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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Finalmente PSDB quer auditoria no resultado da eleição presidencial

Por Carlos Parrini ... 

Com todo direito o PSDB pode pedir auditoria nas urnas eletronicas, supostamente seguras. Até porque vivemos num país democrático e Aécio Neves teve quase 50% dos votos. Se são confiáveis, deverão dar provas disso já que os resultados práticos mostraram exatmente o contrario. Todos os flagrantes foram descobertos beneficiando a candidata do PT, Dilma Housseff. Com uma pequena margem, Dilma venceu. Só precisava de 6 votos em cada urna a mais para que ela ultrapassasse Aécio. Notem que, em uma das fraudes, teve urnas que ela já começou com 400 votos na frente. 




Que houve fraude, houve. Confiram AQUI. Resta agora que especialistas oposicionistas abram a caixa preta para confirmar sua lisura ou sua fraude. O TSE não deverá fazer nada, quem não deve, não teme. Assim esperamos. Ao contrário, sua negativa confirmará o que todos nós já sabemos: Houve fraude nas Eleições 2014 e nas anteriores. 
Essa auditoria é importantíssima, para as anteriores, a atual e as próximas eleições.

TSE - Comitê para julgar o pedido do PSDB

Vejam o Babado

PSDB quer auditoria no resultado da eleição presidencial

Partido quer que TSE crie comissão para avaliar sistema utilizado no pleito

Marcela Mattos, de Brasília
Quatro dias depois das eleições, o PSDB ingressou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira com um pedido de auditoria sobre o resultado das eleições presidenciais. O partido, derrotado pela presidente Dilma Rousseff por uma diferença de três pontos, quer que a corte crie uma comissão especial formada por representantes indicados pelos partidos políticos para avaliar a fiscalização dos sistemas utilizados no pleito.
Na ação, o coordenador Jurídico Nacional do PSDB, o deputado federal Carlos Sampaio, ressaltou que, passadas as eleições, surgiram uma série de denúncias e desconfianças por parte da população. “Nas redes sociais, os cidadãos brasileiros vêm expressando, de forma clara e objetiva, a descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos e a infalibilidade da urna eletrônica, baseando-se em denúncias das mais variadas ordens, que se multiplicaram após o encerramento do processo de votação, colocando em dúvida desde o processo de votação até a totalização do resultado”, diz.
Tendo em vista “dissipar quaisquer dúvidas”, Sampaio pede uma auditoria nos sistemas de votação com base em diversos documentos, como as cópias de boletins de urnas de todas as sessões eleitorais do país e dos logs originais e completos das urnas, além de todas as ordens de serviços e registros técnicos sobre atualização e manutenção do sistema e acesso aos programas e todos os arquivos presentes nas urnas eletrônicas. O TSE ainda não se manifestou sobre o pedido.  

O Brasil é sodomasoquista? Ou é influenciado pelas esmolas?
Uma coisa é certa: Dinheiro compra tudo, até a honra.

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sexta-feira, 4 de abril de 2014

#BOMBA! STF rejeita aplicação do voto impresso em 2014

Por Carlos Parrini ... 

A Ministra Carmen Lucia, que também preside o TSE, uma das que voltou a favor dos mensaleiros, alegou que nossas urnas são confiáveis, copiadas por muitos países (Só conheço as rejeições) e que além de atrasar a votação, pode quebrar o sigilo dos votos. Com esse parecer, foi acompanhada de quase todos os Ministros do STF.
Só que, como nós já falamos AQUI, o problema não está nas urnas mas na transmissão dos dados onde os hackers invadem e mudam os resultados. Não dá para você burlar 400 mil urnas, mas dá para voce interceptar pelo caminho onde os resultados de todas elas passam. Nesse link acima, um próprio hacker de 19 anos confessou como conseguiu alterar os resultados de uma determinada cidade, sem ser descoberto.
Com o sistema que foi rejeitado, a votação funcionaria assim:


Dessa forma, se houvesse suspeita de fraude era só conferir a totalidade que ficaria nos votos impressos nas urnas fisicas. O voto impresso não ficaria nas mãos do votante, mas serviria como prova dos nove.
Mas pensando bem, como vivemos uma onda de corrupção onde os votos são comprados por qualquer esmola, para que se preocupar se os corruptos vão ganhar de qualquer forma?
Eles já estão até espalhando para votarem nulo, em branco ou não votarem. Dai sobra mais dinheiro pra eles.


