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domingo, 18 de novembro de 2012

#BOMBA! Governo do PT continua enchendo os cofres da DELTA!

Por Carlos Parrini ... 

Isso parece mais uma charada. Mesmo com a Delta no meio do furacão da Cachoeira, mesmo com Carlinhos Cachoeira sendo um dos sócios ocultos da empresa, mesmo com um de seus Diretores preso, mesmo o Governo ter chamado-a de INIDÔNEA públicamente, continuam enchendo os cofres deles.


Para uma empresa inidônea que já fechou R$ 4 bilhões em contratos com o Governo para fazer o PAC, nada se sabe de concreto do que fizeram, apenas do que tem recebido seguro e certo. Tudo estranho já que contratos com empresas inidôneas já deveriam ter sido cancelados, a não ser que sejam muito mais que camaradas. Por se tratar de PT, espera-se de tudo. ou a DELTA é que sabe de tudo deles? Quem sabe qual é a charada? Vou dar a dica: desvio......


Vejam a Matéria:

Cofre abastecido

 Cavendish: o controlador
Os recursos públicos não param de jorrar na conta da Delta, de Fernando Cavendish. No ritmo em que a coisa vai, a parceira de Carlinhos Cachoeira deverá fechar o ano de 2012 como a segunda empreiteira que mais recebeu repasses do governo federal: 342 milhões de reais até agora.
Mais da metade deste total, foi liberado depois da prisão do ex-diretor da Delta Claudio Abreu, em abril. Acima da Delta, está a Odebrecht, com 796 milhões de reais.
Por Lauro Jardim

FONTE: VEJA

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

#BOMBA! OFFICE BOY de 20 anos recebeu R$ 33 milhões da DELTA.

Polícia, socorro! Proteja esse jovem pois ele pode ser apagado a qualquer momento. Talvez seja um pouco tarde pois ele já foi sequestrado por estranhos. 
Graças aos repórteres investigativos da Revista Veja, descobriram o paradeiro do felizardo, ops, vítima. Por enquanto estão tratando dele bem, tiraram ele da favela e agora ele está morando numa linda e maravilhosa casa em Jacarepaguá na cidade do Rio, sob forte esquema de segurança de bandidos.

Dancinha dos Guardanapos da Gangue de Cabral e Cavendish

Parecia até que o cara ganhou na mega-sena sozinho. Mas a VEJA, que tem denunciado as grandes corrupções jamais vista na história do Brasil, viu que não é nada disso. Trata-se de mais um laranja de Cavendish. Só que esse é diferente dos outros pois deixou muitos rastros que podem acabar de vez com a carreira de Sergio Cabral, Eduardo Paes, a Gangue dos Guardanapos, entre outros. 

Cabral com Cavendish e a gangue dos guardanapos em Paris

Esse rapaz sabe muito e é um arquivo ambulante e que pode passar para arquivo morto.
Socorro Polícia!!! Protejam esse rapaz, tirem-no das mãos de bandidos, pois ele pode salvar o Brasil.
Vejam a matéria transcrita da revista VEJA:


Aqui se esconde o laranja que pode escancarar o propinoduto da Delta

VEJA desta semana revela que uma operação foi montada para ninguém chegar perto de Bruno de Freitas. Ele pode revelar o propinoduto da empresa no Rio

Leslie Leitão


LIGAÇÃO PERIGOSA - Da favela para o condomínio Terra Nossa: Bruno (à esq.) tem muito que contar sobre seus negócios com a Delta de Cavendish (à dir.) 
LIGAÇÃO PERIGOSA - Da favela para o condomínio Terra Nossa: Bruno (à esq.) tem muito que contar sobre seus negócios com a Delta de Cavendish (à dir.)  (Oscar Cabral/Ed Ferreira/AE)

