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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Meu Mundo, Seu Mundo via ONU

Projeto da ONU faz pesquisa para determinar prioridade de questões com auxílio do cidadão.
Por Maria Augusta Ribeiro do Blog Belicosa
onu-#belicosa555Intitulada “Meu Mundo”, a pesquisa de múltipla escolha que visa direcionar esforços para  saber quais questões, de âmbito mundial, são mais importantes para todos guia o cidadão à ação, onde deve escolher 6 questões  de 16 que acha mais importantes e assim fazer a diferença.
O objetivo simples e nobre desta captura de opiniões individuais tem a função de guia para a pauta da agenda do Secretario Geral da ONU e líderes mundiais, em temas que são tratados como menos importantes muitas vezes, como a qualidade dos alimentos oferecidos em uma cidade para consumo, gerando melhorias e na área agricola daquela cidade ou mesmo treinamento adequado a população.
 A bela ideia de fazer o cidadão participar de forma individual dá subsídios a pesquisa, e mais, estimula o…Leia mais no Belicosa.com.br

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Alfabetizar para que?


legoman_beach_belicosa555Por Maria Augusta Ribeiro do blogBelicosa

No dia mundial da alfabetização, onde deveríamos comemorar os avanços na educação, se exalta a política de bolsa escola que garante a inclusão social, mas não assegura o aprendizado. Assim o Brasil se inclui na triste estatística mundial onde 900 milhões de crianças e adultos em países subdesenvolvidos não sabem ler e nem escrever, segundo dados fornecidos pela ONU.

E por que o simples ato de alfabetizar não é priorizado pelo governo em políticas educacionais? Isso porque uma nação mais preparada é menos propensa a aceitar imposições de seus governantes, compreendendo seus deveres e direitos.
A inclusão social no sistema brasileiro de ensino incentiva o acúmulo de alunos nas escolas, mas não estimula o aluno a permanecer. Então, o que fazer? Políticas educacionais simples e eficientes; professores bem treinados e remunerados leia mais em Belicosa

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O Ano do Cooperativismo


Por Maria Augusta Ribeiro do BELICOSA
Este ano, por determinação da ONU (Organização das Nações Unidas) é comemorado o ano internacional das cooperativas, a fim de humanizar as relações de negócio, unir forças para o desempenho das cooperativas, fomentar a economia, e reduzir a pobreza, são algumas das propostas celebradas.
As cooperativas são associações de profissionais de uma mesma área que se organizam economicamente para a prestação de um serviço. Nesse ano comemorativo, as cooperativas dedicam mais tempo em gerar benefícios locais e  solidarizar com causas humanitárias.
O fato da ONU estabelecer um ano de comemorações para o cooperativismo contribui também para a valorização das pessoas, já que o mercado se tornou super competitivo, transformando gentis prestadores de serviços em grandes empresas, distantes de seu público.
Segundo dados da Organização das Cooperativas, cerca de 1 bilhão de pessoas, em 100 países, são associados. Isso se deve à agilidade de processos que as cooperativas fornecem, além de preços competitivos. Fortalecimento nas relações de trabalho, upgrade técnico e humanização com os associados, foram algumas metas sugeridas para celebrar o ano cooperativista.
Se você é um cooperado ou associado, e quer celebrar esse ano, que tal melhorar as relações interpessoais na sua cooperativa, ajudar o próximo, e ainda ser solidário a alguma causa bacana? Fica a Dica!

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Parabéns para você, ONU

Por Maria Augusta Ribeiro do blog BELICOSA

Os parabéns de hoje é para a ONU, que completa 67 anos. Criada com a reunião inicial de 50 países após a 2ª guerra mundial, a Organização das Nações Unidas hoje conta com o apoio de mais de 150 nações pelo mundo.
Visando promover o bem-estar de crianças, idosos, refugiados, nações indígenas, fomentar a sustentabilidade, dentre outros, a ONU é uma organização poderosa e que conta com 16 agências especializadas em assuntos como as crianças, por exemplo (UNICEF).
A organização desenvolve trabalhos que vão, desde políticas sociais específicas para determinados países, até ter em sua visão maior o balizador da diplomacia em questões delicadas envolvendo nações no mundo todo.
Mas, neste dia de festa, o que você pode fazer para ajudar a ONU? Não Sabe? Simples: acesse algum dos canais disponíveis na internet, obtenha informações, e apoie causas com as quais se identifique. Tanto a Belicosa como a Nicole Kidman se identificaram com a campanha contra a violência feminina na América Latina. Apoie você também.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

#Bomba! DILMA combate a Seca em Angola enquanto Nordestinos morrem de sede.

