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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

#Bomba! NAVIO que LULA e DILMA construiram por R$ 336 milhões está afundando!

Por Carlos Parrini ... 
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Hoje estamos vendo o quanto de prejuízo essa corrida para eleger um poste, deu ao povo brasileiro. A começar pelo PAC que ficou empacotado e tiveram que inventar o PAC 2 que anda mal das pernas também.

As 500 UPAs que prometeu ainda continua no papel, cadê as 6.000 creches?, Cadê a saúde e saneamento básico? E a BR 156 no Amapá que está a 76 anos para ser concluída?

Como todos sabem, Dilma era totalmente desconhecida do povo.Tirando que ela foi um guerrilheira, participava de assaltos a bancos e sequestros, quando participava da luta armada, ela só se tornou popular mesmo quando andava a tiracolo de Lula. Depois de ter sido salva milagrosamente de um suposto cancêr, deixou de ser um POSTE para ser a queridinha do LULA, ops, do povo. Mas até que isso acontecesse teve que inaugurar muitos terrenos baldios, formigueiros, obras em andamento, prometer mundos e fundos e mentir bastante. Se popularizou e foi eleita.
Mas as contas e estragos ficaram e uma das mais vergonhosas foi a inauguração do Navio Petroleiro João Cândido, orgulho nacional, mesmo ainda estando em construção. Hoje este Navio precisa andar rebocado pois não presta. Lula e Dilma fizeram uma grande festa de arromba que lhe deram quase 100% de votos no Nordeste. Mas não é só isso, Lula se lambuzou todo do petróleo do pré-sal dizendo que o Brasil tinha se tornado auto-suficiente, mas que na verdade continua importando Gasolina e Alcool para abastecer nossa frota. Fizeram um grande marketing em cima da transposição do Rio São Francisco mas ficou largado as baratas. 
E o povo ainda aplaude esses demagogos e mentirosos, capazes de qualquer coisa para alcançarem o poder, inclusive matar, como dizia Heloisa Helena, ex´Petista que conhecia bem essa quadrilha.
Vejam abaixo algumas imagens dos prejuízos enormes que o Governo do PT está nos causando. Mas fique tranquilo pois esta conta será dividida com todos nós e você, que votou neles, não pagará sozinho.


PAC / Velho CHICO - o caos da TRANSPOSIÇÃO...

Governo abandona transposição do São Francisco após eleição de Dilma

Reportagem do 'Estado' percorreu trechos do empreendimento que impulsionou vitória no Nordeste e constatou deterioração de obras, concreto rachado e vergalhões abandonados

03 de dezembro de 2011 | 16h 51


Cenário de propaganda eleitoral da presidente Dilma Rousseff e responsável por parte de sua expressiva votação recebida no Nordeste, a transposição do Rio São Francisco foi abandonada por construtoras e o trabalho feito começa a se perder. O Estado percorreu alguns trechos da obra em Pernambuco na semana passada e encontrou estruturas de concreto estouradas e com rachaduras, vergalhões de aço abandonados e diversos trechos em que o concreto fica lado a lado com a terra seca do sertão nordestino.


Confira:......▼.......
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,governo-abandona-transposicao-do-sao-francisco-apos-eleicao-de-dilma,806292,0.htm








OBRA parada - Enganaram o nordestino e jogaram o dinheiro do contribuinte no ralo da corrupção...


Wilson Pedrosa/AE

Entre Betânia e Custódia, obras estão paralisadas e placas de concreto começam a se soltar.

Aqui vemos as informações sobre o Navio Brasileiro que está aundando, que nem o Brasil:

O casco do navio petroleiro JOÃO CÂNDIDO tem gravíssimos problemas de solda.
As soldas do navio estão erradas e precisam ser refeitas. Será necessário rasgá-las, lixar o local e refazer

E não são poucos os reparos. É um processo demorado e de alto custo. As soldas terão que passar, novamente, pelo raio x e ultrassom.


No chão de fábrica, os operários fazem gozação do petroleiro. 

O casco do navio mais se parece com um queijo suíço ou um chocolate Suflair (aerado), cheio de furos nas soldas. 

