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domingo, 18 de novembro de 2012

#BOMBA! Governo do PT continua enchendo os cofres da DELTA!

Por Carlos Parrini ... 

Isso parece mais uma charada. Mesmo com a Delta no meio do furacão da Cachoeira, mesmo com Carlinhos Cachoeira sendo um dos sócios ocultos da empresa, mesmo com um de seus Diretores preso, mesmo o Governo ter chamado-a de INIDÔNEA públicamente, continuam enchendo os cofres deles.


Para uma empresa inidônea que já fechou R$ 4 bilhões em contratos com o Governo para fazer o PAC, nada se sabe de concreto do que fizeram, apenas do que tem recebido seguro e certo. Tudo estranho já que contratos com empresas inidôneas já deveriam ter sido cancelados, a não ser que sejam muito mais que camaradas. Por se tratar de PT, espera-se de tudo. ou a DELTA é que sabe de tudo deles? Quem sabe qual é a charada? Vou dar a dica: desvio......


Vejam a Matéria:

Cofre abastecido

 Cavendish: o controlador
Os recursos públicos não param de jorrar na conta da Delta, de Fernando Cavendish. No ritmo em que a coisa vai, a parceira de Carlinhos Cachoeira deverá fechar o ano de 2012 como a segunda empreiteira que mais recebeu repasses do governo federal: 342 milhões de reais até agora.
Mais da metade deste total, foi liberado depois da prisão do ex-diretor da Delta Claudio Abreu, em abril. Acima da Delta, está a Odebrecht, com 796 milhões de reais.
Por Lauro Jardim

FONTE: VEJA

domingo, 20 de maio de 2012

#BOMBA! Segredo de Cavendish da DELTA é uma Bomba Atomica:

Quando mais um dos aloprados do PT, Cândido Vaccarezza, foi pego em flagrante enviando torpedo tranquilizando Sergio Cabral que ele estava sendo imunizado na CPI do Cachoeira, na realidade ele está tentando não só salvar o Chefe da quadrilha da dança dos guardanapos de Paris, mas todos os que estão envolvidos com essa  grande falcatrua que envolve desde Dilma, que encheu a DELTA de Obras do PAC, até o Senador Demóstenes, já expulso do DEM. Por isso que nem o Chefe da Delta, nem os governadores Sergio Cabral, Agnelo Queiroz e Marconi Perillo, que são os principais envolvidos no Esquema de Carlinhos Cachoeira, foram intimados a depor.
Esse é um tipo de crime que não pode virar pizza e haver impunidade, pois envolve desvio de dinheiro público, e é inafiançável. E como todos sabem, quem comete esse crime vai para a cadeia. Por isso que não querem que o Mensalão seja julgado. Por isso querem esconder Cavendish, Cabral e outros tubarões. Pensavam que o Senador Demóstenes era só uma sardinha, mas é um tubarão como todos eles. Tubarão que sabe muito. Eles só tem uma saída: Ou matam Demóstenes, Cavendish e Carlinhos Cachoeira, como fizeram com os Prefeitos PTistas Celso Daniel e Toninho do PT, ou transformam tudo em pizza.
Depois é só criarem mais algumas bolsas esmolas, Rock in Rios, Copas e Olimpíadas e o povo esquecerá dessa corrupção que é a maior na história do Brasil.
Ah, ia me esquecendo. As pessoas de bem e que acompanham perplexos de toda essa sujeira, não podem ficar sem os narizes de palhaços para que os Aloprados do PT, não parem de dar muitas gargalhadas.

Leiam a excelente matéria divulgada pela Revista VEJA:


Segredos de Cavendish preocupam PT e seus aliados

Acusada de irregularidades e pagamento de propina, a construtora Delta, uma das maiores do país, agoniza. Nos bastidores, seu dono ameaça revelar segredos que comprometeriam políticos e outras grandes empreiteiras

