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terça-feira, 16 de julho de 2013

#BOMBA! Despesas do governo passam de R$ 1 trilhão em apenas 6 meses.


Mesmo as manifestações por todo o Brasil, não foram capazes de parar os gastos do governo. As despesas do governo apresentaram aumento real de 6,6% no primeiro semestre, em relação ao mesmo período de 2012. 

Os desembolsos romperam a barreira do trilhão, atingindo R$ 1,01 trilhão. É o que mostra levantamento realizado pela organização não-governamental Contas Abertas com dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi).

O Governo Federal não apresentou qualquer medida concreta que aponte para a redução do número de ministérios, considerada absurda, mesmo para governos ditatoriais, o que dirá para uma democracia. Nos EUA, país 5 vezes mais rico que o Brasil, o número de ministérios é de 15.

A população reivindica a redução do número de deputados federais. estaduais e vereadores, e o corte de verbas que a administração pública realiza sem comprovação de resultado e eficiência.


Num país onde os serviços públicos básicos são classificados como de péssima qualidade, tanto na educação, segurança, saúde e transporte, quanto na aplicação de investimentos de infra-estrura, ou seja, as obras do governo que estão paradas ou atrasadas, como a Transposição do Rio São Francisco e as Ferrovias, só para citar como exemplo.

Por: Aluisio Nogueira
Do Portal Novas Ideias


A evolução das despesas mostra que o governo terá dificuldade em concretizar 
o corte de R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões, cujo anúncio é prometido para esta semana, da forma como foi encomendado. A ordem é preservar investimentos e programas sociais e apontar a tesoura para gastos de custeio da máquina pública. O que se vê na prática, é que os investimentos estão estagnados, enquanto as demais despesas sobem.

Os gastos com investimento somaram R$ 20,5 bilhões no primeiro semestre deste ano, contra R$ 20,3 bilhões em igual período de 2012, um avanço de apenas 1% acima da inflação. Em comparação com 2010, o ano do “pibão” de 7,5%, os investimentos estão 12,7% menores, em termos reais. “É um desempenho pífio”, comentou o secretário-geral da Contas Abertas, Gil Castello Branco.


Além da dívida interna que já ultrapassa a casa dos R$ 2,2 trilhões e que não para de aumentar com os constantes gastos do governo que insiste que a dívida é normal. Gastar mais do que arrecada e tomar dinheiro emprestado não parece ser a melhor medida para o Brasil, já que a inflação está em alta sob pressão da dívida, inclusive, e o Dólar dispara em sua cotação. 

Investimentos. Dos R$ 90,2 bilhões disponíveis para investir, apenas R$ 19 bilhões haviam cumprido, até junho, a primeira etapa do processo de gasto, o empenho, que consiste em reservar a verba para pagar um contrato específico. Apenas R$ 3,7 bilhões foram pagos, ou seja, foram desembolsados mediante a entrega de um bem ou serviço ao governo.

Porém, no período foram liberados outros R$ 16,8 bilhões para pagar investimentos contratados com verbas de orçamentos de anos anteriores - os chamados restos a pagar.

Os dados do Contas Abertas são diferentes das informações do Tesouro e do Planejamento, porque não consideram os gastos com o programa Minha Casa Minha Vida como investimento, e sim como custeio. Ainda assim, a estabilidade dos investimentos foi admitida pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, na divulgação do balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no mês passado. Uma das causas é o atraso na aprovação do Orçamento pelo Congresso.

No momento, alguns fatores positivos da economia, conquistadas durante a estabilidade econômica, seguram a popularidade do governo, além, obviamente, dos programas sociais que beneficiam milhões de pessoas das classes menos favorecidas, o que é louvavel, porém, pode custar caro a todo o país, em alguns anos, se não houver medidas práticas e austeras, capazes de manter, inclusive, esses programas sociais. O Governo não pode viver de passado, é preciso trabalhar e o povo está correto em cobrar, afinal, é ele quem paga essa conta, que até agora, não fecha!


Dilma vai examinar médicos importados

Despesas do Governo passam de 1 Trilhão em apenas 6 meses, gastos publicos, divida publica, corrupção, PT, acorda brasil, muda brasil, blogosfera, charge gastos publicos

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

#BOMBA! #DILMA cria mais 1 Ministério. São 39. Quem pagará a conta?

Por Carlos Parrini ...