O paradeiro do contínuo Bruno Estefânio de Freitas, 20 anos, paira como um mistério na favela do Muquiço, Zona Norte do Rio de Janeiro, de onde ele evaporou sem deixar rastros há cerca de um mês. VEJA sabe para onde Bruno foi levado. Ele está instalado em uma confortável casa de condomínio fechado em Jacarepaguá. Atualmente, divide-se entre esse e outro endereço, onde vive sob permanente escolta de seguranças e de onde só sai mantendo-se invisível por trás dos vidros fumê dos carros. Mas por que tamanho empenho para fazer o contínuo desaparecer de circulação? A resposta emerge das próprias investigações. Bruno é peça-chave na rede de laranjas e fantasmas aos quais a construtora Delta repassou quase 1 bilhão de reais para irrigar campanhas e bolsos de políticos de todo o país. Recém-saído da adolescência e hoje desempregado, o rapaz consta como dono de uma pujante empresa de terraplenagem que, entre março de 2011 e maio de 2012, recebeu 33 140 000 reais da Delta. VEJA revelou em julho que ele entrara no radar do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Fazenda, ao chegar a uma agência bancária na Barra da Tijuca, com escolta armada, e sacar de uma só vez 5 milhões de reais. A CPI que investiga o bicheiro Carlinhos Cachoeira, enroladíssimo no esquema, está ciente da existência de Bruno - o único, entre vários laranjas já identificados, a ser flagrado com a mão na massa. Na semana passada, chegou-se a discutir sua convocação. Mas, em vez de darem o passo decisivo para revolver o lamaçal de corrupção, os deputados e senadores optaram por suspender os trabalhos até o fim do primeiro turno das eleições municipais.

Nas últimas três semanas, VEJA rastreou os passos do contínuo, que foi instalado com pai, mãe e irmãos em uma casa de quatro quartos, piscina e churrasqueira no Condomínio Terra Nossa, vizinhança onde os altos muros garantem a privacidade. Segundo um funcionário, há pouco mais de um mês um homem passou de carro pela portaria perguntando se havia casas para alugar. “Eu disse que tinha duas. Poucos dias depois, ele voltou com o caminhão de mudança acompanhado desse rapaz, o Bruno.” Desde então, o vaivém de veículos no lugar aumentou muito. Em 12 de agosto, Dia dos Pais, Bruno foi visto circulando ali a bordo de um Gol preto, com um homem ao lado e mais dois carros atrás. “Parece um esquema profissional de escolta”, diz um vizinho. Há duas semanas, ele não é mais visto no condomínio. Tem passado a maior parte do tempo na outra casa próxima que o esquema de corrupção pôs à sua disposição.
No casarão do Terra Nossa, VEJA encontrou a mãe de Bruno, Sandra, que se assustou ao ser questionada sobre quem estaria escondendo seu filho: “Pelo amor de Deus, não pergunta nada porque eu não posso responder”. Proprietário do imóvel, o engenheiro panamenho Roberto Castrejón Cedeño afirma que o aluguel é pago em dia. “Não sei nada dessa história de laranja. Antes de fechar o negócio, chequei as informações do locatário e concluí que era uma pessoa idônea”, limita-se a dizer Castrejón. Tivesse se dado ao trabalho de visitar a sede da empresa da qual Bruno é sócio, a MB Serviços de Terraplanagem, em Saquarema, a 100 quilômetros do Rio, teria chegado a outra conclusão. No local funciona uma consultoria financeira onde ninguém nunca ouviu falar do contínuo. Além da Delta, a MB não tem nenhum outro “cliente”.
As respostas à maioria das questões que envolvem o nome do laranja estão ao alcance da CPI. O próprio quadro societário da MB fornece uma pista. Um dos sócios, Marcelo Astuto, é parceiro em outra empresa do operador de mercado financeiro Horácio Pires Adão, processado em 2005 junto com ninguém menos do que o dono da Delta, Fernando Cavendish - por fraudes no fundo de pensão dos funcionários da companhia de águas e esgotos do estado do Rio, Cedae. O fato de ter ido a um banco e sacado milhões comprova que Bruno tem participação ativa no bando e, se resolver falar, pode implicar muita gente. “Temos informações de que ele não é um mero laranja, mas sim um operador do esquema do PMDB no Rio”, afirma o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), membro da CPI. Com os trabalhos em Brasília suspensos, o contínuo, que trocou de endereço duas vezes em um mês, ganha tempo para submergir de novo.


terça-feira, 7 de agosto de 2012

#BOMBA! DELTA pagou R$ 300 milhões para EMPRESAS FANTASMAS

Essa é a Empresa contratada por Dilma para executar 80% do PAC. Contratada por Sergio Cabral e Augusto Paz para fazer quase todas as obras do Rio de Janeiro. Mas quem fatura mesmo são as empresas fantasmas companheiras desses corruptos. Vejam um exemplo:


As obras só existem no papel e mesmo assim são pagas. Como elas realmente não foram executadas e nem interessou ao governo saber se isso aconteceu de fato, o dinheiro foi para as empresas fantasmas. As empresas fantasmas que muitas vezes foram criadas em nome de ignorantes ou coniventes, cuidam de devolverem o dinheiro aos seus legítimos donos, os corruptos. Quando eles são pegos com a boca na botija, dizem que esse dinheiro era sobra de campanha, caixa 2 ou verba não contabilizada. E conseguem  se safar da Policia e vivem felizes até que o Diabo os carregue. Pois cadeia mesmo só existe pra pobre, preto e puta.
Sinceramente não acredito que o POVO goste de Dilma, que embora esteja num mar de lama, só vive trocando bandidos por outros iguais. Isso me faz imaginar que IBOPE só pesquisa fantasmas porque o povo embora seja babaca e muitas vezes otário, não é BURRO. Quero crer.

