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domingo, 21 de agosto de 2016

URGENTE! #STF abre inquérito contra #Dilma, #Lula e ministros do #STJ

Por Carlos Parrini ... 

Dessa vez Ministros da Justiça serão investigados pela Lava Jato. É a Justiça contra a Justiça. o Juiz Sergio Moro ficará só na torcida assistindo a tudo com pipocas e guaraná.

Vejam a Bomba!


STF abre inquérito contra Dilma, Lula e ministros do STJ

Eles são investigados por crime de obstrução à Justiça. São alvos do mesmo inquérito Aloizio Mercadante, José Eduardo Cardozo, o ministro Francisco Falcão e o ministro Marcelo Navarro, do STJ, e o ex-senador Delcídio do Amaral.

O ministro Teori Zavascki, do STF, determinou abertura de inquérito contra a presidente afastada Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por tentativa de obstrução à Justiça nas investigações da Operação Lava Jato. São alvos do mesmo inquérito o presidente do STJ, ministro Francisco Falcão; o ministro do STJ MarceloNavarro Ribeiro Dantas; o ex-ministro da Educação Aloizio Mercadante; o ex-senadorDelcídio do Amaral e o ex-AGU José Eduardo Cardozo.
O pedido foi apresentado ao STF em maio pelo procurador-Geral da República, Rodrigo Janot. No documento, a procuradoria menciona a nomeação do ministro Marcelo Navarro para o STJ, a delação premiada do senador Delcídio do Amaral e a nomeação do ex-presidente Lula para a Casa Civil.
Afbeeldingsresultaat voor charge justiça
Nomeação
A PGR cita as circunstâncias em que se deu a nomeação do ministro Marcelo Navarro. Em delação, o senador Delcídio do Amaral disse que Marcelo Navarro foi nomeado para o STJ sob o compromisso de conceder liberdade a donos de empreiteiras presos na Operação Lava Jato, o que ele nega.
Ainda segundo a procuradoria, teria havido participação de Cardozo na nomeação de Navarro, e também uma conversa entre Aloizio Mercadante e um auxiliar do ex-senador Delcídio do Amaral com o intuito de evitar a delação premiada de Delcídio.

Quanto à nomeação de Lula à Casa Civil, em abril, Janot enviou parecer ao STF em que disse ver elementos de "desvio de finalidade" na atitude de Dilma ao escolher o ex-presidente para assumir o ministério, e que a intenção seria tumultuar as investigações da Lava Jato e garantir a Lula foro privilegiado.
Escutas
A nomeação de Lula passou a ser analisada a partir de uma gravação autorizada e divulgada pelo juiz Sérgio Moro de uma conversa com Dilma na véspera da posse. No diálogo, a presidente disse que enviaria a Lula um “termo de posse”, para ser usado só “em caso de necessidade”.
A suspeita é de que o documento tenha sido enviado junto com a nomeação em edição extra do “Diário Oficial da União” para evitar prisão do ex-presidente pelo juiz Sérgio Moro. A manobra foi interpretada pelo procurador como crime de obstrução da Justiça.

Pedido revisto
Em junho, o ministro Teori devolveu a Janot o pedido de abertura de inquérito. Após anular as interceptações telefônicas entre Dilma e o ex-presidente Lula gravadas depois que a Justiça havia determinado o fim das escutas, Teori considerou que seria o caso de reanálise do pedido – já que as escutas eram usadas na argumentação da procuradoria. Após a devolução, Janot reapresentou o pedido, desconsiderando o áudio anulado.

Defesa
Em nota, a defesa de Lula afirma que ele não praticou nenhum ato que configure obstrução à Justiça. Veja a íntegra:
Nota
O ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva jamais praticou qualquer ato que possa configurar crime de obstrução à Justiça.

Lula não se opõe a qualquer investigação, desde que observado o devido processo legal e as garantias fundamentais.

