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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Golpe? Que golpe?

Por: Políticos do Brasil... 

Afbeeldingsresultaat voor charge golpe

Golpe? Que golpe?

Desde muito antes do impeachment da ex presidente Dilma Rousseff, que acabou se concretizando no ultimo dia 31/08/16, uma parte da população vem taxativamente usando a narrativa de que tudo isso se trata de um golpe.
Segundo essas pessoas, o presidente Michel Temer não tem legitimidade alguma para ocupar o cargo e que tudo isso não passou de uma manobra do ex presidente da câmara dos deputados Eduardo Cunha, o antes vice Michel Temer e boa parte dos deputados federais e senadores, muitos deles, ainda segundo essas pessoas, sem condições éticas de legitimar o atual presidente devido à várias acusações de corrupção que pesam em seus ombros.
Inclusive Gleisi Hoffmann, senadora pelo Paraná que o marido roubou dinheiro dos aposentadosdisse que os senadores não tem moral alguma para derrubar Dilma. Claro que ela não se colocou no meio deles, né?
Mas a tese não tem sustentação lógica.
E a explicação é simples, sendo até primária…
Para começo de conversa, quem votou em Dilma automaticamente votou em Michel Temer.
E não adianta virem com a falácia de que isso é mentira e a pessoa votou apenas em Dilma, sem se importar com o vice. Não, essa não cola e tem até um quê de idiotice generalizada.
Mesmo porque a ex presidente, por diversas vezes, elogiou e muito o atual presidente, chegando a dizer que ele a substituiria à altura, caso fosse necessário.
Oras, foi ela quem disse isso. Se ela disse, quem pode dizer o contrário? Ninguém.
Não obstante isso, temos o fato de que Dilma esteve presente em todos os escândalos de corrupção que assolam o país desde a chegada de Lula ao poder, em 2003.
Ou esquecem que ela ocupou cargos importantes no governo Lula e foi responsável direta pela compra da moribunda refinaria de Pasadena? Sim, aquela que ela disse que assinou papéis sem ler.
Fatos gravíssimos de sua gestão também estão presentes naquilo que decretou seu fim como presidente da republica federativa do Brasil.
Podemos destacar:
Como se pode ver, o ex governo petista teve motivos de sobra para ser destituído.
A falácia de golpe não se sustenta, porque o impeachment é um dispositivo que está na Constituição Federal de 1988.
Talvez, eu disse talvez, quem apoia o ex governo continue mencionando a palavra golpe pelo simples fato de que o PT NÃO assinou a CF 88. É apenas uma coincidência?
Finalizando, o governo Temer é legitimo. Gostando ou não, ele será nosso presidente até o fim de 2018. Ao invés de algumas pessoas fazerem protestos violentos, principalmente em SP, pedindo a saída dele e/ou “diretas já”, faz-se necessário apoiar o atual governo.
Afinal, são muitos problemas que precisam ser contornados com urgência e criar uma guerra civil em nada vai ajudar o país.
Essas pessoas não podem e nem tem o o direito de sabotar esse governo. Elas precisam pensar no bem comum e não penas no partido que estava no poder anteriormente.
Só assim poderemos unir forças e vislumbrar um futuro grandioso para o nosso país.
Entendam de uma vez por todas que o momento é de união e não de quebra de corrente.
Não existe golpe algum em curso. Isso é falácia que não tem sustentabilidade alguma.

Afbeeldingsresultaat voor charge golpe

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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

A derrota de #Lula e do maior partido de esquerda da América Latina, o #PT

Lula briga


Impeachment de Rousseff é um revés para Lula, fragilizado com denúncias da Lava Jato.