Vejam a matéria:


Delta pagou R$ 291 milhões a empresas fantasmas

Por Lauro Jardim, no Radar:
O levantamento mais recente realizado pelos técnicos do gabinete de Alvaro Dias sobre as movimentações bancárias da Delta Construções mostra que a empreiteira de Fernando Cavendish repassou, entre 2002 e 2012, cerca de 291 milhões de reais a um conjunto de dezesseis empresas fantasmas.
E tem mais: os técnicos tucanos acreditam que essa montanha de dinheiro paga ao laranjal da Delta pode ser ainda maior. Primeiro porque a CPI mista do Cachoeira ainda não recebeu todos os dados bancários da construtora. E, segundo, porque, no material examinado pela CPI, os técnicos já encontraram cerca de 2,8 bilhões de reais pagos pela Delta a destinatários desconhecidos.
(…)
Por Reinaldo Azevedo


sábado, 4 de agosto de 2012

#Bomba! DELTA Transferiu R$ 72 milhões para CACHOEIRA!

Como já falado aqui, Carlinhos Cachoeira é um dos Sócios ocultos da DELTA. Não é de se admirar que a CPI tenha descoberto mas esta transferência milionária da Delta para o Cachoeira. Mas isto aí é pouco, resta saber quando a CPI vai exigir a quebra do Sigilo de Cabral e Eduardo Paes do Rio de Janeiro. Principalmente a do Cabral que vivia andando de jatinhos e helicópteros com Cavendish, Dono da Delta, entre o Resort na Bahia, França e EUA. Olha que Cabral e Cavendish são tão íntimos que o Governador mora na casa desse empreiteiro, sócio do Governo do Estado. Vejam AQUI. Por isso é fácil de se chegar a conclusão que Cabral também seja sócio oculto de Cavendish e Cachoeira. Se Eduardo Paes não for outro sócio oculto, pelo menos deve ser membro dessa quadrilha que executam obras faraônicas superfaturadas e desnecessárias. Um bom exemplo disso é a reforma do Maracanã que está saindo o dobro de um estádio novo.
Apesar das blindagens e sociedades entre mafiosos, mas cedo ou mais tarde a casa caí. Vide o Mensalão que diziam que nunca existiu.



Vejam a motícia:

2
8:02 \ Brasil

IIrrigação de laranjas: CPI descobre novas transferências milionárias da Delta para Cachoeira

Cachoeira: laranjal
Nos últimos dias a CPI do Cachoeira conseguiu comprovar a transferência de mais 72 milhões de reais da Delta, de Fernando Cavendish, para empresas-fantasma de Carlinhos Cachoeira entre 2009 e 2012.
Por Lauro Jardim


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domingo, 20 de maio de 2012

#BOMBA! Segredo de Cavendish da DELTA é uma Bomba Atomica:

Quando mais um dos aloprados do PT, Cândido Vaccarezza, foi pego em flagrante enviando torpedo tranquilizando Sergio Cabral que ele estava sendo imunizado na CPI do Cachoeira, na realidade ele está tentando não só salvar o Chefe da quadrilha da dança dos guardanapos de Paris, mas todos os que estão envolvidos com essa  grande falcatrua que envolve desde Dilma, que encheu a DELTA de Obras do PAC, até o Senador Demóstenes, já expulso do DEM. Por isso que nem o Chefe da Delta, nem os governadores Sergio Cabral, Agnelo Queiroz e Marconi Perillo, que são os principais envolvidos no Esquema de Carlinhos Cachoeira, foram intimados a depor.
Esse é um tipo de crime que não pode virar pizza e haver impunidade, pois envolve desvio de dinheiro público, e é inafiançável. E como todos sabem, quem comete esse crime vai para a cadeia. Por isso que não querem que o Mensalão seja julgado. Por isso querem esconder Cavendish, Cabral e outros tubarões. Pensavam que o Senador Demóstenes era só uma sardinha, mas é um tubarão como todos eles. Tubarão que sabe muito. Eles só tem uma saída: Ou matam Demóstenes, Cavendish e Carlinhos Cachoeira, como fizeram com os Prefeitos PTistas Celso Daniel e Toninho do PT, ou transformam tudo em pizza.
Depois é só criarem mais algumas bolsas esmolas, Rock in Rios, Copas e Olimpíadas e o povo esquecerá dessa corrupção que é a maior na história do Brasil.
Ah, ia me esquecendo. As pessoas de bem e que acompanham perplexos de toda essa sujeira, não podem ficar sem os narizes de palhaços para que os Aloprados do PT, não parem de dar muitas gargalhadas.