Se o Procurador Geral da República pretende investigar o ex-Presidente pelo teor de conversas telefônicas interceptadas, deveria, também, por isonomia, tomar providências em relação à atuação do Juiz da Lava Jato que deu publicidade a essas interceptações — já que a lei considera, em tese, criminosa essa conduta.

Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira
A assessoria de Aloizio Mercadante afirmou que a decisão do ministro Teori será uma oportunidade para que ele demonstre que não houve tentativa de obstruir a Justiça. Veja a nota:
A decisão do Supremo Tribunal Federal de abertura de inquérito será uma oportunidade para o ex-ministro, Aloizio Mercadante, demonstrar que sua atitude foi de solidariedade e que não houve qualquer tentativa de obstrução da justiça ou de impedimento da delação do então senador Delcidio do Amaral.

Afbeeldingsresultaat voor charge justiça

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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

ESCANDALOS: Como #Lula e #Dilma conseguiram dilapidar as joias da Coroa

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Luís Artur Nogueira e Carlos Eduardo Valim
No comando da administração federal desde 2003, o PT deixou vários legados danosos às estatais. Dos escândalos bilionários de corrupção ao aparelhamento político, quase nada escapou das garras do fisiologismo. Fruto da barganha política, a máquina pública inchou e ficou ainda mais ineficiente, inclusive nas companhias com capital aberto. Apesar de a quantidade de estatais praticamente não ter aumentado – passou de 131 ao término do governo FHC para 135 no fim de 2014, último dado disponível –, o número de funcionários cresceu 49%.
Significa que, durante os oito anos de mandato do presidente Luiz Inacio Lula da Silva e os cinco anos da gestão Dilma Rousseff, as empresas públicas incorporaram 182 mil pessoas aos seus quadros. No total, há quase 553 mil trabalhadores, segundo dados levantados no site do Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Dest), órgão ligado ao Ministério do Planejamento. “Esse inchaço nas estatais não tem nenhuma lógica econômica”, afirma Gilberto Guimarães, especialista em liderança e gestão de pessoas e professor do Grupo Laureate. “A máquina pública vai na contramão dos ganhos de produtividade”.
Se a quantidade excessiva de funcionários é um peso para o caixa das estatais, a presença de apadrinhados políticos no topo hierárquico dessas companhias torna-se um problema ainda maior para a sua sustentabilidade. Na linguagem dos funcionários concursados, os diretores, vice-presidentes e CEOs que assumem o cargo sem um currículo compatível são chamados de “paraquedistas”. “É o aparelhamento pelo qual uma pessoa é indicada por algum político sem entender nada do assunto”, diz Jason Vieira, economista-chefe da Infinity Asset Management, que trabalhou vários anos nos Estados Unidos.
PIMENTA NO C* DOS OUTROS É REFRESCO!
INGERÊNCIA POLÍTICA  No presidencialismo americano, salienta Vieira, a ingerência política é muito menor. “Se os ocupantes de cargos públicos cumprem as metas, eles podem permanecer mesmo quando troca-se um presidente democrata por um republicano”, diz o economista. “Aqui, no Brasil, a utilização do Estado como instrumento político leva à derrocada das estatais.”
É imperioso notar que todas as cifras negativas envolvendo as estatais administradas pelo PT e seus partidos aliados giram na casa dos bilhões de reais, incluindo os desvios investigados pela Polícia Federal, que já prendeu caciques do partido como o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu.
Alguns exemplos: Prejuízo dos Correios em 2015: R$ 2,1 bilhões; Necessidade atual de aporte na Caixa: R$ 40 bilhões; Prejuízo da Petrobras em 2015: R$ 34,8 bilhões; Rombo dos quatro maiores fundos de pensão estatais em 2015: R$ 60 bilhões; Custo das operações do BNDES aos cofres públicos em 2015: R$ 30,5 bilhões; Prejuízo da Eletrobras nos últimos quatro anos: R$ 31 bilhões; e pedaladas no Banco do Brasil: R$ 14,8 bilhões. Sem falar na corrupção que, apenas na Petrobras, gerou desvios de R$ 42 bilhões, segundo estimativa da Polícia Federal.
Boxe
NENHUMA ESCAPOU  “Nem mesmo as estatais com capital aberto escaparam”, diz Walter Machado de Barros, membro do conselho consultivo do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-SP). “Ignoraram-se as melhores práticas de governança corporativa.” Para avaliar todos esses números negativos, a DINHEIRO ouviu duas dezenas de especialistas e apresenta nas próximas páginas um resumo didático – no formato dossiê – do quadro preocupante em que se encontram as principais estatais.