Otávio cabral e Daniel Pereira
Blefe? - Fernando Cavendish, proprietário da Delta, tem enviado recados a grandes empreiteiros e políticos sobre o risco de surgirem revelações envolvendo caixa dois e dinheiro para campanhas eleitorais
Blefe? - Fernando Cavendish, proprietário da Delta, tem enviado recados a grandes empreiteiros e políticos sobre o risco de surgirem revelações envolvendo caixa dois e dinheiro para campanhas eleitorais (Cristiano Mariz e Oscar Cabral)
É absolutamente previsível a explosão que pode emergir de uma apuração minuciosa envolvendo as relações de uma grande construtora, no caso a Delta Construções, e seus laços financeiros com políticos influentes. A empreiteira assumiu o posto de líder entre as fornecedoras da União depois de contratar como consultor o deputado cassado José Dirceu, petista que responde a processo no Supremo Tribunal Federal (STF) no papel de "chefe da organização criminosa" do mensalão. Além disso, consolidou-se como a principal parceira do Ministério dos Transportes na esteira de uma amizade entre seu controlador, Fernando Cavendish, e o deputado Valdemar Costa Neto, réu no mesmo processo do mensalão e mandachuva do PR, partido que comandou um esquema de cobrança de propina que floresceu na gestão Lula e só foi desmantelado no ano passado pela presidente Dilma Rousseff. A empreiteira de Cavendish é dona da maior fatia das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e tem contratos avaliados em cerca de 4 bilhões de reais com 23 dos 27 governos estaduais. Todo esse império começou a ruir desde que a Delta foi pilhada no epicentro do escândalo envolvendo o contraventor Carlos Cachoeira. Se os segredos de Cachoeira são dinamite pura, os de Cavendish equivalem a uma bomba atômica. Fala, Cavendish!
Na semana passada, a CPI do Cachoeira aprovou a convocação de 51 pessoas e 36 quebras de sigilo bancário, fiscal e telefônico. Os números foram festejados pela cúpula da comissão como prova inconteste da disposição dos parlamentares para investigar os tentáculos da máfia da jogatina nos partidos políticos, na seara das empreiteiras e na administração pública. Sob essas dezenas de votações, no entanto, esconde-se a operação patrocinada pelo ex-presidente Lula e alguns políticos para impedir que a bomba atômica de Cavendish seja detonada. A estratégia é enaltecer as convocações e quebras de sigilo relativas a empresas e personagens já fartamente investigados pela Polícia Federal. Assim fica mais fácil despistar as manobras para evitar que Cavendish conte tudo — mas tudo mesmo — o que sabe sobre como obter obras públicas pagando propinas a pessoas com poder de decisão nos governos. Investigar a Delta, aliás, foi considerada a tarefa prioritária pelos próprios delegados da Polícia Federal que prestaram depoimento à CPI. Eles disseram que desvendar os mecanismos subterrâneos de concessão de obras públicas no Brasil seria o maior legado da CPI. Fala, Cavendish!
Deflagradas pela Polícia Federal, as operações Vegas e Monte Carlo revelaram o envolvimento do contraventor Carlos Cachoeira com políticos como o senador Demóstenes Torres (ex-DEM) e Cláudio Abreu, ex-diretor da Delta na Região Centro-Oeste. Entre outras atividades, o trio agia para abrir os cofres dos governos estaduais e federal à empresa. Para tanto, ofereceria propina em troca de contratos. A PF colheu indícios desse tipo de oferta criminosa, por exemplo, em Goiás e no Distrito Federal. Foi com base nessa delimitação geográfica que os petistas defenderam uma investigação sobre a atuação da empreiteira apenas na Região Centro-Oeste — tese que saiu vitoriosa na semana passada. "Não há conversa gravada do Cachoeira com o Fernando Cavendish. A CPI não pode se transformar numa casa de espetáculo", bradou o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). "A generalização beira a uma devassa", reforçou Paulo Teixeira (PT-SP). Os petistas cumpriram à risca as ordens dadas por Lula um dia antes, quando ele esteve em Brasília para a cerimônia de instalação da Comissão da Verdade. A ordem foi calar Cavendish. Mas o correto é o contrário. Fala, Cavendish!