Leiam a excelente matéria divulgada pela Revista VEJA:


Segredos de Cavendish preocupam PT e seus aliados

Acusada de irregularidades e pagamento de propina, a construtora Delta, uma das maiores do país, agoniza. Nos bastidores, seu dono ameaça revelar segredos que comprometeriam políticos e outras grandes empreiteiras

Otávio cabral e Daniel Pereira
Blefe? - Fernando Cavendish, proprietário da Delta, tem enviado recados a grandes empreiteiros e políticos sobre o risco de surgirem revelações envolvendo caixa dois e dinheiro para campanhas eleitorais
Blefe? - Fernando Cavendish, proprietário da Delta, tem enviado recados a grandes empreiteiros e políticos sobre o risco de surgirem revelações envolvendo caixa dois e dinheiro para campanhas eleitorais (Cristiano Mariz e Oscar Cabral)
É absolutamente previsível a explosão que pode emergir de uma apuração minuciosa envolvendo as relações de uma grande construtora, no caso a Delta Construções, e seus laços financeiros com políticos influentes. A empreiteira assumiu o posto de líder entre as fornecedoras da União depois de contratar como consultor o deputado cassado José Dirceu, petista que responde a processo no Supremo Tribunal Federal (STF) no papel de "chefe da organização criminosa" do mensalão. Além disso, consolidou-se como a principal parceira do Ministério dos Transportes na esteira de uma amizade entre seu controlador, Fernando Cavendish, e o deputado Valdemar Costa Neto, réu no mesmo processo do mensalão e mandachuva do PR, partido que comandou um esquema de cobrança de propina que floresceu na gestão Lula e só foi desmantelado no ano passado pela presidente Dilma Rousseff. A empreiteira de Cavendish é dona da maior fatia das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e tem contratos avaliados em cerca de 4 bilhões de reais com 23 dos 27 governos estaduais. Todo esse império começou a ruir desde que a Delta foi pilhada no epicentro do escândalo envolvendo o contraventor Carlos Cachoeira. Se os segredos de Cachoeira são dinamite pura, os de Cavendish equivalem a uma bomba atômica. Fala, Cavendish!
Na semana passada, a CPI do Cachoeira aprovou a convocação de 51 pessoas e 36 quebras de sigilo bancário, fiscal e telefônico. Os números foram festejados pela cúpula da comissão como prova inconteste da disposição dos parlamentares para investigar os tentáculos da máfia da jogatina nos partidos políticos, na seara das empreiteiras e na administração pública. Sob essas dezenas de votações, no entanto, esconde-se a operação patrocinada pelo ex-presidente Lula e alguns políticos para impedir que a bomba atômica de Cavendish seja detonada. A estratégia é enaltecer as convocações e quebras de sigilo relativas a empresas e personagens já fartamente investigados pela Polícia Federal. Assim fica mais fácil despistar as manobras para evitar que Cavendish conte tudo — mas tudo mesmo — o que sabe sobre como obter obras públicas pagando propinas a pessoas com poder de decisão nos governos. Investigar a Delta, aliás, foi considerada a tarefa prioritária pelos próprios delegados da Polícia Federal que prestaram depoimento à CPI. Eles disseram que desvendar os mecanismos subterrâneos de concessão de obras públicas no Brasil seria o maior legado da CPI. Fala, Cavendish!
Deflagradas pela Polícia Federal, as operações Vegas e Monte Carlo revelaram o envolvimento do contraventor Carlos Cachoeira com políticos como o senador Demóstenes Torres (ex-DEM) e Cláudio Abreu, ex-diretor da Delta na Região Centro-Oeste. Entre outras atividades, o trio agia para abrir os cofres dos governos estaduais e federal à empresa. Para tanto, ofereceria propina em troca de contratos. A PF colheu indícios desse tipo de oferta criminosa, por exemplo, em Goiás e no Distrito Federal. Foi com base nessa delimitação geográfica que os petistas defenderam uma investigação sobre a atuação da empreiteira apenas na Região Centro-Oeste — tese que saiu vitoriosa na semana passada. "Não há conversa gravada do Cachoeira com o Fernando Cavendish. A CPI não pode se transformar numa casa de espetáculo", bradou o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). "A generalização beira a uma devassa", reforçou Paulo Teixeira (PT-SP). Os petistas cumpriram à risca as ordens dadas por Lula um dia antes, quando ele esteve em Brasília para a cerimônia de instalação da Comissão da Verdade. A ordem foi calar Cavendish. Mas o correto é o contrário. Fala, Cavendish!