Do alto da galeria que em dias normais é destinada ao público, Luiz Inácio Lula da Silva e o cantor Chico Buarqueviam o destino do Partido dos Trabalhadores se desenhar no andar de baixo. Dilma Rousseff, a primeira mulher a presidir o Brasil, a primeira do PT, fazia diante de 81 senadores a última tentativa de salvar seu mandato. Chico sentava ao lado de Lula, que projetava o corpo para frente e esfregava, nervoso, sua barba grisalha com as mãos.
Com semblantes indignados, eles lembravam, de certa forma, outras duas figuras que há 36 anos entraram pelas portas do colégio Sion, em São Paulo, para às 11h30 de um domingo, 10 de fevereiro de 1980, fundarem aquele que décadas depois chegaria a ser o maior partido de esquerda da América Latina. Lula remetia ao seu passado de jovem e combativo sindicalista que enfrentou a ditadura. Chico fazia as vezes de Sérgio Buarque de Holanda, seu pai, autor de Raízes do Brasil, que discorreu sobre a formação da sociedade brasileira. Na galeria em Brasília, cada qual defendia o legado de suas próprias raízes.
Afbeeldingsresultaat voor charge chico buarque
O depoimento de Rousseff era o auge de uma crise que arrastou o partido com violência desde 2013, quando começaram os protestos de rua no país. Um mês antes dos atos, o partido estava em seu ápice. Pesquisas mostravam que a legenda era a preferida da população, quase sete em cada dez brasileiros acreditavam que o Governo da presidenta era “ótimo ou bom”. O país estava prestes a sair do Mapa da Fome da ONU, graças às políticas sociais implementadas pelo partido. O humor no Brasil era otimista: a classe média aumentou; pobres chegaram às universidades com o subsídio federal; eletrodomésticos e carros vendiam feito água diante dos incentivos fiscais do Governo aos produtores.
Mas a maré virou rápido e de forma tão inexplicável que o PT demorou a entender o que estava acontecendo. A sociedade parecia presa a um peão que rodava com força e ninguém compreendia, naquele momento, de onde vinha o impulso. O partido que por décadas incendiou as ruas com seus protestos, agora via nascer uma massa que não parecia ter comando e o rejeitava. Eram pessoas com reivindicações tão diversas que, às vezes, se mostravam antagônicas: saúde e educação públicas de qualidade, pagar menos imposto. A raiva só fez crescer entre os brasileiros desde então, e foi canalizada para o partido, que ganhou a alcunha de “o mais corrupto do Brasil”, pelo histórico da compra de votos de parlamentares em 2005 (o Mensalão) e, posteriormente, das investigações da Lava Jato, que envolveram nomes como o tesoureiro do partido, João Vaccari Neto, e agora respingam em Lula.
Afbeeldingsresultaat voor charge lula
Em paralelo, a queda das commodities e a manutenção das políticas anticíclicas por mais tempo que o necessário viraram a economia a partir de 2014, mesmo ano em que Dilma era reeleita numa eleição renhida, vencendo o senador tucano Aécio Neves por 3 milhões de votos. De lá para cá, o roteiro que trouxe a mandatária para o banco político dos réus já é conhecido. Desemprego, inflação e a dívida pública cresceram, enquanto a popularidade de Rousseff e do PT despencaram. Protestos contra a legenda tomaram as ruas, inflamados a cada notícia que denunciava os desvios e a participação do partido no esquema da Petrobras. Em nada lembrava os anos dourados quando a gestão petista chegou a ter 80% de aprovação em 2010. O sonho de ficar 20 anos no poder virou um pesadelo.
Nos seis dias do julgamento no Senado, o PT, maior partido de esquerda da América Latina, foi passado a limpo ao lado de Rousseff. Os senadores discutiram sua falta de popularidade, alegando que o “impeachment saiu das ruas”. Destacaram os cortes feitos em programas sociais por conta da crise, mas também criticaram que não se cortou mais para evitar mais problemas econômicos. Enfatizaram os erros na condução da economia que levaram à alta do preço do feijão. Mas todos ali sabiam que o maior erro do PT não foram esses. Foi a política, segundo eles. Para as ruas que hostilizaram o partido, porém, pesou o rótulo de partido corrupto. Entre os milhões que se elegeram e se desapontaram com a legenda, pesou o bolso.
Nos bastidores, Lula tentou nos últimos dois dias suas últimas cartadas. Reuniu-se fora do Congresso com senadores que acreditava que podiam mudar de voto. Mas nem esses parlamentares se convenciam que a base de Rousseff conseguiria evitar o impeachment e preferiram não se arriscar. A derrota sentenciou que o capital político da estrela petista já não é mais o mesmo.
Afbeeldingsresultaat voor charge lula
Agora, o PT encara o fracasso de ter o seu quarto mandato abreviado e tenta salvar o legado de partido que ajudou a reduzir a desigualdade social. Ao mesmo tempo, enfrenta as urnas novamente nas eleições municipais deste ano. O partido terá pouco mais de um mês para agir e evitar uma derrota acachapante nas eleições para prefeitos, que serão um termômetro do quanto o partido perdeu com todo esse processo. Com as alianças partidárias bagunçadas pelo impeachment, lançará mais candidatos próprios a prefeito, mas terá menos força em muitos municípios pela falta de apoio dos antes aliados. O objetivo principal é evitar a todo custo a derrota de Fernando Haddad para a reeleição na Prefeitura de São Paulo, o que será um desafio, já que ele aparecia em quarto lugar na última pesquisa Datafolha.
Mas, agora, na oposição, o partido terá a chance de se reorganizar. Não precisará mais ser o autor dos cortes orçamentários severos necessários diante da crise econômica. E poderá voltar a defender muitas de suas bandeiras que foram deixadas pelo caminho, com a chegada no poder e a necessidade de agradar grupos distintos. Será a chance de se reconstruir e de tentar reconquistar seus eleitores, que não se mobilizam mais nem em momentos cruciais, como se viu nas vésperas do impeachment.  Nos bastidores do Congresso, há os que acreditem que o impeachment já foi o fundo do poço. Agora, munido da bandeira de “vítima de um golpe”, o partido, por mais paradoxal que pareça, poderia renascer.
VIA: http://brasilquerido.com.br/a-queda-a-derrota-de-lula-e-do-maior-partido-de-esquerda-da-america-latina/
Afbeeldingsresultaat voor charge lula

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

BABADO! A Intenção do barraco da bancada da chuPeTa no Senado, é aparecer em filme.

Por Carlos Parrini ... 

Tá explicado os motivos que levaram os Militontos do PT no Senado Federal, a repetirem as baixarias que sempre tem feito para aparecerem na fita. Mas desta vez foi pra valer pois está sendo rodado um documentário contra o Impeachment e pelo menos tres dos Patetas, querem posar para as fotos, ou melhor, fitas.
E assim vai ser durante um bom tempo até a Dilma passar por toda e execração pública a que tem direito e ser expulsa de vez do poder junto com toda os seus lacaios.



Mas não pensem que os tres mosqueteiros defensores da corrupção e do comunismo, encabeçados pelos Senadores Lindbergh Frias, Vanessa Graziotim e Gleisi Hoffmann, que são figurinhas marcadas pela PF, estão fazendo algo em prol da moribunda politica Dilma Vana Housseff. Na realidade, tentam desesperadamente aumentar seu momento de fama, mesmo dentro da lama, já que não devem serem re-eleitos nem para sindicos de condominio nas próximas eleições. E este documentário que mostra-os fazendo os barracos como se estivessem defendendo o Deus do Pau Oco, pode ser sua salvação para tentarem segurar meia duzia de gatos pingados após a devastação do PT pelo vendaval do Impeachment.

