Mostrando postagens com marcador contos e poesias.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador contos e poesias.. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Reflexões! Tudo que me faz feliz, se torna eterno em minha vida...



Tudo que me faz feliz, se torna eterno na minha vida
Mesmo que se vá, que eu não veja mais... Mas eu sinto.... 
Minhas recordações serão levadas pela eternidade... 
Enquanto eu puder escrever... Enquanto eu puder sonhar
Ainda que tentem me calar... Meu coração não vai calar
Ele pulsa por amor e assim vou escrevendo e sonhando... 
Mesmo sendo devaneio... Palavras de amor ou solidão...
Ficara gravado cada letra... Cada palavra saída de mim... 
As minhas verdades... Minhas alegrias... Minhas tristezas...
E porque não as minhas tristezas... Sou todos os sentimentos... 
Ora alegria, euforia... Ora chorona vazia... Sou tudo, sou nada...
Não faço a ninguém que eu não queira pra mim... 
Sou sonhadora, por isso escrevo... E meus sonhos...
Eu espalho pelo ar... Assim eu vivo cada um...
Cada momento, cada desejo... São sabores e dissabores... 
De alegrias e tristezas que vivi, lembranças que juntas me completam...
Sou uma mulher do presente, não vivo no passado... 
Mas as lembranças me fazem seguir em frente, lutar... 
Porque assim tudo que eu passei, senti, chorei, sorri...
Só me fizeram crescer... E ser uma mulher inteira emoção... 
Elaine Coletti






Mais sobre Elaine Coletti: https://www.facebook.com/elainerct

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Agente sofre, chora e ama...

Agente sofre, chora, ama. Não conseguimos viver sem isso, apesar de machucar muitas vezes, em algum momento, em alguma ocasião o que nos derrubou nos ajuda a levantar com mais força. Sentimos medo, mas ele nos ajuda a superar tudo o que achamos que somos incapazes de conseguir. Sentimos saudade, ela que nos mata cada vez mais por dentro. Sentimos amor, ele que nos mantem morto e vivo ao mesmo tempo. Sentimos a dor, ela que machuca e fere na maioria das vezes a nossa alma.
Amamos porque queremos ser amados. A vida nos ensina a amar, mas ela não nos mostra que por trás de todo esse amor, existe uma dor que nos mata aos poucos.
O que me resta agora é amar, e esquecer o que irá me fazer sofrer.

Leonardo Vieira



Postado por : @leooroch

segunda-feira, 14 de março de 2011

Refexões: Pulsos Morais ( via @netoartu )

Refexões: Pulsos Morais

O imoral me agride. Tenho a impressão que não sou nada! Não no sentido da minha existência física, pois essa não há como negar, mas sim de minha "inconsistência moral".
Tudo aquilo moralmente apreendido se esvai pelo ralo do imoral. Me sinto um estrangeiro num território inimigo tentando pronunciar uma unica palavra. Os pequenos pulsos morais pronunciados são refletidos por olhares desconfiados, sorrisos sarcásticos e um silêncio absoluto. Não há envolvimento moral nas questões obvias. O contexto imoral também procura me atingir. A verdade existe. 
Percebo a "inconsistência do meu ser". As verdades as quais eu estimava tanto  não existem mais. Estou só.
O imoral e seus mil argumentos infundados tenta vencer o meu pobre ser. Tenta tornar-me inconsistente, ou melhor, simplesmente ninguém. E eu mesmo sendo "ninguém", no leito da morte, ainda tenho pulso,  e o pulso, diria Titãs, ainda...  

Jamais deixarei de questionar o imoral.


MISÉRIA
CORRUPÇÃO
ANALFABETISMO
NEPOTISMO
INTOLERÂNCIA...


Artur
http://acncaleidoscopio.blogspot.com/



Compartilhe esta postagem no twitter e ganhe RT para mais de 100 mil seguidores

sábado, 12 de março de 2011

Reflexões: O Maquinista e o Passageiro via @netoartu

Maquinista e o passageiro



Olhando pela janela tenho a impressão de um caminho sem fim...mas logo me recordo das estações.
Olhando pela janela percebo o anonimato...quantas pessoas!Ao mesmo tempo nenhuma!
Sinto o cheiro forte dos freios, os insetos, a poltrona nada confortável e penso na noite escura que virá.
Sinto que estou só, porém feliz!
O farol não significa nada...a noite na mata me causa certo medo, mas sou corajoso. Acredito no maquinista.
O farol continua acesso, mas pouco ilumina...vejo muito pouco
O pandemônio dos trilhos, freio e solavancos me acalmam...a viagem continua.
O pandemônio das pessoas me assusta...a viagem continua. 
As horas não passam... 
Uma estação se aproxima, mas não devo descer, afirma meu pai.
As horas não passam...
Outra estação se aproxima, apenas assisto o leve sorriso.
Vejo as janelas e observo alguém.
Agora sim sou um anônimo. 


Se não Compartilhar, poucos saberão!!!




Curta, comente e compartilhe no FaceBook e apareça aqui: