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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Lewandoswski - A raposa cuidando do galinheiro ✰

Artigo de Sérgio Alves de Oliveira ...


Por mais que se esforce para aparentar isenção e imparcialidade na condução do processo de impedimento por crime de responsabilidade da Presidente afastada Dilma Rousseff, no Senado Federal, Sua Excelência, o Presidente do Supremo Tribunal Federal - STF, Dr. Ricardo Lewandowski, com muita frequência “escorrega” e não consegue esconder a sua notória parcialidade em benefício do trabalho da defesa, ou seja, no sentido de absolvição da “ré”.
Sábado (27.08.16), o Senador Lindberg Farias (PT/RJ), que integra o grupo que defende a Presidente afastada, aproveitou a oportunidade que lhe surgiu na sessão plenária para ler, na íntegra, a opinião do Ministro Lewandowski, publicada na imprensa, onde Sua Excelência não deixa qualquer dúvida que ele não enxerga nenhum crime de responsabilidade de Dilma nos autos da ação que tramita no Senado. Sem dúvida o Presidente do Supremo e do impeachment não poderia ter feito essa declaração no estágio em que se encontra o processo. Esse episódio não teria sido previamente “combinado”?  Não teria sido provocado para inibir e constranger os Senadores que se mostram em princípio favoráveis à condenação de Dilma?  
Também não deve ser por mera coincidência, ou por razões “divinas” que escapariam da nossa limitada compreensão, o possível acerto de compatibilizações entre os calendários do julgamento do impeachment pelo Senado, e a mudança de comando no STF, saindo Lewandowski e assumindo o seu lugar a Ministra Carmen Lúcia. Essa farsa está tão notória que tão logo terminado o julgamento do impeachment no Senado haverá a substituição de comando no STF. Nem sei se vai ser possível ao Ministro que presidiu o impeachment chegar a tempo no STF para dar posse à sua substituta. Parece tudo “combinadinho”, não?                                                                      
Tudo leva a crer que SIM, mesmo porque não é segredo para ninguém os vínculos antigos existentes entre Sua Excelência e a cúpula do Partido dos Trabalhadores, do qual é “cria”. Apesar da sua invejável “classe”, inclusive para disfarçar, a condução do processo que preside e as restrições e “cortes” à acusação evidenciam toda essa tendenciosidade. Nem mesmos os raros puxões-de-orelha dados na defesa (para a qual ele também “advoga”), disfarçam essa situação.
Na verdade desconheço se, tecnicamente, poderia, ou não, ser movido novo processo de impedimento contra Dilma, por qualquer outra infração sujeita à processamento por crime de responsabilidade, na hipótese dela ser absolvida agora no Senado por mais de 1/3 (um terço) dos Senadores, pelas “pedaladas fiscais”. Mas a verdade é que ninguém mais teria qualquer moral para provocar novo impeachment, depois dessa eventual absolvição.                             
Essa absolvição estaria servindo como uma espécie de “salvo-conduto”, garantia, evitando novas tentativas de processá-la por crime de responsabilidade, apesar de aparentemente existirem vários motivos para tanto. Trocando em miúdos, a rejeição do impeachment em curso no Senado, no mínimo sob o ponto de vista moral, significaria o mesmo que uma decisão transitada em julgado, em relação a todos os outros crimes de responsabilidade que surgissem, se fosse o caso.
Tudo leva a crer que a iniciativa de processar Dilma por crime de responsabilidade, derivado das chamadas “pedaladas fiscais”, foi uma iniciativa irresponsável e mesmo leviana. Até parece que teria sido atitude por “encomenda”, para favorecê-la, numa trama teatral, no sentido de ficarem omitidas da discussão parlamentar os crimes de responsabilidade (e também comuns) mais graves que a “ré” teria cometido ou participado, como Presidente da República, e notória chefe governamental da maior quadrilha de corruptos já surgida no Brasil.
Algo semelhante deu-se quando as autoridades dos Estados Unidos capturaram, processaram, julgaram e prenderem o gângster ítalo-americano Al Capone, considerado por muitos o mais frio, violento e sem escrúpulos de todos, acabando com a sua carreira criminosa. Mas ele não foi pego pelos seus crimes mais terríveis, porém por mera sonegação fiscal. É em última análise o que aconteceria com Dilma, mesmo na hipótese de procedência da ação por crime de responsabilidade a que responde perante o Senado Federal. Os seus maiores crimes seriam esquecidos, perdoados, deixando ao povo brasileiro, tão enganado durante todos esses anos, uma enorme conta que só poderá ser paga mediante o sacrifício de várias gerações. A única diferença entre as condenações de Al Capone e Dilma Rousseff é que o primeiro recebeu condenação por sonegação fiscal e Dilma por “pedaladas fiscais”, que na hierarquia dos crimes estão entre os menos graves.

Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e sociólogo

Transcrito: http://vindodospampas.blogspot.com/2016/08/lewandoswski-e-raposa-cuidando-do.html


Afbeeldingsresultaat voor charge ricardo lewandowski

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terça-feira, 2 de agosto de 2016

BOMBA! Lewandowski aprontou mais uma: Soltou o tesoureiro do PCC

Por Carlos Parrini ... 

