Mostrando postagens com marcador Roger Agnelli. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Roger Agnelli. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Isso é Incrível! #LULA e a Jazida de Simandou na ÁFRICA. Via @sakamori12

Por:
Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil e foi professor da UFPR ... 



LULA SE MANDOU ATRÁS DO SEU US$ BILHÃO 


O Lula deve ter dado pista errada para a imprensa.  Foi divulgado informação de que ele iria fazer périplo de viagens pelo continente africano fazendo palestras via Instituto Lula.  A viagem coincide com a cassação do direito de exploração de uma das maiores jazidas de ferro do mundo, denominado Simandou, na Guiné, a francesa.  Não confundir com Guiana (francesa).  É Guiné mesmo, na costa oeste do continente africano.

O Lula dá consultoria para André Esteves e Roger Agnelli na empresa de mineração de ambos denominado B&A Mineração.  André vem a ser o sócio principal do BTG Pactual, também é dono do Banco Panamericano junto com a CEF.  Roger Agnelli foi presidente da Vale S.A. por muitos anos, pós privatização.  Bem, a empresa B&A Mineração está próxima de pegar a concessão do direito da exploração do minério do Simandou, recentemente cassado da Vale S.A.

Está tudo acertado, mas faltam muitos detalhes.  A B&A Mineração não dispõe de recursos para tocar o projeto sozinha.  André Esteves, dispõe de recursos dos fundos que administra pelo BTG Pactual, mas não o suficiente.  E aí que entra o Lula, o assessor principal do grupo.  Além de conseguir concessão da jazida minerária do Simandou, trabalha para viabilizar financiamento da logística do escoamento do minério de Simandou para o porto.  Está tudo esquematizado no papel.  O financiamento da ferrovia será viabilizada pelo BNDES da Dilma.  

O Lula precisa do respaldo da Dilma, para o financiamento do projeto de ferrovia via BNDES.  Precisa, também, se manter em evidência no mundo de negócio e política, para que o presidente do Guiné, não o deixe na mão.  É uma costura difícil, porém, o esquema foi acertado quando Lula era presidente do Brasil.  Para garantia do seu primeiro US$ bilhão, Lula precisa, tirar o projeto do papel sobre jazida do Simandou e torná-la realidade.  Por enquanto, tudo pode cair por terra, se isto não for feito meio a toque de caixa.  O tempo corre contra Lula e para a empresa B&A Mineração. 

Lula se mandou para Simandou, concretizar o seu primeiro US$ bilhão!  

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT.  Twitter: @sakamori12


http://ossamisakamori.blogspot.com.br/2012/11/lula-se-mandou-para-simandou-para.html




domingo, 27 de março de 2011

BOMBA! #DILMA quer reestatizar a VALE DO RIO DOCE!!!

É, parece que o Governo do PT está próximo de realizar mais um sonho: Reestatizar a VALE.
Afinal, antes de enganarem o povo com o papo deixa dilso ou para com wilson, a cartilha do PT já previa a reestatização de estatais privatizadas. Claro que tinha outros temas como FORA FMI, QUEBRAS DE CONTRATOS, ABAIXAR IMPOSTOS, ABAIXAR JUROS, MELHORES SALÁRIOS PARA APOSENTADOS E TRABALHADORES.
Dessas todas promessas, parece que a reestatização vai se realizar. É a galinha de ovo de ouro que faltava ao PT, tanto para mais um cabide de empregos dos companheros, quanto mais uma fonte de desvios.
Afinal a VALE já foi um elefante branco e nas mãos desses péssimos administradores, voltará rápido as origens.


Transcrito de COTURNO NOTURNO

Dilma vai meter a mão na Vale: é a reestatização da gigante que lucra 30 bilhões por ano.

Leiam na Revista Época, os motivos pelos quais a situação de Roger Agnelli no comando da Vale ficou insustentável. Antes visto como uma espécie de monarca absoluto na condução da mineradora, seu poder vem sendo desafiado seguidamente nos últimos meses por pessoas ligadas ao governo federal. Há pouco mais de uma semana, segundo noticiou o jornal O Estado de S. Paulo, o ministro Guido Mantega, da Fazenda, foi até o Bradesco informar que o Palácio do Planalto pretende substituir Agnelli em breve. Foi o Bradesco que, como acionista, indicou aquele que em 2001 era um de seus executivos mais promissores para presidir a Vale – e, desde então, sempre deu respaldo a sua gestão.

Nos últimos tempos, porém, os sinais que partem do banco não são animadores para Agnelli. Seus constantes choques com o governo Lula e com o PT não foram bem recebidos no Bradesco, onde impera uma cultura de relação discreta com a política. Na última sexta-feira, o jornal O Globo publicou em seu site que o banco já concordara com a saída de Agnelli. Em nota, Agnelli disse que não se envolve em questões políticas: “A decisão sobre a escolha do diretor presidente da Vale compete exclusivamente aos acionistas controladores da empresa. O que tenho feito nos últimos dias é o mesmo que fiz ao longo de toda a minha carreira: trabalhar. Não tenho envolvimento com qualquer questão política relativa a este assunto”. A depender dos planos da presidente Dilma Rousseff, expressos na atitude de Mantega, Agnelli deverá deixar a empresa em maio, ao final de seu mandato.

A seguir, os principais pontos da reportagem (clique nas imagens para ampliar) 


Os movimentos públicos do governo para tirar Agnelli da Vale causaram indignação na cúpula da empresa. Ao longo da semana, diretores nos três níveis da hierarquia começaram a articular um movimento de demissão em massa, em repúdio ao que chamam de “intervenção estatal” na mineradora. Na Vale não há vice-presidente. Abaixo de Agnelli estão os diretores executivos. Em seguida, os diretores globais (a Vale está presente hoje em 38 países). Por último, os diretores de departamento. Segundo executivos da companhia ouvidos por ÉPOCA, cerca de 30 diretores já teriam manifestado intenção de deixar a empresa. Alguns cogitaram passar a usar uma faixa preta no braço, em sinal de luto. Eles começaram a chamar a ação do goveno de “venezuelização” da Vale, numa referência ao estatismo do presidente Hugo Chávez.

A operação do governo para apear Agnelli do comando da mineradora não deve ser simples. De acordo com porta-vozes da Vale, os 61% do capital da Valepar nas mãos de Previ, fundos de pensão e BNDES não são suficientes para isso. Pelo acordo de acionistas, diz a assessoria da empresa, a troca exige pelo menos 75% do capital controlador. O governo necessitaria, portanto, do apoio de pelo menos um dos outros dois sócios para substituir Agnelli. A Bradespar, do Bradesco, detém 21,3% do controle; e o grupo japonês Mitsui, 18,24%. Ainda que consiga esse apoio, há outro complicador para os planos do Planalto. O acordo de acionistas exige que mudanças na diretoria executiva respeitem um ritual. Primeiro, a companhia precisa contratar uma empresa internacional de seleção de executivos (head hunting). Essa empresa, então, apresenta uma lista com três nomes. A relação tem de ser incluída na pauta da reunião do Conselho, a quem cabe a escolha de um dos nomes. E esse assunto não consta da próxima pauta do Conselho, marcada para o dia 31.

A situação de Agnelli está longe, muito longe de ser confortável. No final do ano passado, entre o primeiro e o segundo turnos da eleição presidencial, quando já se falava em sua substituição, ele afirmou ao jornal O Globo: “Tem muita gente procurando uma cadeira. E é geralmente gente do PT”. Nas próximas semanas, as ações do governo para substituí-lo dirão se – e quanto – ele estava certo.

.

Se não Compartilhar, poucos saberão!!!




Curta, comente e compartilhe no FaceBook e apareça aqui: