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sábado, 20 de abril de 2013

#BOMBA! VACCAREZZA do #PT viajou em jato de Empreiteiro preso por corrupção.

Por Carlos Parrini ... 

Como divulgamos AQUI e para quem não se lembra, o Deputado Federal do PT Cândido Vacareza é aquele aloprado que foi flagrado enviando torpedo confirmando a blindagem de Sergio Cabral, informando-o de que não seria convocado para depor na CPI do Cachoeira e da Delta. 


Para quem não se lembra também, o Governador Sergio Cabral e Prefeito Eduardo Paes estão envolvidos até o pescoço com a Delta que praticamente monopolizava todas as obras superfaturadas e muitas sem licitações no Rio de Janeiro. A Delta estava envolvida na Obra do Estádio Engenhão que está desabando, do Maracanã que abandono, na Transcarioca, Refinaria de Itaboraí (sem serem qualificados para trabalharem com Petróleo), 80% das Obras do PAC e etc. Também para quem não se lembra, a Delta tem como Sócio Oculto Carlinhos Cachoeira. O Dono da Delta foi aquele flagrado com Sérgio Cabral e seus secretários, torrando dinheiro público no Principado de Mônaco e em Paris na França. Ficaram todos famosos fazendo a dancinha dos guardanapos em suntuoso hotel, juntamente com esposas, noivas, namoradas, amantes, cobras e jacarés.

A Turma de Cabral e Eduardo Paes na França com Cavendish e a gang da DELTA.
E a dancinha dos guardanapos e a farra com o dinheiro público na França.

Mas graças a esse aloprado do PT, Cândido Vaccarezza, está tudo esquecido. Eduardo Paes e Sergio Cabral se empenham agora para eleger PEZÃO, um dos chefes da máfia, como Governador. Em troca estão gastando Bilhões com empreiteiras comparsas, para o Carioca e Fluminense esquecerem seus pecados e votarem neles em massa.
Mas estamos aqui para denunciá-los e impedir que não se elejam nem para síndico do prédio onde moram. Isso se Vaccarezza, Lula e Dilma não vierem subir em seus palanques, pois o povo será enganado e acabará elegendo mais um corrupto.

Vaccarezza e Cabral flagrados em momentos íntimos.

Vejam o babado?

Atualizado: 20/04/2013 02:05 | Por FAUSTO MACEDO, FERNANDO GALLO, estadao.com.br

Assessora de deputado pediu avião de acusado

Auxiliar queria aeronave para Vaccarezza 'viajar pelo interior', diz relatório de operação
Documento do Ministério Público estadual afirma que a assessora do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) Denise Cavalcanti pediu ao empreiteiro Olívio Scamatti que providenciasse um avião para o petista "viajar pelo interior de São Paulo". Scamatti está preso sob acusação de chefiar uma quadrilha que fraudava licitações municipais com verbas de emendas parlamentares. O ex-líder do governo Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados confirma que viajou em um avião providenciado pela auxiliar, mas diz não ter certeza se ele era mesmo do empreiteiro.
Datado de 5 de março de 2012, o relatório consta dos autos da Operação Fratelli, desencadeada dia 9 passado pela Polícia Federal e Ministério Público. O procurador de Justiça Luiz Otávio Roque subscreve a peça de 35 páginas que foi endereçada na época ao Tribunal de Justiça.
A citação a Vaccarezza está na página 30. O procurador transcreve trecho de uma interceptação telefônica de 15 de julho de 2010. "Denise, de Brasília, liga para Olívio e pergunta se ele pode emprestar o avião para o Vaccarezza viajar no dia seguinte pelo interior de São Paulo."
O procurador também destaca outro grampo, de 17 de maio de 2010. "Denise, chefe de gabinete parlamentar, conversa com Olívio sobre aterro em Olímpia, afirmando que ele (provavelmente o deputado para o qual ela trabalha) tem o recurso e quer que eles indiquem alguém, perguntando se Olívio topa."
A assessora foi exonerada do gabinete do petista após a eleição de 2010. O deputado diz tê-la demitido e nega relação com os episódios envolvendo Scamatti, dos quais diz não ter conhecimento. Ele afirma que fez uma reestruturação em seu gabinete.
Denise foi nomeada para trabalhar no serviço funerário da cidade de São Paulo em 11 de janeiro como assessora de informática. Funcionários disseram que sua exoneração foi pedida nesta semana, após as revelações dos grampos em que esteve envolvida. No Diário Oficial, contudo, até agora nada foi publicado.

Continua AQUI

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

BALANÇO! Tempos de justiça e corrupção. Via @Estadao



Tempos de justiça e corrupção

22 de dezembro de 2012 | 2h 06

Marco Aurélio Nogueira* - O Estado de S.Paulo
Exceção feita às eleições municipais, cuja importância foi enorme, o ano político de 2012 termina sob o signo da corrupção e da busca de justiça e de equilíbrio entre os Poderes da República.
De Carlos Cachoeira a Rosemary Noronha, passando pelo julgamento do mensalão e chegando às denúncias de Marcos Valério, tivemos um eixo. Uma nova fase pareceu despontar na vida nacional. O protagonismo e o prestígio de que o Supremo Tribunal Federal passou a desfrutar emergem como fato novo, que ainda terá de ser bem compreendido, até para se ver em que medida implica o rebaixamento dos outros Poderes.
O fio que liga os crimes - de uma forma ou de outra associados a formação de quadrilha, tráfico de influência, corrupção ativa e peculato - é o mesmo que une negócios e política, ou seja, que mostra a invasão da política pelo mercado e pelo dinheiro. Seu ponto de partida, no Brasil recente, desponta na votação da emenda da reeleição de FHC e nas privatizações dos anos 90 e encorpa com o caso Waldomiro Diniz (março de 2004), assessor da Casa Civil da Presidência flagrado recebendo propina. Passa pelo mensalão, pelas denúncias de compra de dossiês falsos contra políticos, pelas relações de Cachoeira com políticos de vários partidos e culmina no caso Rose. Fica dramaticamente reforçado com as declarações de Valério comprometendo Lula no mensalão.
É inevitável que bombas desse tipo estourem no colo do PT. O partido tornou-se a bola da vez, o adversário a ser batido. Cresceu, paradoxalmente, durante os anos em que mais se sabe de casos de corrupção. Elegeu e reelegeu Lula, elegeu Dilma, ganhou eleições em Estados e municípios antes inacessíveis, tornou-se uma potência política, caminhando como se nada o atingisse ou prejudicasse. Suas cúpulas insistem em associar as denúncias de corrupção a um plano sórdido da direita, da mídia e da "Justiça conservadora" para desconstruir o PT, desestabilizar seus governos e ocultar suas conquistas. Não percebem que o argumento é ruim, insistem em não reconhecer erros e escolhas equivocadas, prolongando a percepção de que o partido naturaliza a corrupção.
O poder é, em si mesmo, possibilidade e armadilha. Concede aos que dele se aproximam múltiplas vantagens, mas também abre as portas para a tentação, os falsos amigos, as negociatas. Os poderosos muitas vezes se embriagam com os trunfos de que passam a dispor: nomear, indicar, pedir e decidir tornam-se verbos que se confundem no seu léxico e que os fazem, com frequência, meter os pés pelas mãos.
O poder não é imune ao tempo. Tende a se desgastar com o andar do relógio. O poderoso se entedia e passa a ser atraído ou pela inércia ou pela disposição ao risco. O tempo do poder também acompanha o tempo social, precisa decifrá-lo e se ajustar a ele. Hoje, neste tempo de redes, conectividade, informações livres e reflexividade em que vivemos, o poder não consegue mais fazer o que fazia antes. O sistema político-administrativo copia a estrutura em rede da vida, vendo crescer focos de competição dispostos horizontalmente. O poder precisa negociar, ouvir e dialogar mais, lidar com obstáculos e desafios constantes. Está mais exposto, tem menos aura e opera muitas vezes rés ao chão, enfiando-se em arapucas "mequetrefes". Pode cair em descontrole agudo.
Controles rigorosos não combinam com redes e conectividade. Nomear um assessor pode ser o primeiro passo para o inferno: subordinados tendem a se tornar pequenos reis e rainhas de pequenos feudos, nichos de onde operam e corrompem. O caso Rose é emblemático. Beneficiada pelo vínculo pessoal que manteve por anos com Lula e outros poderosos, ela viabilizou um esquema nas barbas do poder. O esquema ganhou vida própria, envolvendo os que o patrocinaram e dele se beneficiaram.
Não se trata de relativizar, muito menos de diminuir a responsabilidade dos dirigentes. Ninguém chega ao comando de um escritório regional da Presidência sem o devido apoio superior. Mas é preciso dar a cada um a sua parcela de culpa. Não é plausível analiticamente (embora funcione como agitação) que se estabeleçam a priori linhas de comando trabalhando em prol da corrupção, como se determinados partidos ou políticos fossem especializados na prática de crimes. Há mais afã desbragado pelo aproveitamento das oportunidades de poder e muito mais aparelhamento de agências e órgãos estatais - um aparelhamento que, à diferença do tradicional, pode até mesmo receber verniz ideológico, "anticapitalista". Cada época tem seu tipo particular de corrupto, e o de hoje parece ser o "facilitador".
Nas décadas recentes, muitas pessoas desejosas de ascensão social, emprego e prestígio foram projetadas em postos-chave do Estado, enredando-se em esquemas e maracutaias. Seus padrinhos conhecem as regras do jogo, não podem ser isentados de culpa. Não há mais "idealistas" no âmbito público e estatal. Também não há como contar com os mecanismos de controle da burocracia, cujas normas e cujo ethos jamais prevaleceram impávidos entre nós. Com isso as oportunidades de aparelhamento aumentaram sensivelmente. As correias de transmissão entre Estado, partidos e particulares ficaram descontroladas.
Precisaremos de tempo e determinação para que os atores entendam a nova estrutura da vida e domem os sistemas. Mas quanto antes começarmos a nos mexer em sentido reformador, melhor. Muito pode ser feito a partir da organização da indignação e dos desejos de se ter um País mais decente. Se aqueles que se mostram aguerridos no combate aos escândalos de hoje capricharem na mira, poderão funcionar como um polo de ativismo ético-político que ajudará a que se processem os escândalos que ainda virão, reduzindo paulatinamente a sua potência.
Bom 2013 para todos.
* PROFESSOR TITULAR DE TEORIA POLÍTICA E DIRETOR DO INSTITUTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA UNESP

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,tempos-de-justica-e-corrupcao-,976768,0.htm


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

#BOMBA# HADDAD do PT, facilitou a vida de Carlinhos Cachoeira no MEC.

Por Carlos Parrini ...

Uns estão rezando para que acabe a CPI do Cachoeira, outros estão agindo para que ela não vá a frente e outros não querem prorrogar o tempo necessário. Os corruptos tem grande interesse de que essa CPI acabe em PIZZA. Como todos sabem e já falamos AQUI, Carlinhos cachoeira é Sócio oculto da DELTA. Se aprofundarem a CPI, chegarão ao Prefeito Eduardo Paes e Governador Sergio Cabral, amiguíssimos do dono da Delta e que lhes entregou quase todas as obras do Rio. Chegarão a Dilma que praticamente entregou 80% do PAC nas mãos dessa empresa companheira e corrupta. Mas não só Prefeitos, Governadores e a Presidência estão envolvidos nesse grande escândalo da Delta e Carlinhos Cachoeira, mas candidatos também. Ricardo Boechat citou o Candidato a Prefeito por São Paulo, Fernando Haddad, por favorecimento a empresa ligada a Cachoeira.

A Delta agradece e os corruptos também.

Para quem é instruído ou pelo menos está acompanhando os noticiários. Já existem provas cabais de que o PT está cheio de corruptos, tanto que o STF já está condenando alguns deles. Como HADDAD é do mesmo Partido e da base alugada, não se podia esperar nada diferente. São todos farinha do mesmo saco.


Nós, trabalhadores e pagadores de impostos, só temos que torcer para que todos sejam condenados e rezar ou orar muito para que não sejam Eleitos, pois se isso acontecer, os estragos serão bem maiores.


Leiam a matéria:


HADDAD POSSUI LIGAÇÕES COM CARLINHOS CACHOEIRA
Haddad é amigo dos amigos também.
A lei da ficha limpa veio para modernizar a política brasileira e criar dificuldades para que políticos corruptos não consigam sequer registrar suas candidaturas. Infelizmente, muitos candidatos escapam ilesos deste processo em virtude de uma série de fatores. Entre eles, a demora dos processos na justiça e nos processos internos de investigação nos ministérios, que podem ser tocados de acordo com os interesses do governo. Em nota na revista Isto É, colunista Ricardo Boechat, chama atenção para um fato no mínimo inquietante e que deveria ser apurado com mais profundidade.

Flagrado em escutas feitas pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo, Demóstenes Torres admite ter explicações a dar. Ótimo, pois assim poderá falar sobre o Instituto de Nova Educação, em Contagem (MG), cujo controle acionário divide com Marcelo Limírio – sócio de Carlinhos Cachoeira em vários negócios. Em 2010, o MEC, chefiado por Fernando Haddad, autorizou a instituição a virar universidade em apenas 15 dias. Recorde absoluto. Um processo igual tramita no ministério, em média, dois anos. Neste episódio, Haddad teria beneficiado Carlinhos Cachoeira e seu grupo com a maior presteza e celeridade.
Em outra nota publicada na Isto É, o colunista Ricardo Boechat lembra que processos semelhantes, sob análise do MEC, costumam demorar dois anos. Já em outro episódio, mais ou menos na mesma época, o mesmo MEC que aprovou a toque de caixa a concessão para Demóstenes e Limírio também cassou o registro, em tempo recorde, da Universidade São Marcos, que pertence ao empresário Ernani de Paula, ex-prefeito de Anápolis e adversário de Cachoeira e Demóstenes. Mais uma vez, Fernando Haddad aparece prontamente defendendo “interesses” e beneficiando os esquemas do bicheiro Carlinhos Cachoeira e seu grupo. Algo realmente muito sombrio paira sobre estes inexplorados episódios.


Como Haddad acha que todos somos burros, ficou por isso mesmo. E como somos burros, ele está próximo de ser eleito. 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

#Bomba! DELTA Fecha novos contratos com o Governo:

Fico pensando cá com meus botões: Ando sem crédito na praça, fiquei com o nome sujo mas, apesar disso, tiveram dó de mim e me deram contratos mesmo sabendo que não posso garantir se vou pagar.
Parece um sonho mas um milagre aconteceu, não para mim que iria mofar com minhas dívidas, mas para a DELTA. 
Como todos sabem, a Delta anda em maus lençóis desde que seu sócio oculto, o Bicheiro Carlinhos Cachoeira, foi preso. Desde lá, perdeu diversos contratos, teve de desistir de vários outros por não ter como bancar as obras. Até a mesmo a Dilma, que sempre esconde a sujeira por debaixo do tapete, disse que iria torná-los como pessoas inidôneas. Mas só papo. Depois que baixou a poeira, o DNIT do Governo Federal, o Governador do Rio, Sergio Cabral que é amigo do presidente da Delta e outros, vieram socorrer e fazerem chover dinheiro nas hortas desses bandidos.
A Delta podia não ter mais crédito na praça, mas tem créditos com os políticos corruptos. E esses precisam salvá-la já que este ano, é ano de eleições. Alguém tem de bancá-los. Para que serve dinheiro público e os trouxas?

Vejam a denúncia transcrita do Blog do Claudio Humberto:

Delta fatura novos contratos públicos

Mesmo alvo de CPI e sob a ameaça de ser considerada inidônea pela Controladoria-Geral da União (CGU), a empresa Delta Construções ampliou seu faturamento no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e na Prefeitura do Rio de Janeiro nos últimos 30 dias. Conforme informações do jornal Estado de S.Paulo, a superintendência do Dnit em Mato Grosso do Sul homologou, no dia 16, concorrência vencida pela Delta, cujo valor é de R$ 30,9 milhões. O edital estabelece execução de obras de revita. A Delta ainda faturou novas verbas para obras do Dnit em andamento em outros cinco Estados no mês passado. Anteontem, o Diário Oficial da União publicou extrato com o quinto termo aditivo em favor da empreiteira para a conservação e recuperação da BR-242. Os demais aditivos publicados nos últimos 30 dias foram destinados para obras da Delta no Espírito Santo, Pará, Piauí e Tocantins.


sábado, 26 de maio de 2012

#BOMBA! Gilmar Mendes do STF diz que foi CHANTAGEADO por LULA!

Isso é muito grave! Mas por se tratar de PT, espera-se de tudo, inclusive assassinatos. A própria fundadora do PT, a Ex-Senadora Heloísa Helena, já chamava LULA de chefe da Quadrilha que é capaz de roubar e matar. Eles fazem isso com tal eficácia que não deixa rastros. O Prefeito Celso Daniel do PT, foi assassinado e 8 testemunhas tiveram o mesmo fim. Não é a toa que este BLOG vem tentar abrir os olhos dos brasileiros pois estamos falando de uma grande Máfia.
Veja que eles gastam fortunas desviados dos cofres públicos para se defenderem. Note que o Advogado Marcio Thomas Bastos, ex- Ministro de LULA, recebeu R$ 15 Milhões para defender Carlinhos Cachoeira. É um advogado que conhece de perto as falcatruas do PT assim como conhece as de Carlinhos Cachoeira. Se Cachoeira é um Ladrão defendido por um Governista, de quem vocês acham que são esses R$ 15 milhões? Existe ladrão honesto? Será que Cachoeira ganhou na Mega Sena para pagar esse Advogado do Diabo?  Se Cachoeira é um contraventor, é amigo de Cavendish da Delta que detém o Monopólio das Obras do PAC, que é amigo de Sergio Cabral, que faz festas suntuosas na França e ainda debocha em festas paga pelos brasileiros com guardanapos nas cabeças, claro que esse dinheiro é NOSSO! Tão nos roubando na maior cara de PAU! E ainda por cima usando nosso dinheiro para defenderem bandidos.
Por isso LULA tem que correr e chantagear Policiais e Juízes, tem que fazer alguma coisa, não para os brasileiros, mas para os BANDIDOS!

Vejam mais esta matéria bombástica divulgada pelo Folha Uol Notícias:



Lula propôs ajuda em CPI para adiar mensalão, diz Gilmar Mendes

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DE BRASÍLIA

O ex-presidente Lula procurou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes para tentar adiar o julgamento do mensalão.
Em troca da ajuda, Lula ofereceu ao ministro, segundo reportagem da revista "Veja" publicada neste fim de semana, blindagem na CPI que investiga as relações do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com políticos e empresários.
Sérgio Lima - 09.dez.2009/Folha Imagem
Então presidente, Lula conversa com o ministro do STF Gilmar Mendes em evento que aconteceu em 2009 em Brasília
Então presidente, Lula conversa com o ministro do STF Gilmar Mendes em evento que aconteceu em 2009 em Brasília
Mendes confirmou hoje (26) à Folha o encontro com Lula e o teor da conversa revelada pela revista, mas não quis dar detalhes. "Fiquei perplexo com o comportamento e as insinuações despropositadas do presidente Lula", afirmou o ministro.
O encontro aconteceu em 26 de abril no escritório de Nelson Jobim, ex-ministro do governo Lula e ex-integrante do Supremo.
Lula disse ao ministro, segundo a revista, que é "inconveniente" julgar o processo agora e chegou a fazer referências a uma viagem a Berlim em que Mendes se encontrou com o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), hoje investigado por suas ligações com Cachoeira.
Membro do Ministério Público, Demóstenes era na época um dos principais interlocutores do Poder Judiciário e de seus integrantes no Congresso Nacional.
A assessoria de Lula disse que não iria comentar.
Na conversa, Gilmar ficou irritado com as insinuações de Lula e disse que ele poderia "ir fundo na CPI".
De acordo com a reportagem da "Veja", o próximo passo de Lula seria procurar o presidente do STF, ministro Carlos Ayres Britto, também com o intuito de adiar o julgamento do mensalão.
Em recente almoço no Palácio do Alvorada, na ocasião da instalação da Comissão da Verdade, Lula convidou Ayres Britto para tomar um vinho com ele e o amigo comum Celso Antonio Bandeira de Mello, um dos responsáveis pela indicação do atual presidente do Supremo.
À Folha Britto também confirmou o convite, mas disse que não percebeu qualquer malícia em Lula e que o encontro não ocorreu.
"Estive com Lula umas quatro vezes nos últimos nove anos e ele sempre fala de Bandeirinha. Ele nunca me pediu nada e não tenho motivos para acreditar que havia malícia no convite", disse. Ele diz que a "luz amarela" só acendeu quando Gilmar Mendes contou sobre o encontro, "mas eu imediatamente apaguei, pois Lula sabe que eu não faria algo do tipo".
Na última sexta-feira (25), em Salvador, Ayres Britto disse que os ministros do STF "estão vacinados contra todo tipo de pressão". "Ainda está para aparecer alguém que ponha uma faca no pescoço dos ministros do STF."


sexta-feira, 18 de maio de 2012

#BOMBA! Querem apagar o MENSALÃO. Via @VEJA

Que o PT costuma blindar os corruptos, todos já sabemos. Que ele tenta livrar Sergio Cabral e Agnelo Queiroz da CPI do Cachoeira também sabemos. Inclusive ontem o PTista Vaccarezza  foi flagrado mandando um torpedinho amoroso mas comprometedor ao Cabral, dizendo: 

 "A relação com o PMDB vai azedar na CPI. Mas não se preocupe, você é dos nossos e nós somos dos teu [sic]". 

Agora querer espalhar que o mensalão não existiu e que os 36 ladrões que foram denunciados pelo MP, são frutos da nossa imaginação, é no mínimo muita cara de pau.
Mas é essa a tática que usam, está dando certo e deixando muitos corruptos ricos, por que mudar?
Eles não devem mudar, mas nós temos de mudá-los. É uma questão de honra.
E já está lançado uma nova Campanha: NÃO VOTE EM POLÍTICOS QUE DESVIAM DINHEIRO PÚBLICO.
Sobrarão muitos poucos mas serão esses os próximos felizardos até as outras campanhas.

Saibam mais lendo a ótima matéria conforme divulgada pela Revista VEJA:


Querem apagar os crimes mensalão

Com o julgamento do mensalão pelo Supremo a caminho, os petistas lançam uma desesperada ofensiva para tentar desviar a atenção dos crimes cometidos por eles no que foi o maior escândalo de corrupção da história brasileira

