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domingo, 21 de agosto de 2016

URGENTE! #STF abre inquérito contra #Dilma, #Lula e ministros do #STJ

Por Carlos Parrini ... 

Dessa vez Ministros da Justiça serão investigados pela Lava Jato. É a Justiça contra a Justiça. o Juiz Sergio Moro ficará só na torcida assistindo a tudo com pipocas e guaraná.

Vejam a Bomba!


STF abre inquérito contra Dilma, Lula e ministros do STJ

Eles são investigados por crime de obstrução à Justiça. São alvos do mesmo inquérito Aloizio Mercadante, José Eduardo Cardozo, o ministro Francisco Falcão e o ministro Marcelo Navarro, do STJ, e o ex-senador Delcídio do Amaral.

O ministro Teori Zavascki, do STF, determinou abertura de inquérito contra a presidente afastada Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por tentativa de obstrução à Justiça nas investigações da Operação Lava Jato. São alvos do mesmo inquérito o presidente do STJ, ministro Francisco Falcão; o ministro do STJ MarceloNavarro Ribeiro Dantas; o ex-ministro da Educação Aloizio Mercadante; o ex-senadorDelcídio do Amaral e o ex-AGU José Eduardo Cardozo.
O pedido foi apresentado ao STF em maio pelo procurador-Geral da República, Rodrigo Janot. No documento, a procuradoria menciona a nomeação do ministro Marcelo Navarro para o STJ, a delação premiada do senador Delcídio do Amaral e a nomeação do ex-presidente Lula para a Casa Civil.
Afbeeldingsresultaat voor charge justiça
Nomeação
A PGR cita as circunstâncias em que se deu a nomeação do ministro Marcelo Navarro. Em delação, o senador Delcídio do Amaral disse que Marcelo Navarro foi nomeado para o STJ sob o compromisso de conceder liberdade a donos de empreiteiras presos na Operação Lava Jato, o que ele nega.
Ainda segundo a procuradoria, teria havido participação de Cardozo na nomeação de Navarro, e também uma conversa entre Aloizio Mercadante e um auxiliar do ex-senador Delcídio do Amaral com o intuito de evitar a delação premiada de Delcídio.

Quanto à nomeação de Lula à Casa Civil, em abril, Janot enviou parecer ao STF em que disse ver elementos de "desvio de finalidade" na atitude de Dilma ao escolher o ex-presidente para assumir o ministério, e que a intenção seria tumultuar as investigações da Lava Jato e garantir a Lula foro privilegiado.
Escutas
A nomeação de Lula passou a ser analisada a partir de uma gravação autorizada e divulgada pelo juiz Sérgio Moro de uma conversa com Dilma na véspera da posse. No diálogo, a presidente disse que enviaria a Lula um “termo de posse”, para ser usado só “em caso de necessidade”.
A suspeita é de que o documento tenha sido enviado junto com a nomeação em edição extra do “Diário Oficial da União” para evitar prisão do ex-presidente pelo juiz Sérgio Moro. A manobra foi interpretada pelo procurador como crime de obstrução da Justiça.

Pedido revisto
Em junho, o ministro Teori devolveu a Janot o pedido de abertura de inquérito. Após anular as interceptações telefônicas entre Dilma e o ex-presidente Lula gravadas depois que a Justiça havia determinado o fim das escutas, Teori considerou que seria o caso de reanálise do pedido – já que as escutas eram usadas na argumentação da procuradoria. Após a devolução, Janot reapresentou o pedido, desconsiderando o áudio anulado.

Defesa
Em nota, a defesa de Lula afirma que ele não praticou nenhum ato que configure obstrução à Justiça. Veja a íntegra:
Nota
O ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva jamais praticou qualquer ato que possa configurar crime de obstrução à Justiça.

Lula não se opõe a qualquer investigação, desde que observado o devido processo legal e as garantias fundamentais.