Por Carlos Parrini ... 

Como sempre o Brasil continua fazendo caridade em outros países. Essa ajuda Internacional já atingiu a marca de R$ 7 Bilhões por ano, confiram AQUI. Agora o Brasil resolveu ajudar a ONU a combater a seca em ANGOLA. Enquanto isso, no Nordeste do Brasil, as pessoas e o gado estão morrendo de sede. Em muitos lugares o povo tem de pagar uma caminhão pipa por até R$ 300,00.
A Transposição do São Francisco tão prometida em campanhas, já consumiu R$ 8 bilhões e já estragou antes de funcionar (Veja AQUI). Sem falar nos grandes desvios, não de água mas de dinheiro público. Encheram os bolsos com dinheiro de cisternas de chuvas, e pouquíssimas foram construídas. Esse é o Governo do PT, um governo de sedentos e ladrões.
É bonito fazer caridade com o dinheiro alheio na casa dos outros, mas é crime deixar pessoas morrerem de sede, na sua própria casa.


Confiram a Fonte:
http://www.claudiohumberto.com.br/principal/


Seca no nordeste, enquanto isso...
Lá longe

O Brasil doou US$ 100 mil, através da ONU, para combater a seca em... Angola. Parte do fundo de U$ 1,2 milhões doados à África e Ásia. 

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

ACNUR e Angelina Jolie

Belicosa
Por Maria Augusta Ribeiro
Criada em 1950 a agencia de alto comissionado da ONU para refugiados ou ACNUR, tem a função principal em salva guardar os direitos e o bem estar de pessoas refugiadas.
Mas o real trabalho deste órgão da ONU consiste na busca incansável por  soluções duradouras que lhes permitam ajudar estas pessoas a refazer suas vidas.
ACNUR é capaz de dar asilo politico, conceder repatriação voluntarias e  integral e ainda reinstalar estes refugiados em outro pais se a volta para o pais de origem for impossível.
O trabalho desta agencia é tao eficaz que em 72 horas ela pode mobilizar para qualquer lugar do mundo uma equipe com 300 pessoas altamente treinadas para lidar com situações de extrema gravidade de urgência.
Hoje cerca de 7.000 mil pessoas de todo o mundo trabalham em 125 países e continuam a ajudar uma das 33 milhoes de pessoas refugiadas pelo mundo.
Integrando o staff da ACNUR esta uma das  mais celebres atrizes  de holliwwod, Angelina Jolie, que depois de 6 anos de serviços prestados a agencia foi nomeada  como enviada especial  do alto comissionado das nações unidas para os refugiados.
Em seu novo trabalho Angelina se concentra em problemas que afetam grande numero de pessoas onde haja a necessidade do deslocamento em massa desses refugiados.  Mas a função mais importante desta atriz na ACNUR e a sua representatividade em nível diplomático como enviada especial se engajando em questões globais. Fica a dica!

terça-feira, 26 de abril de 2011

#BOMBA! ONU acusa Brasil de desalojar pessoas à força para Copa!

Pretextos não faltam para transferirem a COPA 2014 para outro país: Incompetencia, superfaturamentos, atrasos, entre outros. Mas acusar o Brasil de expulsar moradores dos locais onde serão construídos os estádios, era o que faltava. Como se não bastasse o vexame por termos a Copa levada para outro país, são essas desculpas vindo antecipadamente. Motivos são criados a cada instante e assim vai ser enquanto o Brasil não encarar que de fato não dá, antes da humilhação ser pior. O Bom disso é que evitaremos investir bilhões em algo que  poderá nos quebrar, como quebrou a Grécia e não deixaremos os gatunos e corruptos de se apropriarem dos valores tão necessários a nosso infraestrutura.
Até quando ficaremos recebendo acusações verdadeiras como essa abaixo, publicada pela EXAME?