A ingerência política nas empresas chegou ao ápice em 2014, ano eleitoral, quando a presidente Dilma determinou o congelamento de tarifas de energia elétrica e de preços de gasolina para controlar a inflação, gerando um passivo bilionário no caixa das companhias. Tudo foi feito para ganhar a eleição. A intervenção excessiva do PT também emperrou os projetos de infraestrutura, simbolizados no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Na campanha de 2010, o presidente Lula apresentou sua candidata, Dilma Rousseff, como a “mãe do PAC”, mas o “filho” não se desenvolveu. “Na área de transportes, por exemplo, perdeu-se a característica de planejar para o médio e longo prazos”, diz Mauricio Endo, sócio da KPMG para a América Latina. “Os ministérios responsáveis por infraestrutura começaram a trabalhar em cima de agendas muito politizadas, sem o devido critério técnico, e o resultado eram iniciativas díspares, que levam do nada a lugar nenhum.”
Resta-o-Lula
TRANSPOSIÇÃO  Um exemplo foi a transposição do Rio São Francisco, um plano ambicioso e complexo, que acabou sendo realizado parcialmente. Ao diminuir de tamanho, o projeto perdeu grande parte de sua lógica e deixou de atingir os benefícios projetados. Além disso, muitas licitações acabaram sendo apressadas e realizadas sem planejamento. O resultado foram leilões esvaziados e problemas que só eram percebidos depois de iniciadas as obras. Dessa forma, as empresas pediam mais dinheiro e o governo federal decidia parar as obras.
Quando houve concessões maiores à iniciativa privada, aconteceram alguns avanços, como nos aeroportos. Porém, diante da atual crise econômica, as concessionárias estão pedindo um prazo maior para pagar a parcela da outorga deste ano. Nas concessões de rodovias feitas no governo Dilma, o cenário é parecido. Os vencedores tentam renegociar os contratos em vigor diante de um estrangulamento financeiro. Trata-se de uma situação, no mínimo, curiosa, pois o governo petista tentou ao máximo limitar os ganhos do capital privado.
A estratégia do período Lula também fracassou. Ao impor uma tarifa muito baixa ao usuário final, o governo sufocou as concessionárias de rodovias que não tinham caixa para cumprir as metas de investimentos estabelecidas nos editais. “Existia uma questão ideológica muito forte, defendendo que o setor privado não poderia ter lucro na prestação de serviços públicos, o que prejudicava muito a atração de investidores”, diz o consultor Endo, da KPMG.
Lula quer escrever um Livro
POUCO INTERESSE – Dessa forma, o governo tentava adivinhar o ponto ótimo de lucro da empresa que venceria a concessão, em vez de deixar o mercado, por meio de competição e de estudos de viabilidade econômica, chegar à melhor proposta. Com isso, poucos competidores entravam na disputa, e quem ganhava descobria depois que não tinha condição de entregar um bom serviço.
Até mesmo a forma de tentar agilizar as contratações era equivocada. O governo Dilma instituiu o Regime Diferenciado de Contratações, em 2011, que permitia contratar obras sem um projeto definitivo. Mas o que devia ser um modelo especial, adotado para alguns projetos pontuais, virou a regra em obras do PAC, da Olimpíada e da Copa do Mundo, dentre outras. Isso escancarava a falta de planejamento que permeava a administração federal.
elvis
TREM-BALA – Talvez não exista símbolo melhor dessa dificuldade de planejar do que o projeto de trem-bala, que ligaria os dois principais polos produtivos e consumidores do Brasil: Rio de Janeiro e São Paulo, com parada final em Campinas. Obsessão de Dilma, ele jamais saiu da fase de planejamento até ser finalmente descartado, em 2015, sem nunca ter recebido um estudo detalhado que fosse referendado como realista pela iniciativa privada.
Em 2012, o governo inclusive criou a Empresa de Planejamento e Logística (EPL), uma estatal que tinha a missão de viabilizar o trem-bala e outros projetos ferroviários de alta velocidade. Financiada totalmente pelo Tesouro Nacional, a EPL foi fundada com 65 funcionários e chegou a 181 trabalhadores em 2014, último dado disponível. Na lista de ideias despropositadas dos governos do PT, inclui-se a recriação, em 2010, da Telebras, que remunera 257 funcionários para cuidar do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) – eram 126 no ano da refundação.
Primeiro ocupante do cargo, o engenheiro Rogério Santanna foi demitido após um ano pelo então ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que recentemente foi preso pela Polícia Federal no âmbito da Operação Custo Brasil. “O PNBL acabou”, afirmou Santanna, que se desfiliou do PT em 2013, após 26 anos de militância. De fato, o plano não cumpriu a meta de levar internet rápida a 40 milhões de domicílios até 2014, mas os custos da Telebras continuaram onerando os cofres públicos – é a herança da gestão pública petista.
PorÇ http://pinheirochumbogrosso.blogspot.co.ke