O nome dele devia ser João Cândido Bacalhau (no jargão do setor, o bacalhau é um remendo, símbolo da construção malfeita). 

Isso aqui é um navio-escola, não navega. Foi feito só pra treinar. O casco virou um ostreiro, de tanto tempo encalhado no cais.

LULA & DILMA / PT fazendo propaganda eleitoreira, se o navio for lançado ao mar, AFUNDA


A foto acima, de 7 de maio de 2010, retrata uma cena explorada à exaustão na campanha de Dilma Rousseff. Com pompa e circunstância, o então presidente Lula, com Dilma no palanque, exibia no Porto de Suape, em Pernambuco, o primeiro navio petroleiro construído no Brasil em catorze anos. 

Tudo teatro eleitoral

Tão logo a platéia se foi, a embarcação voltou ao estaleiro e de lá nunca mais saiu

O que poucos sabiam até agora é que o vistoso casco do João Cândido - um portento planejado para transportar 1 milhão de barris de petróleo através dos continentes e que custou à Petrobras 336 milhões de reais (o dobro do valor de mercado) - escondia soldas defeituosas e tubulações que mal se encaixavam. Corria o risco de desfazer-se em alto-mar.

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Diga-me com quem andas e te direis quem és (Jesus Cristo)


domingo, 3 de julho de 2011

6 meses de Gov. #Dilma. Só escandalos e nada de promessas cumpridas.

Realmente não dá para confiar em promessas de políticos. Eles enfeitam o pavão de tal maneira que os eleitores acabam se iludindo e votando em massa. O que não podemos negar é que eles cumprem promessas como pagamentos de esmolas, mensalões, mensalinhos, aumentos de ministérios, dívidas, aprovam projetos da companheirada, aumentos de cargos comissionados e etc.:
O que eles fazem também é por a culpa das coisas ruins nos governos anteriores e não fazem nada para mudar o que estava errado, muito pelo contrário, pioram.
Costumam dizer que eles foram responsáveis em acabar com a inflação, que são responsáveis pelo crescimento e que a PetroBras foi criada por eles. Como se o Brasil tivesse sido descoberto pelo PT. Mas escondem que nunca o individamento público foi tão grande, que a corrupção e violencia cresceram acentuadamente em sua administração e que os novos milionários politicos vieram do PT. Vide Palocci, José Dirceu, Lulinha e outros corruptos.
De promessa em promessa, vão se eternizando no poder em homenagem geral dos otários que votam neles.

Leiam abaixo a excelente reportagem feita pelo GLOBO, com um balanço politico e economico:

Uma agenda perdida

Prejudicadas por heranças de Lula, promessas de Dilma para economia ainda não saíram do papel

