de petróleo quanto Machado.

Essa união de interesses permite entender por que a atual CPI da Petrobras no Senado nunca sairia do lugar – como a anterior, em 2009, também não saiu. A revelação de que executivos da estatal receberam dos senadores as perguntas antes dos respectivos depoimentos torna-se ainda mais compreensível. Como são compreensíveis os gestos de Renan na semana passada, quando classificou de “graves” as denúncias e abriu uma sindicância para investigar o caso. Quanto mais esse assunto dominar as atenções do Congresso, maior a chance de a gestão dos senadores na Transpetro continuar despercebida, tanto na CPI do Senado quanto na CPI mista, que funciona, mesmo aos solavancos.
 
A auditoria interna encontrou empresas- fantasmas participando de licitações
Nos últimos anos, apareceram suspeitas de irregularidades na Transpetro. Nenhuma foi investigada a fundo. A maioria foi abafada, por pressão política, no TCU e dentro da própria Petrobras. Recentemente, ÉPOCA teve acesso a um relatório confidencial da auditoria interna da Petrobras que investigou a Transpetro. É o primeiro documento do tipo a vir a público em anos. Mais espantoso que seu conteúdo é que, dois anos depois, o principal responsável pelas irregularidades ainda esteja no cargo. Trata-se do pastor Teixeira, diretor financeiro da empresa.

Os auditores da Petrobras, mesmo tendo poderes limitados de investigação, descobriram uma fieira de irregularidades: licitações dirigidas, empresas-fantasmas participando de licitações, empresas minúsculas ganhando, sem licitação, contratos milionários, empresa de amigo faturando contrato, empresa que recebeu mesmo sem prestar quaisquer serviços… Descobriram ainda casos de nepotismo e de uso ilegal dos carros dos diretores. Tudo isso sob a responsabilidade do pastor Teixeira e sob a complacência dos demais diretores da Transpetro. Nada aconteceu, apesar dos pedidos dos auditores. “Tendo em vista a gravidade das não conformidades, as quais fragilizam o ambiente de controle e possibilitam a ocorrência de fatos que ferem a ética empresarial, faz-se necessário que a Transpetro adote as medidas cabíveis e apure as responsabilidades no sentido de evitar a repetição de situações semelhantes, que podem comprometer a gestão da companhia e sua imagem pública”, escreveram.
 
NEPOTISMO Rubens Teixeira, diretor financeiro  da Transpetro.  Ele contratou a empresa de uma amiga (Foto: Reprodução)
O caso mais lapidar do que acontece quando pessoas como o pastor Teixeira são apadrinhadas para um cargo desses envolve uma empresa chamada Gênesis Consultoria. Ela foi criada em maio de 2009. Três meses depois, foi contratada pelo pastor Teixeira, sem licitação e por R$ 1,5 milhão, para prestar serviços de “consultoria especializada”. Dispensou-se a licitação porque a dona da Gênesis, Izabel Cristina Machado, tinha “notória especialização”, embora tivesse trabalhado apenas cinco meses como “consultora” da Transpetro, com o pastor Teixeira. Descobriu-se, pelas notas fiscais, que a Gênesis nunca tivera outro cliente. Verificou-se que a Transpetro gastara valores muito acima dos praticados no mercado para bancar os salários de sete consultores. A Transpetro não conseguiu explicar aos auditores o que a Gênesis fez.
Por que a Gênesis foi contratada? A resposta ficou logo óbvia. A “consultora” Izabel era amiga do pastor Teixeira. Fora chefe dele quando ambos trabalharam no Banco Central. De tão próximos, Izabel contribuiu com um capítulo para a biografia autorizada do pastor Teixeira. A obra se chama Do monturo Deus ergue um vencedor. “Escrever um testemunho sobre o Rubens significa, em parte, escrever um testemunho sobre minha própria vida, pois durante alguns anos experimentamos uma parceria diária que exigiu de nós sintonia perfeita diante de algumas situações críticas. Foi a partir dessa vivência diária intensa que pude conhecer Rubens, não só como servidor público exemplar, homem íntegro e amigo leal, mas, principalmente, como servo fiel do Senhor Jesus Cristo”, escreveu Izabel.  “Nosso convívio diário nos aproximou como amigos.”
 
