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domingo, 13 de maio de 2012

#BOMBA! Secretario José Beltrame do Rio é um Vilão vestido de Mocinho.

Como todos vocês estão carecas de saber, o Rio de Janeiro é um Estado onde a corrupção age em todas as esferas. Com Delta ou sem Delta, o Governador Sergio Cabral sempre tem arrumado jeitos de assaltar os cofres públicos, seja gastando mais de US$ 400.000 com festas em Paris, seja em obras sem licitação, seja em obras superfaturadas e licitadas para amigos, ou até mesmo em carros alugados para a segurança pública, custando três vezes mais caros que os comprados diretamente das concessionárias. Mas este último assalto , foi feito pelo seu pupilo José Beltrame. Cara que tentam mostrar de santo do pau oco mas que tem dado prejuízos imensos aos cofres públicos. Um dos prejuízos é essa ideia que deu de alugar toda a frota de 1.200 carros. Com esse aluguel feito de empresa de comparsa, daria para comprar 12.000 carros.

Vejam a denuncia feita pelo Blog do Garotinho onde vocês podem encontrar mais detalhes:



Como lhes mostrei mais cedo no blog, a biografia do secretário José Mariano Beltrame é bem diferente daquela que muitas pessoas, induzidas pela mídia, acreditavam e até louvavam. Beltrame não passa de um personagem criado pelos marqueteiros de Cabral para ser visto como um paladino da ordem pública, mas que o tempo e os fatos vêm se encarregando de lhe tirar a máscara. Agora quer abandonar o barco de Cabral porque está vendo que o naufrágio se aproxima. Quer sair como mocinho do mar de lama do governo Cabral. Mas como disse na postagem da manhã, Beltrame de mocinho não tem nada. É mais um vilão que participa do maior assalto aos cofres públicos que o Rio de Janeiro já viu em toda a sua história. 

Na onda do filme Tropa de Elite 1, Beltrame convenceu Cabral a terceirizar a frota da PM, alegando que serviria para colocar mais policiais nas ruas e que isso geraria economia para os cofres públicos. Por isso, em 2008 fechou um contrato com a empresa Júlio Simões Logística Ltda / SA para alugar Gols 1.6 (modelo básico) para a Polícia Militar. O preço do aluguel de cada viatura por ano dava para comprar dois veículos 0 KM e ainda sobrava dinheiro. Um preço muito acima do praticado no mercado. Em 2008, o aluguel mensal de cada viatura era de R$ 4.000. Um contrato semelhante, embora por valores menores, fechado pela empresa Júlio Simões com a PM da Bahia foi denunciado pelo Ministério Público baiano por ser lesivo aos cofres públicos, mas aqui no Rio o MP Estadual achou tudo normal.

Conforme poderão ver na tabela abaixo. O aluguel das viaturas da PM entre 2008 e 2011 pago à Júlio Simões custou a fortuna de R$ 203,6 milhões.




Como devem ter reparado, no ano de 2011 o valor pago à Júlio Simões foi de apenas R$ 10,7 milhões porque foi montada uma jogada para não chamar a atenção, além do fato de que a cláusula do contrato que obrigava a empresa a repor imediatamente viaturas com defeito nunca foi cumprida, causando prejuízos ao policiamento ostensivo. Aliás, porque Beltrame nunca enviou um ofício à Júlio Simões cobrando a reposição imediata das viaturas avariadas? Por que essa generosidade com a empresa mesmo sabendo do prejuízo duplo para a população (na redução do policiamento e no dinheiro público)?

A jogada a que me refiro agora vocês vão entender.

Em 14 de julho de 2011, foi realizada uma licitação ganha pela empresa CS Brasil. Também se decidiu que os Gols seriam trocados por veículos Renault Logan, mesmo contra o parecer de especialistas que dizem que o novo modelo é menos resistente para a atividade policial, além de que a manutenção do Gol ser mais barata.


Reprodução da coluna de Ancelmo Gois, do Globo
Reprodução da coluna de Ancelmo Gois, do Globo


Agora prestem atenção na jogada suja. Para não chamar a atenção e ganhar a licitação, a Júlio Simões Logística usou a sua empresa CS Brasil, em cuja composição societária está a própria Julio Simões com 99,4% de participação. Ou seja, a empresa tem outro nome, mas 99,4% das ações pertencem à própria Júlio Simões.

