Intitulada “Meu Mundo”, a pesquisa de múltipla escolha que visa direcionar esforços para saber quais questões, de âmbito mundial, são mais importantes para todos guia o cidadão à ação, onde deve escolher 6 questões de 16 que acha mais importantes e assim fazer a diferença.sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Meu Mundo, Seu Mundo via ONU
Intitulada “Meu Mundo”, a pesquisa de múltipla escolha que visa direcionar esforços para saber quais questões, de âmbito mundial, são mais importantes para todos guia o cidadão à ação, onde deve escolher 6 questões de 16 que acha mais importantes e assim fazer a diferença.segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Alfabetizar para que?
Por Maria Augusta Ribeiro do blogBelicosaquarta-feira, 28 de novembro de 2012
O Ano do Cooperativismo
Segundo dados da Organização das Cooperativas, cerca de 1 bilhão de pessoas, em 100 países, são associados. Isso se deve à agilidade de processos que as cooperativas fornecem, além de preços competitivos. Fortalecimento nas relações de trabalho, upgrade técnico e humanização com os associados, foram algumas metas sugeridas para celebrar o ano cooperativista.quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Parabéns para você, ONU
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
#Bomba! DILMA combate a Seca em Angola enquanto Nordestinos morrem de sede.
Como sempre o Brasil continua fazendo caridade em outros países. Essa ajuda Internacional já atingiu a marca de R$ 7 Bilhões por ano, confiram AQUI. Agora o Brasil resolveu ajudar a ONU a combater a seca em ANGOLA. Enquanto isso, no Nordeste do Brasil, as pessoas e o gado estão morrendo de sede. Em muitos lugares o povo tem de pagar uma caminhão pipa por até R$ 300,00.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
ACNUR e Angelina Jolie
terça-feira, 26 de abril de 2011
#BOMBA! ONU acusa Brasil de desalojar pessoas à força para Copa!
Casos denunciados partiram de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Natal e Fortaleza
![[novaes_acopa2014enossa.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmnb2t56X24DVHBQcp3R093ahm6x3fQ-jp2IuRKt-1HU1_7mbKHXCeG8r897or6KkSV3o-ojG25NRyPY4jorzNJb6WqpFqWLRZhMVOzN4KuNBkqwHwb5IGxbvQXuCimCarN2AhBIHj2qI/s1600/novaes_acopa2014enossa.jpg)
segunda-feira, 21 de março de 2011
GOVERNINHO DE DUAS CARAS....
Diplomacia brasileira prepara nota em que vai pedir o cessar fogo imediato e a entrega do poder pelo ditador líbio como forma de pacificar a região.
O governo brasileiro esperou apenas a partida do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para encomendar ao Ministério das Relações Exteriores uma nota à imprensa em que defende o fim dos ataques aéreos na Líbia e das hostilidades no país. No documento, o governo brasileiro deve destacar a necessidade de buscar a paz e o diálogo, evitando o acirramento do conflito.
De acordo com diplomatas, a nota deve ser divulgada até o começo da noite. O comunicado ocorre no momento em que, alegando proteção de civis, as forças de coalizão internacional completam o terceiro dia de lançamento de mísseis sobre a Líbia.
A ação militar foi iniciada no sábado, após autorização do presidente americano, Barack Obama, enquanto visitava a presidente Dilma Rousseff em Brasília. O governo brasileiro não se pronunciou durante todo o fim de semana, enquanto Obama cumpria agenda em solo brasileiro.
A iniciativa agora adotada segue o exemplo da Turquia e da Índia, que defenderam o cessar-fogo e a entrega do poder pelo ditador líbio, Muamar Kadafi, como forma de acabar com o impasse e os confrontos na região. Há mais de um mês, a Líbia vive em clima de guerra com forças leais a Kadafi enfrentando oposicionistas.