Rubens Teixeira convocou empresas de engenharia e eletricidade numa licitação para alugar carros
Numa licitação para alugar carros, o pastor Teixeira convocou oito empresas, embora cinco delas nem sequer fossem do ramo – havia empresas de engenharia e de manutenção elétrica. As outras nem estavam no cadastro da Petrobras. A empresa Rondave ganhou um contrato de R$ 13 milhões praticamente sem concorrência. Noutra licitação, para um contrato de R$ 6 milhões, uma empresa com capital de R$ 2 mil foi chamada a participar. Numa amostra de poucos contratos, os auditores calcularam em R$ 2 milhões os prejuízos com aditivos exagerados. Noutro caso de gasto suspeito, o relatório cita as jornadas exaustivas dos motoristas da Transpetro. Eles trabalhavam entre 5h40 da manhã até 3 horas da madrugada do dia seguinte, a julgar pelos papéis faturados pela empresa terceirizada. Alexander Assis de Oliveira, um dos assessores do pastor Teixeira, contratou sua mulher, Amanda Assis. Todos são da mesma igreja. O pastor Teixeira usava seu carro oficial no fim de semana e nas férias. O motorista também era de sua igreja. Como nada foi feito, as mesmas empresas continuavam a ganhar contratos tranquilamente na Transpetro.

A Transpetro informou que “as não conformidades foram devidamente sanadas pelos órgãos responsáveis, e as recomendações devidamente atendidas. Nesse sentido, seis colaboradores foram afastados da companhia e procedimentos contratuais foram adequados ao que foi recomendado”. A empresa não declinou os nomes dos afastados. Procurados, o senador Renan e o empresário German não responderam. O pastor Teixeira afirmou que “tem relação de amizade com o senador Marcelo Crivella, assim como com outros parlamentares. Com relação ao cargo que ocupa na Transpetro, sua nomeação se deu por meio da aprovação do Conselho de Administração da companhia, considerando suas competências técnicas comprovadas”. Crivella disse que indicou o pastor Teixeira por suas qualificações: “Formou-se oficial de carreira da arma de infantaria na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), cursou engenharia no Instituto Militar de Engenharia (IME) e foi aprovado em concurso para o cargo de analista do Banco Central. É mestre em engenharia nuclear, doutor em economia e pós-graduado em auditoria e perícia contábil”. Diz que se encontram eventualmente na igreja, “pois professam a mesma fé”.



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sexta-feira, 25 de julho de 2014

BOMBA! Ex-Diretores da Petrobrás poem a culpa na #Dilma por Pasadena


Por Carlos Parrini ... 

Todos acharam muito estranho a Justiça ter tirado a Presidenta da fogueira. Se bem que um membro do Judiciário fez parte do Conselho da Petrobrás. Se incluirem o conselho, até ele será atingido.
Mas pelo que parece, os ex-diretores nao querem pagar o pato sozinhos e afirmam que só fazem o que o conselho manda. Dessa forma, Dilma também deveria ser indiciada.


Vejam o babado:

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,ex-diretores-cobram-responsabilidade-de-dilma-e-conselho-por-perdas-de-pasadena,1533535

Defesa de Cerveró vai responsabilizar Dilma por Pasadena

Fernanda Nunes
A presidente Dilma Rousseff será o alvo da defesa do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, em sua argumentação contra a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de responsabilizar a antiga diretoria pela compra da refinaria de Pasadena em condições desfavoráveis à estatal.
Presidente do conselho de administração da empresa na época da decisão de compra da usina, Dilma foi inocentada de qualquer responsabilidade pelo Tribunal, que considerou que a presidente não teve o acesso devido às informações sobre as condições do contrato. Em contrapartida, nesta quarta-feira, 23, o TCU responsabilizou os diretores pela aquisição e decidiu pelo bloqueio dos seus bens.
O argumento do advogado de Cerveró, Edson Ribeiro, é que, pelo estatuto da empresa, o conselho de administração é o único responsável por qualquer aquisição. Ele cita trechos do estatuto que exigem do presidente do conselho tomar conhecimento dos detalhes das negociações. "O presidente do conselho pode pedir esclarecimentos sobre os contratos. O resumo executivo é meramente uma apresentação, um suplemento ao que é obrigatório", afirmou.
Dilma, em resposta à reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, de março deste ano, disse não ter sido informada de cláusulas do contrato consideradas inapropriadas. São elas a de Put Option, que prevê que, em caso de desentendimento entre os sócios, a Petrobras seria obrigada a adquirir a totalidade das ações da refinaria; e a Marlim, que determina que a Astra Oil, então sócia da estatal na usina, teria a garantia de retorno financeiro de 6,9% ao ano.
"O ministro relator foi induzido ao erro. Ele partiu de um pressuposto falso, que inúmeras vezes repetido, passou como se fosse verdadeiro. É falsa a declaração de Dilma de que o resumo executivo das condições de compra de Pasadena era técnica e juridicamente falho. Essa argumentação acabou responsabilizando quem não deveria ser responsabilizado, os diretores", argumentou Ribeiro.
Ele diz que a diretoria, na época, encaminhou a documentação sobre as condições do contrato à secretaria-geral da Petrobras, que tem como obrigação encaminhá-la ao conselho para apreciação. "Se a secretaria não encaminhou, os conselheiros não poderiam ter decidido pela compra", contestou.
Além de atacar o conselho de administração da Petrobras, o advogado de Cerveró focou também no ministro José Jorge, relator do processo no TCU. Por meio de petição apresentada ontem, ele tentará invalidar a decisão do Tribunal de responsabilizar os diretores, com o argumento de que o ministro não poderia ocupar a posição de relator, por já ter sido membro do conselho da Petrobras.
"Ele foi presidente do conselho de administração da Petrobras em 2001 e 2002, tem interesses em sua decisão. Não basta o julgador ser um homem honesto e íntegro. Ele precisa parecer. Para isso, não deveria ser julgador", disse Ribeiro.
http://atarde.uol.com.br/politica/noticias/1608655-defesa-de-cervero-vai-responsabilizar-dilma-por-pasadena


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quinta-feira, 24 de julho de 2014

BOMBA! #Lula tentou interferir em julgamento do TCU sobre Pasadena

Por Carlos Parrini ... 

Como sempre o PT tenta abafar mais um prejuízo bilionário que deram ao Brasil. Chantagens, dossiês, aloprados, ofertas de cargos, entre outros, está no sangue do PT. Também não dava para se esperar coisa diferente de raposas que cuidam do galinheiro. 
O problema que eles enfrentam é de ter que dividir as propinas para a metade da torcida do Corintians. Daí a roubalheira tem de ser bilionária. Olha que ainda nem chegamos perto das Eleições.
Felizmente tem coisas que eles não conseguem comprar: A vida de inocentes mortos por causa desses prejuízos bilionários.
Esse será um dos legados do PT, o resto só corrupçao e PTistas presos na Papuda. Menos mal.

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Lula com presidiários e os Aloprados do PT

Vejam o Babado:

24/07/2014
 às 6:18

Pasadena – Lula tentou interferir em julgamento do TCU. Até vaga no STF foi usada para pressionar ministros a aprovar operação; deu errado! US$ 792 milhões de prejuízo é apenas parte da herança maldita do PT na Petrobras

José Múcio: ministro do TCU foi chamado a SP por Lula para discutir Pasadena
José Múcio: ministro do TCU foi chamado a SP por Lula para discutir Pasadena
O julgamento do TCU sobre a compra da refinaria de Pasadena entrará para a história como um emblema da ação do PT na gestão ruinosa da Petrobras. Destaco mais uma vez: tratou-se da investigação de uma única operação numa única empresa. Prejuízo: US$ 792 milhões. Imaginem quando o país tiver condições de fazer a devida contabilidade do tamanho do estrago… Ainda chegará a vez de analisar a refinaria de Abreu e Lima, por exemplo.
E olhem que esse relatório do TCU foi negociado, com muitas idas e vindas. Há versões bem mais severas.  Mas já se falou bastante a respeito. O meu ponto agora é outro. Luiz Inácio Lula da Silva, ele mesmo!, tentou pessoalmente interferir no resultado do julgamento do TCU.
Chamou para uma conversa em São Paulo, no que foi atendido, o ministro Múcio Monteiro, que foi titular das Relações Institucionais em seu governo e está hoje no TCU. O chefão petista queria que o seu interlocutor fosse o portador de mensagem sobre a necessidade de não se condenar ninguém. Ele sabe o que disse a Múcio, e Múcio sabe a conversa que manteve com os seus pares de tribunal. Lula, no entanto, não logrou o seu intento.
Na tentativa de impedir a condenação da operação, acreditem!, até mesmo uma vaga no Supremo Tribunal Federal — vocês leram direito! — passou a circular como moeda de troca. O contemplado seria justamente alguém do TCU. Tivesse se realizado o negócio, creio que a nomeação entraria para o livro de recordes como a mais cara cadeira jamais entregue a um ministro de corte superior no Ocidente. Em reais: teria custado  R$ 1.758.240.000,00.
E esse foi apenas parte do jogo pesado. José Jorge, relator do caso no tribunal, passou a ser ameaçado de forma nada velada com uma avalanche de denúncias envolvendo o seu nome caso insistisse na condenação da operação. Resistiu. Os companheiros não brincam em serviço. Nunca! Também não aprendem nada nem esquecem nada. 
Por Reinaldo Azevedo



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Lula tentou interferir em julgamento do TCU sobre Pasadena, corrupção, PT, petrobras, pasadena, charge politica

terça-feira, 15 de abril de 2014

MAIS LAMA NA PETROBRAS - Pior que Pasadena e Abreu Lima



O ESCÂNDALO DO MONOPÓLIO DA
INDÚSTRIA PETROQUÍMICA CRIADA NO GOVERNO DO ex-presidente Luiz Inácio
Lulla da Silva COM O AVAL DA presidente Dillma Rousseff, então ministra
das Minas e Energia, (MUITO MAIOR E PIOR DO QUE OS CASOS DA PASSADENA E
ABREU LIMA).

Stream


Bruno Toscano



"O governo do PT, juntamente com seus comparsas,
expropriou do empresário Boris Gorentzvaig, fundador da indústria
petroquímica brasileira, a Petroquímica Triunfo, uma gigantesca planta
industrial localizada no interior gaúcho, produtora de matéria-prima
para a produção de plásticos. A Petrobras detinha 85% do capital da
Triunfo. Os outros 15% estavam nas mãos da família, cujo patriarca,
Boris (falecido em 2012), foi o pioneiro na implantação do Polo
Petroquímico do Sul, no fim da década de 70.

Logo que a Triunfo começou a operar, nos anos 80, a Petrobras e os 
Gorentzvaig se desentenderam. Desde então, entraram em litígio judicial 
para saber quem deveria dar as cartas na Triunfo. Para encerrar o litígio, 
o juiz Mauro Gonçalves, responsável pela causa, propôs, em junho de 2009 
que a estatal vendesse sua parte aos Gorentzvaig por 250 milhões de reais.

A Petrobras topou sair do negócio, mas cobrou um valor maior por sua
participação: 355 milhões de reais. Os Gorentzvaig concordaram com o
novo preço. O negócio deveria ser sacramentado em outubro do referido
ano, durante uma audiência de conciliação judicial. Mas a advogada da
Petrobras, Andréia Damiani, foi ao tribunal para dizer que a empresa não
queria mais acordo e alegou que já havia passado muito tempo desde que a
empresa fizera a contraproposta e "razões estratégicas" impediam a
conclusão do negócio. A advogada reclamou, também, do pedido de due
diligence, investigação contábil, jurídica e econômica feita antes do
fechamento de grandes negócios. Para ela, a due diligence iria "embolar o
meio de campo".

