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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

BOMBA! Ex-governador Sérgio Cabral é preso pela PF no Rio de Janeiro

Ex-governador Sérgio Cabral é preso pela PF no Rio de Janeiro

A prisão é preventiva e faz parte de duas operações: a Lava Jato e a Calicute

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral foi preso pela Polícia Federal, na manhã desta quinta-feira (17), em sua casa no bairro Leblon, na zona sul. A prisão é preventiva e faz parte de duas operações: a Lava Jato e a Calicute. Neste momento, policiais federais conduzem o ex-governador para a Superintendência da PF, na Praça Mauá, zona portuária da cidade.
Houve tumulto na porta da casa do ex-governador (Foto: Reprodução/TV Globo)
Os dois mandados contra o político foram expedidos pelos juízes Sergio Moro, em Curitiba, e Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Adriana Anselmo, esposa de Cabral, também foi alvo da Operação Calicute e conduzida coercitivamente.
Pela Lava Jato, Cabral é investigado pela acusação de cobrança de propina em contratos com o poder público. Já no Rio, ele é alvo de desdobramentos baseados na delação premiada do empresário Fernando Cavendish.
Foto: Arquivo EBC
Com a prisão de Cabral, a PF investiga o desvio de recursos públicos federais em obras realizadas pelo governo do Rio. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 220 milhões.
No total, duzentos e trinta agentes cumprem 38 mandados de busca e apreensão, oito mandados de prisão preventiva, dois mandados de prisões temporárias e 14 mandados de condução coercitiva expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, além de 14 mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão preventiva e um mandado de prisão temporária expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba.


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Quadrilha de Cabral na dancinha dos guardanapos em Paris

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Descoberto o "O homem da mala no Congresso"


O homem da mala no Congresso

Sigilos bancários obtidos por ISTOÉ mostram que o empresário Adir Assad, operador flagrado no escândalo da Delta, recebeu dinheiro do esquema Petrobras, através do doleiro Alberto Youssef, para repassar a políticos

Claudio Dantas Sequeira (claudiodantas@istoe.com.br)
Há poucas semanas, a Polícia Federal recebeu um arquivo digital com a quebra do sigilo bancário das empresas do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. São milhares de transações realizadas nos últimos oito anos: depósitos, transferências e saques de bilhões de reais oriundos de contratos de fornecedores da Petrobras – dinheiro que saiu dos cofres da estatal para abastecer o esquema de corrupção que pagou deputados, senadores, governadores e até ministros. Ao analisar detalhadamente esse material, os investigadores encontraram um personagem misterioso que pode ser a chave para comprovar a distribuição de propina a políticos de diferentes legendas. Esse personagem chama-se Adir Assad, empresário libanês apontado como intermediário de propinas de outro escândalo recente, envolvendo fraudes em contratos da empreiteira Delta com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
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INTERMEDIÁRIO
O empresário Adir Assad surge como o elo entre o doleiro e os políticos
Em 2012, durante a CPI que investigou o caso Delta, o empresário Fernando Cavendish, dono da empreiteira, delatou a ação de Assad. Disse que o libanês era quem distribuía aos parlamentares o dinheiro desviado pela Delta e por outras grandes empreiteiras que mantinham contratos com o DNIT. Cavendish entregou o nome de 19 empresas de fachada usadas por Assad para sacar os recursos. O empresário chegou a ser convocado a depor, mas não disse nada – protegido por um habeas corpus. A oposição também tentou quebrar o sigilo de suas empresas, mas a maioria governista na CPI rejeitou o requerimento.
Agora, Assad volta ao centro das investigações. Nos sigilos bancários do esquema Youssef, a Polícia Federal descobriu ao menos cinco das 19 empresas fantasmas de Assad: Soterra Terraplenagem, Legend Engenheiros Associados, JSM Engenharia, Rock Star Marketing e SM Terraplanagem. Entre 2009 e 2011, elas receberam mais de R$ 65 milhões em recursos desviados de contratos da Petrobras com a empreiteira Toyo-Setal. O dinheiro escorreu por meio de uma filiada, a Tipuana Participações Ltda., registrada em nome de Augusto Ribeiro de Mendonça, que há poucos dias firmou com o Ministério Público Federal um acordo de delação premiada. Mendonça é o segundo executivo do grupo Toyo a assinar um termo de colaboração. O primeiro foi Júlio Camargo, cujas revelações têm surpreendido os procuradores.
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A força-tarefa da Operação Lava Jato, que investiga o esquema montado por Youssef e Paulo Roberto Costa, quer saber agora quem foram os destinatários finais do dinheiro recebido por Assad. Chama a atenção dos procuradores, por exemplo, três depósitos idênticos de R$ 783.546,93 feitos simultaneamente, no dia 18 de dezembro de 2009, nas contas das empresas Rigidez, Legend e DFS Participações. Ocorre que o dia 18 de dezembro marcou o encerramento da CPI que investigou a Petrobras em 2009.  A investigação sobre a estatal terminou como tantas outras, sem qualquer punição. A PF suspeita que o dinheiro repassado pela Tipuana serviu para selar o acordo para pôr um fim na CPI. Nas semanas que antecederam essa operação, a Legend, de Assad, recebeu outros R$ 12 milhões. A PF já sabe que a empreiteira Rigidez, que recebeu no total R$ 62 milhões da Tipuana, pertence ao doleiro Alberto Youssef. Já a DFS está registrada em nome do próprio Augusto de Mendonça.
Na semana passada, o líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR), pediu a quebra de sigilo de uma das empresas de Assad, a Rock Star Marketing. Até então, Bueno só tinha conhecimento de que a Rock Star havia feito um depósito de R$ 1,2 milhão na conta da MO Consultoria, outra das empresas de Youssef. Com as novas evidências, Bueno vai ampliar seu pedido para todo rol de empresas ligadas a Assad. Para a Polícia Federal, é necessário quebrar também o sigilo bancário de todas as empresas ligadas a Augusto de Mendonça. No histórico de operações da Tipuana, os investigadores identificaram inúmeras transferências para empresas em nome de familiares de Mendonça e sócios, num montante superior a R$ 100 milhões. Desse total, R$ 18,7 milhões foram para a Yellowwood Consultoria.
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NA MIRA DA PF
Compra de empreendimento pelo deputado Celso Russomano
e pela filha do deputado Eduardo Gomes será investigada
Em 2012, a Yellowwood abriu em Brasília uma filial do Bar do Alemão, situado às margens do Lago Paranoá, região nobre de Brasília. O empreendimento ganhou notoriedade por reunir em seu quadro societário o deputado federal Celso Russomanno (PRB-SP) e a filha do deputado federal licenciado Eduardo Gomes (SD-TO), hoje secretário de Esportes do Tocantins. Tanto Russomanno como Gomes tiveram dificuldades para explicar como conseguiram R$ 1 milhão cada um para participar do negócio. O deputado paulista disse que pagaria sua parte trabalhando na administração do bar. Seu colega do Tocantins alegou que recorreu a empréstimos e economias. Agora, se sabe que a Yellowwood pertence ao executivo da Toyo-Setal que mantém relações com Assad e Youssef.
Para a PF, Russomanno e Gomes terão de explicar melhor essa sociedade e a relação com Adir Assad. Há dois anos, quando veio à tona o caso de corrupção envolvendo a Delta, Russomanno foi flagrado num convescote com o empresário libanês na casa de Marcello Abbud. Os dois teriam sido apresentados por Paulo Maluf, que teve negócios com Assad no passado. ISTOÉ tentou contato com ambos, mas não obteve retorno. O empresário libanês tem muito a dizer, resta saber se desta vez a Justiça lhe garantirá o silêncio.
Foto: André Dusek/ Estadão Conteúdo 



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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

#BOMBA! PF denuncia mais fraudes em Hospitais do Governo Sergio Cabral

Por Carlos Parrini ... 

Vocês se lembram quando Sergio Cabral e seu Secretário de Saúde Sergio Cortes foram flagrados passeando e tendo jantares suntuosos em Paris e Mônaco com a Presença de Cavendish da Delta? Se lembram quando membros dessa quadrilha esnobaram de nossas caras com a dancinha dos guardanapos? Pois é, de lá pra cá nada aconteceu, Sergio Cabral, Sergio Cortes e Cavendish foram blindados. Resultado: O Rio de Janeiro e o Brasil continuam sendo roubados por esses safados e consequentemente pessoas continuam morrendo por falta de medicamentos e atendimentos. O próprio INTO, um dos hospitais lesados, tem uma fila de espera de mais de 20 mil pacientes. Muitos vão morrer antes de serem atendidos.
Não pensem voces que esses bandidos serão obrigados a fazer a dancinha dos guardanapos quando ou se estiverem na cadeia, juntos a outros criminosos. Eles tem tanto dinheiro roubado, mas tanto dinheiro que os presos e agentes penitenciários é que irão dançar pra eles.
Esse é o Brasil, terra da impunidade. Azar de quem vota neles e nosso por tabela.

