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quinta-feira, 7 de março de 2013

#BOMBA! Rio suspende pagamentos até STF julgar Royalties.

Por Carlos Parrini ... 

O problema da derrubada do veto da Dilma contra a modificação da Lei dos Royalties, são os contratos e compromissos já assumidos. Acredito que esses Royalties também são desviados para outros fins e até corrupção. Porém existe os compromissos assumidos e empresas que investiram no Rio de Janeiro acreditando na prosperidade que isso estaria trazendo ao Estado. Não que outros estados não mereçam, mas os contratos precisam serem respeitados. Até o PT que enganou a Deus e ao mundo dizendo que acabaria com todos os contratos feitos em gestões anteriores, estava respeitando, por que agora não querem respeitar? Se é para desrespeitar que façam tudo de uma só vez. Monopolizem tudo, encampem as empresas, quebrem os contratos, deem calote nas dívidas internas e externa, voltem a dizer: FORA FMI. Estatizem os Bancos, prendam os Banqueiros. A Bolivia está fazendo isso, Cuba e Venezuela fizeram. O que falta para o Brasil se tornar um país Bolivariano e Caudilhista?


Aqui abaixo encontramos umas considerações muito interessantes quanto a inconstitucionalidade disso que estão fazendo com o Rio e Espírito Santo, cliquem e vejam:

AS INÚMERAS E ENFADONHAS INCONSTITUCIONALIDADES DA LEI DOS ROYALTIES



Imaginem vocês cavarem um buraco para fazer um poço e acharem petróleo. Daí vem uns políticos e te obrigam a dividir a sua descoberta com toda a sua vizinhança que não gastou nada e nem te ajudou a cavar o buraco. Como você se sentiria? Essa é a política socialista e comunista onde só os governantes são ricos e o resto tem de dividir tudo, inclusive a casa.
Sei que a suspensão de pagamentos de contratos fechados é uma medida drástica a quem não tem nada a ver com esse "toma lá da cá". Mas não estão tomando do Rio? Então, suspendam-se os pagamentos, para se protegerem do pior.


Leiam a matéria divulgada pelo ESTADÃO:

Governo do Rio suspende pagamentos até que STF julgue ação sobre royalties

Decisão é a primeira resposta efetiva do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) desde que o Congresso derrubou, na madrugada de hoje, os vetos de Dilma Rousseff

Alfredo Junqueira - Agência Estado

RIO - O governo do Rio de Janeiro anunciou que irá suspender todos os pagamentos do Estado até que o Supremo Tribunal Federal (STF) decida sobre o pedido de inconstitucionalidade feito pela administração sobre as mudanças feitas pelo Congresso Nacional na cobrança dos royalties do petróleo.
A decisão é a primeira resposta efetiva do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) desde que senadores e deputados derrubaram, na madrugada de hoje, os vetos da presidente Dilma Rousseff às mudanças na legislação que resultarão na redistribuição das compensações.
Mais cedo, o peemedebista havia anunciado que pretendia cancelar incentivos tributários para a indústria do petróleo para compensar as perdas do Rio - estimadas em R$ 3 bilhões somente este ano.
Não estão incluídas na suspensão os pagamentos a funcionários públicos, serviços da dívida do Estado e outras transferências obrigatórias. A medida deve afetar especialmente aos fornecedores e empresas que prestam serviço à administração estadual.
Constitucionalidade
A procuradora-geral do Estado do Rio de Janeiro, Lúcia Léa Guimarães Tavares, criticou o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, que afirmou que a Advocacia-Geral da União (AGU) passaria agora a defender a Lei que determinará a redistribuição dos royalties do petróleo, mesmo para campos já licitados, porque o Congresso "tem plena legitimidade para essa decisão.
"A AGU há apenas alguns meses considerou essa redistribuição retroativa como inconstitucional, por violar diversas disposições da Constituição Federal, e opinou pelo veto a essa parte da lei, no que foi atendida pela Presidenta da República", declarou Lúcia Léa, por meio de nota distribuída à imprensa.
"As mesmas disposições legais vetadas foram novamente votadas pelo Congresso Nacional, que derrubou o veto. Se são as mesmas disposições legais, não consigo entender como a derrubada de um veto pode transformar o que é inconstitucional em constitucional. Não se está discutindo aqui a legitimidade de o Congresso Nacional deliberar sobre um veto. O STF permitiu ao Congresso votar os vetos já realizados, fora da ordem cronológica, mas sem entrar no mérito da questão dos royalties."
Para a procuradora geral, "o que se está discutindo é se no Brasil existe respeito ao ato jurídico perfeito, se é constitucional uma lei alterar a situação jurídica e econômica de um ente da Federação, com efeitos retroativos". "Isso não tem nada a ver com legitimidade. Trata-se de uma questão de se afirmar o respeito à Constituição", declarou.
Entenda o caso
A disputa sobre os royalties começou em 2009 no debate sobre o marco regulatório para a exploração do petróleo do pré-sal. No ano seguinte foi aprovada a chamada emenda Ibsen Pinheiro, que dividia todos os recursos, inclusive do pós-sal, entre todos os Estados e municípios pelos critérios dos fundos de participação. O ex-presidente Lula vetou a emenda.
No ano passado o Congresso aprovou um texto que busca congelar as receitas dos produtores em patamares de 2010 e dividir o restante. A presidente Dilma vetou e optou pela aplicação dos novos porcentuais de distribuição apenas para contratos futuros. É este veto que foi colocado em votação. No projeto, há um trecho que terá de ser alterado futuramente porque os porcentuais adotados a partir de 2017 somam 101% devido a um erro no projeto.



