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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

#DILMA: DESEMPREGO X BOLSA MISÉRIA! OS NÚMEROS NÃO BATEM!

Por Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT.  Twitter: @sakamori12
http://ossamisakamori.blogspot.com.br/





DILMA, DESEMPREGO X BOLSA MISÉRIA, OS NÚMEROS NÃO BATEM!


Várias coisas não saem da minha cabeça.  IBGE divulga, nos últimos anos seguidos, o nível de taxa de emprego cada vez menor, conforme pode constatar nas notícias reproduzidas abaixo, no entanto, os números de beneficiados do Seguro Desemprego aumenta. 

A taxa de desemprego de novembro ficou em 4,9%, o menor índice para o mês em toda a série histórica Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2002. O resultado também é o segundo menor se considerados todos os meses, só perdendo para dezembro de 2011, quando atingiu 4,7%. Fonte: Estadão. 

Ainda, segundo IBGE, a população desocupada soma 1,2 milhão de pessoas.  Curiosamente, outra estatística, já noticiado antes, de que 5% da população jovem, de 18 a 22 anos, não estudam e nem trabalham.  Certamente, neste critério do IBGE, este contingente do primeiro emprego, nem devem constar da estatística.  Onde foram parar estas pessoas? Simplesmente, não existem?

A população ocupada somou 23,5 milhões em novembro, um aumento de 0,4% em relação a outubro, o mesmo que 98 mil pessoas a mais empregadas. Na comparação com novembro de 2011, houve aumento de 2,8%, o mesmo que 634 mil ocupados a mais. A população desocupada totalizou 1,2 milhão de pessoas em novembro, uma queda de 8,0% em relação a outubro, o equivalente a menos 106 mil pessoas procurando trabalho. Em relação a novembro de 2011, houve recuo de 3,5%, ou menos 44 mil pessoas à procura de emprego. Fonte: Estadão. 

Outra conta que não fecha é o número de beneficiário da Bolsa Miséria com o número de desempregados.  São 14 milhões, chefes de famílias, que vivem abaixo da linha da pobreza, segundo Dilma.   Mais grave, ainda, disse a presidenta, que vai buscar mais 11 milhões de chefes de famílias que não estão recebendo o benefício da Bolsa Miséria, que durante seu governo será atendido pelo programa.  Somado, dá 25 milhões de chefes de famílias que tem direito aos benefícios da Bolsa Miséria.  

Não estou entendendo bem.  Segundo IBGE, o número de população ocupada somou 23,5 milhões em novembro.  Ao mesmo tempo a Dilma diz que 25 milhões de chefes de família estão em condições de receber Bolsa Miséria.  Então, pressupõe que os desempregados, beneficiários da Bolsa Família, não é maior que o número de empregados?  Uma hora Dilma alardeia o pleno emprego e noutro momento diz que tem 25 milhões adultos aptos a receber a Bolsa Miséria.  Vá entender assim!  A Dilma deve sofrer do síndrome "bipolar", só pode! 

Meu raciocínio cartesiano de engenheiro não bate.  Fiz cadeira de Cálculo I, Cálculo II, Economia, Administração e Estatística, na Escola de Engenharia da UFPR.  Creio que devo ter aprendido tudo errado!  Se eu estiver errado no meu ponto de vista, por favor, me mande para o manicômio!  Agora, se eu tiver certo, tem que mandar a presidente Dilma internar-se no sanatório para tratar do síndrome bipolar.  Não tem outra alternativa.  Ou uma coisa ou outra.  

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT.  Twitter: @sakamori12

http://ossamisakamori.blogspot.com.br/



Para as estatísticas de Dilma, os que recebem Bolsa Família estão empregados

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

ESPETÁCULO DO CRESCIMENTO' DO GOVERNO DO PT COM ARROCHO SALARIAL E INFLAÇÃO DISPARANDO

Inflação oficial tem a maior alta mensal desde abril de 2005

IPCA subiu 0,83% em novembro. No ano, índice acumula alta de 5,25%

Açougue
O consumidor passou a pagar, em média, 10,67% a mais por um quilo de carne, cujos preços já registram aumento da ordem de 26,79% neste ano de 2010 (Fernado Moares)
A alta do IPCA, mais uma vez, foi motivada pelo grupo de alimentos e bebidas, cujos preços aceleraram ainda mais, passando de 1,89% em outubro para 2,22% em novembro
A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o mês de novembro em 0,83%, maior taxa mensal desde abril de 2005, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira. O acumulado do ano está em 5,25%, bem acima dos 3,93% registrados em igual período de 2009. Considerando-se os últimos 12 meses, o IPCA subiu à marca de 5,63%. Em novembro do ano passado, o índice havia sido de 0,41%.

A alta do IPCA, mais uma vez, foi motivada pelo grupo de alimentos e bebidas, cujos preços aceleraram ainda mais, passando de 1,89% em outubro para 2,22% em novembro. Com isto, o impacto dos alimentos no resultado do mês chegou a 0,51 ponto porcentual, o que significa que o grupo respondeu por 61% do índice. Os alimentos e bebidas registraram no mês passado a maior taxa desde dezembro de 2002, quando a alta havia sido de 3,91% 

Em novembro, o consumidor passou a pagar, em média, 10,67% a mais por um quilo de carne - os preços do alimento já acumulam alta de 26,79% no ano. O item carnes teve a maior contribuição individual do mês para o aumento da inflação, 0,25 ponto porcentual - e responde agora por 30% do índice de novembro.
Outros alimentos continuaram apresentando fortes aumentos de preço, como o açúcar cristal, que subiu para 8,57% em novembro. Já o preço do açúcar o refinado aumentou para 6,52%. 
Alguns produtos alimentícios, porém, ficaram mais baratos em novembro, com destaque para o feijão carioca. Após a forte aceleração de 31,42% no mês de outubro - que resultou numa alta acumulada de 109,78% nos 10 primeiros meses do ano - o quilo do feijão carioca ficou 6,64% mais barato. Tomate (-3,84%), arroz (-1,22%) e cebola (-3,95%) também apresentaram preços em queda.
Nos produtos não alimentícios, a variação foi de 0,41% em novembro, a mesma de outubro, embora a maioria dos grupos de produtos e serviços pesquisados tenha apresentado alta de um mês para o outro. A variação do grupo de transporte foi bem mais reduzida (0,13%), destacando-se a queda nas passagens aéreas (-1,26%) e no seguro voluntário para veículos (-7,37%), além da redução no ritmo de crescimento de preços dos combustíveis (0,95%). O etanol desacelerou para 2,97%, derrubando o preço da a gasolina em 0,81%. 

Em contraposição à queda destes dois grupos, os demais subiram. Aluguel (1,05%), condomínio (0,88%) e energia elétrica(0,48%) foram responsáveis pelo aumento das despesas com habitação (0,57%). No grupo de despesas pessoais(0,74%), a pressão foi exercida pelos salários dos empregados domésticos (1,34%), que vêm se mantendo em alta. Destacaram-se, também, os serviços de costura (1,75%), manicure (1,14%) e cabeleireiro (0,82%). 

INPC - O IBGE também divulgou a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC do mês de novembro, que fechou em 1,03%. Com o resultado de novembro o acumulado do ano ficou em 5,83%, acima da taxa de 3,86% relativa a igual período de 2009. Considerando os últimos doze meses, o índice situou-se em 6,08. Em novembro de 2009, o INPC havia ficado em 0,37%. 

Fonte:

ESSE É O 'ESPETÁCULO DO CRESCIMENTO' DO GOVERNO DO PT COM ARROCHO SALARIAL E INFLAÇÃO DISPARANDO

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