Vejam agora que a CS Brasil (Júlio Simões) faturou em 2011 e em 2012 até 10 de maio mais R$ 160 milhões.




Bem, no final somando tudo o que a Júlio Simões já recebeu pelo aluguel de viaturas da PM, com os dois nomes comerciais chegamos à estratosférica quantia de R$ 363 milhões só até hoje. E a empresa continua não cumprindo a cláusula de reposição imediata das viaturas com problemas mecânicos. Por baixo com R$ 363 milhões daria para comprar umas 12 mil viaturas e é bom lembrar como mostrou o colunista Ancelmo Góis, o aluguel se refere apenas a 1.200 veículos. É um escândalo que o secretário Beltrame tem que prestar contas e explicar em vez de querer posar de bom moço e agir como pré-candidato como tem feito. Se isso acontecesse na Europa ou nos Estados Unidos, o secretário Beltrame no lugar de prêmios já teria recebido era uma sentença de condenação e estaria atrás das grades por improbidade administrativa e desvio de recursos públicos. 





quinta-feira, 10 de maio de 2012

#Bomba! MP veta venda da DELTA para JBS por irregularidades!

Ufa! Ainda bem que alguém brecou essa pouca vergonha. Se andasse como estava sendo divulgado, o Governo seria Investigador ao mesmo tempo em que é investigado. Investigado porque ainda tem de se explicar porque fechou tantos contratos bilionários com A Delta que também tem assessoria de Carlinhos Cachoeira, Sergio Cabral e José Dirceu. Investigador porque se o BNDES fosse o comprador  via JBS, acabaria tendo que investigar ela própria. Assim, poderia até dar sumiço nas documentações que comprometeriam eles próprios e preservar aqueles que pudessem prejudicar a oposição como eles tentaram fazer através de Quebras de sigilos desautorizadas ou Dossiês.
Mas Ufa! O MP entrou no caso.

Vejam a matéria divulgada pelo Blog do Aluizio Amorim:

 MINISTÉRIO PÚBLICO BRECA A VENDA DA DELTA AO REQUERER INVESTIGAÇÃO SOBRE IRREGULARIDADES NA TRANSAÇÃO

Cavendish, o dono da Delta, diverte-se em Paris com seus amigos. (Foto do blog do Garotinho que está vazando as fotos da gangue dos guardanapos, como vem sendo denominada essa turma alegre e descontraída...)
O procurador regional da República no Rio de Janeiro, Nívio de Freitas Silva Filho, requereu nesta quinta a abertura de procedimento - provavelmente será um inquérito civil público - para apurar possíveis irregularidades na venda da construtora Delta, alvo de denúncias de fraude, corrupção e superfaturamento, ao grupo J&F. O objetivo, segundo o procurador explicou, é evitar que a empreiteira, sob investigação da CPI do Cachoeira, venda seu patrimônio, que deve ser preservado, explicou, para garantir o pagamento de futuras ações na Justiça. "A Delta provavelmente será processada em vários Estados", afirmou o procurador. "Não pode alienar seu patrimônio".
A investigação foi requerida por ofício à Procuradoria da República no Rio (a primeira instância do Ministério Público Federal no Estado), responsável pela apuração porque a Delta tem sede na capital fluminense. O pedido foi encaminhado ao setor de Tutela do Patrimônio Público do MPF. Uma das sugestões de Silva Filho foi que seja tomada "medida urgente" para evitar que os controladores "se elidam" (escapem) às suas responsabilidades - por exemplo, o pedindo a indisponibilidade dos bens dos acionistas da empresa. O controlador da Delta é o engenheiro Fernando Cavendish, que se afastou, pelo menos oficialmente, do comando da empresa, para facilitar a sua venda. A decisão sobre qual medida tomar, porém, será do procurador que cuidará do caso.
"A se confirmarem os indícios (de ilegalidades na Delta), diversas ações judiciais deverão ser propostas, uma para cada negociação", explicou o procurador regional.
Segundo Silva Filho, um dos motivos para a ação do MPF no caso é a participação de 31% do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no capital da JBS, principal controlada da J&F. "Caso se concretize esse negócio, por força de sua participação acionária no grupo JBS, o BNDES, em evidente afronta aos princípios da legalidade e moralidade, irá inexoravelmente participar de empresa sobre a qual recaem notícias da prática de graves ilicitudes e que se sujeita a ser declarada inidônea para contratar com o poder público", declarou ele, que é procurador-chefe-substituto da Procuradoria Regional da República da 2ª Região (RJ/ES).
No ano passado, a Procuradoria abriu um inquérito civil público para investigar a regularidade da participação do BNDES no grupo JBS.
Banco
Nesta quinta à tarde, o vice-presidente do BNDES, João Carlos Ferraz, afirmou que o banco não participará como sócio da Delta caso a construtora seja vendida para a J&F. O executivo disse que o banco não terá nenhuma participação no financiamento do possível negócio, nem precisa ser consultado sobre o assunto. Do site do Estadão





domingo, 6 de maio de 2012

#BOMBA! Sócio de Sergio Cabral recebia Propina da Camargo Correa!


Esse é mais um dos motivos porque não querem deixar a CPI do Cachoeira ir a fundo. Notem que os principais envolvidos desse escândalo que envolve os Governos Federal, Estadual e Municipal, não serão chamados para depor. Inclusive o Presidente da Delta, Fernando Cavendish, que vivia em festas suntuosas em Paris e em Mônaco na França com Sergio Cabral e que também é o responsável pela festança em Resort na Bahia, onde sete de seus convidados e parentes dele e Cabral morreram com a queda de seu helicóptero, não foi intimado  para a CPI. Se peixinhos pequenos não foram convidados, o que  dirá dos tubarões do Governo Federal que presentearam a DELTA com Bilhões em contratos do PAC, sendo muitos deles sem licitação?

Para que os PTistas não digam que estamos reproduzindo matérias do PIG ou da Veja que eles tanto temem e que tentam denegrir a imagem com muitas mentiras pelo Twitter e redes sociais, apresentamos matérias do Ex-Governador Garotinho, que também é Governista e de um dos Partidos da Base Alugada, o PR.
Bom, pelo menos ele e outros que estão na base de apoio do Governo, estão soltando o verbo.
Esperamos que outros sigam esse exemplo pelo bem do Brasil.

Vejam a BOMBA:


Exclusivo! O homem que recebia propina da Camargo Corrêa através de doleiro é sócio de Sérgio Cabral.



Inacreditável, a corrupção no governo Sérgio Cabral não tem limites. Como mostramos, na Operação Castelo de Areia, a Polícia Federal identificou Wilson Carlos, secretário de Governo de Cabral, como sendo beneficiário de 5% de todos os valores repassados à empreiteira Camargo Corrêa por conta de dívidas na Linha 4 do metrô do Rio. 

Reprodução do relatório da Polícia Federal
Reprodução do relatório da Polícia Federal

Na mesma operação a Polícia Federal identificou outro homem a quem a propina era entregue. Seu nome é Carlos Emanuel de Carvalho Miranda. Investigamos e descobrimos que durante a gestão de Sérgio Cabral na presidência da Assembléia Legislativa ele ocupava o cargo de consultor técnico da Comissão de Orçamento. Já seria um escândalo, mas prosseguindo nas investigações o nosso blog descobriu que Carlos Emanuel de Carvalho Miranda é sócio de Sérgio Cabral, o governador do Estado na SCF Comunicações e Participações Ltda. Na composição acionária registrada no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, Cabral tem 90% das ações, Carlos Emanuel tem 5% e pasmem, o Coordenador de Comunicação Social do Estado, jornalista Ricardo Luiz Rocha Cota tem outros 5%. Incrível, mas a empresa que tem o CNPJ 28.722.767 / 0001 – 43 fica localizada na Avenida Borges de Medeiros 2.373 / ap. 201, na Lagoa. Detalhe: endereço residencial.





Essas comprovações mostram que Cabral provavelmente usava esta empresa ou outra, que mostraremos mais tarde, para lavar o dinheiro que recebia de propinas. 

Em breve: Maurício de Oliveira Cabral, o Mauricinho Cabral, irmão do governador também é sócio do homem que a Polícia Federal acusa de receber propinas de doleiro. 


Reprodução da capa de Veja
Como dizem os Governistas, "A VEJA mente". Será que tudo isso aí é mentira?

Se não Compartilhar, poucos saberão!!!




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