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quarta-feira, 6 de julho de 2016

BABADO! Conheçam os Barracos onde os Corruptos cumprirão penas. Presídios VIP

Via Revista IstoÉ ... 

Pois é, até concordo que quem se arrepende e dedura os comparsas  criminosos, tenha sua pena diminuida. Porém, o fruto de seu roubo tem de ser devolvido por completo. Tem de tirar tudo dele até ficar só de cuecas para sentir na pele o mal que fez. Agora, usufruir o fruto do roubo para o resto da vida, é um incentivo a criminalidade.
O ladrão de galinhas é que deve ter sua divida perdoada já que não pode devolver o que comeu, a não ser com trabalhos voluntários. Já o corrupto, jamais poderia voltar a ter vida boa, ainda mais ostentando o fruto de seu roubo, fazendo um escárnio a quem trabalha duro para conseguir ter algo na vida.

Vejam o babado:

Presídios VIPs

Conheça as mansões milionárias, equipadas de piscinas, quadras de esportes e tudo de melhor que um abrigo particular pode oferecer, onde delatores acusados de operar propinas e desviar milhões da Petrobras ficarão presos.


Presídios VIPs
Casinha de Paulo Roberto Costa

Ao aderir à delação premiada, um privilegiado grupo de acusados de desviar milhões dos cofres da Petrobras teve o direito ao tão sonhado benefício de cumprir o restante da sentença no aconchego de casa e não em uma cela ao lado de outros delinquentes. Mais do que residências, a generosa contrapartida à delação permite que esses criminosos do colarinho branco descansem em mansões, na maioria das vezes, compradas e mantidas com dinheiro sujo. Entre os premiados estão os ex-diretores Petrobras Paulo Roberto Costa e Nestor Cerveró e o ex-gerente da estatal, Pedro Barusco. Este último, embora não tenha sido condenado ainda, desfruta do conforto noturno de seu suntuoso lar, enquanto seus comparsas se espremem entre as grades e os companheiros de uma cela no complexo penitenciário de Pinhais, no Paraná. Do mesmo modo, encontra-se o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, que também ganhou o direito de ficar recluso na prisão de luxo de sua casa, em Fortaleza, antes de passar as agruras impostas pelo rigoroso sistema da penitenciária que tem sido a casa dos envolvidos no Petrolão.
Cumpre lembrar que as colaborações possibilitaram que os integrantes da Lava Jato pudessem elucidar crimes impossíveis de serem desvendados, não fossem os testemunhos de quem atuou ativa e pessoalmente no coração do esquema. Seria um colossal contrassenso colocar em questão a importância dos acordos. Mas o risco de um retrocesso no combate à impunidade é inegável quando o benefício é desproporcional ao ilícito cometido e aos danos provocados à sociedade. 
Cerveró trocou as grades da cela do Complexo Médico-Penal em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, pela vista bucólica que cerca sua aconchegante e confortável casa no pacato Bairro de Itaipava em Petrópolis (RJ) no último dia 24. Em seu depoimento à justiça, Cerveró acusou a presidente afastada Dilma Rousseff de ter mentido sobre a compra da refinaria de Pasadena e disse supor que a petista sabia que políticos do PT recebiam propina da estatal. Cerveró ficou preso em regime fechado um ano e seis meses. As reminiscências de Pinhais dificilmente serão esquecidas pelo preso condenado a 17 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Lá, ele dividia o pequeno espaço 12 metros quadrados com dois detentos, que se ajeitavam para usar um vaso e um chuveiro.
Beneficiado pelo acordo de delação premiada, Cerveró teve a pena reduzida para três anos. E é na residência em Itaipava que ele deve cumprir um ano e meio no regime domiciliar. O imóvel fica na Estrada Neusa Brisola, 800, tem 5.000m2, piscina, cascata e integra o conjunto de bairros que compõe a região de Petrópolis. O município tem cerca de 300 mil habitantes e fica a 1h30 da capital fluminense. O preço das casas varia de R$ 400 mil a R$ 10 milhões. O local se destaca por ser uma das regiões mais tranquilas do estado.