O ex-presidente sabe do potencial de dano ao PT e a seus aliados caso Fernando Cavendish conte como a sua Delta conseguia seus contratos de obras e, em troca, pagava políticos. Numa conversa gravada com ex-sócios, Cavendish os incentivou a cortar caminho para o sucesso comprando políticos. Na tabela da corrupção da Delta, um senador, por exemplo, custaria 6 milhões de reais. A Delta tem obras contratadas por governadores pertencentes aos maiores partidos do país — PT, PSDB e PMDB. Será que essa onipresença da Delta explica as razões pelas quais a CPI decidiu não chamar para depor os governadores Agnelo Queiroz (PT-DF), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Sérgio Cabral (PMDB-RJ)? O deputado Vaccarezza deu a resposta. "A relação do PMDB com o PT vai azedar na CPI. Mas não se preocupe, você é nosso e nós somos teu", escreveu em idioma parecido com o português o deputado Vaccarezza numa mensagem de celular destinada ao governador Sérgio Cabral. Captada pelas câmeras de televisão do SBT, a mensagem revela de forma inequívoca o grande arranjo para calar o dono da Delta, amigo íntimo de Cabral. Portanto, é bom repetir a palavra de ordem que pode salvar a CPI do fracasso. Fala, Cavendish!
a delta desmorona
Nos bastidores, Cavendish tem falado. E muito. Ele usou interlocutores de sua confiança para divulgar suas mensagens. Uma delas foi endereçada aos políticos. Seus soldados espalharam a versão de que a empreiteira destinou cerca de 100 milhões de reais nos últimos anos para o financiamento de campanhas eleitorais — e que o dinheiro, obviamente, percorreu o bom e velho escaninho dos "recursos não contabilizados". Uma informação preciosa dessas deveria excitar o ânimo investigativo da CPI do Cachoeira. Os mensageiros de Cavendish também procuraram solidariedade na iniciativa privada. A arma foi ressaltar que o caixa dois da Delta, que serviu para financiar campanhas, segue um modelo idêntico ao de outras empreiteiras, inclusive usando os mesmos parceiros para forjar serviços e notas fiscais frias. A mensagem é: se atingida de morte, a Delta reagiria alvejando gente graúda. Como o navio nazista Bismarck, a Delta afundaria atirando. Faria, assim, um bem enorme ao interesse coletivo, mas seria mortal aos interesses privados. Os mensageiros de Cavendish têm espalhado que a mesma empresa fornecedora de notas frias da qual sua construtora se servia abastecia outras duas grandes empreiteiras. São essas ameaças, somadas à coloração suprapartidária dos contratos firmados, que azeitam a blindagem da Delta. Como saber se Cavendish está apenas blefando em uma clássica operação de controle de danos? Levando-o à CPI. Fala, Cavendish!
Desde a eclosão do escândalo, a Delta foi forçada a deixar as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), encomendadas pela Petrobras, e da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), sob responsabilidade do Ministério dos Transportes. A polêmica sobre o destino da empreiteira pôs a presidente e o antecessor em rota de colisão pela segunda vez em menos de dois meses. Lula patrocinou a criação da CPI do Cachoeira ao considerá-la uma oportunidade de desqualificar instituições que descobriram, divulgaram e investigaram o esquema do mensalão, como a imprensa, o Ministério Público, o Judiciário e a oposição. Logo após a abertura da CPI, Fernando Cavendish passou a negociar a empresa com o grupo J&F, cujos donos eram parceiros preferenciais do governo Lula. A venda foi orquestrada pelo ex-presidente. O papel de Henrique Meirelles, presidente do Banco Central nos oito anos de mandato do petista e atual CEO do J&F, na manobra ainda não está claro. Meirelles não comenta, mas sabe-se que ele, desde os tempos de BC, não assina nada que não tenha a chancela de seus advogados particulares.
Cristiano Mariz
Vergonha nacional - Collor e o petista Cândido Vaccarezza: constrangimento à imprensa e troca de gentilezas com o governador Sérgio Cabral
Vergonha nacional - Collor e o petista Cândido Vaccarezza: constrangimento à imprensa e troca de gentilezas com o governador Sérgio Cabral
O J&F tem 35% de suas ações nas mãos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Mais que isso. Tomou emprestados mais de 6 bilhões de reais no banco. É, portanto, uma empresa semiestatal. Por meio de assessores, a presidente Dilma Rousseff deixou claro que seu governo não apoia a encampação da Delta pelo grupo J&F. A contrariedade de Dilma foi explicitada pela decisão das estatais de tirar a Delta de obras do Dnit e da Petrobras. Dilma determinou à Controladoria-Geral da União (CGU) que declare a empreiteira inidônea e, portanto, proibida de fechar contratos com a União. "O governo fará tudo o que estiver a seu alcance para esse negócio não sair", diz um auxiliar da presidente. Quem conhece Fernando Cavendish mais de perto garante que ele nem de longe vestiria o traje de homem-bomba. Mas como ter certeza de que tem potencial explosivo ou apenas quer minimizar os ataques a ele e a sua empresa? Levando-o à CPI. Vamos lá, coragem. Fala, Cavendish!



quinta-feira, 17 de maio de 2012

#Bomba! CABRAL empresta R$ 5 milhões a irmão de Secretário:

Tá indo longe demais essa história de Lula querer pegar o Governador Marconi Perillo da Oposição, através da CPI do Cachoeira. Tanto incentivou essa CPI que agora está respingando em todos, inclusive nele próprio que é acusado de também ter recebido R$ 1 milhão do Bicheiro. 
Enquanto a Oposição tem 1 ou 2 envolvidos com o criminoso, o PT e seus aliados tem dezenas, inclusive o Governo Federal. Todos sabem que Carlinhos Cachoeira = DELTA = PAC = Sergio Cabral = Agnelo Queiroz = Marconi Perillo = Governo Federal. Todos estão alinhavados.
Só que essa CPI está querendo tirar fora os Governadores de serem investigados, Querem investigar apenas a DELTA do Centro Oeste, por que? Porque se Investigarem a DELTA do Rio de Janeiro, por exemplo, vão chegar em Sérgio Cabral, o Vice Pezão e o Prefeito Eduardo Paes, todos envolvidos até o pescoço com negociatas com a DELTA.
Mas não é só com a Delta que Sergio Cabral aprontou. Embora tenha gastado mais de R$ 400 mil dos cofres públicos fazendo festas e danças dos Guardanapos na França, ainda empretou indevidamente dinheiro para integrantes dessa patota.
Lula fez sucesso não vendo, ouvindo ou não sabendo de nada de ruim que acontecia debaixo de seu nariz, mas não conseguiu ser bem sucedido em evitar dar tiros no pé.


Vejam a matéria:


GOVERNO CABRAL EMPRESTA 5 MILHÕES A EMPRESA DO IRMÃO DO SECRETÁRIO QUE PARTICIPOU, EM PARIS, DA DANÇA DO GUARDANAPO!
           
(Folha de SP, 17) 1. Uma empresa administrada pelo irmão do secretário de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes, obteve R$ 5 milhões de financiamento do governo do Estado. O dinheiro para a DFV Comercial e Industrial Ltda foi liberado antes de a empresa possuir a licença completa para funcionar. A verba saiu em 2 de dezembro de 2010, sendo que as autorizações de funcionamento foram concedidas pelas secretarias de Ambiente e da Saúde apenas em junho e dezembro de 2011, respectivamente.
               
2. A apresentação de toda a documentação é uma das exigências para que empresas ganhem o incentivo público no Rio, segundo informação passada no início da semana por Maurício Chacur, presidente do Investe Rio, programa de crédito do governo.  A DFV é administrada por Nelson José Côrtes da Silveira, irmão de Sérgio Côrtes. O secretário estadual de Saúde fez parte da comitiva do governador Sérgio Cabral, em 2009, em viagem a Paris. Em uma foto dessa viagem, divulgada pelo deputado federal Anthony Garotinho (PR), Côrtes aparece dançando, acompanhado de outros secretários, com um guardanapo na cabeça.




Charge de Aroeira, do jornal O Dia
Charge do Aroeira - Jornal O Dia


quinta-feira, 10 de maio de 2012

#Bomba! MP veta venda da DELTA para JBS por irregularidades!