O ex-presidente sabe do potencial de dano ao PT e a seus aliados caso Fernando Cavendish conte como a sua Delta conseguia seus contratos de obras e, em troca, pagava políticos. Numa conversa gravada com ex-sócios, Cavendish os incentivou a cortar caminho para o sucesso comprando políticos. Na tabela da corrupção da Delta, um senador, por exemplo, custaria 6 milhões de reais. A Delta tem obras contratadas por governadores pertencentes aos maiores partidos do país — PT, PSDB e PMDB. Será que essa onipresença da Delta explica as razões pelas quais a CPI decidiu não chamar para depor os governadores Agnelo Queiroz (PT-DF), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Sérgio Cabral (PMDB-RJ)? O deputado Vaccarezza deu a resposta. "A relação do PMDB com o PT vai azedar na CPI. Mas não se preocupe, você é nosso e nós somos teu", escreveu em idioma parecido com o português o deputado Vaccarezza numa mensagem de celular destinada ao governador Sérgio Cabral. Captada pelas câmeras de televisão do SBT, a mensagem revela de forma inequívoca o grande arranjo para calar o dono da Delta, amigo íntimo de Cabral. Portanto, é bom repetir a palavra de ordem que pode salvar a CPI do fracasso. Fala, Cavendish!
a delta desmorona
Nos bastidores, Cavendish tem falado. E muito. Ele usou interlocutores de sua confiança para divulgar suas mensagens. Uma delas foi endereçada aos políticos. Seus soldados espalharam a versão de que a empreiteira destinou cerca de 100 milhões de reais nos últimos anos para o financiamento de campanhas eleitorais — e que o dinheiro, obviamente, percorreu o bom e velho escaninho dos "recursos não contabilizados". Uma informação preciosa dessas deveria excitar o ânimo investigativo da CPI do Cachoeira. Os mensageiros de Cavendish também procuraram solidariedade na iniciativa privada. A arma foi ressaltar que o caixa dois da Delta, que serviu para financiar campanhas, segue um modelo idêntico ao de outras empreiteiras, inclusive usando os mesmos parceiros para forjar serviços e notas fiscais frias. A mensagem é: se atingida de morte, a Delta reagiria alvejando gente graúda. Como o navio nazista Bismarck, a Delta afundaria atirando. Faria, assim, um bem enorme ao interesse coletivo, mas seria mortal aos interesses privados. Os mensageiros de Cavendish têm espalhado que a mesma empresa fornecedora de notas frias da qual sua construtora se servia abastecia outras duas grandes empreiteiras. São essas ameaças, somadas à coloração suprapartidária dos contratos firmados, que azeitam a blindagem da Delta. Como saber se Cavendish está apenas blefando em uma clássica operação de controle de danos? Levando-o à CPI. Fala, Cavendish!
Desde a eclosão do escândalo, a Delta foi forçada a deixar as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), encomendadas pela Petrobras, e da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), sob responsabilidade do Ministério dos Transportes. A polêmica sobre o destino da empreiteira pôs a presidente e o antecessor em rota de colisão pela segunda vez em menos de dois meses. Lula patrocinou a criação da CPI do Cachoeira ao considerá-la uma oportunidade de desqualificar instituições que descobriram, divulgaram e investigaram o esquema do mensalão, como a imprensa, o Ministério Público, o Judiciário e a oposição. Logo após a abertura da CPI, Fernando Cavendish passou a negociar a empresa com o grupo J&F, cujos donos eram parceiros preferenciais do governo Lula. A venda foi orquestrada pelo ex-presidente. O papel de Henrique Meirelles, presidente do Banco Central nos oito anos de mandato do petista e atual CEO do J&F, na manobra ainda não está claro. Meirelles não comenta, mas sabe-se que ele, desde os tempos de BC, não assina nada que não tenha a chancela de seus advogados particulares.
Cristiano Mariz
Vergonha nacional - Collor e o petista Cândido Vaccarezza: constrangimento à imprensa e troca de gentilezas com o governador Sérgio Cabral
Vergonha nacional - Collor e o petista Cândido Vaccarezza: constrangimento à imprensa e troca de gentilezas com o governador Sérgio Cabral
O J&F tem 35% de suas ações nas mãos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Mais que isso. Tomou emprestados mais de 6 bilhões de reais no banco. É, portanto, uma empresa semiestatal. Por meio de assessores, a presidente Dilma Rousseff deixou claro que seu governo não apoia a encampação da Delta pelo grupo J&F. A contrariedade de Dilma foi explicitada pela decisão das estatais de tirar a Delta de obras do Dnit e da Petrobras. Dilma determinou à Controladoria-Geral da União (CGU) que declare a empreiteira inidônea e, portanto, proibida de fechar contratos com a União. "O governo fará tudo o que estiver a seu alcance para esse negócio não sair", diz um auxiliar da presidente. Quem conhece Fernando Cavendish mais de perto garante que ele nem de longe vestiria o traje de homem-bomba. Mas como ter certeza de que tem potencial explosivo ou apenas quer minimizar os ataques a ele e a sua empresa? Levando-o à CPI. Vamos lá, coragem. Fala, Cavendish!