Vejam o Babado:

STF derruba aplicação do voto impresso nas eleições de 2014

Ministros consideraram que comprovante de votação poderia ferir sigilo do eleitor

Direto de Brasília

O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou nesta quarta-feira, por unanimidade, a exigência da impressão automática de votos das urnas eletrônicas a partir das eleições do ano que vem. A regra estava prevista em uma lei de 2009, mas foi suspensa pelo próprio STF em 2011 após o Ministério Público se mostrar contrário à sua adoção por comprometer o sigilo e inviolabilidade do voto.
Ao votar pela suspensão do voto impresso, a ministra Cármen Lúcia, relatora e também presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), considerou o uso desse recurso como um "novo foco de vulnerabilidades" ao sigilo do voto. Para a magistrada, conceder qualquer tipo de comprovante submeteria o eleitor a pressões de grupos políticos que cobrariam a prova de participação no pleito em troca de favores, dinheiro ou presentes.
"O segredo do voto constitui conquista destinada a garantir a inviolabilidade do querer democrático do eleitor e a intangibilidade do seu direito por qualquer forma de pressão. Não é livre para votar quem pode ser chamado a prestar contas sobre o seu voto", justificou a ministra.
Cármen Lúcia rebateu os argumentos de que faltaria auditoria aos votos computados nas urnas eletrônicas. Segundo a ministra, o processo adotado no Brasil não dispensa controle ou auditoria, uma vez que é feito o Registro Digital de Voto (RDV). Isso quer dizer que todos os votos são contabilizados de acordo com a assinatura digital de cada urna, embaralhados e auditados por um sistema eletrônico sem prejuízo ao sigilo do voto.
"Não é verdade que aquilo (o processo eleitoral) não tem controle. Essa auditoria não só pode como é feita. Mas, ao contrário do papel, ela fica em sistemas completamente inatacáveis por quem quer que seja. A urna eletrônica atualmente utilizada permite que o resultado seja transmitido às centrais sem a identificação do eleitor e com alteração sequencial dos eleitores de cada seção, o que garante o segredo do voto e a confiabilidade do sistema", acrescentou.
Fraude
A ministra lembrou que a introdução de impressoras para cada uma das urnas potencializaria falhas e atrasaria o trabalho nas mais de 400 mil seções e zonas eleitorais do País. Além disso, destacou que "a porta de conexão do módulo impressor, além de apresentar problemas de impressão, abre-se a fraudes que podem comprometer a eficiência do processo eleitoral".
Cármen Lúcia também destacou que o voto impresso poderia causar uma demora significativa na divulgação dos resultados da eleição. Segundo ela, a média do tempo de votação na urna eletrônica é de um minuto e meio por eleitor, e, na ocasião dos testes do voto impresso ocorridos nas eleições de 2002 em alguns municípios, essa média subiu para até 10 minutos por eleitor.
O voto impresso já ocorreu no Brasil durante as eleições de 2002 em todas as seções eleitorais de Sergipe e do Distrito Federal e em mais 73 municípios de todas as unidades da Federação. Cerca de 7 milhões de eleitores votaram em urnas com impressão do voto, mas a experiência não foi positiva, segundo o TSE.
Exemplo
Ao final do seu voto, a ministra destacou que o sistema utilizado atualmente pela Justiça Eleitoral vem se mostrando seguro e eficiente e que o aperfeiçoamento é permanente. Ao rebater críticas de que países como Alemanha e Índia instituiriam a impressão do voto, Cármen Lúcia defendeu o modelo brasileiro e acrescentou que o TSE recebe uma média de oito a dez pedidos de visita por mês de países interessados na urna eletrônica.
"Cada povo escolhe seu modelo de democracia e de eleições. Não tem aritmética de certo e errado. O que se tem é uma Constituição que garante princípios. Se (a urna eletrônica) tivesse tantas falhas, talvez não fossemos tão buscados e copiados. O nosso sistema é reconhecido como superiormente adequado à garantia da moralidade e da eficiência das votações, sendo modelo brasileiro de votação eletrônica sem contestação", afirmou.