Ufa! Ainda bem que alguém brecou essa pouca vergonha. Se andasse como estava sendo divulgado, o Governo seria Investigador ao mesmo tempo em que é investigado. Investigado porque ainda tem de se explicar porque fechou tantos contratos bilionários com A Delta que também tem assessoria de Carlinhos Cachoeira, Sergio Cabral e José Dirceu. Investigador porque se o BNDES fosse o comprador  via JBS, acabaria tendo que investigar ela própria. Assim, poderia até dar sumiço nas documentações que comprometeriam eles próprios e preservar aqueles que pudessem prejudicar a oposição como eles tentaram fazer através de Quebras de sigilos desautorizadas ou Dossiês.
Mas Ufa! O MP entrou no caso.

Vejam a matéria divulgada pelo Blog do Aluizio Amorim:

 MINISTÉRIO PÚBLICO BRECA A VENDA DA DELTA AO REQUERER INVESTIGAÇÃO SOBRE IRREGULARIDADES NA TRANSAÇÃO

Cavendish, o dono da Delta, diverte-se em Paris com seus amigos. (Foto do blog do Garotinho que está vazando as fotos da gangue dos guardanapos, como vem sendo denominada essa turma alegre e descontraída...)
O procurador regional da República no Rio de Janeiro, Nívio de Freitas Silva Filho, requereu nesta quinta a abertura de procedimento - provavelmente será um inquérito civil público - para apurar possíveis irregularidades na venda da construtora Delta, alvo de denúncias de fraude, corrupção e superfaturamento, ao grupo J&F. O objetivo, segundo o procurador explicou, é evitar que a empreiteira, sob investigação da CPI do Cachoeira, venda seu patrimônio, que deve ser preservado, explicou, para garantir o pagamento de futuras ações na Justiça. "A Delta provavelmente será processada em vários Estados", afirmou o procurador. "Não pode alienar seu patrimônio".
A investigação foi requerida por ofício à Procuradoria da República no Rio (a primeira instância do Ministério Público Federal no Estado), responsável pela apuração porque a Delta tem sede na capital fluminense. O pedido foi encaminhado ao setor de Tutela do Patrimônio Público do MPF. Uma das sugestões de Silva Filho foi que seja tomada "medida urgente" para evitar que os controladores "se elidam" (escapem) às suas responsabilidades - por exemplo, o pedindo a indisponibilidade dos bens dos acionistas da empresa. O controlador da Delta é o engenheiro Fernando Cavendish, que se afastou, pelo menos oficialmente, do comando da empresa, para facilitar a sua venda. A decisão sobre qual medida tomar, porém, será do procurador que cuidará do caso.
"A se confirmarem os indícios (de ilegalidades na Delta), diversas ações judiciais deverão ser propostas, uma para cada negociação", explicou o procurador regional.
Segundo Silva Filho, um dos motivos para a ação do MPF no caso é a participação de 31% do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no capital da JBS, principal controlada da J&F. "Caso se concretize esse negócio, por força de sua participação acionária no grupo JBS, o BNDES, em evidente afronta aos princípios da legalidade e moralidade, irá inexoravelmente participar de empresa sobre a qual recaem notícias da prática de graves ilicitudes e que se sujeita a ser declarada inidônea para contratar com o poder público", declarou ele, que é procurador-chefe-substituto da Procuradoria Regional da República da 2ª Região (RJ/ES).
No ano passado, a Procuradoria abriu um inquérito civil público para investigar a regularidade da participação do BNDES no grupo JBS.
Banco
Nesta quinta à tarde, o vice-presidente do BNDES, João Carlos Ferraz, afirmou que o banco não participará como sócio da Delta caso a construtora seja vendida para a J&F. O executivo disse que o banco não terá nenhuma participação no financiamento do possível negócio, nem precisa ser consultado sobre o assunto. Do site do Estadão





SOCORRO! Comprem a DELTA, ela não pode FALIR!