Daniel Pereira e Hugo Marques
Rui Falcão, presidente do PT (ao lado), e Marco Maia, presidente da Câmara: para tentar apagar os crimes cometidos por petistas no mensalão, a ordem é mentir até parecer verdade
Cartilha Stalinista: Rui Falcão, presidente do PT (ao lado), e Marco Maia, presidente da Câmara: para tentar apagar os crimes cometidos por petistas no mensalão, a ordem é mentir até parecer verdade (Ag. Globo)
Josef Stalin, o ditador soviético ídolo de muitos petistas, considerava as ideias mais perigosas do que as armas e, por isso, suprimiu-as, matando quem teimava em manifestá-las. O PT até que tenta se arejar, exercitar certo pluralismo, mostrar respeito às leis e conduzir as instituições do país que ele governa não como propriedade particular do partido, mas reconhecendo-as como conquistas da sociedade brasileira. Mas basta uma contrariedade maior para que o espírito de papai Stalin baixe e rasgue a fantasia democrática dos petistas parcialmente convertidos ao convívio civilizado. A contrariedade de agora é a proximidade do julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF) da maior lambança promovida pelos petistas com dinheiro sujo, que produziu o escândalo entronizado no topo do panteão da corrupção oficial brasileira com o nome de mensalão. Sussurre esse nome aos ouvidos de um petista nos dias que correm e ele vai reagir como se uma buzina de ar comprimido tivesse sido acionada a centímetros de seus tímpanos. A palavra de ordem emanada do comitê central sairá automaticamente: "Isso é invenção da oposição e da imprensa!".
Como formigas guiadas por feromônios, os militantes de todos os escalões, de ministros de estado aos mais deploráveis capangas pagos com dinheiro público na internet, vão repetir disciplinadamente o mantra de que o mensalão "foi uma farsa". Ele vai ser martelado sobre os cinco sentidos dos brasileiros na tentativa de apagar os crimes cometidos pelos petistas e, seguindo a cartilha stalinista, fazer valer as versões sobre os fatos, transmutar culpados em inocentes e, claro, apontar bodes expiatórios como responsáveis pelas próprias misérias morais que eles infligiram ao país, a si próprios e a sua reputação, firmada quando na oposição, de paladinos da ética. Esse processo perverso de reescrever a história está em curso em Brasília, em pleno século XXI. Sua mais recente iniciativa é a iminente instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Congresso Nacional, a primeira do governo Dilma Rousseff. O objetivo declarado — e desejável — da CPI é elucidar os limites da atuação no mundo oficial do contraventor Carlos Cachoeira, que explorava o bingo ilegal em Goiás e se encontra trancafiado em presídio de alta segurança. Acusado de receber dinheiro para defender os interesses do contraventor no governo e no Legislativo, o senador Demóstenes Torres, do DEM, está a caminho de perder o mandato. Razões para uma investigação republicana, portanto, não faltam. O problema está nos objetivos subalternos da CPI, que os petistas e seus aliados mal conseguem esconder nas conversas: criar um fato novo e, assim, desviar o foco da atenção da opinião pública do julgamento do mensalão. Eles esperam que as investigações produzam imagens que ajudem a demonstrar a tese central do presidente Lula sobre o mensalão, a de que o PT fez apenas o que todo partido político sempre fez. Esperam também criminalizar jornalistas para quem Carlos Cachoeira serviu de fonte sobre o que ia nos subterrâneos da corrupção no mundo oficial em Brasília, terreno que ele frequentava com especial desenvoltura.
Info
Em resumo, o PT espera desmoralizar na CPI todos que considera pessoal ou institucionalmente responsáveis pela apuração e divulgação dos crimes cometidos pelos correlegionários no mensalão — em especial a imprensa. Por quê? Principalmente porque o esquema de compra de apoio parlamentar pelo governo do PT começou a ser desbaratado em 2005, após uma reportagem de VEJA mostrar um funcionário dos Correios cobrando e recebendo propina em nome do PTB. Depois disso, o presidente do partido, o ex-deputado Roberto Jefferson, revelou ao país que parlamentares recebiam dinheiro na boca do caixa para votar com o Planalto. O chefe do esquema era o então ministro da Casa Civil José Dirceu, que vivia repetindo o bordão segundo o qual não fazia nada sem o conhecimento do presidente Lula. Tanto a CPI dos Correios quanto a Procuradoria-Geral da República deixaram claro que parte do dinheiro que financiou o mensalão saiu dos cofres públicos. Durante as investigações, o então marqueteiro de Lula, Duda Mendonça, admitiu ter recebido dólares por fora, no exterior, por serviços prestados na campanha do presidente. Foi tão grave e acintosa a agressão dos petistas às leis brasileiras no mensalão que, tecnicamente, o presidente Lula poderia ter sofrido um processo de impeachment. Seu mandato foi preservado por falta de apetite da oposição e pelo cálculo, que se mostraria redondamente equivocado, de que Lula definharia no poder, sangrando pouco a pouco em consequência do mensalão. Nada disso ocorreu. Lula deu uma magnífica volta por cima, reelegeu-se, fez a sucessora e saiu do Palácio do Planalto da mesma forma que entrou — nos braços do povo.
Agora o fantasma do mensalão volta a ameaçar a hagiografia do líder petista — e a ordem de cima é atropelar quaisquer escrúpulos para preservar Lula. "A bancada do PT defende uma CPI para apurar esse escândalo dos autores da farsa do mensalão. É preciso que a sociedade organizada, movimentos populares, partidos políticos comprometidos com a luta contra a corrupção, como é o PT, mobilizem-se para impedir a operação-abafa e para desvendar todo o esquema montado por esses criminosos, falsos moralistas que se diziam defensores da moral e dos bons costumes", declarou Rui Falcão, deputado paulista, presidente nacional do PT. A forma cristalina pela qual Falcão explica os objetivos do partido na CPI parece a transcrição perfeita de uma cartilha de propaganda soviética. Dado que os companheiros cometeram crimes no mensalão e que esse fato é devastador para o partido que no passado empunhou a bandeira da ética para vencer a antipatia e a desconfiança da classe média brasileira, vamos tentar mudar a percepção da realidade e acionar os companheiros para ver se cola a ideia de que o mensalão foi uma armação cujos responsáveis, vejam só que coincidência, estão todos orbitando em torno de um contraventor cujas atividades vão ser investigadas por uma CPI.
A lógica política de Falcão é irretocável — até certo ponto. Esse truque funcionou na União Soviética, funcionou na Alemanha nazista, funcionou na Itália fascista de Mussolini, por que não funcionaria no Brasil? Bem, ao contrário dos laboratórios sociais totalitários tão admirados por petistas, o Brasil é uma democracia, tem uma imprensa livre e vigilante, um Congresso eleito pelo voto popular e um Judiciário que, apesar de fortemente criticado recentemente, tem demonstrado independência e vigor doutrinário. Isso significa que para o delírio de Falcão se materializar é preciso neutralizar as instâncias democráticas, calando-as ou garantindo que a estridência radical petista supere as vozes da razão e do bom-senso.
Uma CPI dominada pelo PT e seus mais retrógrados e despudorados aliados é o melhor instrumento de que a falconaria petista poderia dispor — pelo menos na impossibilidade, certamente temporária para os falcões, de suprimir logo a imprensa livre, o Judiciário independente e o Parlamento, fósseis de um sistema burguês de dominação que está passando da hora de ser superado pelo lulopetismo, essa formidável invenção tropical diante da qual empalidecem todos os demais arranjos político-sociais do mundo atual. Mas, enquanto o triunfo final não vem, os falcões petistas vão se contentar em usar a CPI para desmoralizar todos os personagens e forças que ousem se colocar no caminho da marcha arrasadora da história, que vai lançar ao lixo todos os que atacaram o PT e, principalmente, seu maior líder, o ex-presidente Lula.
Não por acaso, a estratégia que a falconaria petista está executando disciplinadamente em Brasília saiu da cabeça de Lula. Em novembro de 2010, a menos de dois meses do término de seu segundo mandato, o então presidente recebeu o ex-ministro e deputado cassado José Dirceu para um café da manhã no Palácio da Alvorada. À mesa, Lula prometeu a Dirceu, o mais influente quadro da engrenagem petista, que lançaria uma ofensiva para desmontar "a farsa do mensalão" tão logo deixasse o cargo. Não era bravata. Conforme prometido, essa cruzada para abafar o maior escândalo de corrupção da história recente do país começou a se materializar em pequenos movimentos. Foi ela que levou à eleição do petista João Paulo Cunha, um dos 36 réus no processo do mensalão, para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara em 2011, o que garantiu a ele uma posição privilegiada para dialogar com a cúpula do Poder Judiciário. Foi ela também que resultou na nomeação do petista José Genoíno, outro réu no processo, para o cargo de assessor especial do então ministro da Defesa, Nelson Jobim, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), justamente a corte que julgará o caso.