Modéstia não é o ponto forte de Sérgio Machado. Réu confesso de ter desviado mais de R$ 70 milhões da empresa para irrigar as contas de integrantes do PMDB, ele vai continuar desfrutando de uma vida de rei. O delator cumprirá uma pena de dois anos e três meses em prisão domiciliar, o que não será exatamente um castigo. A remissão de seus erros será no luxuoso Bairro Dunas, que fica no litoral de Fortaleza. A mansão de 3.000m² possui quadra poliesportiva, piscina e garagem para 10 carros. Como parte do pacote de bondade por ele ter desvelado o esquema de desvio de dinheiro, terá permissão para receber advogados, agentes de saúde e 27 familiares.
Na esteira de réus da Lava Jato beneficiários com a prisão domiciliar, Paulo Roberto Costa encontra-se em regime semiaberto. Condenado a uma pena de 12 anos de prisão em regime fechado, por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva, Costa ficou apenas seis meses enclausurado na prisão do Paraná. Logo que assinou o acordo de delação, foi transferido para sua casa no Condomínio Rio-Mar, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. O imóvel também não deixa a desejar. Além de piscina e um belo jardim, a propriedade tem dois andares, onde no primeiro há uma sala e cozinha e quatro quartos no segundo piso. É avaliada em R$ 3 milhões. A delação rendeu a Paulo Roberto uma nova comutação da pena para o regime semiaberto em outubro de 2015. A partir de 1º de outubro, ele passará ao regime aberto e poderá, inclusive, viajar, se tiver autorização judicial. O réu se comprometeu a devolver R$ 55 milhões.
Se dois dos três réus anteriores precisaram amargar o sofrimento de passar meses e até ano em uma cela, o mesmo ainda não ocorreu com gerente executivo de Engenharia da Petrobras Pedro Barusco. Até agora, tem se mantido ileso das acusações a que lhe são imputadas. Seu advogado se orgulha de repetir a proeza. “Nunca foi preso”, limitou-se a comentar o assunto o advogado Antônio Figueiredo. Barusco é suspeito de receber pelo menos US$ 100 milhões em propinas. As denúncias são de funcionário da Petrobras. Segundo eles, entre 1979 e 2010, o ex-gerente teria recebido dinheiro de fornecedores da estatal para fechar contratos.
As propinas eram dividas com o ex-diretor da Petrobras Renato Duque. Ao contrário de Renato Duque, que está preso desde março de 2015 em Curitiba, também pela Operação Lava Jato, Barusco tem as noites de sono veladas dentro de uma casa com piscina e vista para o mar no Bairro de Joatinga, considerada uma das vistas mais belas da cidade maravilhosa. Segundo corretores da região, o valor dos imóveis está em torno de R$ 6 milhões. Pedro Barusco era chamado de braço direito de Duque. Em seu acordo de delação premiada, se comprometeu a estornar ao erário US$ 100 milhões.
O lobista Fernando Baiano, apontado pela Justiça como operador de propinas do PMDB, foi condenado a 16 anos de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção. Mas, também com a delação, já cumpre pena em seu apartamento de 800 m², na avenida Vieira Souto, no Rio, – um dos metros quadrados mais caros do Brasil. Terá de devolver pouco mais de R$ 2 milhões. Seu apê é avaliado em R$ 12 milhões. Desde que foi para casa, faz valer seu direito de dar festas regadas a vinhos caríssimos para amigos. A vida pode nunca mais ser como antes. Mas só a impressão de que o crime pode ter compensado já é desalentador para pessoas de bem. Péssimo para o avanço na direção de uma sociedade realmente mais justa.
FONTE: ISTOÉ



