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domingo, 13 de abril de 2014

Os livros Que Nao Ensinam mais



Saiba porque o jovem brasileiro nao gosta de ler.

Por Maria Augusta Ribeiro do Blog Belicosa


A vida moderna substituiu os livros por tecnologia. E a leitura formadora de opinião deixou de ser um habito entre os jovens, Veja porque.

Os livros já nao ensinam mais, apenas repetem conceitos e estimulam o jovem a reproduzi-los. Nada do que foi aprendido é usado na pratica.

Antoine de Saint Exupéry, Monteiro Lobato e até J.K Rowling deixaram de ser atuais e autores que falam muito e ensinam nada são adotados para formar cidadãos.

E comum encontrar livros que falam sobre os conceitos da  sustentabilidade, cidadania e tecnologia. Mas se quer ensinam como plantar uma arvore, respeitar a opção sexual de um colega ou mesmo resolver um problema técnico no tablet.

O jovem de hoje é precoce. E precisa de respostas rápidas e praticas para enfrentar problemas, se informar e.... Leia mais no Belicosa.com.br

domingo, 22 de setembro de 2013

Transforme uma vida com ChildFund


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Por Maria Augusta Ribeiro do Blog Belicosa


Com o objetivo de transformar realidades, o fundo para a criança, chamado de ChildFund, proporciona o encontro entre cidadãos comuns e a vontade de ajudar o próximo, onde agora são transformadores de vida e assim chamados de padrinhos.

Esta organização mundial, criada em 1938, atua no Brasil por meio de programas sociais que proporcionam proteção e melhorias duráveis a crianças em situação de privação, exclusão ou vulnerabilidade social.

O genial dessa fundação é que ela utiliza a internet para contar a história... Continue a ler em Belicosa

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

VALE CULTURA, PRA QUE?


Por Maria Augusta Ribeiro que escreve no blog BELICOSA
256 1 300x182 Vale Cultura, para que?
Com o objetivo de estimular o acesso dos trabalhadores à atividade cultural no país, o governo tenta implantar o vale cultura. Mas, afinal, você sabe para que serve isso?
O vale é um beneficio de R$ 50, 00 mensais ao trabalhador que ganhar até 5 salários mínimos, funcionando com um cartão tipo o vale transporte. Esse valor seria usado na compra de livros e revistas, entradas para exposições, teatros, museus, cinema, e para proporcionar o acesso da camada da sociedade menos privilegiada à cultura.
vale cultura Vale Cultura, para que?Acontece que a ideia é boa, mas frágil, e tem gerado grande polêmica, já que não há como ter controle em que produto cultural o trabalhador irá gastar o seu vale cultura, podendo simplesmente ser direcionado para a diversão ou compra de revistas pornográficas, por exemplo.
Outro ponto polêmico seria com a justiça do trabalho, já que, sem previsão legal, o vale cultura poderia causar problemas aos empregadores e dificultar as adesões das empresas, receando que o vale pudesse ser computado como parte do salário, e desencadear ações trabalhistas estratosféricas. Além disso, se a empresa onde o trabalhador está não aderir ao projeto, ele também não participará, e continuará excluído culturalmente.
vale cultura2 300x225 Vale Cultura, para que?Se um país como o Brasil não tem a educação como prioridade, como é que irá depositar a ideia de cultura numa pessoa desprovida de educação adequada? Ou como acredita fazer que o trabalhador se interesse por leitura cultural simplesmente dando-lhe um vale? Ou mesmo ir a um museu, teatro ou biblioteca, se sua cidade não tem?
O ideal seria usar o orçamento gasto no vale cultura para promover espetáculos, construir novos teatros, espaços culturais, bibliotecas, mais próximos da periferia de grandes cidades, e a preços justos.
Interessante seria o governo se utilizar das PPP (parcerias público-privada) de forma atrativa para a iniciativa privada, e proporcionar mostras itinerantes de cinema nacional, flexibilizar isenções fiscais para a produção cultural brasileira, e inserir o contexto da boa leitura com educação de qualidade nas escolas, pois assim o interesse cultural seria induzido no trabalhador para ele, então, aproveitar um projeto como o vale cultura.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

A NATUREZA HIPÓCRITA DO SOCIAL

Pois,
falar do social é uma dificuldade cotidiana.
Há pobres, não porque há ricos, mas sim orque há corrupção.
As vantagens políticas, os privilégios, os altos salários públicos e a facilidade de corromper-se no meio, produzem a pobreza.
Nem uma ameba vive numa colônia sem trabalhar.
O trabalho dignifica o social e a família que teimamos em destruir. O trabalho de qualquer natureza exige educação, a educação exige alfabetização, a cultura exige ambas.
Exigir é um direito do cidadão. Ganhar parcos reais do bolsa família, não é social, é alimentar os porcos com lixo. Escolas de tempo integral com infra-estrutura ocupacional e alimentação decente, colocaria milhares em condições de mercado de trabalho. Agora trabalhar por míseros 600 reais é hipocrisia, isso obriga aos jovens a traficar entorpecentes, mas vender-se ao tráfico pelos mesmos 600 reais, mesmo que sejam semanais, com prejuízo da liberdade social, se for pego, é muito mais hipócrita. Fazendo as contas, o superlativo de hipocrisia deve ser ignorância.
A ficção de ganhar mais dinheiro com o ilícito, domina a realidade dos prejuízos.
Sendo um eufemismo horrível pensar num traficante viciado, isso é tão vil quanto um proxeneta apaixonado por uma meretriz de seu "staff".
O nosso povo que recebe os míseros reais do bolsa família, são criaturas da mesma estirpe, são as amebas comensais de sustento de um governo, que por direito deviam rechaçar, e exigir saúde, educação e segurança.
Perdoem-me os que recebem.
Inexistem escolas decentes, tratamentos médicos decentes, segurança pública decente, transporte público decente, infra-estruturas decente consequentemente o marcado de trabalho é inepto e indecente.
O governo diz à cântaros que chovem vagas no mercado de trabalho, é uma realidade hipócrita
àqueles aculturados, o mercado exige educação e cultura. 
É muito fácil dizer que no Brasil não existe o "mensalão" e sua corrupção, mas devemos olhar a educação e a cultura de quem fala.
ZERO

Via @VsRoccha do Blog Verdade Politica

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