Vejam a notícia divulgada pela Revista Época:

Auditoria detecta desvios de R$ 23,5 milhões em cinco hospitais do Rio

A maior fraude ocorreu quando o secretário de Saúde do Estado, Sérgio Côrtes, comandava uma das unidades

LEONARDO SOUZA E HUDSON CORREA


FRAUDE O secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes. No hospital que ele administrava antes de entrar no governo, houve um desvio de R$ 21,2 milhões (Foto: Pedro Pantoja/O Povo do Rio/Ag. O Dia)
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FRAUDE

O secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes. No hospital que ele administrava antes de entrar no governo, houve um desvio de R$ 21,2 milhões (Foto: Pedro Pantoja/O Povo do Rio/Ag. O Dia)
Em qualquer supermercado mediano no Brasil, o litro do leite, integral ou desnatado, custa pouco mais de R$ 2. A garrafa pequena de água mineral pode ser facilmente encontrada por menos de R$ 1. Pelas regras básicas da economia, se a compra desses ou de quaisquer outros produtos se der em grande escala, no atacado, os preços tendem a ser menores. Mas essa lógica não necessariamente se aplica aos hospitais federais do Rio de Janeiro, onde um esquema formado por funcionários e donos de quatro empresas praticou fraudes em processos de concorrência durante anos. De acordo com uma nova auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) concluída em novembro, a que ÉPOCA teve acesso com exclusividade, cinco hospitais e órgãos federais ligados à saúde no Rio de Janeiro foram lesados em pelo menos R$ 23,5 milhões entre 2005 e o ano passado. Mercadorias superfaturadas, serviços pagos e não prestados e licitações de cartas marcadas estão entre os crimes detectados pela CGU.
No meio do imbróglio está o atual secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes. Antes de ir para o governo, Côrtes dirigiu por cinco anos, de 2002 a 2006, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into). Foi no Into que se verificou a maior fraude, de R$ 21,2 milhões. As três empresas que participaram do esquema no Into foram contratadas na gestão de Côrtes e causaram prejuízo ao hospital ao longo de vários anos. Uma delas, a Padre da Posse Restaurante Ltda., chegou a ser dispensada de licitação – foi contratada a convite da direção do hospital. A Padre da Posse forneceu ao Into água mineral superfaturada, com sobrepreço de 219% por garrafa, de acordo com os técnicos da CGU. Enquanto cada unidade de 600 mililitros deveria sair por R$ 0,77, o preço cobrado do hospital foi de R$ 2,46. Ao todo, a Padre da Posse Restaurante desviou mais de R$ 3,8 milhões do Into ao fornecer mercadorias – além de água, outros itens de alimentação – acima dos preços de mercado.
O maior dano ao Into foi causado pela Rufolo Empresa de Serviços Técnicos e Construções Ltda., uma empresa cujo amplo campo de atuação inclui fornecimento de lanches, desinsetização, abastecimento de fio dental, manutenção predial, limpeza e conservação. Os técnicos da Controladoria identificaram contratação de serviços sem necessidade comprovada, serviços contratados sem a comprovação de que tenham sido prestados e preços aprovados de acordo com as propostas encaminhadas pela própria Rufolo, ou por outras empresas com vínculos familiares e societários com a Rufolo. De acordo com a CGU, os prejuízos causados pela Rufolo ao Into alcançaram R$ 16,9 milhões. Outra empresa que também fraudou o hospital foi a Toesa. Ela cobrou valores acima do mercado na locação de ambulâncias e veículos de passeio. O sobrepreço calculado pela CGU, nesse caso, foi de R$ 522 mil.
O Into é um centro de referência no tratamento de doenças e traumas ortopédicos de média e alta complexidade. Conta com um banco de ossos e administra uma enorme fila de espera por transplantes. Apesar de sua importância na área de saúde, não é a primeira vez que se encontra no epicentro de fraudes. A Procuradoria da República apontara desvios de R$ 6,4 milhões entre 1997 e 2001 e denunciara 11 pessoas por formação de quadrilha.
Diante do quadro de corrupção, um jovem cirurgião ortopédico assumiu o Into em 2002, com a missão de combater o esquema e evitar novos roubos. Exatamente ele, Sérgio Côrtes, então com 37 anos. Côrtes sofreu represálias. Foi ameaçado de morte, e seu gabinete teve de ser vasculhado após uma ameaça de bomba. Côrtes chegou a recorrer a proteção policial. Agora, a suspeita de fraude ronda justamente sua gestão no Into, que ele deixou para assumir a Pasta de Saúde do Estado e virar um dos secretários mais próximos ao governador Sérgio Cabral (PMDB).