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terça-feira, 5 de julho de 2016

OPERAÇÃO ABISMO da PF: Propina pagou até Rainha de bateria

Via: Antagonista ... 

PROPINA PAGOU ATÉ RAINHA DE BATERIA

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O Antagonista obteve o despacho do juiz Sérgio Moro, que autoriza as prisões e buscas da Operação Abismo. No documento, estão descritos os repasses à ONG Sociedade Recreativa e Beneficente Estado Maior da Restinga - uma escola de samba.
Também foram feitos pagamentos com dinheiro da propina do Cenpes a pessoas ligadas a "Estado Maior da Restinga", como Viviane da Silva Rodrigues, madrinha da bateria.
Diz o despacho:
"Na documentação foram identificados quatro pagamentos no total de R$ 45.000,00 à escola de samba, especificamente um cheque de R$ 20.000,00 compensado em 15/01/2010, três cheques R$ 5.000,00 cada compensados em 27/01/2010 e dois cheques de R$ 5.000,00 cada compensados em 09/02/2010."
"Para Viviane, foram identificadas diversas transferências com seus respectivos comprovantes bancários:, 1) 28/08/12, R$ 3.500,00, 2) 14/05/10, R$ 4.200,00, 3) 29/10/10, R$ 3.500,00; 4) 30/11/10, R$ 3.500,00, 5) 30/12/10, R$ 3.500,00; 6) 02/02/11, R$ 3.500,00; 7) 10/02/11, R$3.500,00; 8) 28/02/11, R$ 3.500,00; 9) 31/03/11, R$ 3.500,00; 10) 31/05/11, R$ 3.500,00; 11) 20/06/11, R$ 1.500,00; 12) 28/06/11, R$ 3.500,00; 13) 26/07/11, R$ 3.500,00; 14) 23/08/11, R$ 3.500,00; 15) 30/09/11, R$ 3.500,00; 16) 28/10/11, R$ 3.500,00; 17) 30/11/11, R$ 3.500,00; e 18) 16/12/11, R$ 3.500,00."

