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domingo, 31 de agosto de 2014

Feminicídio



Campanha quer incluir o crime de gênero no código penal.

Por: Maria Augusta Ribeiro do Blog Belicosa

Feminicídio


De cada 10 mulheres assassinadas, 7 são mortas pelo marido, namorado ou ex. Para estes crimes cometidos em razão do gênero feminino uma nova lei pretende criar o feminicídio.
photoA campanha estimula a votação e inclusão da nova lei no Código Penal, tornando agravantes em crimes de violência sexual, doméstica, mutilação e tortura, em caso de morte de mulheres.
Do ponto de vista social, o machismo evita que muitos sejam condenados pela gravidade do homicídio.
dita-louboutin-balet-Feminicidio-#Belicosa55Por outro lado, há casos em que as próprias vítimas incentivam o comportamento violento do companheiro reagindo de forma extrema e causando a morte.
O projeto prevê para os crimes de feminicídio uma pena de 12 a 30 anos de prisão.
Apesar de considerar a mulher como vulnerável, a sociedade ainda se comporta de forma retrógrada, uma vez que começamos a trabalhar fora de casa há 50 anos e votar há 80 anos.
Pide_el_Inegi_clasificar_correctamente_casos_de_feminicidio_Recherche_Google_Google_ChromeO que é controvérsia nesse projeto de lei é que, em vez de incentivar a mulher a se educar, empoderar e ser independente, se cria mais uma lei para proteger quem deveria educar.
O assunto ainda irá render debates, mas ajudar na educação de uma amiga, colaboradora ou empregada pode ser melhor do que esperar punição para crime sem solução.

Leia mais em Belicosa.com.br

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domingo, 2 de fevereiro de 2014

O Violento Mundo Feminino

Violencia-#belicosa555
Como prevenir a violência contra a mulher e a engajar na luta pelos direitos femininos.
 Por Maria Augusta Ribeiro do Blog belicosa
Qualquer tipo de violência deve ser tratado como motivo de preocupação pela sociedade, porém, depois de realizado muitas vítimas não podem prevenir o que de fato deveria ser encarado como preliminar.
A falta de políticas sociais que assegurem às mulheres o direito de ir e vir, na prática, evitando assim que experimentem a violência pode não ser uma realidade, mas nada impede que a sociedade multiplique informação orientando com cautela quem sofre.
Independente de classe social, a agressão e ameaça de morte é temerosa, mas, se tratando da mulher, em muitos casos recebe tratamento impróprio por se tratar de inferior risco, como uma briga domestica.
Nem mesmo a lei Maria da Penha foi capaz de reduzir estupros, agressões e assassinatos contra as mulheres no país, visto o aumento de casos em locais onde delegacias são raridade, e a falta de suporte adequado para amparar as vitimas incrementa uma realidade ruim.
 Então, o que deveria ser prevenção, hoje engorda números de violência praticada contra o chamado ser frágil, e a denúncia em muitos casos faz com que o agressor se torne ainda mais violento.
violence-women-#Belicosa555Algumas orientações simples podem ajudar tais como procurar informação, ler artigos, confiar em alguém, perguntar, pedir informação sobre violência contra a mulher em posto de saúde, escolas e creches.
 Mas o ideal é a denúncia: vá à delegacia, ministério público, fórum. Se possível, saia de casa leve seus documentos pessoais e filhos com você, evite fazer isso na presença do agressor e lembre-se: prevenir e melhor que remediar.
Leia mais em Belicosa.com.br

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