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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

#BOMBA! Em defesa de Renan, CoLLor chama Procurador Gurgel de CHANTAGISTA!

Por Carlos Parrini ... 

Olhem como são as coisas: Collor foi cassado por corrupção por quem ele hoje defende. Agora deu para atacar a Justiça para defender os corruptos, inclusive aqueles que o cassaram. Achei até que o mesmo tinha sido injustiçado já que a única coisa provada contra ele foi a Fiat Elba que recebeu de presente de um lobista. Hoje vemos Collor abraçando Lula que o crucuficou, Maluf, Sarney e o Renan. Inclusive esse último mereceu que ele subisse a tribuna para atacar o Procurador Geral da República, o mesmo que denunciou com exito os Mensaleiros.
Mas o nobre e destemido Procurador Roberto Gurgel, não está nem aí e já denunciou o Senador corrupto que acaba de ser eleito para Presidência do Senado, vejam:

Mariângela Gallucci - O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, confirmou nesta sexta-feira, 1, que denunciou o senador Renan Calheiros no Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de falsidade ideológica, uso de documentos falsos e peculato. A íntegra da denúncia, publicada pela revista Época, será analisada pelo STF em data ainda não prevista. Se aceita, Calheiros passará da condição de investigado para a de réu.

Essa é a ira desses políticos corruptos. Tentam detonar os justiceiros que estão acabando com suas mamatas.
Se Collor merecesse estar na Presidência sem ser cassado, não estaria hoje no meio dos quadrilheiros e nem implicando com quem quer acabar com a corrupção. Portanto, acho que Collor não só mereceu ser cassado como deve também ser denunciado por andar no meio de bandidos.

A vingança

Vejam Collor dando mais um tiro no pé:

Em defesa de Renan, Collor acusa Gurgel

01 de fevereiro de 2013 | 12h 33

RICARDO BRITO E DÉBORA ÁLVARES - Agência Estado
O ex-presidente da República e senador Fernando Collor (PTB-AL) criticou, durante discurso, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a quem chamou de "chantagista" e "prevaricador". Semana passada, Gurgel apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) denúncia contra o candidato à Presidência do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), acusando-o de usar notas "frias" para comprovar seu patrimônio. Collor classificou a ação de uma "pseudodenúncia".
Durante a CPI do Cachoeira, Collor entrou com um pedido de impeachment contra Gurgel no Senado e também com representações no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), questionando a demora do procurador-geral em investigar o ex-senador Demóstenes Torres e sua relação com o contraventor Carlinhos Cachoeira. Por isso, para o senador, o procurador não tem isenção para apresentar uma denúncia contra o aliado Renan Calheiros.
"O senhor procurador-geral, Roberto Gurgel dos Santos, não tem nenhuma autoridade para apresentar qualquer tipo de denúncia contra nenhum parlamentar. (Gurgel) Tem contra si, tramitando nesta Casa, representação contra sua atuação. Esta representação demonstra que o senhor procurador-geral é chantagista, prevaricador e que cometeu crime de responsabilidade. Como é que este senhor tem autoridade moral para apresentar uma denúncia contra um senador da República que já foi julgado pelo Senado Federal? Julgado e absolvido pelo Senado Federal. Num sábado?", disse.
O ex-presidente defendeu Renan, desejando-lhe sucesso caso eleito presidente da Casa. "A sua eleição será uma afirmação do Senado da República e não temos que temer chuvas, trovões e trovoadas." Para ele, o Poder Legislativo vem sendo injuriado e colocado numa situação subalterna com outros poderes da República. "Ficamos recebendo orientações e, mais do que isso, ordens do Poder Judiciário, e não pode em momento nenhum abrir mão de suas prerrogativas. Algo de estranho paira no ar. Alguma orquestração está por cima disto tudo e o Senado da República no seu momento de afirmação como poder não pode em momento nenhum se agachar e aceitar uma denúncia absolutamente inepta". 