Publicada em 03/07/2011 às 08h25m
Martha Beck (marthavb@bsb.oglobo.com.br) e Cristiane Jungblut (crisjung@bsb.oglobo.com.br)
BRASÍLIA - Uma combinação de brigas com aliados, crise política, problemas de saúde e heranças malditas da Era Lula - como inflação em alta e situação fiscal deteriorada - acabou fazendo com que a agenda econômica da presidente Dilma Rousseff andasse a passo de tartaruga no primeiro semestre de 2011. Os principais compromissos de campanha - avançar na reforma tributária, desonerar a folha de pagamento das empresas, corrigir os limites do Simples e ampliar a desoneração do setor produtivo como uma nova política industrial - ficaram no papel.
Dilma foi obrigada a passar os seis primeiros meses do mandato se dedicando a questões econômicas emergenciais e dificuldades que ficaram pendentes. Foi preciso ganhar a confiança do mercado por meio de um grande ajuste fiscal que ajudasse a conter pressões inflacionárias. Além disso, a enxurrada de dólares que entraram no Brasil fez com que a equipe econômica tivesse de adotar uma série de ações paliativas para tentar segurar a queda da moeda americana e ajudar a indústria nacional.
Também coube ao novo governo fazer uma dura negociação com o Congresso em torno do reajuste do salário mínimo. Isso sem mencionar votações polêmicas envolvendo o Código Florestal e o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC) para a Copa de 2014 e as Olimpíadas do Rio, em 2016. Tudo isso ocorreu ao mesmo tempo em que a presidente enfrentou uma pneumonia que a deixou fora de combate por semanas e que um escândalo sobre evolução patrimonial - alimentado por brigas internas no PT e insatisfação da base aliada - levou à queda de Antonio Palocci da Casa Civil.
Nenhuma das 14 MPs mira nova agenda
Um balanço das medidas provisórias publicadas este ano mostra que nenhuma das 14 propostas de iniciativa do Executivo está relacionada com os compromissos de campanha. Sete delas tratam de temas da área econômica, como a desoneração para a produção de tablets no Brasil e a criação da Secretaria de Aviação Civil (SAC), mas consumiram toda a agenda do primeiro semestre, sendo votadas no limite, ou seja, às vésperas de perder a validade.
O Congresso entra em recesso no dia 17 de julho, o que significa que as demais propostas de interesse do governo devem ser jogadas para o segundo semestre. Isso inclui, além das MPs, o Pronatec, que trata de formação de mão de obra.
A lentidão tem sido tão grande que a primeira reunião de Dilma com sua equipe para tratar do que será a Política de Desenvolvimento da Competitividade (PDC) - nova política industrial - foi há apenas duas semanas. Não se chegou a nenhum consenso. A conclusão foi apenas que será preciso abrir mão de uma receita polpuda se o governo quiser ajudar a indústria nacional.
Assuntos urgentes que terminaram a Era Lula pendurados também não tiveram andamento, como o fim das concessões do setor elétrico, a partir de 2015. Os que não eram $mas são importantes marcos regulatórios - como o código da mineração e a reforma do sistema de defesa da concorrência - também continuam enrolados. Avanço mesmo só houve na definição da concessão dos aeroportos.
- Foi mais um semestre de expectativa do que de realização. A reforma tributária e desonerações tão esperadas para dar mais competitividade ao setor produtivo não andaram. Isso deixa as expectativas declinantes - diz o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Roberto Gianetti.
- O que surpreende é que esse é um governo de continuidade. Não dá para entender porque não foi apresentada nenhuma proposta de reforma tributária, por exemplo. Quanto mais tempo se espera, mais difícil fica conseguir avanços - destaca o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro.
Para economista, agenda é engessada
Castro alerta para o fato de que o Brasil já está caminhando para um processo de desindustrialização, uma vez que, por falta de competitividade, as empresas estão deixando de investir no país para importar mercadorias:
- O fantasma da desindustrialização deixou de ser uma quimera para se tornar algo real.
Castro lembra que até mesmo medidas que já foram publicadas e deveriam estar valendo - como regras mais flexíveis para a devolução de créditos de PIS/Cofins para os exportadores - não funcionam na prática:
- Existem empresas que se enquadram nas regras de ressarcimento acelerado de créditos de PIS/Cofins e que têm bilhões acumulados em estoque porque simplesmente não conseguem receber.
Para o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas, no entanto, o saldo do primeiro semestre de Dilma foi positivo, uma vez que o governo conseguiu controlar as pressões inflacionárias, estabilizar o câmbio e se comprometer com sua política fiscal. Mas ele admite que a agenda de Dilma ficou engessada, principalmente depois da saída de Palocci do governo:
- Isso teve impacto muito forte.
CNI cobra ações do governo na indústria
Segundo o presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Paulo Godoy, o governo Dilma tem dado sinais de que está comprometido com a agenda para o crescimento da economia e feito avanços importantes. Ele citou como exemplo o novo modelo de concessão dos aeroportos. Mas o empresário reconhece que a agenda passada acabou afetando o andamento do governo em 2011:
- Por mais que esse seja um governo de continuidade, sempre existem ajustes a fazer.
- É claro que houve intempéries políticas e também uma conjuntura econômica internacional que afetaram o mercado e tomaram a atenção do governo. Mas continuamos trabalhando com a expectativa de que o governo lance o mais rapidamente possível seu plano de desoneração para o setor produtivo e ações de defesa comercial - afirma o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/07/02/prejudicadas-por-herancas-de-lula-promessas-de-dilma-para-economia-ainda-nao-sairam-do-papel-924822151.asp#coment#ixzz1R5UueKfU 
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