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domingo, 13 de novembro de 2011

#BOMBA! Ricardo Teixeira fatura R$ 150 mil/mes só com CBF

Saláriozinho maravilhoso para quem só vive passeando, arrumando esquemas escusos, sendo acusado de receber propinas para facilitar a vida de clubes e jogadores, que participa das corrupções jamais vista na história do Brasil e etc.:
Veja que Ricardo Teixeira não se preocupa com a saúde e bem estar com os jogadores, tanto que os últimos amistosos estão sendo feitos na África em campos lameados e também no Egito. Todos times sem expressão e sem história. Quanto será que Ricardo Teixeira está faturando fora o pequeno salário, para levar nossa seleção para esses sofrimentos e sacrifícios? Será que é apenas para ganhar propinas ou quer valorizar jogadores inexpressivos para vende-los 1000 vezes mais caros depois, como faz a máfia do futebol brasileiro? Voces sabem que se um jogador desconhecido vestir a camisa da seleção, seu passe vai as alturas.
Como sabemos que Ricardo Teixeira tem se envolvido com presidente corrupto da FIFA, que vende locais para realizações das copas, como ele estava envolvido até o pescoço com o ex-ministro comunista dos esportes, o Orlandinho da tapioca, como ele é um protegido da Globo que esconde suas falcatruas e como ele tem total apoio de Sergio Cabaral e Eduardo Paes que tem esquemas sordidos com empreiteiras, superfaturamentos das obras para copa e olimpíadas, é de se acreditar que R$ 150 mil por mes é uma mixaria. Ou popularmente dizendo, é o feijão com arroz. O grosso de seu enriquecimento ilícito vem da quantia que recebe extra da corrupção, claro.
Pena que vivemos no tempo dos maiores esquemas de corrupção jamais vistos na história do Brasil e temos que aceitar tudo isso. Oxalá nas próximas eleições tiremos essa quadrilha que se apossou dos cofres públicos, para dar-lhes empregos de garís já que se beneficiam de sujeira.

Vejam a notícia conforme divulgada pela Revista Veja:


Fontes de renda

Teixeira: 150 000 reais
Quando depôs na Polícia Federal, há duas semanas, Ricardo Teixeira informou quanto ganha mensalmente como presidente da CBF e do Comitê Organizador da Copa: 100 000 reais e 50 000 reais, respectivamente.
Teixeira se comprometeu a entregar suas declarações de renda dos últimos dez anos. A PF quer comparar o seu patrimônio com as suas movimentações financeiras registradas no Coaf.
Por Lauro Jardim

sexta-feira, 6 de maio de 2011

#Bomba! Vão destruir a cobertura do MARACANÃ para a COPA!

Estão querendo destruir a cobertura do Maracanã que é um bem tombado pelo patrimonio histórico. Mas isto está cheirando mesmo a mutreta para elevarem mais ainda os preços das obras.
Notem que em 2009 o orçamento para reforma era de R$ 500 milhões, já está em R$ 900 milhões e, até o final, terá custado R$ 1,4 Bi. Ou seja, o preço de construção de dois estádios como o Africano Soccer City que foi de R$ 678 milhões. Detalhe: O Maracanã ficará com 80 mil lugares e o da África do sul tem 96 mil.
É bom não esquecermos que por trás destas grandes obras, tem urubús como Sergio Cabral, Ricardo Teixeira, Nusman, Dilma, PT e metade da torcida do Flamengo. Haja carniça.
Claro que o dinheiro é importante. Com ele, daria para salvar muitas pessoas vítimas de enchentes, hospitais, estradas, violencia, drogas e etc. Mas a maior tristeza é saber que um estadio, símbolo do futebol no Brasil, está sendo desfigurado e descaracterizado.

Soccer City é o maior estádio do continente
Estádio construido para a copa na Africa do Sul com 96 mil lugares e preço de R$ 678 milhões
Leiam a matéria completa na notícia copiada do O DIA on line

Autorização para derrubada da cobertura do Maracanã gera revolta

POR FERNANDO MOLICA
Rio - A autorização do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) para a derrubada da cobertura do Maracanã revoltou profissionais que participaram do tombamento do estádio, em 2000. Relator do processo de tombamento, o arquiteto Nestor Goulart Reis Filho afirma que a cobertura não poderia ser demolida “em hipótese nenhuma”. Para ele, retirar a “marquise é como cortar a cabeça de uma pessoa”. Segundo o arquiteto, “um bem tombado é intocável”. O Iphan permitiu que a marquise seja substituída por um teto de lona.
Foto: Ernesto Carriço / Agência O Dia
Derrubada da cobertura do estádio gera revolta entre profissionais que participaram do tombamento do Maracanã | Foto: Ernesto Carriço / Agência O Dia
Italo Campofiorito, que também participou do tombamento, é direto: “As reformas estão destruindo o Maracanã, o Iphan não protegeu o estádio”. Em texto entregue, no mês passado, a colegas do Iphan, Claudia Girão, ex-chefe da Divisão de Proteção Legal do Instituto, afirma que a demolição da marquise é “uma descaracterização fundamental”. 


A decisão do superintendente do Iphan-RJ

Em 2010, o superintendente regional do Iphan, Carlos Fernando Andrade, permitiu a demolição do anel inferior do estádio; em abril passado autorizou a derrubada da marquise — segundo laudos apresentados pelo governo do Estado, o teto não resistiria à estrutura que iria complementar a cobertura do estádio. No parecer, Andrade diz que a modificação não teria consequências paisagísticas, pois as alterações ocorreriam “abaixo do ponto focal do observador”. Afirma que a estrutura do Maracanã não foi citada nos pareceres do tombamento.



A decisão de tombar o estádio

O processo de tombamento do Maracanã — consultado ontem pelo Informe — está arquivado no Palácio Gustavo Capanema, no Centro do Rio. Iniciados em 1983, ostrabalhos foram retomados em em 1997, quando houve o anúncio de uma nova reforma no estádio. Em ofício ao governo do Estado, o então diretor do Departamento de Proteção do Iphan, Sabino Barroso se disse preocupado com a possibilidade de as obras descaracterizarem um bem “mundialmente conhecido”. Na época, Claudia Girão escreveu que as modificações no estádio deveriam “respeitar a essência da obra e se condicionar às premissas de sua preservação como patrimônio histórico e artístico nacional”. 



Proteção total

Ao contrárido do que já foi divulgado, a proteção não é apenas para a parte externa do estádio. Quando discutiram o tombamento, os técnicos examinaram a colocação de cadeiras nas arquibancadas e se disseram preocupados com o fim da Geral, que só ocorreria anos depois. 



Projeto audacioso

No processo de tombamento, os pesquisadores Adler Homero Castro e Regina Coeli Pinheiro da Silva destacaram que o projeto arquitetônico do estádio tinha “particularidades audaciosas para sua época, no que se refere à concepção e técnica”.



Estádio é emblema da cidade

Campofiorito não aceita a tese de que a mudança da cobertura não afetaria a visão do estádio. “O Maracanã é sempre mostrado do alto, é um emblema da cidade”, diz. Reis Filho frisa que obras em bens tombados só podem ser realizadas para preservá-los ou para restituir suas características. Em seu texto, Claudia Girão afirma que a remoção da marquise seria “uma das mais radicais intervenções realizadas até hoje em bens tombados que não sofreram incêndio ou outra calamidade.”

Ao contrário das obras no Maracanã, mudanças na Marina da Glória foram levadas ao Conselho Consultivo do Iphan — o anteprojeto foi aprovado na quarta passada. Até agora, a direção nacional do Instituto não se manifestou sobre o estádio.

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