Se o Procurador Geral da República pretende investigar o ex-Presidente pelo teor de conversas telefônicas interceptadas, deveria, também, por isonomia, tomar providências em relação à atuação do Juiz da Lava Jato que deu publicidade a essas interceptações — já que a lei considera, em tese, criminosa essa conduta.

Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira
A assessoria de Aloizio Mercadante afirmou que a decisão do ministro Teori será uma oportunidade para que ele demonstre que não houve tentativa de obstruir a Justiça. Veja a nota:
A decisão do Supremo Tribunal Federal de abertura de inquérito será uma oportunidade para o ex-ministro, Aloizio Mercadante, demonstrar que sua atitude foi de solidariedade e que não houve qualquer tentativa de obstrução da justiça ou de impedimento da delação do então senador Delcidio do Amaral.

Afbeeldingsresultaat voor charge justiça

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terça-feira, 17 de maio de 2011

BOMBA! Sarney vai devolver R$ 24 mil por jantar oferecido ao Ministo do STJ.

Que bom que os politicos que desviam verbas estão sendo sensibilizados pela opinião pública e a mídia a devolverem o fruto de uso indevido. Imaginem se cada deputado, governador, ministro e etc, resolvessem agraciar outrem com dinheiro público? Popularmente falando gozando com o p... dos outros? Nesse caso, os gastos do jantar para cada dos 60 felizardos custou a bagatela de R$ 400,00.
Deem uma olhadinha no cardápio dos DEUSES:


Até não seria contra se servissem jantares como esse desde que nas mesas tivessem cotas para mendigos, negros, analfabetos e toda a sorte de miseráveis que não tivessem o que comer. Esses para os quais LULA disse que R$ 30,00 é muito. 
O PT não é um partido Socialista? O PMDB não apoia o PT? Então são todos farinha do mesmo saco e deveriam dar direitos iguais pra todos.

Leiam a matéria completa divulgada no BLOG do Reinaldo  Azevedo:

16/05/2011
 às 21:41

Sarney vai devolver R$ 24 mil gastos em um jantar

Por Gabriela Guerreiro, na Folha Online:
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), vai devolver aos cofres públicos R$ 23,9 mil gastos em um jantar oferecido pelo peemedebista ao ministro César Asfor Rocha, ex-presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), no final de abril. O jantar para 60 pessoas, realizado na residência oficial do Senado, custou R$ 400 por convidado –com todas as despesas pagas com recursos do Legislativo.
O site Contas Abertas revelou que, para pagar o jantar, a Casa emitiu três notas fiscais em valores próximos a R$ 8.000 –uma para decoração, outra para o buffet e a terceira para o pagamento de bebidas. De acordo com a lei de licitações, o Senado poderia gastar até o limite de R$ 8 mil no jantar sem realizar licitação pública –por isso a Casa optou por separar as notas de empenho dos gastos.
Segundo a ONG Contas Abertas, as notas foram emitidas para três diferentes empresas, o que não caracterizaria o fracionamento das despesas. Duas empresas que forneceram os serviços, porém, estão localizadas no mesmo conjunto comercial em Brasília e têm número de telefone semelhante para contato com os clientes.
Em nota, a assessoria de imprensa do Senado afirmou que Sarney decidiu devolver os recursos depois de ter conhecimento do valor total do jantar. “A decisão já tinha sido tomada pelo presidente desde a semana passada quando soube dos valores cobrados, embora não exista nenhuma ilegalidade na contratação dos serviços”, diz a nota.
Cardápio
Segundo o Senado, o jantar reuniu senadores e “mais de 30 ministros” na residência oficial de Sarney, no dia 28 de abril. O presidente da Casa vai devolver o dinheiro por meio de guia de recolhimento da União. O cardápio oferecido aos convidados foi variado: desde queijo grana padano com mel e caviar, de entrada, até posta de bacalhau sobre ninho de legumes como prato principal. Também estão no cardápio divulgado pelo buffet bebidas alcoólicas, salgadinhos variados e sobremesas.
Por Reinaldo Azevedo


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