Casos denunciados partiram de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Natal e Fortaleza

Estádio do Mineirão em obras para a Copa 2014
Reforma no estádio do Mineirão: ONU solicitou um "Plano de Legado" para impacto positivo da Copa e das Olimpíadas
Genebra - A relatora especial da ONU para a Moradia Adequada, Raquel Rolnik, acusou nesta terça-feira as autoridades de várias cidades-sede da Copa do Mundo e do Rio de Janeiro, que receberá as Olimpíadas, de praticar desalojamentos e deslocamentos forçados que poderiam constituir violações dos direitos humanos.
"Estou particularmente preocupada com o que parece ser um padrão de atuação, de falta de transparência e de consulta, de falta de diálogo, de falta de negociação justa e de participação das comunidades afetadas em processos de desalojamentos executados ou planejados em conexão com a Copa e os Jogos Olímpicos", avaliou.
Raquel destacou que os casos denunciados se produziram em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Natal e Fortaleza.
A relatora explicou que já foram feitos múltiplos despejos de inquilinos sem que se tenha dado às famílias tempo para propor e discutir alternativas.
"Foi dada insuficiente atenção ao acesso às infraestruturas, serviços e meios de subsistência nos lugares onde essas pessoas foram realojadas", afirmou Raquel.
"Também estou muito preocupada com a pouca compensação oferecida às comunidades afetadas, o que é ainda mais grave dado o aumento do valor dos terrenos nos lugares onde se construirá para estes eventos", acrescentou a relatora.
Raquel citou vários exemplos, como o de São Paulo, onde "milhares de famílias já foram evacuadas por conta do projeto conhecido como 'Água Espraiada', onde outras dez mil estão enfrentando o mesmo destino".
"Com a atual falta de diálogo, negociação e participação genuína na elaboração e implementação dos projetos para a Copa e as Olimpíadas, as autoridades de todos os níveis deveriam parar os desalojamentos planejados até que o diálogo e a negociação possam ser assegurados".
Além disso, a relatora solicitou ao Governo Federal que adote um "Plano de Legado" para garantir que os eventos esportivos tenham um impacto social e ambiental positivo e que sejam evitadas as violações dos direitos humanos, incluindo o direito a um alojamento digno.
"Isto é um requerimento fundamental para garantir que estes dois megaeventos promovam o respeito pelos direitos humanos e deixam um legado positivo no Brasil", finalizou.
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segunda-feira, 21 de março de 2011

GOVERNINHO DE DUAS CARAS....

Após partida de Obama, Itamaraty condena ataques da coalizão contra Kadafi.


Diplomacia brasileira prepara nota em que vai pedir o cessar fogo imediato e a entrega do poder pelo ditador líbio como forma de pacificar a região.

O governo brasileiro esperou apenas a partida do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para encomendar ao Ministério das Relações Exteriores uma nota à imprensa em que defende o fim dos ataques aéreos na Líbia e das hostilidades no país. No documento, o governo brasileiro deve destacar a necessidade de buscar a paz e o diálogo, evitando o acirramento do conflito.

De acordo com diplomatas, a nota deve ser divulgada até o começo da noite. O comunicado ocorre no momento em que, alegando proteção de civis, as forças de coalizão internacional completam o terceiro dia de lançamento de mísseis sobre a Líbia.

A ação militar foi iniciada no sábado, após autorização do presidente americano, Barack Obama, enquanto visitava a presidente Dilma Rousseff em Brasília. O governo brasileiro não se pronunciou durante todo o fim de semana, enquanto Obama cumpria agenda em solo brasileiro.

A iniciativa agora adotada segue o exemplo da Turquia e da Índia, que defenderam o cessar-fogo e a entrega do poder pelo ditador líbio, Muamar Kadafi, como forma de acabar com o impasse e os confrontos na região. Há mais de um mês, a Líbia vive em clima de guerra com forças leais a Kadafi enfrentando oposicionistas.