Aí já é demais. Para quem não sabe ou se lembra, PCC é aquele comando de bandidos e assassinos que atormenta a vida dos Paulistas, dando ordens de dentro dos presídios.
Foram deles as ordens de se queimarem centenas de onibus, matarem centenas de polliciais e outras aberrações.
Sabe-se também que gente como o ex-deputado e também ex-guerrilheiro José Genoino no PT, era apoiada por esses bandidos.
Agora, Presidente do Supremo Federal Ricardo Levandowhiski soltar gente da quadrilha, dá para imaginarmos grandes beneficios que podem estar rolando entre uma quadrilha e outra. 
Estamos de olho lewandowski.

Afbeeldingsresultaat voor charge ricardo lewandowski

Vejam a matéria:

Em ano de eleições, Lewandowski liberta tesoureiro do PCC

As informações são do portal O Antagonista:
“Ricardo Lewandowski, no plantão, também concedeu habeas corpus a Luiz Fabiano Ribeiro Brito, ligado ao PCC e que foi preso no ano passado em ataque a um quartel da Polícia Militar em Fortaleza.
A prisão preventiva de Luis Fabiano estava fundamentada em informações do inquérito policial que acusavam Fabiano de “comandar atentados contra agentes e unidades de Segurança” na capital cearense, onde o grupo criminoso tentava implantar uma célula.
Em São Paulo, segundo o inquérito, ele já responde por crimes graves como homicídio, roubo e tráfico de drogas.”
FONTE: Reacionaria.org

Afbeeldingsresultaat voor charge ricardo lewandowski

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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

BOMBA! Lewandowski interferiu em processo para ajudar o #PT e a presidente #Dilma

Por Carlos Parrini ... 

Que todo mundo sabia que o Ministro Lewandowsky era amigo intimo dos Petralhas, ah todos sabiam. Que ele os favorecia todos imaginavam, porém as provas apareceram e ficou comprovado.
Esse Ministro do STF está mais parecendo advogado do PT do que um Juiz. Tanto que está sempre provocando a ira do Presidente Joaquim Barbosa.



Mas notem que enquanto ele se empenha com afinco em defender os mensaleiros que roubaram dinheiro público, ele é implacável com ladrões de galinhas que passam pelas mãos dele, vejam:

Lewandowski nega habeas corpus a quem furtou RS 13

Da coluna de Mônica Bergamo, jornalista, publicada no jornal Folha de S. Paulo, 24-08-2012

Min. Dias Toffoli e Lewndowski viajam de GRAÇA em Jatinhos.


Lewandowiski autorizou Maluf ir aos EUA


Maluf é autorizado pelo STF a ir para os EUA, mas desiste de viagem


Vejam o Babado da ajuda do Ministro ao PT e DILMA:

Lewandowski interferiu em processo para ajudar o PT e a presidente Dilma

O Tribunal Superior Eleitoral sumiu com os pareceres técnicos que sugeriam a reprovação das contas do PT na época do mensalão e da campanha da presidente Dilma em 2010. Documentos revelam que isso ocorreu por determinação do ministro Ricardo Lewandowski

Rodrigo Rangel
Ricardo Lewandowski
Ricardo Lewandowski (Cristiano Mariz)
Em outubro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal monopolizava as atenções do país quando alinhavava as últimas sentenças aos responsáveis pelo escândalo do mensalão. Naquele mesmo mês, só que em outra corte de Justiça e bem longe dos holofotes, um auditor prestava um surpreendente depoimento, que jogava luz sobre episódios ainda nebulosos que envolvem o maior caso de corrupção da história. O depoente contou que, em 2010, às vésperas da eleição presidencial, foi destacado para analisar as contas do PT relativas a 2003 - o ano em que se acionou a superengrenagem de corrupção. Foi nessa época que Delúbio Soares, Marcos Valério, José Genoino e o restante da quadrilha comandada pelo ex-ministro José Dirceu passaram a subornar com dinheiro público parlamentares e partidos aliados. Havia farto material que demonstrava que a contabilidade do partido era similar à de uma organização criminosa. Munido de documentos que atestavam as fraudes, o auditor elaborou seu parecer recomendando ao tribunal a rejeição das contas. O parecer, porém, sumiu - e as contas do mensalão foram aprovadas.
Menos de dois meses depois, ocorreu um caso semelhante, tão estranho quanto o dos mensaleiros, mas dessa vez envolvendo as contas da última campanha presidencial do PT. O mesmo auditor foi encarregado de analisar o processo. Ao conferir as planilhas de gastos, descobriu diversas irregularidades, algumas formais, outras nem tanto. Faltavam comprovantes para justificar despesas da campanha. A recomendação do técnico: rejeitar as contas eleitorais, o que, na prática, significava impedir a diplomação da presidente Dilma Rousseff, como determina a lei. Ocorre que, de novo, o parecer nem sequer foi incluído no processo - e as contas de campanha foram aprovadas. As duas histórias foram narradas em detalhes pelo auditor do Tribunal Superior Eleitoral, Rodrigo Aranha Lacombe, em depoimento ao qual VEJA teve acesso. Ambas cristalizam a suspeita de que a Justiça Eleitoral manipula pareceres técnicos para atender a interesses políticos - o que já seria um escândalo. Mas há uma acusação ainda mais grave. A manipulação que permitiu a aprovação das contas do mensalão e da campanha de Dilma Rousseff teria sido conduzida pessoalmente pelo então presidente do TSE, o ministro Ricardo Lewandowski.


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