Em abril do ano passado, Côrtes ficou conhecido por um motivo constrangedor. Foi divulgada uma foto em que ele aparece de guardanapo na cabeça, com o empresário Fernando Cavendish, amigo de Cabral e dono da construtora Delta, acusada de fraudes em contratos com o Poder Público. Ele também foi filmado ao lado de Cavendish e Cabral num show do U2. O deputado federal Anthony Garotinho (PR), que divulgou em seu blog a foto e o vídeo, disse que o show ocorreu em Paris, em julho de 2009, e que a festa do guardanapo aconteceu no restaurante de um hotel também em Paris, dois meses depois.
Procurado para falar sobre os desvios apontados pela CGU no Into, Côrtes afirmou, por meio de sua assessoria, que não teve acesso ao relatório da CGU e que cabe à atual administração do Into se manifestar sobre o assunto. Ele disse ainda que todas as contas de sua gestão foram aprovadas pelo Tribunal de Contas da União.
Todos os anos, a CGU realiza operações especiais e auditorias em prestações de contas de gestores federais. Em abril de 2011, ela iniciou uma auditoria especial em hospitais federais no Rio de Janeiro, com o objetivo de examinar contratos de serviços terceirizados em diversas áreas, como locação de mão de obra, alimentação, serviços de engenharia e aluguel de equipamentos. No curso dessas análises, a CGU já detectara irregularidades em contratos fechados pelas empresas Padre da Posse, Rufolo, Toesa e uma quarta companhia, a Locanty Comércio e Serviços Ltda.
Uma empresa forneceu água mineral a hospitais com sobrepreço de 219% por garrafa   
Em março do ano passado, o programaFantástico, da TV Globo, denunciou um esquema de corrupção montado justamente por essas quatro empresas para tentar fraudar as licitações do hospital de pediatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Durante dois meses, um repórter gravou funcionários e donos dessas empresas oferecendo propina para vencer as concorrências. Em troca, diziam que forneceriam mercadorias e serviços a preços superfaturados. Em muitos casos, a valores muito acima dos preços de mercado, com margem para pagar a propina e ainda sobrar dinheiro para os corruptores.
Com base nessa denúncia, a Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros e Desvio de Recursos Públicos (Delefin) da Polícia Federal no Rio de Janeiro, chefiada pelo delegado Victor Poubel, abriu um inquérito para investigar todos os contratos dessas quatro empresas com órgãos federais no Rio. Logo na fase inicial, foram ouvidas pela Delefin mais de 50 pessoas, entre os donos das empresas envolvidas no esquema e dirigentes dos hospitais e órgãos federais. Partiu também da Delefin o pedido para que a CGU realizasse uma nova auditoria em todos os contratos das quatro empresas com o governo federal. Foi a partir dessa solicitação da Delefin que a CGU concluiu o relatório a que ÉPOCA teve acesso, com a descrição das fraudes.
Apesar de tantos elementos levantados pela CGU, a equipe da Delefin está com as mãos atadas há quase um ano. O pedido de renovação do inquérito está parado desde abril do ano passado na 10ª Vara Federal Criminal do Rio, cujo titular é o juiz Marcelo Luzio Marques Araujo. Sem essa autorização da Justiça, a PF não pode dar continuidade às investigações nem rastrear eventuais pagamentos de propina aos servidores públicos.
Se a PF está impedida de agir na esfera criminal, na área administrativa a CGU fez seu trabalho. O caso que mais chamou a atenção dos técnicos da Controladoria foi do Into, pelos valores envolvidos e pela frequência das fraudes. Mas os trambiques praticados em vários outros hospitais da rede federal também mereceram destaque no relatório da CGU. Um deles ocorreu no Hospital Federal do Andaraí (HFA). Foi lá que se verificou o abuso no preço do leite descrito no início desta reportagem. A empresa Padre da Posse, a mesma que forneceu água superfaturada ao Into, cobrou do HFA R$ 5,52 pelo litro do leite, mais que o dobro do valor unitário de referência estabelecido pela CGU, de R$ 2,36.
O relatório da CGU chegou em janeiro ao Ministério da Saúde e está na mesa do diretor do Departamento Nacional de Auditoria, Adalberto Fulgêncio. Ele disse que aprofundará o levantamento sobre as fraudes e, numa segunda etapa, enviará fiscais aos hospitais e ao Into. Essa equipe de campo identificará, consultando toda a papelada das licitações, os funcionários públicos responsáveis pelo prejuízo ao Erário. “Os maus pagadores, que geralmente são servidores públicos, serão punidos, e recuperaremos o dinheiro público recebido pelas empresas. No caso do Hospital do Andaraí, já evitamos o pagamento”, afirmou.
ÉPOCA falou com o empresário Adolfo Maia, dono da Padre da Posse Restaurante. Ele disse que, no preço da garrafinha de água e no litro do leite, estão incluídas as despesas com serviços para distribuí-los aos hospitais. Ele negou fraudes. O advogado Fábio de Carvalho Couto, que defende a Rufolo na área criminal, afirma que não há provas materiais de que a empresa tenha fraudado licitações ou corrompido funcionários públicos. Os responsáveis por Toesa e Locanty não telefonaram de volta.

