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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

UM DOS MAIS INFAMES ATOS DE DESLEALDADE



NAO sou uma aprecidora de Thereza Collor pela traicao que ela e seu marido forjaram contra Fernando Collor quando este era presidente do Brasil, este sim eleito pela vontade do povo sem fraudes. Como seu impechment aconteceu contra a vontade do povo sua atitude de cumplicidade com o seu invejoso marido foi um dos mais infames atos de deslealdade para com sua sogra, seus familiares e com o povo do Brasil.Tenho certeza que Deus dificilmente a perdoara por isso. No entanto voltando ao presente gostaria de parabeniza-la por essa carta verdadeira  e oportuna. Afinal o povao a idolatrou e vai aceitar a sua palavra como verdade no que eu tambem acredito. Nao esta arrependida de ter traido seu cunhado, nao? Seria agora uma boa oportunidade para se redimir e contar a verdade que seu marido levou para o tumulo. Deus o julgara, certamente.



sábado, 13 de outubro de 2012

#BOMBA! JARDINEIRO de COLLOR é pago com Dinheiro Público.

O Ministro do Supremo Luiz Fux, um dos Juízes que estão condenando acertadamente os Mensaleiros do PT, disse no Julgamento do Mensalão: "A cada desvio do dinheiro Público, mais uma criança passa fome, mais uma localidade fica sem saneamento, sem mais um hospital, sem mais leitos".


Por isso que nossa luta é para que Desvio de dinheiro público seja considerado um crime hediondo, porque mata. Tantas pessoas morrendo nos hospitais, drogas, guerras urbanas, estradas esburacadas e por falta de saneamento básico porque não tem verbas. Mas na realidade, verbas tem. O que não tem é escrúpulo e falta de respeito por parte desses politicos criminosos e assassinos, que deveriam eram estar na cadeia e não em Brasilia.
O STF age muito bem condenando alguns deles por esse e outros motivos.


Vejam a matéria publicada pela FOLHA:



Jardineiro de Collor é pago com verba do Senado, diz revista

DE SÃO PAULO

Três funcionários contratados como assistentes parlamentares pelo gabinete do senador Fernando Collor (PTB-AL) prestam serviços particulares a ele, segundo reportagem publicada nesta semana pela revista "Época".
André Borges/Folhapress
O senador Fernando Collor (PTB-AL) fala durante sessão da CPI do Cachoeira
O senador Fernando Collor (PTB-AL) fala durante sessão da CPI do Cachoeira
Acemilton Gonçalves da Silva atua como jardineiro na casa de Collor. Recebe R$ 2.200 mensais do Senado. Carmen Valéria Rocha e Sandra Regina Sasaki são arquivistas de uma fundação do senador. Têm salário de R$ 6.400 cada uma.
A Folha não conseguiu contatar o senador ontem. À revista sua equipe informou que "os três servidores desempenham, como assistentes parlamentares, as atividades de apoio que lhe são determinadas".







sábado, 17 de março de 2012

#Bomba! COLLOR relembra seu Impeachment para DILMA!

A coisa anda feia pro lado da PresidentA Dilma. Até Collor deu-lhe um toque. 
Realmente Dilma quando tenta se mexer dentro do vespeiro onde se encontra, acaba incomodando e recebe ferroadas, ops, ameaças indiretas dos próprios capangas.
Em sua tentativa de dar uma de faxineira, onde varre o lixo apenas pra debaixo do tapete,  acaba varrendo políticos para mostrar a aparencia de uma casa mais limpa. Porém, ela esbarra no preço alto que tem de pagar pela cumplicidade dos mesmos.
Dilma fica como um Elefante que entra numa loja de cristais ou um ignorante que tenta desarmar uma bomba. A qualquer momento tudo pode ir pelos ares.

O ideal é que ela expulsasse todos os corruptos do governo e obrigassem-nos a devolverem tudo o que roubaram. Assim, se não morrer misteriosamente como como os prefeitos Celso Daniel e Toninho do PT, pelo menos receberia um impeachment e desceria a rampa do Planalto, tal qual COLLOR.
Pelo menos entraria para a História do Brasil como a primeira e única mulher a ser PresidentA e a receber Impeachment.

Aconselho a todos e todas que queiram ser Presidentes do Brasil, que jamais tentem isso estando num partido ficha suja ou que apoiam a corrupção em troca de cargos e mensalões. Dessa forma não serão chantageados e ameaçados, evitando esbarrar em cristais, estourando bombas e o desgaste de ouvir um sonoro BBBUUUUMMMMMMMM!

Vejam a matéria divulgada abaixo:


Collor relembra impeachment e cobra diálogo com o Congresso


O senador Fernando Collor (PTB-AL) considerou nesta quarta-feira que a relação do governo com a base aliada enfrenta um momento "extremamente delicado" e defendeu o diálogo entre o Palácio do Planalto e o Congresso para garantir a governabilidade. Collor reconheceu que se afastou dos congressistas enquanto presidente da República, no início da década de 90, o que culminou em seu processo de impeachment.
"A base do governo está sentindo um gosto de um certo azedume. O diálogo precisa ser reaberto. Esses canais de entendimento do Planalto, com esta Casa e com a outra, precisam estar inteiramente desobstruídos. É fundamental que o Planalto ouça esta Casa, ouça a Casa ao lado. E digo isso com a experiência de quem, exercendo a Presidência da República, desconheceu a importância fundamental do Senado e da Câmara dos Deputados para o processo democrático e de governabilidade. O resultado desse afastamento meu, então presidente da República, do Legislativo brasileiro redundou no meu impeachment, no meu afastamento", afirmou.
A declaração aconteceu após o senador Romero Jucá (PMDB-RR) falar na tribuna sobre sua saída da liderança do governo na Casa, nesta semana. A mudança, feita também na Câmara dos Deputados, foi justificada pela presidente Dilma Rousseff como um "rodízio de lideranças". A substituição aconteceu após uma rebelião do PMDB, que culminou na não aprovação de Bernardo Figueiredo para a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Ele havia sido indicado por Dilma.
A Jucá, Collor pediu, "em nome da unidade da base do governo", que auxiliasse o senador Eduardo Braga (PMDB-AM) na tarefa de novo líder na Casa. "Não vejo com tanta tranquilidade, como alguns estão vendo, essa transição e essa mudança de lideranças. Não enxergo assim, e gostaria de estar errado. Mas é um momento extremamente delicado - muito delicado, muito. Matérias importantíssimas - e esta é uma das primeiras consequências da mudança das lideranças nesta e na outra Casa - não serão votadas mais este ano", afirmou.
Em sua página no Twitter, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) comentou o discurso do colega: "muito forte e histórico". "Collor falou sobre troca de líder do governo e o seu desprezo equivocado pelo Congresso quando presidente da República", escreveu.



Charge: Collor conselheiro por Renato Andrade 


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