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quinta-feira, 31 de março de 2011

#BOMBA! Governo do PT Prejudica mais de 250.000 Trabalhadores no #Brasil

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Transcrito da Revista Exame


4 milhões de investidores pagam a conta por briga pelo comando na Vale

A disputa pela presidência da empresa foi transformada numa sangrenta briga pública. E quem mais perdeu foram os mais de 4 milhões de investidores da empresa.



"A confusão está feita.” A frase proferida dias atrás por um executivo de um banco com  sede em Londres e que acompanha de perto as ações da Vale resume perfeitamente a situação a que chegou o imbróglio envolvendo a substituição de Roger Agnelli, presidente da segunda maior mineradora do mundo desde 2001.

Numa campanha que se tornou pública e especialmente ruidosa nas últimas semanas, o governo brasileiro, dono de 61% da holding controladora da Vale (por meio do BNDES e de fundos de pensão, como Previ e Funcef), costurou a troca do principal executivo da companhia.
O fim da era Agnelli foi selado numa reunião entre o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e Lázaro de Mello Brandão, presidente do conselho de administração do Bradesco, maior sócio privado da Vale, com 21,3% de participação no controle. A interferência direta do governo na gestão de qualquer companhia privada já seria, por si só, um desastre do ponto de vista da governança corporativa.
No caso da Vale, maior empresa privada brasileira, com um faturamento de 46,5 bilhões de dólares em 2010, a manobra ganha contornos alarmantes. Em jogo estão o presente e o futuro de uma companhia cujo valor de mercado cresceu espantosos 1 700% nos últimos dez anos, com ações negociadas em quatro bolsas de valores — BM&F Bovespa, Nova York, Paris e Hong Kong — e que se tornou a maior exportadora brasileira, com vendas ao exterior da ordem de 24 bilhões de dólares no ano passado.
Como deixa claro a frase que inicia esta reportagem, o risco de que uma companhia desse porte se transforme num instrumento político preocupa o mercado financeiro dentro e fora do Brasil. “O ministro da Fazenda certamente não é a pessoa adequada para tratar da substituição do presidente de uma empresa privada, mesmo que o governo seja seu maior acionista”, diz o diretor de um grande banco estrangeiro com sede em Nova York.

Acionista incomum
A confusão está feita. E, como consequência, mais de 4,2 milhões de investidores da companhia assistem à perda de valor de seus investimentos. Entre eles estão 254 000 trabalhadores que colocaram parte de seu fundo de garantia em ações da mineradora. Outros 3,5 milhões são trabalhadores (ou aposentados) que têm suas contribuições previdenciárias aplicadas indiretamente na Vale por meio dos fundos de pensão dos quais são cotistas.

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domingo, 27 de março de 2011

BOMBA! #DILMA quer reestatizar a VALE DO RIO DOCE!!!

É, parece que o Governo do PT está próximo de realizar mais um sonho: Reestatizar a VALE.
Afinal, antes de enganarem o povo com o papo deixa dilso ou para com wilson, a cartilha do PT já previa a reestatização de estatais privatizadas. Claro que tinha outros temas como FORA FMI, QUEBRAS DE CONTRATOS, ABAIXAR IMPOSTOS, ABAIXAR JUROS, MELHORES SALÁRIOS PARA APOSENTADOS E TRABALHADORES.
Dessas todas promessas, parece que a reestatização vai se realizar. É a galinha de ovo de ouro que faltava ao PT, tanto para mais um cabide de empregos dos companheros, quanto mais uma fonte de desvios.
Afinal a VALE já foi um elefante branco e nas mãos desses péssimos administradores, voltará rápido as origens.


Transcrito de COTURNO NOTURNO

Dilma vai meter a mão na Vale: é a reestatização da gigante que lucra 30 bilhões por ano.

Leiam na Revista Época, os motivos pelos quais a situação de Roger Agnelli no comando da Vale ficou insustentável. Antes visto como uma espécie de monarca absoluto na condução da mineradora, seu poder vem sendo desafiado seguidamente nos últimos meses por pessoas ligadas ao governo federal. Há pouco mais de uma semana, segundo noticiou o jornal O Estado de S. Paulo, o ministro Guido Mantega, da Fazenda, foi até o Bradesco informar que o Palácio do Planalto pretende substituir Agnelli em breve. Foi o Bradesco que, como acionista, indicou aquele que em 2001 era um de seus executivos mais promissores para presidir a Vale – e, desde então, sempre deu respaldo a sua gestão.

Nos últimos tempos, porém, os sinais que partem do banco não são animadores para Agnelli. Seus constantes choques com o governo Lula e com o PT não foram bem recebidos no Bradesco, onde impera uma cultura de relação discreta com a política. Na última sexta-feira, o jornal O Globo publicou em seu site que o banco já concordara com a saída de Agnelli. Em nota, Agnelli disse que não se envolve em questões políticas: “A decisão sobre a escolha do diretor presidente da Vale compete exclusivamente aos acionistas controladores da empresa. O que tenho feito nos últimos dias é o mesmo que fiz ao longo de toda a minha carreira: trabalhar. Não tenho envolvimento com qualquer questão política relativa a este assunto”. A depender dos planos da presidente Dilma Rousseff, expressos na atitude de Mantega, Agnelli deverá deixar a empresa em maio, ao final de seu mandato.

A seguir, os principais pontos da reportagem (clique nas imagens para ampliar) 


Os movimentos públicos do governo para tirar Agnelli da Vale causaram indignação na cúpula da empresa. Ao longo da semana, diretores nos três níveis da hierarquia começaram a articular um movimento de demissão em massa, em repúdio ao que chamam de “intervenção estatal” na mineradora. Na Vale não há vice-presidente. Abaixo de Agnelli estão os diretores executivos. Em seguida, os diretores globais (a Vale está presente hoje em 38 países). Por último, os diretores de departamento. Segundo executivos da companhia ouvidos por ÉPOCA, cerca de 30 diretores já teriam manifestado intenção de deixar a empresa. Alguns cogitaram passar a usar uma faixa preta no braço, em sinal de luto. Eles começaram a chamar a ação do goveno de “venezuelização” da Vale, numa referência ao estatismo do presidente Hugo Chávez.

A operação do governo para apear Agnelli do comando da mineradora não deve ser simples. De acordo com porta-vozes da Vale, os 61% do capital da Valepar nas mãos de Previ, fundos de pensão e BNDES não são suficientes para isso. Pelo acordo de acionistas, diz a assessoria da empresa, a troca exige pelo menos 75% do capital controlador. O governo necessitaria, portanto, do apoio de pelo menos um dos outros dois sócios para substituir Agnelli. A Bradespar, do Bradesco, detém 21,3% do controle; e o grupo japonês Mitsui, 18,24%. Ainda que consiga esse apoio, há outro complicador para os planos do Planalto. O acordo de acionistas exige que mudanças na diretoria executiva respeitem um ritual. Primeiro, a companhia precisa contratar uma empresa internacional de seleção de executivos (head hunting). Essa empresa, então, apresenta uma lista com três nomes. A relação tem de ser incluída na pauta da reunião do Conselho, a quem cabe a escolha de um dos nomes. E esse assunto não consta da próxima pauta do Conselho, marcada para o dia 31.

A situação de Agnelli está longe, muito longe de ser confortável. No final do ano passado, entre o primeiro e o segundo turnos da eleição presidencial, quando já se falava em sua substituição, ele afirmou ao jornal O Globo: “Tem muita gente procurando uma cadeira. E é geralmente gente do PT”. Nas próximas semanas, as ações do governo para substituí-lo dirão se – e quanto – ele estava certo.

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