#BOMBA! Sem moral, #DILMA perdeu nos Royalties do Petróleo

Por Carlos Parrini ... 

Cá pra nós, alguém acredita que Dilma realmente queria vetar as novas regras para os Royalties do Petróleo? Fez isso pois só queria fazer um agrado momentâneo aos comparsas Sergio Cabral e Eduardo Paes. Ela não manda em nada. Está nas mãos da base que eles mesmo alugaram e dos Partidos PT e PMDB que comandam o Brasil na tristeza ou na corrupção.
Embora eu seja do Rio, já esperava que isso ia acontecer pois PMDB e PT são a maioria e não iriam deixar que Dilma interferisse nessa boquinha para os Estados que não produzem uma gota do óleo.
Só acho que eles deveriam também dividir os royalties que outros estados possuem do tipo pedras preciosas, ferro, ouro, manganês, bauxita, nióbio, madeiras, café, cacau e tudo o que a terra produz. Divisão dos royalties não deveria ser só para Petróleo.
Agora só quero saber quem pagará pelos estragos que o Petróleo tem causado e vai causar na orla dos Estados produtores? Quando eu atravesso a Baía de Guanabara sinto na pele o que é ser produtor de petróleo. A baía que está super poluída e onde quase não há vida marinha, está congestionada de Navios Velhos e Poluentes, Petroleiros, Estaleiros, Transatlânticos, Submarinos, Porta-aviões e enchendo a mesma de COCÔ, tal qual está o Congresso Nacional, onde só tem bostas boiando na fortuna dos pagadores de impostos. As praias da Ilha do Governador estão um caos, não dá para se banhar além de estarem cheias de merda e com muito óleo que deixam seus pés manchado se tiver coragem andar descalço por elas.

Com os Royalties a coisa já está preta no Rio. Sem os royalties...

Mas o carioca e o fluminense merecem porque votaram em Gente do PMDB. E tem outro Bosta do PT,  que quer ficar no Poder com a saída vergonhosa de Cabral. É capaz de ser eleito pois gostam de votar em sujos, vide Dilma e Lula que tiveram ampla votação no estado.
Agora tomem na tarraqueta. Não adianta nem reclamarem com a Dilma pois além desta estar dominada, só vive dentro da fossa junto com todos que apoiam a maior corrupção jamais vista na história do Brasil. Não esperem coisa boa deles, a não ser mal cheiro.


Vejam a Derrota de Cabral, Paes e Dilma:

Congresso derruba veto de Dilma sobre royalties na Câmara e no Senado

07/03/2013 | 09h50min

O deputado Júlio César, integrante da comissão apuradora dos vetos, informou à Rádio Câmara, na manhã desta quinta-feira (07/03), os números aproximados na votação do veto feito pela presidente Dilma Rousseff ao projeto de redistribuição dos royalties do petróleo. A apuração demorada se dá pelo tamanho da cédula de apuração, que continha oito páginas. 
Segundo o deputado, na Câmara, o resultado ficou em 350 votos a favor da derrubada do veto, contra 45. Este número representa aproximadamente os números das bancadas de Rio e Espírito Santo.
No Senado, foram 54 votos pela derrubada contra 7. Estes provavelmente dos três senadores do Rio de Janeiro, dos três do Espirito Santo, e possivelmente de um senador de São Paulo.
Júlio César, falando com exclusividade ao 180graus por telefone, disse que estava sem dormir e ficou até as 4h30 no plenário acompanhando. "Ganhamos de goleada. O Piauí e os estados que o Rio de Janeiro e o Espírito Santo chamam de não produtores vão ser beneficiados", informou.
A votação dos 142 vetos foi concluída ontem à noite, sob fortes protestos das bancadas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, que chegou a deixar o plenário antes do fim da sessão. A divulgação oficial do resultado deve ser feita pelo presidente do Congresso, Renan Calheiros, a partir das 14 horas, durante sessão no Plenário do Senado.


Dilma pensou que seria difícil derrubarem o veto, hahahaha. Não conhece seus comparsas.

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