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Pesquisando no Google, o MPF encontrou notícia de homenagem prestada pela "Estado Maior da Restinga" a Paulo Ferreira, por seus 53 anos e a eleição para deputado federal.
O MPF reproduz trecho da matéria:
"Nesta última sexta-feira, dia 23 de Março, uma grade festa foi realizada no Cais do Porto, centro de Porto Alegre. Uma dupla homenagem à Paulo Ferreira, pelos seus 53 anos de vida e por sua nova empreitada em Brasília, onde recentemente foi empossado como Deputado Federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT). A festa contou com a presença de muitos convidados e também colegas de partido.
Paulo Ferreira é uma figura muito querida junto a Estado Maior da Restinga, sempre auxiliando e apoiando a escola de samba da nossa comunidade, bi-campeã do Carnaval de Porto Alegre (2011/2012). E por este motivo a escola não poderia deixar de estar presente nesta festa, levando parte de seus integrantes para fazer um grande show para animar o aniversariante e seus convidados."

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Ninguém é melhor que as rainhas das proprinas no Rio


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quarta-feira, 10 de junho de 2015

BOMBA! #LULA aparece na Lava Jato e é pego finalmente!

Por Carlos Parrini ... 

Que bomba! Finalmente chegaram ao CARA. Sabíamos que ele estava por trás disso tudo, embora ficasse por detrás. Mas agora foi pego pela frente, ou melhor, através de seu instituto montado para lavagem de dinheiro roubado da Petrobrás e cofres públicos.
Já sabíamos que o mesmo sempre contou com a ajuda das empreiteiras que fecharam contratos superfaturados com o Governo e Estatais, mas não tínhamos algo tão real como essa bomba que acabaram de acender o pavio.
Só resta agora prenderem o CARA e estourarem a bomba de uma vez para sempre.


Vejam detalhes:

Lula aparece na Lava Jato e colunista comemora: "Lula foi pego! Finalmente! Brasiiiiiiiiiillllll!"


Imagem: Reprodução / A Tarde
Após a divulgação de que uma perícia na contabilidade da Camargo Corrêa encontrou depósitos de R$ 3 milhões para o Instituto Lula e mais R$ 1,5 milhão para a LILS, empresa do ex-presidente sediada no mesmo endereço de sua residência, o colunista da Veja, Felipe Moura Brasil, comemorou. O jornalista considera que esta é "a melhor notícia do dia – quiçá do mês, do ano, da década…".
Leia abaixo o texto de Felipe Moura Brasil:

A melhor notícia do dia – quiçá do mês, do ano, da década… – está no Estadão:
“A Camargo Corrêa pagou R$ 3 milhões para o Instituto Lula e mais R$ 1,5 milhão para a LILS Palestras Eventos e Publicidade, de Luiz Inácio Lula da Silva, entre os anos de 2011 e 2013.
É a primeira vez que os negócios do ex-presidente aparecem nas investigações da Operação Lava Jato, que apura um esquema de cartel e corrupção na Petrobrás com prejuízo de R$ 6 bilhões já reconhecidos pela estatal.
São três pagamentos de R$ 1 milhão cada registrados como ‘Contribuições e Doações’ e ‘Bônus Eleitoral’ para o Instituto, aberto por Lula após ele deixar a Presidência da República, em 2011.
A revelação sobre o elo da empreiteira – uma das líderes do cartel alvo da Lava Jato – com Lula consta do laudo 1047/2015, da Polícia Federal, anexado nesta terça-feira, 9, nos autos da investigação.”
Coisa linda. Finalmente.
O Instituto Lula e a empresa de palestras do petista aparentemente serviram para esquentar o dinheiro recebido da Camargo Corrêa.
Agora é a vez de Sérgio Moro esquentar uma porção de lula.
Brasiiiiiiiiiillllll!
FONTE: http://www.politicanarede.com/2015/06/lula-aparece-na-lava-jato-e-colunista.html


sábado, 7 de março de 2015

BOMBA! Lava Jato atinge campanha de Dilma e 34 parlamentares. Confira:

O mundo pode ficar perplexo mas para quem acompanha nosso Blog, 99%  dos políticos envolvidos na lava-jato, são governistas o que tira a perplexidade dos brasileiros. Até porque são figuras carimbadas e já acusadas em outras falcatruas. 
A maioria deles já foram denunciados aqui e na imprensa. Já sabíamos que eram ladrões e que tem contribuído para a grande mortandade de brasileiros, anualmente, por desvios de recursos que poderiam salvá-los na saúde, estradas, drogas e falta de segurança.
Mas o negócio deles era roubar, não importava quantos iriam morrer. 
Agora que foram denunciados, esperamos que paguem caro. Se isso acontecer, quem ficará perplexo sou eu.