sábado, 28 de abril de 2012

#AcordaBrasil! > PT + CACHOEIRA + Construtora DELTA + PAC = CORRUPÇÃO

Segue um resumo de tudo o que se tem noticiado sobre mais um escândalo no Governo Federal envolvendo aliados e oposicionistas.
Elaborado por Karí Alves de nossa Comunidade do Orkut, LJTE:

► Suspeita de usar documento fraudado para vencer licitação em Brasília, a empreiteira Delta contou com o lobby da turma de Carlinhos Cachoeira.
► A Delta Construções é uma das maiores empreiteiras do Brasil. Num ranking elaborado pelo setor em 2010, ela ocupava o sexto lugar, com um faturamento anual de R$ 3 bilhões


► A Delta foi fundada em 1961, no Recife, em Pernambuco, pelo empresário Inaldo Soares, e sua ascensão é recente.
► No governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a Delta transformou-se na empreiteira com mais negócios no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Há três anos, é a empresa que mais recebe dinheiro do governo federal.
A empreiteira é agora investigada pela Polícia Federal (PF), por suspeita de envolvimento com o bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira.




MENSALÃO II - O retorno











Foco da CPI, construtora teria rede de laranjas para lavar quase R$ 26 milhões
Investigações da PF indicam triangulação entre a Delta e a construtora Alberto e Pantoja, suspeita de simular pagamentos a pessoas que hoje negam qualquer vínculo com a empresa



Foco das investigações da CPI do Cachoeira, prestes a ser instalada no Congresso, a Delta Construções é suspeita de montar uma rede de laranjas para lavar dinheiro numa triangulação com outra construtora, a Alberto e Pantoja Construções e Transporte Ltda

. Análise da lista de beneficiários de pagamentos realizados pela Alberto e Pantoja indica que a Delta pode ter abastecido contas bancárias em nomes de pessoas que negam, publicamente, ter recebido as quantias registradas na perícia da Polícia Federal.
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,foco-da-cpi-construtora-teria-rede-de-laranjas-para-lavar-quase-r-26-milhoes,862277,0.htm



Destino de R$ 26,2 milhões da Delta, a Alberto e Pantoja fez pagamentos ►até a um cabeleireiro. ►Outras transferências tiveram como destino empresas que não funcionam no endereço registrado.
O modelo da operação e as negativas reiteradas dos supostos beneficiários indicam, segundo o Ministério Público, prática de lavagem de dinheiro nas operações que movimentaram mais de R$ 25,8 milhões entre 2010 e 2011.



Entre os principais destinatários do dinheiro do esquema está br>
► Pedro Batistoti Júnior, tecnólogo e ex-funcionário da Delta em MS. 

Laudos da PF atestam que ele teria recebido R$ 300 mil. "Se tivesse R$ 300 mil não precisaria pedir R$ 20 para comprar almoço. Não tenho nada com isso", disse.

Há nove anos trabalhando em um salão de beleza em Goiânia, o cabeleireiro Jefferson Dirceu Santos aparece na lista de destinatários dos recursos. "Que? R$ 60 mil?
Nunca recebi nada desse valor e muito menos dessas pessoas. Só podem ter usado o meu nome."



Dona da Serpes, empresa de pesquisas de opinião em Goiás, Ana Cardoso de Lorenzo, que teria recebido R$ 56 mil da Pantoja, se espantou ao ser questionada pelo Estado: 
"Você está doido? Nem conheço!" Um dos responsáveis pela empresa, o marido dela, Antônio Lorenzo, disse nunca ter ouvido falar na construtora investigada pela PF.
"Os valores, para mim, são exageradamente altos. Prestamos serviços de R$ 5 mil, R$ 7 mil. De cifra assim eu me lembraria", disse, prometendo fazer uma pesquisa ampla dos negócios anteriores para desvendar o "enigma".