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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

#BOMBA! HACKER DE 19 ANOS REVELA COMO FRAUDOU ELEIÇÃO NO RIO.

Por Carlos Parrini ...

Sempre achei muito estranho essas votações e como o PT crescia mesmo estando dentro da lama. Todos viram em São Paulo por exemplo, Haddad sair do último lugar e ganhar a prefeitura mesmo o PT tendo uma grande rejeição entre os Paulistas e o Mensalão estar condenando-os. Vejam que Marta Suplicy, Luiza Erundina foram praticamente expulsas depois do primeiro mandato. Achei muito estranho também o Netinho ter perdido a eleição para senador estando nas pontas todo o tempo. Nessa última eleição, o PT foi massacrado pelas ruas. Dilma vaiada 7 vezes, palanques e comícios vazios, centenas de denuncias de corrupção, 8 ministros afastados após as denuncias do PIG de que eram ladrões. E mesmo assim, o PT foi um dos Partidos que mais elegeu Prefeitos, inclusive o de São Paulo.



Achei muito estranho também a ida de Lula a Malaga, no Forum do Software Livre, onde se encontrou com Stallman, o maior hacker do mundo. Essa história é grave e eu denunciei AQUI. Vale a pena conferirem pois a verdade está aparecendo.
Fui cabo eleitoral e diversas vezes presenciei deputados comprando votos dos escrutinadores nas eleições manuais. Mas agora, o roubo acontece na saída das urnas eletrônicas. Quem revela isso é um próprio Hacker que diz como fez isso no Rio de Janeiro. Na verdade, o alvo principal não são as urnas porque elas são milhares. Mas eles interceptam e alteram os resultados através da transmissão de dados entre o TRE e o TSE, que divulga-os. Nada ainda foi apurado, mas que é estranho é. Principalmente por termos o PT dos corruptos, administrando o Brasil.



Em tempo:
A PF iniciou as investigações sobre essa denúncia. Vejam AQUI

Vejam a denuncia abaixo:

Voto Eletrônico: Hacker revela no Rio como fraudou eleição


Um novo caminho para fraudar as eleições informatizadas brasileiras foi apresentado ontem (10/12) para as mais de 100 pessoas que lotaram durante três horas e meia o auditório da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Rio de Janeiro (SEAERJ), na Rua do Russel n° 1, no decorrer do seminário “A urna eletrônica é confiável?”, promovido pelos institutos de estudos políticos das seções fluminense do Partido da República (PR), o Instituto Republicano; e do Partido Democrático Trabalhista (PDT), a Fundação Leonel Brizola-Alberto Pasqualini.
Acompanhado por um especialista em transmissão de dados, Reinaldo Mendonça, e de um delegado de polícia, Alexandre Neto, um jovem hacker de 19 anos, identificado apenas como Rangel por questões de segurança, mostrou como -- através de acesso ilegal e privilegiado à intranet da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro, sob a responsabilidade técnica da empresa Oi – interceptou os dados alimentadores do sistema de totalização e, após o retardo do envio desses dados aos computadores da Justiça Eleitoral, modificou resultados beneficiando candidatos em detrimento de outros - sem nada ser oficialmente detectado.
“A gente entra na rede da Justiça Eleitoral quando os resultados estão sendo transmitidos para a totalização e depois que 50% dos dados já foram transmitidos, atuamos. Modificamos resultados  mesmo quando a totalização está prestes a ser fechada”, explicou Rangel, ao detalhar em linhas gerais como atuava para fraudar resultados.
O depoimento do hacker – disposto a colaborar com as autoridades –  foi chocante até para os palestrantes convidados para o seminário, como a Dra. Maria Aparecida Cortiz, advogada que há dez anos representa o PDT no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para assuntos relacionados à urna eletrônica; o professor da Ciência da Computação da Universidade de Brasília, Pedro Antônio Dourado de Rezende, que estuda as fragilidades do voto eletrônico no Brasil, também há mais de dez anos; e o jornalista Osvaldo Maneschy, coordenador e organizador do livro Burla Eletrônica, escrito em 2002 ao término do primeiro seminário independente sobre o sistema eletrônico de votação em uso no país desde 1996.
Rangel, que está vivendo sob proteção policial e já prestou depoimento na Polícia Federal, declarou aos presentes que não atuava sozinho: fazia parte de pequeno grupo que – através de acessos privilegiados à rede de dados da Oi – alterava votações antes que elas fossem oficialmente computadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
A fraude, acrescentou, era feita em beneficio de políticos com base eleitoral na Região dos Lagos – sendo um dos beneficiários diretos dela, ele o citou explicitamente, o atual presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o deputado Paulo Melo (PMDB). A deputada Clarissa Garotinho, que  também fazia parte da mesa, depois de dirigir algumas perguntas a Rangel  - afirmou que se informará mais sobre o assunto e não pretende deixar a denúncia de Rangel cair no vazio.
Fernando Peregrino, coordenador do seminário, por sua vez, cobrou providências:
“Um crime grave foi cometido nas eleições municipais deste ano, Rangel o está denunciando com todas as letras -  mas infelizmente até agora a Polícia Federal não tem dado a este caso a importância que ele merece porque  ele atinge a essência da própria democracia no Brasil, o voto dos brasileiros” – argumentou Peregrino.
Por ordem de apresentação, falaram no seminário o presidente da FLB-AP, que fez um histórico do voto no Brasil desde a República Velha até os dias de hoje, passando pela tentativa de fraudar a eleição de Brizola no Rio de Janeiro em 1982 e a informatização total do processo, a partir do recadastramento eleitoral de 1986.
A Dra. Maria Aparecida Cortiz, por sua vez, relatou as dificuldades para fiscalizar o processo eleitoral por conta das barreiras criadas pela própria Justiça Eleitoral; citando, em seguida, casos concretos de fraudes ocorridas em diversas partes do país – todos abafados pela Justiça Eleitoral. Detalhou fatos ocorridos em Londrina (PR), em Guadalupe (PI), na Bahia e no Maranhão, entre outros.
Já o professor Pedro Rezende, especialista em Ciência da Computação, professor de criptografia da Universidade de Brasília (UnB), mostrou o trabalho permanente do TSE em “blindar” as urnas em uso no país, que na opinião deles são 100% seguras. Para Rezende, porém, elas são "ultrapassadas e inseguras". Ele as comparou com sistemas de outros países, mais confiáveis,  especialmente as urnas eletrônicas de terceira geração usadas em algumas províncias argentinas, que além de imprimirem o voto, ainda registram digitalmente o mesmo voto em um chip embutido na cédula, criando uma dupla segurança.
Encerrando a parte acadêmica do seminário, falou o professor Luiz Felipe, da Coppe da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que em 1992, no segundo Governo Brizola, implantou a Internet no Rio de Janeiro junto com o próprio Fernando Peregrino, que, na época, presidia a Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj). Luis Felipe reforçou a idéia de que é necessário aperfeiçoar o sistema eleitoral brasileiro - hoje inseguro, na sua opinião.
O relato de Rangel – precedido pela exposição do especialista em redes de dados, Reinaldo, que mostrou como ocorre a fraude dentro da intranet, que a Justiça Eleitoral garante ser segura e inexpugnável – foi o ponto alto do seminário.
Peregrino informou que o seminário  será transformado em livro e tema de um documentário que com certeza dará origem a outros encontros sobre o mesmo assunto - ano que vem. Disse ainda estar disposto a levar a denuncia de Rangel as últimas conseqüências e já se considerava um militante pela transparência das eleições brasileiras: “Estamos aqui comprometidos com a trasnparência do sistema eletrônico de votação e com a democracia no Brasil”, concluiu. (OM).





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