A crise agravou-se na semana passada, com a decisão do Conselho de Segurança das Nações Unidas de autorizar a imposição de uma zona de exclusão aérea na Líbia e outras “ações”, em caso de necessidade. Na prática, o conselho autorizou a comunidade internacional a determinar intervenção no país.

A decisão do Conselho de Segurança das Nações Unidas foi aprovada por dez países. Não houve rejeições, mas o Brasil, a China, a Índia, a Rússia e a Alemanha abstiveram-se. Para o governo brasileiro, o uso da força na Líbia pode agravar ainda mais a violência na região. O ideal, de acordo com o governo, é buscar o diálogo e a negociação.

O assunto é tema de uma reunião extraordinária hoje (21), em Nova York, do Conselho de Segurança. A pedido do Líbano, os 15 representantes dos países no órgão – dez rotativos, inclusive o Brasil, e cinco permanentes – devem discutir a crise na região e a manifestação de Kadafi anunciando o cessar-fogo.

(Com Agência Brasil)


Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/itamaraty-prepara-nota-em-que-condena-ataques-da-coalizao-contra-forcas-de-kadafi
Acesso em: 21 mar 2011.

Pesquisa: Ivete Depelegrim Ribeiro - @ivetedepelegrim


sábado, 20 de novembro de 2010

BRASIL foi contra a ONU que condena o apedrejamento de IRANIANA


Governo Lula se abstém em votação que condena apedrejamento; “companheiro” do Irã explica onde está o humanismo da coisa

Mais uma de nossa diplomacia megalonanica. O Brasil se absteve na votação de uma resolução da ONU que condena o apedrejamento no Irã e que acusa o país de violar os direitos humanos e perseguir a imprensa. O texto pede ainda o fim da discriminação contra as mulheres e minorias religiosas. EUA, todos os países da Europa, Canadá, Japão, Chile e Argentina votaram a favor do documento. O Brasil preferiu integrar o batalhão da abstenção, que reuniu 57 países, entre eles, Angola, Benin, Butão, Equador, Guatemala, Marrocos, Nigéria, África do Sul e Zâmbia. Celso Amorim, o Colosso de Rhodes da diplomacia, nos convidaria a ver a coisa pelo lado positivo: o país poderia estar entre os que rejeitaram o texto: Venezuela, Síria, Sudão, Cuba, Bolívia e Líbia.

É mais um capítulo lastimável do alinhamento do Brasil com o Irã, sob o pretexto de praticar uma política externa com propósitos superiores. A tese de fachada é que a ONU não deve ser usada como instrumento para pressionar países a mudar a sua política interna: o diálogo seria mais eficaz; condenações concorreriam para o acirramento dos ânimos. Acreditasse o Itamaraty no que diz, seria apenas tolo; como não acredita, é hipócrita. Amorim cobriu de abjeção a política externa brasileira.

Cumpre notar que esse é o voto de um país que acaba de eleger uma mulher para o cargo máximo da República.

“Essa resolução não é justa e não contribui com os direitos humanos. Essa resolução é fruto da hostilidade americana contra o Irã. É a politização dos direitos humanos”, reagiu Mohammad-Javad Larijani, representante de Teerã na reunião. Ele explicou a perspectiva humanista do apedrejamento: “Significa que você deve fazer alguns atos, jogando um certo número limitado de pedras, de uma forma especial, nos olhos de uma pessoa. Apedrejamento é uma punição menor que a execução porque há a chance de sobreviver. Mais de 50% das pessoas podem não morrer”.

Ah, bom, agora está tudo mais claro! Amorim deve considerar a explicação satisfatória. O metódico Larijani afirmou ainda: “Todos no Irã podem falar com a imprensa estrangeira. Mas depende do que querem dizer. Se estão difamando o sistema legal, devem ser responsáveis por isso”. Perfeito! Franklin Martins deve achar que se trata da mais perfeita definição do que é liberdade de expressão. Todo mundo pode falar o que quiser desde que queira correr os riscos. No Irã, existe, afinal de contas, “controle social da mídia”…

Por Reinaldo Azevedo

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