Dida Sampaio/AE Beto Barata/AE Ailton de Freits/Ag. Globo Beto Barata/AE AE
O então deputado Roberto Jefferson contou ao Congresso como o governo do PT criou o mensalão, o esquema de suborno de parlamentares que era operado pelo publicitário Marcos Valério (ao lado). As revelações provocaram decepção e choro de alguns parlamentares petistas, ameaçaram a continuidade do governo Lula e resultaram no processo que acusa 36 pessoas de crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, evasão de divisas e lavagem de dinheiro
O esquema: O então deputado Roberto Jefferson contou ao Congresso como o governo do PT criou o mensalão, o esquema de suborno de parlamentares que era operado pelo publicitário Marcos Valério. As revelações provocaram decepção e choro de alguns parlamentares petistas, ameaçaram a continuidade do governo Lula e resultaram no processo que acusa 36 pessoas de crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, evasão de divisas e lavagem de dinheiro
Esses dois movimentos da reação capitaneada por Lula foram costurados nos bastidores. Fizeram parte de uma estratégia silenciosa destinada a reabilitar publicamente as estrelas petistas envolvidas até o pescoço com os desvios de dinheiro público para abastecer o caixa partidário. Uma tática deixada de lado na semana passada, quando o PT partiu para uma espécie de vale-tudo a fim de varrer para debaixo do tapete o esquema de compra de apoio parlamentar que funcionou durante o governo passado. A estratégia evoluiu para o uso da Operação Monte Carlo da Polícia Federal, que deu origem à CPI. A ação da PF desbaratou um esquema de exploração de jogos ilegais comandado por Carlinhos Cachoeira e revelou uma rede suprapartidária de políticos envolvidos com ele. Além do senador Demóstenes, as investigações atingiram o governador de Goiás, o tucano Marconi Perillo, desafeto de Lula desde que declarou, em 2005, que alertara o então presidente da existência do mensalão.
Lula viu na CPI a oportunidade política de mostrar que todos os partidos pecam. Que todos são farinha do mesmo saco e, por isso mesmo, o mensalão não seria um esquema de corrupção inaudito, muito menos merecedor de um rigor maior por parte do Judiciário e da sociedade. Para os petistas, apagar a história neste momento é uma questão de sobrevivência. Seus caciques sustentam que, com a aproximação da data prevista para o julgamento do mensalão e diante da hipótese de uma condenação, não há o que perder na arriscada aposta em tentar menosprezar a inteligência das pessoas, zombar das autoridades que investigaram o caso durante anos, impor constrangimentos aos ministros do Supremo que se preparam para julgar o processo. É tamanha a ânsia de Lula e dos mensaleiros para enterrar o escândalo que, se preciso, o PT rifará o governador do Distrito Federal, o petista Agnelo Queiroz, que também aparece no arco de influência dos trambiques da máfia do jogo.
Lula e os falcões petistas viram também abrir-se para eles a retomada de um antigo, acalentado e nunca abandonado projeto de emascular a imprensa independente no Brasil. Os projetos de censura da imprensa que tramitaram no PT foram derrotados não por falta de vontade, mas porque o obscurantismo cobriria a imagem do Brasil de vergonha no cenário mundial. Surge agora uma oportunidade tão eficiente quanto a censura, com a vantagem de se obter a servidão acrítica da imprensa sem recorrer a nenhum mecanismo legal que possa vir a ser identificado com a supressão da liberdade de expressão. Não por coincidência, na semana passada a Executiva Nacional do PT divulgou uma resolução pedindo a regulamentação dos meios de comunicação diante "da associação de parte da imprensa com a organização criminosa da dupla Cachoeira-Demóstenes". Dando sequência à diretriz do comitê central do partido, o comissário Marco Maia, presidente da Câmara, complementou: "Todas as informações dão conta de que há uma participação significativa de alguns veículos de comunicação nesse esquema montado pelo Cachoeira. A boa imprensa, que está comprometida com a informação e a verdade, vai auxiliar para que a gente possa fazer uma purificação, separar o joio do trigo".
A oportunidade liberticida que apareceu agora no horizonte político é tentar igualar repórteres que tiveram Carlos Cachoeira como fonte de informações relevantes e verdadeiras com políticos e outras autoridades que formaram com o contraventor associações destinadas a fraudar o Erário. A nota da Executiva Nacional do PT e a fala do comissário Maia traem o vezo totalitário daquela parte do PT que não tem a mínima noção do papel de uma imprensa livre em uma sociedade aberta, democrática e que tenha como base material a economia de mercado. Papai Stalin ficaria orgulhoso dos pupilos. Caberá a eles agora, aos "tropicastalinistas" do PT auxiliados pelos impolutos José Sarney e Fernando Collor, "purificar" a imprensa, decidir qual é a boa e a ruim, o que é joio e o que é trigo nas páginas dos órgãos de informação e apontar que repórteres estão comprometidos com a informação e a verdade. Alguém com mais juízo deveria, a bem do comissário Maia, informá-lo de que quando governos se arvoram a "purificar" seja o que for — a população, a imprensa ou a literatura — estão abrindo caminho para o totalitarismo. Quem diria, comissário, que atrás de óculos modernosos se esconde uma mente tão arcaica.
Os petistas acham que atacar o mensageiro vai diminuir o impacto da mensagem. Pelo que disse Marco Maia, eles vão tentar mostrar que obter informações relevantes, verdadeiras e de interesse nacional lança suspeita sobre um jornalista. Maia não poderia estar mais equivocado. Qualquer repórter iniciante sabe que maus cidadãos podem ser portadores de boas informações. As chances de um repórter obter informações verdadeiras sobre um ato de corrupção com quem participou dele são muito maiores do que com quem nunca esteve envolvido. A ética do jornalista não pode variar conforme a ética da fonte que está lhe dando informações. Isso é básico. Disso sabem os promotores que, valendo-se do mecanismo da delação premiada, obtêm informações valiosas de um criminoso, oferecendo-lhe em troca recompensas como o abrandamento da pena. Esses são conceitos de difícil digestão para os petistas acostumados a receber do comitê central as instruções completas sobre o que devem achar certo ou errado, bom ou ruim, baixo ou alto. Fora da bolha ideológica, porém, a vida exige que bons jornalistas falem com maus cidadãos em busca de informações verdadeiras. Motivo mesmo para uma CPI seria investigar os milionários repasses de dinheiro público que o governo e suas estatais fazem a notórios achacadores, chantagistas e manipuladores profissionais na internet. Fica a sugestão.



Charge: Mensalão do PT e Mensalão do DEM por Renato Andrade






quinta-feira, 10 de maio de 2012

#Bomba! MP veta venda da DELTA para JBS por irregularidades!

Ufa! Ainda bem que alguém brecou essa pouca vergonha. Se andasse como estava sendo divulgado, o Governo seria Investigador ao mesmo tempo em que é investigado. Investigado porque ainda tem de se explicar porque fechou tantos contratos bilionários com A Delta que também tem assessoria de Carlinhos Cachoeira, Sergio Cabral e José Dirceu. Investigador porque se o BNDES fosse o comprador  via JBS, acabaria tendo que investigar ela própria. Assim, poderia até dar sumiço nas documentações que comprometeriam eles próprios e preservar aqueles que pudessem prejudicar a oposição como eles tentaram fazer através de Quebras de sigilos desautorizadas ou Dossiês.
Mas Ufa! O MP entrou no caso.