No mês de abril de 2009 -- e é aí que o caso se
torna curioso e nebuloso, a Petrobras decidiu repassar a Triunfo para
outra empresa, a Braskem, da qual é sócia minoritária, por 118 milhões
de reais, pagos em ações. Preferiu, portanto, de forma muito estranha,
receber 118 milhões de reais em ações por 100% da Triunfo aos 355
milhões de reais em dinheiro por 85% da mesma empresa, estes que seriam
pagos pelos Gorentzvaig. Os Gorentzvaig, minoritários na petroquímica,
foram obrigados a sair do negócio e a também aceitar ações da Braskem em
troca de sua participação. "Entregaram a Triunfo para a Braskem", diz
Caio Gorentzvaig, após verdadeira expropriação, privatizando-a,
portanto, logo após.

A Petrobras alega que o negócio é lícito e contribuiu para a "consolidação 
da indústria petroquímica nacional".
Controlada pela Odebrecht, a Braskem já era dona do polo petroquímico da
Bahia e da refinaria paulista de Paulínia, e desta forma, formou
verdadeiro monopólio no setor petroquímico do país. Dilma Rousseff,
sempre é bom lembrar, à época, era a Presidente do Conselho de
Administração da Petrobras. No Palácio do Planalto, em 4 de dezembro de
2007, várias autoridades discursaram em reunião onde a Braskem e a
UNIPAR se associaram para atuar em Camaçari: Presidente Lula: "Isso aqui
não pode terminar sem a Dilma falar". Ministra Dilma Rousseff: "É que
eu acho que é muito mais do que isso, sabe, José Sérgio (presidente da
Braskem)? Eu acho que a petroquímica foi algo importante que o País
tentou estruturar nos anos 70.

Acho que, dos anos 70 até hoje, nós demos alguns passos, mas havia uma 
grande confusão acionária que impedia que grupos extremamente pulverizados 
tivessem porte e tamanho suficientes para disputar um espaço de fornecimento 
de produtos petroquímicos aqui no Brasil e no mundo. Eu acho que hoje é um grande
passo, porque se formam dois grandes grupos privados nacionais, com a
Petrobras como minoritário relevante, estratégico e estruturante."

AO TRANSFORMAR A PETROBRAS EM ACIONISTA MINORITÁRIO, DILMA ROUSSEFF NÃO ESTARIA PRIVATIZANDO A EMPRESA? COM A PALAVRA, A CPI!

A Braskem é uma "cria" do governo Lula que, sob o comando de Dilma Rousseff, fez de tudo para que ela se desenvolvesse.


Vejam a entrevista Bombástica de um dos Donos do Dono da Petroquimica Triunfo:



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#BOMBA! #Dilma e Conselho serão responsabilizados por Rombo na Petrobrás

Por Carlos Parrini ... 

Esse papo de dizer que não sabia de nada já não cola, mesmo porque Dilma era a Ministra e Presidente do Conselho da Estatal quando os rombos começaram. Tem centenas de assessores e advogados para lhe ajudarem a entender esses contratos fraudulentos. E vejam que não foi só Pasadena que provocou rombos na Petro, veja essas abaixo:

Empresas sob suspeita faturaram R$ 31 bilhões com a Petrobras na era PT

Levantamento do site de VEJA revela somas milionárias destinadas a empresas agora investigadas pela Operação Lava-Jato, da Polícia Federal

Daniel Haidar, do Rio de Janeiro

Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro
Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro (Leo Correa)
Um conjunto de fornecedores, agora sob suspeita, recebeu pelo menos 31,1 bilhões de reais da Petrobras desde 2003 – ano em que o PT assumiu a Presidência da República e passou a interferir diretamente na gestão da estatal. Essas empresas, que incluem as maiores empreiteiras do país, são consideradas suspeitas de abastecer financeiramente um esquema montado pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef. Eles são os 'cabeças' do esquema desvendado pela operação Lava-Jato, que encontrou sinais de corrupção nos contratos da estatal, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
O site de VEJA levantou os contratos fechados pela estatal com 14 fornecedores que, a julgar pelos documentos apreendidos, estão sob suspeita ou comprovadamente destinaram recursos a empresas controladas por Youssef. Entre os objetivos cogitados estavam o enriquecimento ilícito da quadrilha e o financiamento de partidos e políticos, segundo a PF. Os policiais e procuradores da República encarregados da investigação possuem especial interesse por aditivos em contratações – mecanismo que permite aumentar os valores recebidos sem nova licitação. Na sexta-feira, a investigação chegou ao gabinete da presidência da Petrobras, com policiais sendo recebidos pessoalmente pela presidente Graça Foster, num encontro que resultou no recolhimento de mais de 400 páginas, dois CDs e um pendrive com arquivos referentes a contratos com fornecedores.


É aquela história: Errar uma vez é normal mas errar dezenas de vezes a ponto de deixar a Petrobrás praticamente falida, já é demais.
E outra:

‘Se a Petrobras não fosse pública, já teria quebrado’


Representante do Ministério Público no Tribunal de Contas da União afirma que a estatal de petróleo sofre com má gestão e ingerência política desde 2005´
Procurador do Ministério Público do Tribunal de Contas da União há quase duas décadas, Marinus Marsico já comprou briga com corruptos que aparelharam o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), enfrentou servidores que insistiam em receber supersalários no Congresso e participou do acordo com o Grupo OK, do senador cassado Luiz Estevão, para reaver 500 milhões de reais desviados do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo. Há cerca de dois anos, revira cada detalhe da ruidosa compra da refinaria de Pasadena, no Texas, pela Petrobras, um dos mais malsucedidos negócios da história da petrolífera brasileira. Para ele, apesar de o caso Pasadena ser “indefensável”, a Petrobras sofre com desmandos políticos desde o segundo mandato do ex-presidente Lula. “A Petrobras está afundando. Há uma mistura de má gestão com o fato de ter se tornado um braço político do governo. Se a empresa não fosse pública, já teria quebrado”, disse em entrevista ao site de VEJA.
E por que ainda não quebrou? Por causa do nosso dinheiro que está sendo injetado lá. Por causa da gasolina mais cara do Planeta que tem de ser bancada pelos otários.
Voces viram como é fácil entender porque Dilma tem de ser responsabilizada? Viram porque ela não pode dizer que não sabia de nada? Como desaparecer R$ 31 Bilhões que estavam nas mãos de empresas corruptas e companheiras?
Uma coisa é certa, Dilma pagou e vai pagar caro por ter abafado a CPI da Petrobrás, mas não vai escapar dos Acionistas, MP e Oposição. Eles sabem de tudo enquanto o PT jura que não sabe de nada! Quem ganhará?

Ministério Público diz que Dilma e conselheiros da Petrobras devem ser responsabilizados