Afbeeldingsresultaat voor charge lindberg, graziotin e gleisi

Aqui separamos alguns trechos de Reinaldo Azevedo da Veja, sobre cenas desse documentário:


O PRIMEIRO DIA DO JULGAMENTO

Petistas estrelam uma farsa e atuam para um filme

Os Petistas e assemelhados estão, como veremos, estrelando uma farsa. Estão posando para as câmeras.
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) desponta como exemplo de truculência sem limites, a não reconhecer nem mesmo a instituição que a abriga. Disse ao menos duas vezes que o Senado não tem moral para julgar Dilma — um julgamento comandado pelo presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski. A primeira gerou um bate-boca em que Lindbergh Farias (PT-RJ) chamou Ronaldo Caiado (DEM-GO) de “canalha”, ouvindo deste que é um viciado em drogas que tem de “fazer teste antidoping”.
Na segunda vez, Gleisi foi advertida por Lewandowski: “Não volte a mencionar essa expressão”. A mulher do ex-presidiário preventivo Paulo Bernardo não se deu por achada: “Essa Casa conspirou contra a presidente Dilma, tivemos as pautas-bombas”.
O petista Paulo Rocha (PT-PA) vociferou, num determinado momento, que havia membros do Judiciário com posição política. E citou nominalmente Gilmar Mendes, que foi defendido pelos senadores Ana Amélia (PP-RS) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB). Não por acaso, o senador ataca um dos apenas três de onze ministros que não foram nomeados por Lula ou por Dilma.
Os petistas, escoltados sempre pela barulhenta Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), sabem que a causa está perdida. Agora buscam provocar o maior dano possível ao governo em curso, que se tornará definitivo em breve, e ao Brasil. O que se quer a todo custo é dar verossimilhança à narrativa do golpe. Um documentário defendendo essa tese está sendo rodado. Quando os petistas estrilam, estão, na verdade, representando. Ainda que sejam patetas se fingindo daquilo que deveras são.
Documentário
E podem se preparar! Os petistas e afins estão armando um verdadeiro circo porque, a esta altura, já se comportam como atores. São farsantes! Como informou VEJA.com, existe um projeto chamado “Impeachment”, que consiste num documentário dirigido por Petra Costa.
Trata-se de tentar emprestar verossimilhança à tese mentirosa do golpe. Quando Lindbergh, Vanessa e Gleisi fazem suas estripulias, sabem que estão sendo filmados. Querem depois parar no cinema.
Reproduzo um trecho da reportagem, que explica o filme crítico ao impeachment:
“Lula emerge como um dos principais personagens da história, que deverá ser exibida no Brasil e no exterior em 2017. Nos últimos meses, o ex-presidente tem montado uma agenda pensada com o objetivo de produzir imagens que se encaixam no enredo.
VEJA acompanhou os bastidores das gravações realizadas em julho no Recife e no interior de Pernambuco. Ali, tudo parecia uma encenação. Enquanto criticava o presidente interino Michel Temer e o juiz Sergio Moro, Lula olhava para as câmeras, gesticulava, abraçava crianças, acariciava trabalhadores.
Durante uma visita a um assentamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), um drone filmava o ex-presidente caminhando no meio de uma plantação. Num dado momento em que o aparelho se aproxima, ele ergue para o céu um punhado de mandiocas que haviam sido colhidas e faz uma breve saudação, sorrindo para a câmera.”



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terça-feira, 14 de junho de 2016

BOMBA! Procurador Geral, Rodrigo Janot, sofre pedido de Impeachment

Por Carlos Parrini ... 

Demorou né Janot?
Todos estávamos achando estranho do mesmo ter pedido as cabeças de Renan, Sarney e Jucá, bem antes de ter pedido as cabeças de Lula, Dilma e Mercadante, cujas acusações e provas são piores do que as dos PMDBistas.
O que parece é que Janot quer primeiro destituir Renan Calheiros para que o Senador Petralha Tião Viana, assuma em seu lugar e acabe com o Impeachment de Dilma. Tudo nos leva a crer nisso. Por essa razão, tres corajosas mulheres entraram com o Pedido de Impeachment no Senado, exatamente por discordarem desse tratamento diferenciado entre PTralhas e PMDBistas.
Esse Janot conseguiu afastar Eduardo Cunha com uma grande velocidade e, com certeza, fará o mesmo com Renan e BINGO para Dilma.
Espero que o Senado não demore tanto para expurgar esse Juiz da vida pública.