Vejam a matéria divulgada pelo Blog do Aluizio Amorim:

 MINISTÉRIO PÚBLICO BRECA A VENDA DA DELTA AO REQUERER INVESTIGAÇÃO SOBRE IRREGULARIDADES NA TRANSAÇÃO

Cavendish, o dono da Delta, diverte-se em Paris com seus amigos. (Foto do blog do Garotinho que está vazando as fotos da gangue dos guardanapos, como vem sendo denominada essa turma alegre e descontraída...)
O procurador regional da República no Rio de Janeiro, Nívio de Freitas Silva Filho, requereu nesta quinta a abertura de procedimento - provavelmente será um inquérito civil público - para apurar possíveis irregularidades na venda da construtora Delta, alvo de denúncias de fraude, corrupção e superfaturamento, ao grupo J&F. O objetivo, segundo o procurador explicou, é evitar que a empreiteira, sob investigação da CPI do Cachoeira, venda seu patrimônio, que deve ser preservado, explicou, para garantir o pagamento de futuras ações na Justiça. "A Delta provavelmente será processada em vários Estados", afirmou o procurador. "Não pode alienar seu patrimônio".
A investigação foi requerida por ofício à Procuradoria da República no Rio (a primeira instância do Ministério Público Federal no Estado), responsável pela apuração porque a Delta tem sede na capital fluminense. O pedido foi encaminhado ao setor de Tutela do Patrimônio Público do MPF. Uma das sugestões de Silva Filho foi que seja tomada "medida urgente" para evitar que os controladores "se elidam" (escapem) às suas responsabilidades - por exemplo, o pedindo a indisponibilidade dos bens dos acionistas da empresa. O controlador da Delta é o engenheiro Fernando Cavendish, que se afastou, pelo menos oficialmente, do comando da empresa, para facilitar a sua venda. A decisão sobre qual medida tomar, porém, será do procurador que cuidará do caso.
"A se confirmarem os indícios (de ilegalidades na Delta), diversas ações judiciais deverão ser propostas, uma para cada negociação", explicou o procurador regional.
Segundo Silva Filho, um dos motivos para a ação do MPF no caso é a participação de 31% do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no capital da JBS, principal controlada da J&F. "Caso se concretize esse negócio, por força de sua participação acionária no grupo JBS, o BNDES, em evidente afronta aos princípios da legalidade e moralidade, irá inexoravelmente participar de empresa sobre a qual recaem notícias da prática de graves ilicitudes e que se sujeita a ser declarada inidônea para contratar com o poder público", declarou ele, que é procurador-chefe-substituto da Procuradoria Regional da República da 2ª Região (RJ/ES).
No ano passado, a Procuradoria abriu um inquérito civil público para investigar a regularidade da participação do BNDES no grupo JBS.
Banco
Nesta quinta à tarde, o vice-presidente do BNDES, João Carlos Ferraz, afirmou que o banco não participará como sócio da Delta caso a construtora seja vendida para a J&F. O executivo disse que o banco não terá nenhuma participação no financiamento do possível negócio, nem precisa ser consultado sobre o assunto. Do site do Estadão





domingo, 6 de maio de 2012

#BOMBA! Sócio de Sergio Cabral recebia Propina da Camargo Correa!


Esse é mais um dos motivos porque não querem deixar a CPI do Cachoeira ir a fundo. Notem que os principais envolvidos desse escândalo que envolve os Governos Federal, Estadual e Municipal, não serão chamados para depor. Inclusive o Presidente da Delta, Fernando Cavendish, que vivia em festas suntuosas em Paris e em Mônaco na França com Sergio Cabral e que também é o responsável pela festança em Resort na Bahia, onde sete de seus convidados e parentes dele e Cabral morreram com a queda de seu helicóptero, não foi intimado  para a CPI. Se peixinhos pequenos não foram convidados, o que  dirá dos tubarões do Governo Federal que presentearam a DELTA com Bilhões em contratos do PAC, sendo muitos deles sem licitação?

Para que os PTistas não digam que estamos reproduzindo matérias do PIG ou da Veja que eles tanto temem e que tentam denegrir a imagem com muitas mentiras pelo Twitter e redes sociais, apresentamos matérias do Ex-Governador Garotinho, que também é Governista e de um dos Partidos da Base Alugada, o PR.
Bom, pelo menos ele e outros que estão na base de apoio do Governo, estão soltando o verbo.
Esperamos que outros sigam esse exemplo pelo bem do Brasil.

Vejam a BOMBA:


Exclusivo! O homem que recebia propina da Camargo Corrêa através de doleiro é sócio de Sérgio Cabral.



Inacreditável, a corrupção no governo Sérgio Cabral não tem limites. Como mostramos, na Operação Castelo de Areia, a Polícia Federal identificou Wilson Carlos, secretário de Governo de Cabral, como sendo beneficiário de 5% de todos os valores repassados à empreiteira Camargo Corrêa por conta de dívidas na Linha 4 do metrô do Rio. 

Reprodução do relatório da Polícia Federal
Reprodução do relatório da Polícia Federal

Na mesma operação a Polícia Federal identificou outro homem a quem a propina era entregue. Seu nome é Carlos Emanuel de Carvalho Miranda. Investigamos e descobrimos que durante a gestão de Sérgio Cabral na presidência da Assembléia Legislativa ele ocupava o cargo de consultor técnico da Comissão de Orçamento. Já seria um escândalo, mas prosseguindo nas investigações o nosso blog descobriu que Carlos Emanuel de Carvalho Miranda é sócio de Sérgio Cabral, o governador do Estado na SCF Comunicações e Participações Ltda. Na composição acionária registrada no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, Cabral tem 90% das ações, Carlos Emanuel tem 5% e pasmem, o Coordenador de Comunicação Social do Estado, jornalista Ricardo Luiz Rocha Cota tem outros 5%. Incrível, mas a empresa que tem o CNPJ 28.722.767 / 0001 – 43 fica localizada na Avenida Borges de Medeiros 2.373 / ap. 201, na Lagoa. Detalhe: endereço residencial.





Essas comprovações mostram que Cabral provavelmente usava esta empresa ou outra, que mostraremos mais tarde, para lavar o dinheiro que recebia de propinas. 

Em breve: Maurício de Oliveira Cabral, o Mauricinho Cabral, irmão do governador também é sócio do homem que a Polícia Federal acusa de receber propinas de doleiro. 


Reprodução da capa de Veja
Como dizem os Governistas, "A VEJA mente". Será que tudo isso aí é mentira?

sábado, 5 de maio de 2012

#Bomba! BNDES vai comprar a DELTA para esconder Corrupção!

É isso aí moçada!
Enquanto Dilma bate recordes de aprovação em institutos de pesquisas nada confiáveis, enquanto ela mostra serviço implorando aos banqueiros para baixar juros depois de terem faturado trilhões, enquanto vai ganhando mais popularidade confiscando rendimentos da Poupança, enquanto consegue a Legalização do Racismo através de cotas, o Brasil continua com a maior corrupção jamais vista em sua história. 
Graças a sua tropa de choque no Congresso, consegue que transformem crimes hediondos em pizzas, blindem os corruptos e evitem CPIs para personalidades importantes que deveriam estar nela como Sergio Cabral, Eduardo Paes, Pesão, Agnelo Queiroz, Marconi Perilo, a própria Dilma que contratou a DELTA e ainda recebeu doações da mesma para sua campanha e muitos outros que eram importantes estarem na cadeira dos réus, pelo menos nesse caso específico.
Mas as coisas obscuras, mas cedo ou mais tarde elas são clareadas. Embora tentem esconder a todo custo, não está dando para tapar mais o sol com a peneira.
Vejam mais essa tentativa abaixo de abafarem o caso:



Operação tapa-buraco para esconder a corrupção da Delta. Ela será vendida para o BNDES.


   Dirceu Ayres

Comentário: Empresa que está sendo empurrada pelo governo federal a comprar a Delta tem uma participação de 30% do BNDES. É um grande devedor. Empréstimos feitos pelo banco estatal somam bilhões para a JBS. Agora, o BNDES vai tapar o buraco da Delta com mais dinheiro público, através da empresa. A matéria abaixo é da Folha de São Paulo. No centro do escândalo envolvendo Carlinhos Cachoeira, a construtora Delta foi posta à venda para tentar salvar as operações da empresa. Segundo a Folha apurou junto a pessoas com acesso à operação, o grupo JBS manifestou interesse na aquisição. Procurado, o empresário Joesley Batista, presidente da holding que controla o frigorífico JBS, disse que não poderia comentar o caso: "Vixe! Não posso falar disso, não". Já a Delta optou por não se pronunciar a esse respeito. As negociações, segundo quem acompanha o caso, estão a cargo do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, que comanda o conselho de administração da holding. Procurado, Meirelles não foi localizado. Até ontem, havia uma orientação para que a operação não fosse confirmada sob pena de prejudicar qualquer costura de negócio para a Delta, líder em contratos do PAC e maior recebedora de recursos do Executivo. A intenção de venda do grupo havia sido publicada pelo jornal "O Globo" no sábado passado. Sócio majoritário e presidente licenciado da Delta por conta do escândalo, Fernando Cavendish admitiu em entrevista à Folha em abril o risco de a empresa ir à falência após a operação Monte Carlo da Polícia Federal e a instalação da CPI sobre o empresário Carlinhos Cachoeira. Escutas da PF indicam que o ex-diretor da empresa no Centro-Oeste era parceiro de Cachoeira em negócios. Dinheiro da construtora foi colocado em empresas fantasmas de Cachoeira, que por sua vez alimentaram campanhas políticas. A Delta vem tentando concentrar as eventuais irregularidades na figura do ex-diretor. Mas outras escutas mostram que Cavendish orientava o ex-diretor, e outros executivos da empresa aparecem ligados ao esquema. A construtora já deixou o consórcio responsável pelo projeto da Transcarioca (corredor expresso de ônibus), que ligará a Barra da Tijuca à Ilha do Governador, e o que reforma o Maracanã. A construtora poderá enfrentar dificuldades para obter crédito no sistema financeiro. Com a compra, o grupo JBS expandiria sua atuação para a construção civil.





sexta-feira, 4 de maio de 2012

#BOMBA! #Dilma recebeu R$ 1,15 Milhão da Empreiteira DELTA:

O TRE divulgou quanto e de quem os candidatos do PT receberam de doações de Campanha. E como não poderia deixar de ser, entre as dezenas de Empreiteiras, está a DELTA de Cavendish. Aquela que   praticamente monopoliza todas as obras do PAC e as do Rio de Janeiro, seja por obras licitadas e as não.
Foram apenas R$ 1,15 milhão mas que rendeu a Delta Mais de R$ 4 Bilhões em contratos. Contratos Bilionários até com a Petrobrás onde ela não tem capacidade e nem deveria executar por LEI.

Mas como o PT é criativo e domina a arte de enganar o povo, virá com desculpas como essas feitas pelos criminosos:

► Tesoureiro do PT - Delúbio Soares, sobre roubo para compra de apoio político "Mensalão"
" SÃO VERBAS NÃO CONTABILIZADAS "

► Deputado Federal PT - João Paulo Cunha, sobre roubo para compra de apoio político "Mensalão"

" FINANCIAMENTO IRREGULAR DE CAMAPANHA "

► Ex-Presidente do PT - Ricardo Berzoini, sobre roubo para compra do "Dossiê Pelocano"
" É DINHEIRO QUE NÃO SE SABE A ORIGEM "


► Ex-Ministra da pesca - Ideli Salvatti, sobre compras sem licitação de dezenas de lanchas que ficaram encalhadas mas que renderam R$ 150 mil para sua campanha.
" A DOAÇÃO FOI PARA O PT "

► Ex-Presidente do PT e Ex-Presidente da República - Luis Inácio Lula da Silva sobre o "Caixa 2 que os Partidos supostamente usam em campanhas"
" É UMA PRATICA COMUM DOS PARTIDOS " 


Vejam que todas as declarações acima, são confissões criminosas. E, por se tratar de desvio de dinheiro público deveria no mínimo dar cadeia pois é um crime inafiançável.

O que temos aí é mais um crime. Vemos a Delta ajudando ao PT e hoje vemos a Delta sendo beneficiada pelo PT. São pequenas doações contabilizadas. Mas como se trata de PT, sabemos que por trás disso existe malas com milhões não contabilizados carregadas por Bispos do Edir Macedo ou Dólares carregados nas cuecas por parentes de José Genoino do PT.

Vejam as doações feitas pela DELTA para a Dilma:

DELTA CONSTRUÇÕES S/A
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PartidosCandidatosVotosReceitasReceitas/Votos
TodosEleitosTodosEleitosTodosEleitosTodosEleitos
PT1147.651.43447.651.434R$ 1.150.000,00R$ 1.150.000,00R$ 0,02R$ 0,02
Total1147.651.43447.651.434R$ 1.150.000,00R$ 1.150.000,00--

Receitas
Distribuição por partido

fechar Estados
EstadoCandidatosReceitasReceitas/Votos
TodosEleitosTodosEleitosTodosEleitos
BR11R$ 1.150.000,00R$ 1.150.000,00R$ 0,02R$ 0,02
Total11R$ 1.150.000,00R$ 1.150.000,00--
fechar Candidatos
NomeCargoPartidoNúmeroEstadoMunicípioSituaçãoReceitas
DILMA VANA ROUSSEFFPresidentePT13BREleitoR$ 1.150.000,00
TotalR$ 1.150.000,00
fechar Detalhes deste doador
NomeCGC
DELTA CONSTRUÇÕES S/A10.788.628/0001-57



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