  • Em dezembro, pacientes enfretavam filas que davam voltas no quarteirão para conseguir uma senha de atendimento no Into Foto: Márcia Foletto / O Globo / Arquivo: 03/12/2012
  • Fila quilometrica para pacientes pegarem senhas para atendimentos. Só 20 mil conseguiram.

Rede de desvios (Foto: Reprodução/Revista ÉPOCA)



Sérgio Côrtes, secretário da Saúde, e Carlos Wilson, secretário de governo, fazem papel ridículo em Paris.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

BOMBA! CPI do CACHOEIRA livra todo mundo inclusive CACHOEIRA!

Por Carlos Parrini ... 

Só DEUS na causa! Oito meses aparecendo na mídia, muito blá blá e blá, mais de R$ 100 mil gastos só em burocracia, muita blindagem inclusive de Sergio Cabral, Cavendish, Delta e centenas de corruptos e no fim, nada! Nem o Cachoeira foi denunciado. Essa é a CPI presidida pelo PT, assessorado pelo PMDB e a base alugada. Vocês acham que iria sair alguma coisa? Não só nada saiu, como vão continuar roubando até o MP entrar no circuito. Só tem um Problema: os Congressistas corruptos e aqueles que apoiam a corrupção já estão preparando a PEC 37 que corta as asas do MP, que então não teria mais poder para investigá-los e acusá-los como fizeram com o Mensalão e vão fazer na Operação Porto Seguro.
Por isso só Deus na causa, a não ser que vocês arregacem as mangas e façam algo como por exemplo assinarem essa Petição abaixo, contra a oficialização da impunidade:




Imaginem se o Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, não investigasse e denunciasse a quadrilha do Mensalão? José Dirceu e cia estariam roubando até hoje debaixo do nariz de Dilma, pois segundo ela, eles são pessoas de bem e inocentes. Como Cachoeira faz parte da outra quadrilha onde também estão envolvidos PTistas, tornaram-no inocente. Daí a Pizza. 
Culpados somos nós que votamos neles e deveríamos estar presos por sermos tão omissos com  o crime. Só DEUS na causa, rs.


terça-feira, 20 de novembro de 2012

#AcordaBrasil! 'Esses Delinquentes ultrajaram a República'.

Por Geraldo Almendra ... 

