Mais de 1 bilhão de pessoas ao redor do mundo vivem com menos de 1 dólar por dia. Acreditando na impossibilidade de sobreviver com isso, 4 jovens economistas americanos resolveram vivenciar a experiência, filmando tudo no documentário “Living On One”.
Acreditando que seria impossível experimentar isso nos U.S.A., os jovens escolheram o vilarejo de Pena Blanca, na Guatemala, onde as condições de pobreza e privações são muitas.
A equipe formada por eles sofreu todo tipo de privação, da mesma forma que as pessoas do vilarejo. E, em meio ao caos, descobriram o poder dos microcréditos que ajudavam pequenos agricultores e pessoas comuns a conseguir algum dinheiro para sobreviver, sendo desde a compra de insumos, até poder frequentar uma escola.
Os jovens então decidiram investir na ideia de ajudar os habitantes daquele lugar a realizar sonhos, tudo através de uma formula simples e barata, mas que gerava impactos reais na vida daquela comunidade. Lei mais na Belicosa
Não me importo com ajudas humanitárias, doações de dinheiro ou alimentos a outros países. O que me importo é usarem nosso dinheiro quando tem milhares passando fome e sede no Nordeste. Me importo com essas caridades com nosso dinheiro quando vemos que nossos hospitais estão entre os piores do mundo, com longas esperas para atendimentos, atendimentos em corredores, gente morrendo em filas.
Me importo em saber que esse Governo além de não fazer nada contra os corruptos que roubam os hospitais, ainda desvia dinheiro de nossa saúde precária para outros países. Como essas doações são feitas para países comunistas, de homens bombas e de ditadores, quem irá lá para investigar o dinheiro gasto?
Se esse Governo fosse bom mesmo e voltado para os brasileiros, não largava o Brasil na mão e muito menos passando fome e sede. Muito fácil gozar com o p... dos outros.
Façam primeiro o dever de casa, depois pensem nos de fora.
Espero que o povo se importe mais com seu bem estar e evitem votar nesses criminosos novamente.
Vejam o Babado:
Passar bem
04/05/2013 | 00:00
O ministro Padilha (Saúde) inaugura hoje um
hospital em Hebron (Palestina) com US$1 milhão doados pelo Brasil. Em Israel, se reúne com farmacêuticas para fabricação de remédios biológicos e genéricos.
Viúva e filhos de catador morto por comida pedem ajuda
Publicado em 06/03/2013, às 05h39
Wagner Sarmento
wsarmento@jc.com.br
Mulher do catador assassinado e seus cinco filhos apelam por ajuda
Guga Matos/JC Imagem
Uma mãe, cinco filhos e uma dor que não se mede. Um homicídio por motivo fútil, que expõe o drama de uma comunidade no coração do Recife esquecida por tudo e por todos. O catador Lidivan Batista da Silva, 30 anos, foi morto por causa de um punhado de lavagem. Levava, como fazia todos os dias, restos de comida para alimentar a família no local conhecido como Rua do Papelão, no bairro de São José. Ainda deu metade a seu algoz, que mandou que ele lhe entregasse tudo. Queria dar aos porcos as mesmas sobras que saciariam a fome da prole da vítima. Achava que bicho merecia mais do que gente. Diante da recusa, Lidivan acabou assassinado, na noite de anteontem, com um tiro de 12. O crime tirou o pouco de chão que Maria Galdina Inácia da Silva, 28, tinha. Acuada pela violência, ela abandonou a casa. Desprovida de tudo, implora por doações para amenizar o sofrimento das crianças, que têm entre 3 e 11 anos.
Maria Galdina foi levada por uma equipe da Polícia Civil, ainda na madrugada de ontem, para a comunidade de Roda de Fogo, nos Torrões, Zona Oeste do Recife, onde vivem parentes. Deixou para trás o casebre onde morava, um cubículo sem portas e janelas, sem cama e geladeira, sem reboco e sofá, em frente a um depósito improvisado de lixo, sob condições precárias de saneamento. Carregou tudo o que tinha: um saco de feijão, um pacote de arroz, meio quilo de açúcar, um bujão de gás e roupas. Nada mais.
Além do pouco que Lidivan tirava como catador, a família sobrevivia com R$ 202 provenientes do Bolsa Família. Maria Galdina, no entanto, não sabe o que será do futuro. Os filhos estudavam em duas escolas públicas nos Coelhos, perto de onde moravam, e ontem já faltaram aula.
Sem desgrudar um segundo dos rebentos, a catadora pede ajuda para o difícil recomeço: comida, roupa, lençol, colchão, produtos de higiene, tudo serve. “Quem botava as coisas em casa era meu marido. Não sei como vai ser de agora em diante”, disse ela.
