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terça-feira, 26 de maio de 2015

BOMBA! MEC pagou bolsa do Prouni a mortos

Por Carlos Parrini ... 

Para roubarem o dinheiro público, vale qualquer coisa. Não é a primeira vez que Governistas usam mortos para inventarem despesas. Outro dia falamos aqui das farmácias populares que distribuíam remédios para milhares de mortos, falamos  do minha casa minha vida que foram entregues a mortos, falamos do Bolsa Familia que também tinha milhares de mortos e animais recebendo o benefício, falamos no "Meu cadáver minha vida" projeto usado também para angariar votos e dinheiro para o PT e agora mortos que estão recebendo bolsas de estudos através do PROUNI.
Não dá para roubarem como fizeram com o Mensalão, Petrolão, BNDES e outros projetos bilionários pois a Justiça, PF e o povo estão de olho.
O negócio é fazer como estão fazendo: desviando nosso dinheiro para países de ditadores e assassinos, onde ninguém pode investigar, e gente que já morreu que certamente não estarão aqui para testemunhar ou se defender.


Vejam o babado:

MEC pagou bolsa do Prouni a mortos e a alunos de alta renda, diz auditoria

De Carlos Monteiro do UOL de Maceió

Folha Imagem
Uma auditoria da CGU (Controladoria-Geral da União) aponta que falhas no controle do sistema do Prouni (Programa Universidade para Todos) fizeram o governo federal conceder e pagar bolsas a alunos já mortos. Além disso, outros beneficiados estavam fora da faixa de renda indicada e alguns continuavam inseridos como recebedores de bolsas mesmo com o curso concluído.
Para chegar à conclusão de que pessoas mortas recebiam a bolsa, foi feito um cruzamento de dados entre o Sistema Informatizado de Controle de Óbitos (Sisobi) com o sistema de dados do Prouni. O resultado encontrado foi que 47 beneficiários já haviam morrido e contavam como "em utilização-Bolsista Matriculado." O mais grave é que um deles morreu antes de se tornar bolsista do Prouni --outros 46 morreram após o recebimento da bolsa.
A auditoria avaliou não só cursos, como dados dos campi, candidatos e bolsistas de todas as regiões do país. A investigação envolveu 291 fiscalizações, além da análise de dados do SisProuni (Sistema Informatizado do Prouni), entre os anos de 2005 e 2012. O resultado foi divulgada no último sábado (23). A íntegra do levantamento pode ser conferida aqui.
A análise de dados da CGU incluiu 1.043.333 bolsistas, 1.548.768 candidatos inscritos no processo seletivo do 1° semestre de 2012 do Prouni e 1.833.039 familiares dos bolsistas.
Ao MEC (Ministério da Educação), a CGU recomendou "criar rotinas para a utilização do Sisobi quando do cruzamento de dados". Em resposta, a secretaria do MEC informou à CGU que "incluirá no Módulo de Supervisão de bolsistas no Sisprouni o cruzamento do cadastro de bolsista com a base do Sisobi, assim como já fez com outras bases de dados oficiais" .
Segundo a CGU, uma nova consulta foi feita com base nos dados do 1º semestre de 2012, e não havia mais bolsistas mortos registrados como ativos.

Outros problemas

O pente-fino da CGU encontrou diversas outras irregularidades que, segundo o órgão, demonstram a fragilidade do sistema.
Uma delas é que alunos não brasileiros e não naturalizados recebem bolsa, o que é proibido pelas regras do programa. Segundo a consulta, 58 registros de candidatos foram achados.
"Esse fato aponta mais uma fragilidade no sistema, pois este deveria ter realizado críticas, impedindo o prosseguimento da inscrição de candidatos em desacordo com os critérios do programa", relata.
A auditoria encontrou bolsas concedidas a candidatos cuja renda familiar não atendia aos critérios do programa. "Do cruzamento dos dados verificou-se uma ampliação do número de concessões para 4.421 bolsistas cuja renda per capita não atende aos critérios de renda do programa."
Segundo a regra do Prouni, os estudantes com renda per capita familiar de até um salário-mínimo tem direito a bolsa integral, enquanto os que tem renda de um a três salários mínimos tem acesso à bolsa parcial.
Outra irregularidade é que cinco alunos estavam com status de "bolsa encerrada por conclusão do curso superior" e, ao mesmo tempo, possuíam "bolsa em utilização".
Os resultados também mostram que as instituições de ensino superior tinham dados divergentes de número de alunos. "Verificou-se que dos 446 cursos avaliados, de um universo de 7.120, 113 deles (25,3%) apresentaram divergências nos quantitativos informados", aponta o relatório.
Dos 86 campi analisados, 32,6% deles (28) apresentaram "inconsistências quanto à oferta de bolsas de 125 cursos." Também foram encontrados CPFs com divergência de titularidade --entre 2007 e 2010 foram 402 casos.
Sobre os estudantes, 15% dos analisados tinham ausência de pelo menos um dos documentos prevista na legislação. É essa documentação que comprovava os critérios de elegibilidade do programa.
O Prouni concede bolsas de 50% ou 100% em faculdades particulares a estudantes de baixa renda. Em troca, as instituições de ensino superior recebem isenção fiscal. Entre 2005 e 2013, as bolsas levaram a uma estimativa de renúncia de receita das entidades privadas de R$ 3,94 bilhões.
A reportagem do UOL entrou em contato com a assessoria do MEC na manhã desta segunda-feira (25) e aguarda posicionamento.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

O Brasil das cotas raciais ineficientes celebra o dia da educação


cotas-raciais-negros-belicosa
Por Maria Augusta Ribeiro
Do  blog belicosa ... 


O ultimo pais  no ranking dos Bricks  não investe na educação e o pouco os recursos que destina em seus programas  a geram duvidas quanto a sua eficácia, mas mesmo assim o governo continua a celebrar o dia da educação como vitorioso.

Um dos programas vitoriosos do pais mais difundidos  é o de cotas raciais, que destina percentuais de vagas a estudantes negros. E o regime atrapalhado nem mesmo para comemorar os 10 anos de sua existência foi capaz de sanar suas inconsistências em estabelecer de forma clara os critérios de diferenciação racial para a aplicação das cotas de maneira justa. 

Uma publicidade ostensiva do governo da credito ao projeto que demonstra percentuais altíssimos de estudantes já graduados que se beneficiaram do programa. Mas os números alarmantes que são encobertos dos alunos que não conseguiram concluir nem mesmo o primeiro ano de faculdade? Ou os que desistiram  do curso? Leia mais no www.belicosa.com.br

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