Com essa afirmação um ministro do STF qualificou os cafajestes que semearam
o apodrecimento da República, os condenados da gang do mensalão, e, 
obviamente, seus cúmplices, que ainda serão investigados, principalmente
o verdadeiro chefe da gang que deveria ser conduzido à prisão perpétua 
para que nunca ninguém mais se arvorasse a fazer do país, através de 
estelionatos eleitorais, um Paraíso de Patifes, e o poder público um 
Covil de Bandidos, praticando, indiretamente, milhares de mortes no 
país.
Os gravíssimos crimes cometidos por esses canalhas da corrupção
e do suborno justificariam plenamente, em qualquer país em que a 
Justiça mereça esse nome, o recolhimento dos seus passaportes e a 
proibição legal e imediata de seus movimentos sociais e políticos, que 
tentam de todas as maneiras jogar a sociedade dos ignorantes e dos 
esclarecidos canalhas contra a Corte Suprema do nosso país, praticando 
descaradamente e impunimente sucessivos crimes de lesa pátria.
Não tem o menor sentido que somente a partir de maio de 2013 possam ocorrer 
as prisões dos cafajestes da política condenados pelo STF.
– Como um bandido que mata alguém pode ser condenado e imediatamente preso, e essa
gang de cafajestes da corrupção e do suborno, responsável por milhares 
de mortes como consequência direta aos bilhões desviados que não foram 
aplicados, principalmente, na saúde, na segurança pública e no 
saneamento básico, podem continuar livres, leves e soltos, plantando 
todas as sementes possíveis para a desqualificação do STF e, 
consequentemente do Judiciário já imerso em um mar de corrupção?
Está absolutamente claro para todos os que não estão entorpecidos pelo 
assistencialismo comprador de votos, pela corrupção e pelo suborno, que a
gang do Mensalão, seus cúmplices e seu verdadeiro chefe, estão 
conspirando ativamente em todos os setores da sociedade para 
desqualificar o STF e consequentemente o julgamento desses patifes da 
gang do Mensalão.
Nunca os esclarecidos canalhas e os cafajestes do 
petismo fascista estiveram tão unidos para salvar o projeto de poder do 
PT que precisa, para sobreviver, evitar a qualquer custo a perda da 
presidência da República em 2014, sendo a eleição do prefeito da capital
de SP o ponto de partida para essa tentativa de mais um golpe contra 
nossa pátria. Esperamos que os eleitores da capital não se prestem a 
essa conspiração contra o país.
Acompanhamos outro ministro do STF 
enfatizar que o Mensalão faz parte de um projeto maior de ocupação 
política do Estado, de forma criminosa, com seus meliantes, promovendo 
vínculos definitivos com seus cúmplices do ramo empresarial, dos 
artistas, dos acadêmicos, dos jornalistas e dos estudantes 
universitários, todos aqueles que já rezam na cartilha do fascismo que 
está promovendo em larga escala a falência da família, com um sórdido 
projeto visando difundir em larga escala o homossexualismo masculino e 
feminino entre crianças e adolescentes, um hediondo projeto de poder de 
controle da família pela degeneração da conduta de seus filhos em idade 
de formação de caráter e personalidade.
O hediondo projeto de poder do PT foi desmascarado durante o julgamento do Mensalão. 
Cabe agora à sociedade continuar permitindo, ou não, que corruptos, cafajestes, 
estelionatários e subornadores continuem fazendo do país um Paraíso de 
Patifes e o poder público um Covil de Bandidos.
“Não se pode cogitar 
normal uma ordem política e social quando se tem um partido político 
corrompendo parlamentares. A gravidade dos fatos atenta contra a paz 
pública”. Ministro Gilmar Mendes.
“Esse processo revela um dos 
episódios mais vergonhosos da história política de nosso país, pois os 
elementos probatórios que foram produzidos expõem, aos olhos de uma 
nação estarrecida, perplexa e envergonhada, um grupo de delinquentes que
degradou a atividade política, transformando-a em plataforma de ações 
criminosas.” Ministro Celso de Mello.
Somente interessa às oligarquias e burguesias públicas delinquentes, e seus cúmplices 
ignorantes ou esclarecidos canalhas, que o PT continue dominando os 
poderes da República.
A sociedade, por omissão e covardia, não pode 
mais suportar a continuada degeneração moral das relações públicas e 
privadas e do covarde incentivo de desvios de conduta moral e ética de 
crianças e adolescentes para contrapor a autoridade da família.
Uma 
pergunta: - Por que Marcos Valério vai pegar 30 anos de cadeia e o 
verdadeiro chefe do Mensalão, por ele mesmo denunciado, continuará 
impune, livre, leve e solto, praticando crimes de toda a ordem para 
controlar o país através de um regime fascista, corrupto, subornador e 
totalitário?
Todos os cidadãos e cidadãs de bem, dignos e honrados 
deveriam pensar seriamente se é isso que desejam para o futuro de seus 
filhos e de suas famílias.
A sociedade brasileira poderá ser 
qualificada, em breve, definitivamente, como a mais omissa, a mais 
covarde e a mais corrupta do mundo ocidental, pois o falso chefe do 
Mensalão, o condenado José Dirceu, trabalha ativamente no submundo 
comuno sindical, para desqualificar, de forma definitiva, o Judiciário e
culpar a imprensa não cúmplice do PT pela sua condenação.
28/10/2012