  

Mensalão II - Cachoeira - O retorno





Até o distante Acre, governado há mais de 13 anos pelo PT, foi alcançado pelos tentáculos da construtora Delta, do empresário Fernando Cavendish, investigada pela Polícia Federal por supostamente ser parceira do grupo do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Em maio de 2011, o governo Tião Viana (PT) contratou a empreiteira por R$ 1,3 milhão para executar serviços de conservação, manutenção e recuperação de rodovias estaduais e federais no Estado – BR-364 (trecho Rio Branco-Sena Madureira), AC-010 (trecho Rio Branco-Porto Acre e AC-090 (trecho Rio Branco/Km 60).

O extrato do contrato foi publicado no Diário Oficial do Acre, em 31 de maio do ano passado.

Ainda em vigor, o contrato com a Delta foi assinado pelo diretor-presidente do Deracre, Marcus Alexandre Médici, pré-candidato do PT a prefeito de Rio Branco, e Franco Ferreira da Silva, pela empreiteira.






A Construtora Delta, uma das maiores empreiteiras do Brasil e a queridinha da turma do bicheiro Carlinhos Cachoeira, possuí inúmeros contratos no Piauí e faturou mais de 100 milhões de reais em obras do DNIT-PI entre os anos de 2009 a 2011

A Delta foi também a empresa que venceu a licitação para a obra de pavimentação asfáltica interligando as cidades de Porto e Miguel Alves, no valor de mais de 19 milhões reais no entanto, o contrato foi rescindido pelo DER-PI em 29 de fevereiro de 2012.



Delta obteve aumento de preço em 60% dos contratos firmados com Dnit
Alvo de CPI, construtora conseguiu aditivos que elevaram custo original de obras em R$ 400 milhões; TCU já avaliou que mais de 40% de acréscimos é exagero


21 de abril de 2012 | 22h 26
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,delta-obteve-aumento-de-preco-em-60-dos-contratos-firmados-com-dnit,863886,0.htm



Suspeita de montar uma rede de influência tanto em governos estaduais como na União, a Delta Construções obteve aditivos que alteraram o valor de suas obras em quase 60% dos contratosfirmados com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), um dos órgãos que concentram os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

De um total de 265 empreendimentos tocados pela empreiteira a serviço da autarquia responsável pelas rodovias federais, 154 sofreram mudanças no valor originalmente previsto, custando mais caro na maioria dos casos e aumentando o valor das obras em cerca de R$ 400 milhões.





Compilados pelo Estado com base em balanço do Dnit sobre os contratos com a Delta, os dados se referem às obras de manutenção, adequação, duplicação e implantação de estradas, concluídas ou ainda em andamento. Da relação, constam intervenções iniciadas de 1996 a 2012. Maior construtora do PAC, com suas atividades concentradas principalmente no setor rodoviário, a empresa conseguiu contratos de R$ 4,3 bilhões de lá para cá, dos quais....



R$ 3 bilhões já foram pagos pela União.



Leia mais sobre a roubalheira governista

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,delta-obteve-aumento-de-preco-em-60-dos-contratos-firmados-com-dnit,863886,0.htm



Delta vai saindo do caminho sem dar um pio. Ou: Jabuti sobe em árvore?

Algo de muito estranho está em curso. Há jabutis demais sobre as árvores para que consideremos tudo normal. Até outro dia, não se ouvia falar da Delta e de Fernando Cavendish. Foi VEJA quem tirou a construtora de seu espantosamente bem-sucedido ostracismo noticioso em reportagem que começou a chegar aos leitores no dia 7 de maio do ano passado. O texto informava então o vertiginoso crescimento da empresa. De empreendimento modesto, chegou, durante o lulo-petismo, à condição de Número Um do PAC. Entre uma coisa e outra, a Delta teve um consultor. Seu nome: José Dirceu.