Vejam o babado que foi recebido da Folha por e-mail.

Folha de São Paulo
SÁBADO, 7 DE MARÇO DE 2015


Lava Jato atinge campanha 
de Dilma e 34 parlamentares 

Supremo abre inquérito sobre Cunha, suspeito de achaque, e Renan,
de quadrilha; juiz Moro decidirá se investiga Palocci por doação ao PT
  1. opinião | poder | mundo | mercado | cotidiano | ciência+saúde|esporte | ilustrada | guia
    Editoria de Arte/Folhapress
    #
    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/03/1599613-investigacao-atinge-6-partidos-e-campanha-eleitoral-de-dilma.shtml?cmpid=newsfolha
Quem diria? Cara pintada Lindbergh Farias que ajudou no Impeachment de Collor, se junta com elle na lava-jato, como corruptos claro.


Confira os primeiros nomes da lista de investigados na Lava Jato:
Renan Calheiros - senador - PMDB/AL
Fernando Collor de Mello - senador - PTB/AL
Lindberg Farias - senador - PT/RJ
Cândido Vaccarezza - ex-deputado - PT/SP
Gleisi Hoffmann - senadora - PT/PR
Benedito de Lira - senador - PP/AL
Arthur Lira - deputado federal - PP/AL
José Mentor - deputado federal - PT/SP
Edison Lobão - senador - PMDB/MA
Humberto Costa - deputado federal - PT/PE
José Otávio Germano - deputado federal - PP/RS 
João Alberto Pizzolati - ex-deputado federal - PP/SC
Roseana Sarney - ex-senadora - PMDB/MA
Vander Loubet - deputado federal - PT/MS
Aníbal Gomes - deputado federal - PMDB/AL
Simão Sessim - detapudo federal - PP/RJ
Nelson Meurer - deputado federal - PP/PR
Roberto Teixeira - ex-deputado federal - PP/PE
Ciro Nogueira - senador - PP/PI
Gladson Cameli - senador PP/AC
Aguinado Ribeiro - deputado federal - PP/PB
Eduardo da Fonte - deputado federal - PP/PE
Luiz Fernando Faria - deputado federal - PP/MG
Dilceu Sperafico - deputado federal - PP/PR
Jeronimo Goergen - deputado federal - PP/RS
Sandes Júnior - deputado federal - PP/GO
Afonso Hamm - deputado federal - PP/RS
Missionário José Olímpio - deputado federal - PP/SP
Lázaro Botelho - PP/TO
Luis Carlos Heinze - PP/RS
Renato Molling - deputado federal - PP/RS
Renato Balestra - deputado federal - PP/GO
Lázaro Britto - deputado federal - PP/PP
Waldir Maranhão - deputado federal - PP/BA
Mario Negromote - ex-deputado federal - PP/BA
Pedro Corrêa - ex-deputado federal - PP/PE
Aline Corrêa - ex-deputado federal - PP/SP
Carlos Magno - ex-deputado federal - PP/RO
João Leão - ex-deputado federal e ex-vice-governador - PP/BA
Luiz Argôlo - ex-deputado federal - PP/BA (atualmente no Solidariedade)
José Linhares - ex-deputado federal - PP/CE
Pedro Henry - ex-deputado federal  - PP/MT
Vilson Covatti - ex-deputado federal - PP/RS
Romero Jucá - senador - PMDB/RR
Valdir Raupp - senador - PMDB/RO



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