Desculpem a termo xulo, mas isto é uma sacanagem. Estão gastando os tubos para manter os aliados a favor deles. Precisam urgente compensar os estragos que a prisão dos PTistas ladrões, está fazendo na imagem da Presidenta. Ela precisa fazer trocas e preencher novos cargos já que o MENSALÃO está dando cadeia e ela não pode usar mais. E nós é que temos de pagar a conta.
Falam tão mal de FHC e esse deixou apenas 26 Ministérios, hoje são 39. Deixou uma dívida interna de R$ 600 BI e uma externa de US$ 212 BI. Hoje a Dívida interna está em R$ 2 TRI e a externa US$ 350 BI.
Cada Ministério desse, custa uma fortuna aos cofres públicos. Tem ministério pra tudo mas que não servem pra nada além de dar despesas, desvios, cargos e salários para os companheiros.


Vejam por exemplo os casos exóticos dentro desse inchaço:

Só no primeiro escalão do poder executivo, pagam pelo menos R$ 10 milhões mensais de aluguel. No mínimo R$ 100 milhões por ano. Dinheiro que construiriam 2.700 casas populares do programa minha casa minha vida que só serve para a classe média pra cima.


O Ministério da Pesca de Ideli Salvatti do PT gasta R$ 575 mil por mês, num contrato de R$ 7 milhões por ano. Esse é o aluguel que um prédio espelhado de 14 andares, onde 374 servidores estão lotados. A Ministra e 67 assessores nem ficam lá. Dão expediente num prédio da Esplanada. 
Nos oito anos dos dois mandatos de Lula, os recursos da Pesca aumentaram mais de 70 vezes, de R$ 11 milhões para R$ 803 milhões, mas a produção nacional de peixes, continuou em 990 mil toneladas.


O Ministérios do Meio Ambiente tem sua sede própria na esplanada, mas alugou um bloco inteiro num prédio para acomodar mais 800 funcionários. Para tanto, paga por mês R$ 530 mil.

O Ministério da Cultura gasta R$ 1,4 milhão com dois imóveis, embora também tenha sede na Esplanada. 

Caso parecido é do Esporte, que aluga por R$ 185 mil mensais cinco andares de um prédio na região Norte de Brasília, onde há 460 servidores.

De vez em quando Dilma aceita denuncia do PIG

O Ministério do Desenvolvimento Agrário tem a sua disposição um espaço no bloco A da Esplanada dos Ministérios e o prédio do INCRA, mas alugou cinco pavimentos para ocupar 3,4 mil metros quadrados no setor bancário Norte de Brasília. O valor do contrato de locação é de R$ 128 mil por mês para abrigar 144 servidores. O Ministério diz que o espaço é necessário porque não consegue "acomodar" os funcionários da Esplanada, cujos prédios tem nove andares.


Por R$ 100 mil por mês o Ministério do Turismo, que tem dois andares na esplanada, ocupa ainda três pisos de um prédio comercial. A pasta foi criada em 2003, mas em oito anos praticamente dobrou o numero de servidores. Assim como o Turismo, a escolha dos imóveis para alugar é feita segundo o critério de cada ministério.


A Pasta das Cidades paga R$ 7,7 milhões por ano por um prédio inteiro.

A secretaria de Portos não tem uma sala sequer na Esplanada. Para "existir", gasta 191 mil por mês com salas em cinco salas em cinco andares de um edifício comercial na região central do DF. A poucos quarteirões dali, o Ministério de Desenvolvimento Social estão distribuídos por três prédios alugados por R$ 481 mil mensais. A Advocacia Geral da União (AGU) tem sede própria num prédio fora da Esplanada, mas locou outro imóvel por R$ 1,3 milhão mensais. A pasta dos Direitos Humanos ocupa três andares de um prédio novo. O aluguel para acomodar 450 funcionários custa R$ 575 mil.


Enfim, o número de empregados pela União aumentou em 204 mil ao longo dos oito anos do Governo Lula, segundo dados do Ministério do Planejamento. Os gastos anuais com a folha Federal saltaram de R$ 75 bilhões em 2002, para R$ 179,5 bilhões em 2010, um crescimento de 139,3%.
FONTE: ESTADÃO. 


Para piorar as coisas, o Governo Dilma acaba de criar mais um Ministério, vejam:

Dilma confirma criação de novo ministério da Micro e Pequena empresa

A presidente prometeu dar prioridade ao Nordeste no plano nacional de combate à miséria



É sacanagem ou não é? Advinha quem vai pagar essa conta?




sábado, 7 de maio de 2011

Gastos exorbitantes do Governo sao a principal causa da inflacao

Como assim, cortar extravagancias? Ora, oposicao, cortar estravagancias significa, cortar ministerios e secretarias inuteis e o que esse partido mais fez foi aumentar a maquina administrativa. Foi tambem campeao em empregar militantes nas estatais que estao empesteadas de petralhas por todo lado. Esses alem de nao trabalharem pois nao sao nem preparados para isso e nem boa vontade tem de faze-lo, ainda espionam os outros trabalhadores como so esses infames sabem fazer. Isso tudo sem falar nos CARTOES CORPORATIVOS que grassam por ai nas maos de tudo quanto e meliante amigo do antecessor de Dilma (cujo nome nao falo nem sob tortura) que distribuiu a mancheias para seus parentes amigos e militantes. Os tais Passaportes Diplomaticos ainda nao foram devolvidos e o caipira, chefe da gang do Mensalao agora e VIP nesse governo de corruptos e corruptores. Estamos bem arrumados mesmo. Inflacao esta alta para nos mas essa casta de privilegiados esta nadando no nosso dinheiro. Comentario meu no:http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,oposicao-culpa-gastos-do-governo-pela-alta-da-inflacao,715782,0.htm#



segunda-feira, 25 de abril de 2011

Até agora #Dilma Houssef não fez nada, a não ser aumentar despesas.

Com 120 dias de governo, Dilma Houssef não fez nada. Aumentou as despesas com mais ministérios para abrigar os companheiros que ficaram de fora, aumentou juros, diminiuiu salários dos aposentados e trabalhadores frente a inflação, viajou bastante para fazer turismo junto as suas comitivas que nada de bom trouxeram para o país, além de mais despesas, liberou o aumento dos combustíveis que chegaram a níveis recordes, enfim, só perde tempo em tentar descobrir o que fazer para dar fim a herança maldita deixada por seu padrinho, Lula. Essas dúvidas além da incompetencia que é peculiar a PTistas, está trazendo de volta a inflação, aumentos generalizados, dolar baixo, endividamento interno alarmante. Mas não se preocupem pois há uma luz no fundo do poço. Não vai faltar Bolsas esmolas pra ninguém. Lembram de Cuba? Lá conseguem viver com 20 pesos ao mes. 
Dou um conselho a Dilma: antes de chegarmos a ser como Cuba, peçam ajuda a FHC, ele conseguiu resolver problemas piores deixados por Sarney e Collor, lembra? Ah, os diplomas dele e os doutorados, são verdadeiros.

Vejam o alerta do Blog do Noblat:

A gerenta

Para ler a íntegra clique A gerenta

Políticos, quando precisam exibir eficiência ou amainar cobranças administrativas, cultivam o hábito de apelar aos técnicos. Uma categoria que no imaginário coletivo não carrega a pecha nem os vícios da política e dos políticos.
Foi assim que Lula, político de sensibilidade agudíssima, apresentou Dilma Rousseff: uma técnica competente, gerentona brava, dura, que corria longe das mazelas dos políticos profissionais. Aquela que tudo sabia sobre energia, a mãe do PAC, a que, de fato, mandava em seu governo.
Vencidos os palanques e a eleição, Dilma não prestou contas dos programas que coordenou para o seu padrinho, muito menos deu norte ou fôlego aos que prometeu iniciar. Projetos gerenciados por ela desde que assumiu a Casa Civil de Lula, há mais de quatro anos, empacam ou insistem em não sair do papel.
O de saneamento tem menos de 2% concluído, os de ferrovias não chegam perto disso. Só para citar alguns exemplos. Com ela na presidência, o PAC só executou 0,25% dos recursos previstos.
Dilma e a sua gestão se desentendem como se um fizesse oposição ao outro.
Um dos melhores exemplos é o Minha Casa, Minha Vida, menina dos olhos da presidente. O programa não consegue sair do lugar. Ao contrário, anda para trás.
Embora a Caixa Federal relate um milhão de casas em produção, menos da metade foi entregue e apenas 10% delas ao público alvo de até três salários mínimos. Ou seja: é impossível atingir a promessa de 60% de moradias para essa faixa de renda.
O maior problema, alegam, é o custo do terreno, especialmente nas grandes metrópoles. Ora, não é admissível que o programa tenha sido planejado sem levar em conta essa variável. Seria admitir uma incompetência sem precedentes.
Nem mesmo empreendimentos simbólicos escapam. O Residencial Nova Conceição, em Feira de Santana (BA), primeiro do programa, vendido e revendido a terceiros, virou caso de polícia.
O de Governador Valadares (MG) é ainda mais irônico. Inaugurado por Lula e Dilma em fevereiro de 2010, com fogos, textos e fotos no site da Casa Civil e no blog da então candidata ilegal e extra-oficial, o conjunto destinava-se a famílias removidas de áreas de risco, que hoje correm o risco de nada ter: as casas, erguidas sobre um lixão, ruíram, outras foram saqueadas, estão sem telhas ou fiação.
Não era bem essa a vida prometida.

Mary Zaidan é jornalista, trabalhou nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, em Brasília. Foi assessora de imprensa do governador Mario Covas em duas campanhas e ao longo de todo o seu período no Palácio dos Bandeirantes. Há cinco anos coordena o atendimento da área pública da agência 'Lu Fernandes Comunicação e Imprensa, @maryzaidan

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