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Janot foi indicado por Dilma para ser Procurador

Vejam o babado:

PEDIDO DE IMPEACHMENT CONTRA JANOT É PROTOCOLADO

Rodrigo Janot deixou advogados e cidadãos revoltados com sua parcialidade na hora de lidar com Lula e Dilma.

Advogada protocolou pedido de impeachment (Foto: Lula Marques/Fotos Públicas)

Nessa segunda-feira, 13, a jornalista conceituada em todo o país, Joice Hasselmann, divulgou, com exclusividade, que um pedido de impeachment contra o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, foi protocolado.
Joice disse que Rodrigo Janot tratou de forma diferente o caso de Dilma e Lula e, por conta dessa parcialidade, merece sofrer o impeachment em breve. Internautas levantaram certa suspeita nas condutas de Rodrigo Janot, que, mesmo com diversas evidências einvestigações contra Lula em mãos, em nenhum momento, pediu a prisão do petista, bem como, deu a impressão que estava protegendo Dilma no que lhe era possível.

O pedido de impeachment

O pedido de impeachment contra Janot foi protocolado pela advogada Beatriz Kicis, a mesma que processou o deputado federal socialista, Jean Wyllys por tê-la ofendido, em uma publicação feita no Facebook, no ano passado. Jean foi condenado a pagar R$40 mil de indenização para Beatriz e foi obrigado a excluir a publicação polêmica de sua página oficial.
Também assinaram a autoria do pedido de impeachment de Janot com Beatriz Kicis, Cláudia Castro e  Patrícia Bueno. Protocolar o pedido não é certeza que o mesmo seja aprovado, mas é o primeiro passo para que o procurador seja afastado do cargo.
A revelação do pedido foi feita na internet e ainda não há informações oficiais sobre o caso. Petistas, ao saberem do caso, usaram as redes sociais para criticar a decisão, alegando que Janot é quem tem 'colocado ordem na Casa', apesar dos supostos 'golpistas' no poder.

Um pouco de Rodrigo Janot

Rodrigo atua no setor público desde 1984, iniciando sua carreira como procurador da República nesse mesmo ano. Em 2013, Dilma Rousseff o nomeou ao cargo mais alto de sua carreira, o de procurador-geral da República.
Em algumas ligações grampeadas pela Polícia Federal, Lula citou o nome de Janot algumas vezes: ora o criticando, ora deixando subentendido sua possível relação de 'parceria' com o advogado. Janot foi reeleito para o cargo em agosto de 2015, vencendo com 799 votos na eleição interna.

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Os quatro bandidos que Janot mandou prender
antes dos chefes da quadrilha

FONTE: BLASTINGNEWS
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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

CNN - Brazilians call for impeachment of Dilma Rousseff

Brazilians call for impeachment of Dilma Rousseff

11/15/14 day in Sao Paulo Paulista Avenue MASP in São Paulo-SP, thousands of Brazilians will the streets fighting against communism.
Call for impeachment of Dilma Rousseff
A Brazilian TV hides the truth
https://www.youtube.com/watch?v=ZdNuPCXP9Kk
Mais apoio externo:

Manifestações na Irlanda declaram apoio ao Brasil e repúdio à corrupção 

http://www.folhapolitica.org/2013/06/manifestacoes-na-irlanda-declaram-apoio.html




CNN - Brazilians call for impeachment of Dilma Rousseff, protesto 15 de novembro de 2014, impeachmente presidenta Dilma, revolta popular, horario e encontro dos protestos 15 de novembro, charge protestos, corrupção, PT, charge impeachmente

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