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

UM DOS MAIS INFAMES ATOS DE DESLEALDADE



NAO sou uma aprecidora de Thereza Collor pela traicao que ela e seu marido forjaram contra Fernando Collor quando este era presidente do Brasil, este sim eleito pela vontade do povo sem fraudes. Como seu impechment aconteceu contra a vontade do povo sua atitude de cumplicidade com o seu invejoso marido foi um dos mais infames atos de deslealdade para com sua sogra, seus familiares e com o povo do Brasil.Tenho certeza que Deus dificilmente a perdoara por isso. No entanto voltando ao presente gostaria de parabeniza-la por essa carta verdadeira  e oportuna. Afinal o povao a idolatrou e vai aceitar a sua palavra como verdade no que eu tambem acredito. Nao esta arrependida de ter traido seu cunhado, nao? Seria agora uma boa oportunidade para se redimir e contar a verdade que seu marido levou para o tumulo. Deus o julgara, certamente.



sábado, 17 de março de 2012

#Bomba! COLLOR relembra seu Impeachment para DILMA!

A coisa anda feia pro lado da PresidentA Dilma. Até Collor deu-lhe um toque. 
Realmente Dilma quando tenta se mexer dentro do vespeiro onde se encontra, acaba incomodando e recebe ferroadas, ops, ameaças indiretas dos próprios capangas.
Em sua tentativa de dar uma de faxineira, onde varre o lixo apenas pra debaixo do tapete,  acaba varrendo políticos para mostrar a aparencia de uma casa mais limpa. Porém, ela esbarra no preço alto que tem de pagar pela cumplicidade dos mesmos.
Dilma fica como um Elefante que entra numa loja de cristais ou um ignorante que tenta desarmar uma bomba. A qualquer momento tudo pode ir pelos ares.

O ideal é que ela expulsasse todos os corruptos do governo e obrigassem-nos a devolverem tudo o que roubaram. Assim, se não morrer misteriosamente como como os prefeitos Celso Daniel e Toninho do PT, pelo menos receberia um impeachment e desceria a rampa do Planalto, tal qual COLLOR.
Pelo menos entraria para a História do Brasil como a primeira e única mulher a ser PresidentA e a receber Impeachment.

Aconselho a todos e todas que queiram ser Presidentes do Brasil, que jamais tentem isso estando num partido ficha suja ou que apoiam a corrupção em troca de cargos e mensalões. Dessa forma não serão chantageados e ameaçados, evitando esbarrar em cristais, estourando bombas e o desgaste de ouvir um sonoro BBBUUUUMMMMMMMM!

Vejam a matéria divulgada abaixo:


Collor relembra impeachment e cobra diálogo com o Congresso


O senador Fernando Collor (PTB-AL) considerou nesta quarta-feira que a relação do governo com a base aliada enfrenta um momento "extremamente delicado" e defendeu o diálogo entre o Palácio do Planalto e o Congresso para garantir a governabilidade. Collor reconheceu que se afastou dos congressistas enquanto presidente da República, no início da década de 90, o que culminou em seu processo de impeachment.
"A base do governo está sentindo um gosto de um certo azedume. O diálogo precisa ser reaberto. Esses canais de entendimento do Planalto, com esta Casa e com a outra, precisam estar inteiramente desobstruídos. É fundamental que o Planalto ouça esta Casa, ouça a Casa ao lado. E digo isso com a experiência de quem, exercendo a Presidência da República, desconheceu a importância fundamental do Senado e da Câmara dos Deputados para o processo democrático e de governabilidade. O resultado desse afastamento meu, então presidente da República, do Legislativo brasileiro redundou no meu impeachment, no meu afastamento", afirmou.
A declaração aconteceu após o senador Romero Jucá (PMDB-RR) falar na tribuna sobre sua saída da liderança do governo na Casa, nesta semana. A mudança, feita também na Câmara dos Deputados, foi justificada pela presidente Dilma Rousseff como um "rodízio de lideranças". A substituição aconteceu após uma rebelião do PMDB, que culminou na não aprovação de Bernardo Figueiredo para a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Ele havia sido indicado por Dilma.
A Jucá, Collor pediu, "em nome da unidade da base do governo", que auxiliasse o senador Eduardo Braga (PMDB-AM) na tarefa de novo líder na Casa. "Não vejo com tanta tranquilidade, como alguns estão vendo, essa transição e essa mudança de lideranças. Não enxergo assim, e gostaria de estar errado. Mas é um momento extremamente delicado - muito delicado, muito. Matérias importantíssimas - e esta é uma das primeiras consequências da mudança das lideranças nesta e na outra Casa - não serão votadas mais este ano", afirmou.
Em sua página no Twitter, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) comentou o discurso do colega: "muito forte e histórico". "Collor falou sobre troca de líder do governo e o seu desprezo equivocado pelo Congresso quando presidente da República", escreveu.



Charge: Collor conselheiro por Renato Andrade 


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