Caso sério! 
Não podem deixar a DELTA Falir, ela tem muitas falcatruas, ops, contratos fechados e que não podem ser desperdiçados. Já pensou se um oposicionista compra a Delta ou alguém do PIG? Muita lama pode rolar. 
Comprem a Delta mesmo que seja por empresas sócias do BNDES. Se não tiver dinheiro, compre fiado que lhes financiaremos a perder de vista com juros irrisórios. 
Mas não deixem que ela quebre fraudulentamente, para que o MP e a Policia não intervenha e ponha tudo a perder, nesse ano eleitoral.
Façam como fizeram com a VARIG, usem laranjas internacionais  que a comprem por US$ 25 milhões e revenda-na para a GOL por R$ 600 milhões.
Façam o mesmo que fizeram com a ELETRONET estatal. Vendam-na para amigos do José Dirceu por R$ 1,00 (um reaus).
Doem-na como fizeram com a Petrobrás Boliviana. Demos de graça mas continuamos investindo nela pois precisamos de seu gás, mesmo que já estejamos AUTO-SUFICIENTES e o EVO Cocaleiro Morales tenha aumentado abusivamente seu preço.
Comprem e empurrem com a Barriga assim como fizemos com o mensalão por 10 anos, renováveis por mais 10 anos. Enquanto isso continuaremos roubando porque ainda não fomos julgados e condenados.
Eu recomendo: Comprem a DELTA! Ela já está com os contratos superfaturados, está no PAC, e tem negócios Bilionários. Só precisam manter os trambiques com Sergio Cabral, Agnelo Queiroz, Carlinhos Cachoeira, Eduardo Paz, Governo Federal, Senador Demóstenes, PT e metade da torcida do Avaí.
SOCORRO! Comprem a DELTA!!! Mas por favor, ABAFEM o caso!


Venda da Delta? Tem boi na linha! Ou melhor: uma boiada!

Unha encravada, espinhela caída, defluxo, “nervos no sangue” (como dizia uma vizinha da minha infância)??? Para qualquer um desses males, incluindo a construtora Delta, chame o grupo JBS!
Nunca antes na história destepaiz uma construtora sólida, uma das gigantes do ramo, um potentado, que abocanhava tudo quanto era obra pública — especialmente aquelas que integravam a marca “PAC” — se esfarelou com tanta rapidez. Vai ver Marx e Engels anteviam a situação da Delta quando escreveram no Manifesto Comunista: “Tudo o que era sólido se desmancha no ar; tudo o que era sagrado é profanado, e as pessoas são finalmente forçadas a encarar com serenidade sua posição social e suas relações recíprocas.” Ali eles se referiam ao desmanche de uma velha ordem e à instauração de uma nova. Esse troço da Delta parece ser só mais um movimento da… velha ordem petista.
Não venham me dizer que é convencional uma empresa se esfarelar por causa de dois meses de noticiário negativo. Ainda que pudesse haver práticas irregulares espalhadas Brasil afora, o fato é que a Delta tem contratos bilionários com governos, obras contratadas, muito dinheiro a receber. Por que esse desmanche?
“Ah, é que virão as dificuldades, agora, para receber…” Digam-me: as dificuldades cessarão sob nova direção? O que quer que tenha ocorrido de ilegal, se ocorreu, na contratação de obras não beneficiará também os novos controladores da empresa? Essa já é a história mais mal contada do capitalismo à moda petista.
O grupo que passará a controlar a Delta tem 30% do capital do BNDES, certo? Logo, o estado brasileiro — e, mais especificamente, o governo — passa a ser sócio desse novo empreendimento. Na condição de acionista, terá um duplo papel: de investigado e de investigador.
Pergunto ainda: quanto vale, afinal de contas, a Delta? Para que haja essa corrida, assim, meio destrambelhada, suponho que a resposta seja: “Nada!” Vale os contratos que tem — e olhem lá. O que há nos bastidores dessa história? Desde o primeiro momento, escrevi aqui duas coisas: a) há uma operação para preservar a Delta da investigação; b) há uma operação de desmonte da arquitetura gerencial da Delta.
Num Parlamento com mais independência, essa construtora, sim, mereceria uma CPI só para ela. Nenhuma empresa com existência real, com sócios-controladores que zelem pelo negócio, se desmancha, assim, porque um contraventor caiu na escuta da Polícia Federal. A Delta está sendo demolida, infiro, não por tudo o que já sabemos a seu respeito, mas por aquilo que ainda não sabemos.
A operação em curso parece ser uma forma de tentar impedir que saibamos. Eis aí matéria para o jornalismo investigativo. Mas cuidado, repórteres! Só se encontrem com as fontes nus (também as fontes), numa cafua à prova de escuta. Se tiverem de falar ao telefone, tratem o interlocutor aos chutes e pontapés para que, caso a conversa vaze, não haja suspeita de conluio.
Que coisa, não!? Com uma Delta no meio do caminho, alguns patriotas queriam e querem ainda investigar a imprensa…
Por Reinaldo Azevedo





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