A delegada Gleide Angelo, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que registrou a ocorrência, declarou que o acusado e a vítima já tinham tido um desentendimento anterior, por causa de uma mobilete que o suspeito repassou e que Lidivan descobriu que era roubada. No momento do crime, o assassino, que segundo Gleide foi identificado como Gordo, queria que o catador lhe entregasse toda a lavagem que conseguira naquela noite. Lidivan só concordou em dar metade ao vizinho e acabou morto, por volta das 21h de anteontem, a poucos metros de casa, na frente dos filhos.
O mais velho, Lucas, 11, chegou a pedir que a vida de seu pai fosse poupada. “Deixa meu pai, por favor. Ele não fez nada com você”, disse o garoto. Gordo teria falado para o menino cuidar dos irmãos. Fugiu após o crime e está sendo procurado pela polícia.
Gleide confessou que se emocionou ao chegar ao local. Deparou-se com os cinco irmãos sentados ao meio-fio, em lágrimas e segurando uma foto do pai. “Nunca vi uma cena dessas. As crianças juntas, chorando e pedindo pelo pai. É muito trágico. Foi uma barbaridade cometida por um motivo fútil. Mas eu falei que eles podem ter certeza de que quem fez isso será preso”, enfatizou.
O corpo de Lidivan foi sepultado, na tarde de ontem, no Cemitério de Santo Amaro, área central da cidade. Doações podem ser entregues na portaria da TV Jornal, na Rua do Lima, em Santo Amaro. Informações: 3413-6187.
Leia mais na edição do Jornal do Commercio desta quarta-feira (6)
Por Carlos Parrini ... Como sempre o Brasil continua fazendo caridade em outros países. Essa ajuda Internacional já atingiu a marca de R$ 7 Bilhões por ano, confiram AQUI. Agora o Brasil resolveu ajudar a ONU a combater a seca em ANGOLA. Enquanto isso, no Nordeste do Brasil, as pessoas e o gado estão morrendo de sede. Em muitos lugares o povo tem de pagar uma caminhão pipa por até R$ 300,00.
A Transposição do São Francisco tão prometida em campanhas, já consumiu R$ 8 bilhões e já estragou antes de funcionar (Veja AQUI). Sem falar nos grandes desvios, não de água mas de dinheiro público. Encheram os bolsos com dinheiro de cisternas de chuvas, e pouquíssimas foram construídas. Esse é o Governo do PT, um governo de sedentos e ladrões.
É bonito fazer caridade com o dinheiro alheio na casa dos outros, mas é crime deixar pessoas morrerem de sede, na sua própria casa.
13/02/2011
Carrinho de Compras: Senado gasta R$ 64 mil com açougue, frios e frutas para casa de Sarney
Amanda Costa Do Contas Abertas
Em comemoração ao “fico” na presidência do Senado Federal, o tetrapresidente José Sarney (PMDB-AP) não economizou no supermercado. Na última semana, foi autorizada pela Casa a reserva de recursos no orçamento da ordem de R$ 64 mil para a compra de produtos de açougue, frios e frutas in natura. Todo o material será entregue na residência oficial da presidência da Casa, portanto, no endereço do próprio Sarney. Banquete à vista!
E as compras para a residência do presidente do Senado não param por aqui. Outros R$ 5,1 mil foram programados para garantir a limpeza da casa. Quem também está de olho no esfregão é o Grupamento de Infraestrutura e Apoio de São José dos Campos, da Força Aérea Brasileira. O órgão comprometeu R$ 7,8 mil para a aquisição de 75 panos de limpeza, nas cores verdes e azuis. Sempre a postos, a ordem agora é “limpeza, senhor”.
Mudança de poder, mudança também de prioridades. O Judiciário resolveu gastar, e gastar bem, com a contratação de empresas para a prestação de serviços de locação de veículos blindados de representação. O custo da contratação e do aluguel será a bagatela de R$ 72,8 mil. Ministros bem protegidos não têm preço!
Já a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) vai despender R$ 5,4 milhões para a compra de 150 veículos da Ford Brasil, que atenderão a divisão de transportes da PCDF. Serão 100 carros modelo Fiesta Hatch 1.6, zero quilômetro. Os outros 50 são modelo Focus Sedan 2.0, também zero quilômetros. Uma frota digna da produção cinematográfica “Corra que a polícia vem aí”.
Mas nem só de carros viverá a administração pública. A Secretaria do Superior Tribunal de Justiça autorizou a compra de 7 m² de couro de porco para encadernação, na cor natural. A aquisição será para o laboratório de conservação. Com procedimentos mais requintados, assim segue a vida...