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Aos menos o MPF está pegando no pé...Mas, é preciso muito mais do que simples 'indicações' e 'alguns processos'...
Relatório do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) recomenda que os responsáveis pela negociação de compra da refinaria de Pasadena sejam responsabilizados por eventuais perdas da estatal.
O negócio, que contou com o aval da hoje presidente da República, Dilma Rousseff, foi iniciado em 2006 e concluído em 2012, após um longo litígio e gasto superior a US$ 1 bilhão. 
O documento da procuradoria de contas, ao qual o Estado teve acesso, e que subsidiará a decisão dos ministros do tribunal, afirma que a alta cúpula da Petrobrás, "incluindo os membros do
Conselho de Administração", respondam "por dano aos cofres públicos, por ato antieconômico e por gestão temerária", caso sejam comprovadas irregularidades. Para o MP, as falhas dos gestores da Petrobrás na condução do negócio foram "acima do razoável". Em 2006, Dilma, que era chefe da Casa Civil do governo Luiz Inácio Lula da Silva, presidia o Conselho de Administração da Petrobrás. No mês passado, ao saber que o Estado publicaria uma reportagem que revelaria seu voto favorável à compra de 50% da refinaria naquele ano, a presidente divulgou nota na qual afirmou só ter apoiado o negócio porque foi mal informada sobre as cláusulas do contrato.
Em 2008, ainda como presidente do Conselho de Administração, Dilma passou a ser contra o negócio e atuou para tentar barrar a compra de 100% da refinaria, algo que, em razão de custos judiciais, encareceu ainda mais a transação, que precisou ser concretizada.
Palavra final. O relatório final do TCU, que usará o trabalho da procuradoria de contas como base, deve sair em julho, mês em que a campanha eleitoral será iniciada. Em entrevista no mês passado, o relator da caso de Pasadena no tribunal, ministro José Jorge, afirmou: "Como a compra passou pelo Conselho Administração e pela Diretoria, como regra geral do TCU, eles podem ser chamados a se explicar".
A procuradoria afirma que a Petrobrás foi "vítima" da "inabilidade de seus gestores em firmar acordos contratuais". Para o MP junto ao tribunal, da forma como o negócio foi fechado, o grupo belga Astra Oil adquiriu o direito "líquido e certo" de vender sua participação à Petrobrás, recebendo o valor fixado nos contratos. "Para ela (Astra Oil), tudo era possível, e, para a Petrobrás, ao que parece, restava acatar a decisão da sócia", afirma o relatório do Ministério Público de Contas.
Os auditores designados pelo ministro relator trabalham, ainda, com outra linha de responsabilização. A intenção dos técnicos é se basear no artigo 158 da Lei das S.A., que prevê punição aos gestores quando houver violação "ao dever de cuidado e diligência" ou "imprudência, negligência e imperícia".
A legislação impõe que "o administrador da companhia deve empregar, no exercício de suas funções, o cuidado e diligência que todo homem ativo e probo costuma empregar na administração dos seus próprios negócios".
Belgas. A Astra impôs várias condições à estatal para firmar a parceria, exatamente o contrário do que deveria ter ocorrido, afirmam os procuradores. "Ela estava fora do negócio e tinha o direito, se não a obrigação, de exigir garantias mínimas da futura sócia, sobretudo ante o preço que se dispôs a pagar", diz o documento. "O poder de decisão não minimizou os riscos do negócio para a estatal brasileira. Ao contrário, só os aumentou", completa o relatório.
Um dos pontos criticados no texto é o fato de a Petrobrás pagar duas vezes pelo combustível estocado na refinaria, já que arcou pela unidade com estoques inclusos e, posteriormente, pagou mais uma vez pelos estoques. Há "evidências consistentes", diz o texto, de que o valor dos produtos estocados não estava incluso nos US$ 360 milhões pela aquisição porque a Petrobrás nem sequer tinha conhecimento do volume e do valor dos estoques.
A análise da operação ainda critica a oposição da estatal de levar adiante uma batalha judicial para não cumprir as cláusulas contidas no contrato de compra da refinaria. Laudo da Justiça dos EUA confirmou o valor de US$ 466 milhões pelo restante da unidades e ainda obrigou a Petrobrás a desembolsar US$ 173 milhões por garantia bancária dos sócios, juros, honorários e despesas processuais, o que fez com que a conta aumentasse para US$ 639 milhões.
O documento afirma que há de se apurar por que a Petrobrás não cumpriu a decisão proferida em abril de 2009. "Ao que parece, essa postura levou a empresa a arcar com milhares de dólares referentes a juros e correção monetária. E mais uma vez pede a responsabilização do Conselho de Administração caso se constate que não havia razões suficientes para o descumprimento da decisão arbitral, deve-se apurar a responsabilidade dos gestores e membros do Conselho de Administração."
Crise. A manifestação da presidente ao questionamento do Estado causou uma crise política, que acarretou na aprovação de uma CPI para investigar a estatal. Em meio ao caso de Pasadena, outras suspeitas recaíram sobre a Petrobrás. A principal delas envolve o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa, alvo da Polícia Federal por suas ligações com o doleiro Alberto Youssef.

Fonte: Informações de Estadão


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