http://www.jgpimentel.com.br/textos_siteview.asp?showmaster=1&sub_id=80&id=735&id_texto=735&key_m=735&ft_m=735&id_cat=7


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

#BOMBA! Cabral vai privatizar Maracanã depois de gastar fortuna.

Caraca! A sede de ganhar dinheiro é tão grande que nem esperam o término da Copa. Já querem prvivatizar o Maracanã. A mamata é tão boa que o felizardo já está escrito nas estrelas: Eike Batista.
Eike batista nasceu com a bunda pra lua. Ganhou um bilhete premiado, ops, poço cheio de petróleo do Pré-sal. Esse poço o tornou o 7º homem mais rico do Planeta. Perguntem ao Zé Dirceu que história é essa.
Mas agora, além de doar muitas obras para a DELTA, entre outras, Sergio Cabral resolveu doar o Maracanã depois de gastar nele R$ 1 Bilhão. 


É assim que funciona a Privatização dos PTistas, PMDBistas e outros da base comprada por Mensalões: O Governo gasta fortunas nas construções e reformas de Aeroportos, hidrelétricas, Maracanãs e outras obras faraônicas e depois entregam para os companheiros administrarem. Claro que os companheiros entram simbolicamente com uma mixaria, como fez Eike Batista e outras Empresas como a Delta. Depois recebem um empréstimo bilionário do BNDES para começarem a pagar daqui a 5 anos e juros baixíssimos com prestações suaves a perder de vista.


Tanto criticavam da Privatização Tucana e fazem muito pior, ou melhor, para os companheiros. FHC vendia empresas falidas e endividadas e ainda recebia dinheiro. Eles estão vendendo os filés e dando um prejuízo altíssimo aos brasileiros. Enquanto isso, os miguxos como Eike Batista, Cavendish, José Dirceu, Carlinhos Cachoeira, Fernandinho Beiramar deverão se reunir para fazer a dancinha dos guardanapos talvez em Cuba, pois lá a imprensa não entra e denuncia como fez com Cabral em Mônaco.

Guardadanapos de Paris



Governo lança edital para privatização do Maracanã na segunda-feira

Obras de reforma do Maracanã estão em estágio avançado. Foto: Consórcio Maracanã/Divulgação

Obras de reforma do Maracanã estão em estágio avançado
Foto: Consórcio Maracanã/Divulgação



PAULA BIANCHI
DIRETO DO RIO DE JANEIRO
O edital para a privatização do Maracanã será lançado nesta segunda-feira, anunciou nesta quinta o governador do Rio Sérgio Cabral. Segundo ele, que participou da solenidade de lançamento da pedra fundamental do hotel que irá receber a imprensa no Riocentro durante a Copa, o Estado espera ter o nome do vencedor da concessão junto com a entrega do estádio, em fevereiro de 2013.
"O ideal é que seja concomitante com o fim das obras, mais tardar no início de 2013", afirmou o governador. "Sugiro que várias empresas participem porque o Maracanã é um equipamento que, sobretudo nas mãos da iniciativa privada, pode dar alta rentabilidade. Menos pelo ingresso cobrado e mais pelos serviços que pode oferecer. É assim em todo o mundo."
Cabral disse ainda que a gestão do estádio pela empresa vencedora deve começar após a Copa das Confederações, em 2013. Ao todo as obras do Maracanã devem custar R$ 859 milhões. O edital não é definitivo, porque ainda será submetido à consulta pública. "O edital pode ser alterado, mas tudo dentro dos prazos, porque não podemos brincar com prazos."
O governador disse que a empresa vencedora precisará pagar outorga para garantir a concessão do Maracanã. Ele não divulgou, no entanto, o valor que precisará ser pago nem se o montante cobrirá os custos da reforma.
Com informações da Agência Brasil


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