segunda-feira, 25 de março de 2013

#BOMBA! #Dilma baixou impostos da cesta básica, mas alimentos subiram 34% no ano.

Por Carlos Parrini ... 

Fico pensando cá com os meus botões, será que essa inflação está mesmo controlada?
Vejo que Dilma baixou os impostos da cesta básica conforme sugeridos pela Oposição. Só que não surtiu efeito nenhum pois nada baixou e ela não correu atrás para punir quem colocou os descontos nos bolsos. Muito pelo contrário, o aumento da inflação dos alimentos no último ano foi de 34%, enquanto os salários dos aposentados subiram 6% e o Mínimo 12%. Isso é para acabar com qualquer salário do trabalhador, seja ativo ou inativo. Olha que o MAGO Mantega, das previsões furadas, ainda queria tirar os alimentos e combustíveis dos cálculos da inflação. Se com toda essa carestia a inflação enrustida não passa de 6%, sem esses componentes ela não ia passar de 1%.
Tudo para enganar o povo.
As donas de casa podem se lembrar comigo que na época de FHC com R$ 1 comprávamos 1 Kg de frango, ou 3 Kgs de batatas, ou 1 dúzia de bananas, ou 1 kg de arroz, ou 1 Lt de gasolina e etc. Hoje está tudo pelo olho da cara. Se gabam de terem dado aumento real ao Salário Mínimo mas escondem que o custo de vida subiu muito mais. Imaginem os aposentados que estão sempre tendo reajustes abaixo da inflação?
Por isso eu digo: Essa inflação está fora de controle. Logo a represa vai explodir e buuummmm!!! 
Compare os preços do que você efetivamente paga e vê a inflação que eles informam. Está mesmo controlada ou estão te enganando?
Abram os olhos. Vão continuar te enganando até você reeleger Dilma e um bando de corruptos e mensaleiros juntos, depois vão fazer um novo cruzeiro, depois um cruzado e depois um cruz credo! Quem sabe eles não farão um novo Confisco da poupança já que têm o companheiro Collor ao lado deles para inspirá-los e incentivá-los?  Eu não quero nem estar por perto.



Vejam a tragédia na economia:

Alta de alimentos chega a 34% no ano

Preços já desaceleram no atacado, mas apesar da supersafra a maior pressão sobre a inflação ainda vem dos preços agrícolas

24 de março de 2013 | 22h 45
Márcia De Chiara, de O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO - Apesar de o País colher neste ano uma safra recorde de 185 milhões de toneladas de grãos, os preços dos alimentos foram o principal foco de pressão inflacionária nos últimos 12 meses. Daqui para frente, o comportamento dos preços do tomate, da batata, do arroz e do feijão será o fiel da balança na decisão do Banco Central (BC) de aumentar os juros básicos para que a inflação não supere o teto da meta de 6,5% prevista para este ano.
m 12 meses até março, os preços dos alimentos ao consumidor descolaram da inflação em geral e subiram mais de 30%. Enquanto o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)-15 subiu 6,43% até março, os preços das frutas, verduras e legumes acumularam altas de 33,36% e os dos cereais, que incluem arroz e feijão, de 34,09%, revela um estudo feito pelos economistas da Universidade de São Paulo (USP), Heron do Carmo e Jackson Rosalino. Eles usaram os dados do IPCA-15, uma prévia do IPCA, o índice de referência para o sistema de metas de inflação.
No caso dos alimentos semielaborados e industrializados, a alta também foi na casa de dois dígitos no mesmo período, de 16,50% e de 11,44%, respectivamente. Já os preços dos serviços privados, que variam ao sabor do mercado, exceto aqueles regidos por contatos, subiram 8,82% em 12 meses até março.
"Poderemos ter uma melhoria da inflação dos alimentos por causa da supersafra, mas existe um pedaço importante da inflação, que reúne cereais de consumo doméstico, legumes, frutas, que está ao sabor do clima", diz Heron. Só o tomate mais que dobrou de preço nos últimos 12 meses, com alta de 105,87%. A trajetória dos preços de outros alimentos foi semelhante. A batata, por exemplo, ficou 86,51% mais cara em 12 meses até março, a farinha de mandioca subiu 140,57% e a cebola, 58,83%.
Heron explica que o que provoca o estrago no índice de inflação é o tamanho da variação dos preços desses produtos, não o peso que eles têm isoladamente no indicador. De toda forma, o grupo alimentação e bebidas respondeu no mês passado por 24,3% do IPCA. Desse total, a alimentação no domicílio, onde são computados os gastos com os ingredientes para o preparo das refeições, representou 16% e a alimentação fora do lar respondeu pela diferença (8,26%).
Continua AQUI


Desde Lula, Mantega vem dizendo que a inflação está sob controle e que o PIB passaria dos 5%.
Hoje vemos a inflação acima de 34%, PIB zero e salários arrochados.
Até a imprensa internacional e especialistas já pediram a cabeça dele.
Só Dilma não enxerga que ele é um zero a esquerda.
Essa teimosia sairá muito cara para nós.

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