A crise agravou-se na semana passada, com a decisão do Conselho de Segurança das Nações Unidas de autorizar a imposição de uma zona de exclusão aérea na Líbia e outras “ações”, em caso de necessidade. Na prática, o conselho autorizou a comunidade internacional a determinar intervenção no país.
A decisão do Conselho de Segurança das Nações Unidas foi aprovada por dez países. Não houve rejeições, mas o Brasil, a China, a Índia, a Rússia e a Alemanha abstiveram-se. Para o governo brasileiro, o uso da força na Líbia pode agravar ainda mais a violência na região. O ideal, de acordo com o governo, é buscar o diálogo e a negociação.
O assunto é tema de uma reunião extraordinária hoje (21), em Nova York, do Conselho de Segurança. A pedido do Líbano, os 15 representantes dos países no órgão – dez rotativos, inclusive o Brasil, e cinco permanentes – devem discutir a crise na região e a manifestação de Kadafi anunciando o cessar-fogo.
(Com Agência Brasil)
Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/itamaraty-prepara-nota-em-que-condena-ataques-da-coalizao-contra-forcas-de-kadafi
Acesso em: 21 mar 2011.
Pesquisa: Ivete Depelegrim Ribeiro - @ivetedepelegrim
sábado, 20 de novembro de 2010
BRASIL foi contra a ONU que condena o apedrejamento de IRANIANA
Governo Lula se abstém em votação que condena apedrejamento; “companheiro” do Irã explica onde está o humanismo da coisa
Mais uma de nossa diplomacia megalonanica. O Brasil se absteve na votação de uma resolução da ONU que condena o apedrejamento no Irã e que acusa o país de violar os direitos humanos e perseguir a imprensa. O texto pede ainda o fim da discriminação contra as mulheres e minorias religiosas. EUA, todos os países da Europa, Canadá, Japão, Chile e Argentina votaram a favor do documento. O Brasil preferiu integrar o batalhão da abstenção, que reuniu 57 países, entre eles, Angola, Benin, Butão, Equador, Guatemala, Marrocos, Nigéria, África do Sul e Zâmbia. Celso Amorim, o Colosso de Rhodes da diplomacia, nos convidaria a ver a coisa pelo lado positivo: o país poderia estar entre os que rejeitaram o texto: Venezuela, Síria, Sudão, Cuba, Bolívia e Líbia.
É mais um capítulo lastimável do alinhamento do Brasil com o Irã, sob o pretexto de praticar uma política externa com propósitos superiores. A tese de fachada é que a ONU não deve ser usada como instrumento para pressionar países a mudar a sua política interna: o diálogo seria mais eficaz; condenações concorreriam para o acirramento dos ânimos. Acreditasse o Itamaraty no que diz, seria apenas tolo; como não acredita, é hipócrita. Amorim cobriu de abjeção a política externa brasileira.
Cumpre notar que esse é o voto de um país que acaba de eleger uma mulher para o cargo máximo da República.
“Essa resolução não é justa e não contribui com os direitos humanos. Essa resolução é fruto da hostilidade americana contra o Irã. É a politização dos direitos humanos”, reagiu Mohammad-Javad Larijani, representante de Teerã na reunião. Ele explicou a perspectiva humanista do apedrejamento: “Significa que você deve fazer alguns atos, jogando um certo número limitado de pedras, de uma forma especial, nos olhos de uma pessoa. Apedrejamento é uma punição menor que a execução porque há a chance de sobreviver. Mais de 50% das pessoas podem não morrer”.
Ah, bom, agora está tudo mais claro! Amorim deve considerar a explicação satisfatória. O metódico Larijani afirmou ainda: “Todos no Irã podem falar com a imprensa estrangeira. Mas depende do que querem dizer. Se estão difamando o sistema legal, devem ser responsáveis por isso”. Perfeito! Franklin Martins deve achar que se trata da mais perfeita definição do que é liberdade de expressão. Todo mundo pode falar o que quiser desde que queira correr os riscos. No Irã, existe, afinal de contas, “controle social da mídia”…