Em entrevista à revista concedida então, os 
empresários José Augusto Quintella Freire e Romênio Marcelino Machado, que chegaram a ser sócios de Cavendish em outro negócio, não economizaram palavras. Indagados sobre o objetivo da consultoria prestada por aquele que a Procuradoria Geral da República chama “chefe de quadrilha”, foram claros:

“Tráfico de influência. Com certeza, é tráfico de influência. O trabalho era aproximar o Fernando Cavendish de pessoas influentes do governo do PT. Isso, é óbvio, com o objetivo de viabilizar a realização de negócios entre a empresa e o governo federal.”

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/delta-vai-saindo-do-caminho-sem-dar-um-pio-ou-jabuti-sobe-em-arvore/




E como Dirceu foi contratado? Justamente por intermédio da empresa de que eram sócios, a Sigma:

“A contratação foi feita por debaixo do pano, através da nossa empresa, sem o nosso conhecimento. Um dia apareceram notas fiscais de prestação de serviços da JD Consultoria. Como na ocasião não sabia do que se tratava, eu me recusei a autorizar o pagamento, o que acabou sendo feito por ordem do Cavendish.”


Prestem, agora, atenção, às considerações feitas por eles sobre duas obras nas quais a Delta estava envolvida:

Sobre a Petrobras, afirmou Quintella:

“A Delta começou a receber convites de estatais para realizar obras sem ter a capacidade técnica para isso

. A Petrobras é um exemplo. No Rio de Janeiro, a Delta integra um consórcio que está construindo o complexo petroquímico de Itaboraí, uma obra gigantesca. A empresa não tem histórico na área de óleo e gás, o que é uma exigência. Ainda assim, conseguiu integrar o consórcio..... Como? Influência política.”



Sobre o Maracanã, afirmou Romênio

“O caso da reforma do Maracanã é outro exemplo. A Delta está no consórcio que venceu a licitação por 705 milhões. A obra mal começou e já teve o preço elevado para mais de l bilhão de reais. Isso é uma vergonha. O TCU questionou a lisura do processo de licitação. E quem veio a público fazer a defesa da obra? O governador Sérgio Cabral. O Cavendish é amigo íntimo do Sérgio Cabral. A promiscuidade é total.”




A construtora — ou, mais propriamente, Cavendish — voltou a ser notícia quando um acidente de helicóptero na Bahia matou sete pessoas, entre eles, a mulher de Cavendish e a nora de Cabral. 

O governador integrava um grupo que iria comemorar o aniversário do empresário num resort.

Veio à luz, então, a espantosa proximidade da Delta com o governo do Rio. 



O caso Cachoeira começou a vir à luz em reportagem da VEJA,  que começou a chegar aos leitores no dia 3 de março.



Algo estranho…

Parece que a ordem dos eventos indica que uma maneira de “salvar” a Delta é desmontar a Delta o mais rapidamente possível
.

É visível o esforço empreendido para tirar logo a empresa do caminho — e ela sai, sem oferecer nenhuma resistência.


► a Delta já está fora das obras do Maracanã;

► a Delta já está fora das obras da Petrobras;

► Fernando Cavendish agora se afasta da empresa;

► a Corregedoria Geral da União abre processo para eventualmente declarar a sua inidoneidade -
 tinha motivos para fazê-lo desde 2010. 






VENDE-SE
DELTA CONSTRUTORA
A DELTA CONSTRUTORA dispõe de contratos Bilionários com o governo federal nas obras do PAC em todo território brasileiro, inclusive aquelas obras para as quais não tem capacidade técnica, assim como:

►Todos escândalos de corrupção em que está envolvida
►Todas licitações fraudulentas com superfaturamentos
... muito em moda no atual governo
Aproveitem a pechincha, negócio da china, imperdível ! !




Alvo da CPI, Delta já está à venda por seu novo presidente, Carlos Alberto Verdini
Segundo noticiários, a DELTA CONSTRUTORA sem crédito bancário e com problemas de caixa deixa algumas de suas obras.

Envolvida em escândalos junto a políticos e governo, denunciados após a operação Monte Carlo, a construtora ESTÁ À VENDA.


► Agravados seus problemas de caixa por conta das irregularidades constatadas em contratos com o Dnit (governo), em 2011.

► Os bancos, que já limitavam crédito à construtora, fecharam a torneira de vez.






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