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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Uma Bolsa do Bem


Mulheres utilizam bolsa térmica que economiza energia, agua e dinheiro na África.

Por Maria Augusta Ribeiro do Blog Belicosa

Mais de 30 % do que os africanos ganham é gasto em combustível. Lenha e parafina são usados para funcionar fogões e gerar energia. Uma ideia inovadora promete economia e ganha adeptos a Wonder Bag.

Confeccionada com poliestireno reciclado a bolsa retém  calor e permite que a comida continue a cozinhar por ate 12 horas sem consumir energia alguma.

A bolsa maravilhosa ou Wonder Bag reduz o consumo de energia, polui menos e evita problemas respiratórios decorrentes da fumaça produzida pela queima da lenha.


A redução de emissão de CO2 e a integração social são outros benefícios da bolsa, que facilita o transporte da comida e incentiva o..... leia mais em Belicosa.com.br 

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Bomba! PELÉ se envolve em Escândalo em Angola

Por Carlos Parrini ... 

Parece que nem o rei do futebol está livre de corrupção. Já tinhamos achado estranho ele defender os ladrões das obras superfaturadas da Copa, quando disse: "O Turismo compensará a corrupção nos Estádios". Coisa de conivente mesmo. Ao invés de criticar os roubos, ir as ruas protestar, defende e se conforma com a compensação do turismo.
Precisava ter muito dinheiro para ter fama, Xuxa e certo destaque, mas que parece um burro, ah parece.

Tá explicado! Se juntou a gangue agora esperem pelos escândalos.

Veja o ultimo tranbique em que se meteu:

Pelé e os negócios suspeitos de Angola

Rei do Futebol se envolve em escândalo imobiliário no país africano ao se declarar sócio de empresários brasileiros que venderam, e não entregaram, casas em condomínios de luxo na capital Luanda

Flávio Costa
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Em outubro de 2009 e abril de 2010, Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, desembarcou em Luanda para oferecer o prestígio do seu nome na divulgação de empreendimentos imobiliários de quatro empresários brasileiros na capital de Angola. Hospedou-se no Hotel Alvalade, de onde saiu para participar de entrevistas, fazer comerciais, posar ao lado de protótipos das casas e até visitar o presidente José Eduardo dos Santos, no poder desde 1979. Nessas ocasiões, o maior jogador de futebol de todos os tempos se apresentou como sócio da empreitada. “Fico feliz por investir em Angola”, disse, à época. “Deus sempre me coloca em equipes vencedoras.” Dois anos depois, o megaprojeto residencial ruiu, emaranhado numa sucessão de escândalos, pelo não cumprimento de pelo menos 540 contratos de vendas das unidades de classe média e alta, ao não entregá-las no prazo combinado. E o tom do Rei do Futebol mudou completamente. O staff de Pelé afirma que ele atuou apenas como garoto-propaganda da marca Build Angola. A sociedade, tão decantada no grandioso lançamento, é agora negada.

Os empresários Antonio Paulo de Azevedo Sodré, João Gualberto Ribeiro Conrado Jr., Paulo Henrique de Freitas Marinho e Ricardo Boer Nemeth, donos das empresas angolanas Readi Angola e Galson, venderam apartamentos, lofts, casas e quintas a preços abaixo da média do mercado angolano (leia quadro). “Eu comprei minha casa no Bem Morar, ainda na planta. Paguei US$ 105 mil à vista”, afirma a diretora da Televisão da Província do Bengo, Ana Paula Esteves. “Trabalhei muito para conseguir esse dinheiro e agora me sinto roubada”, diz a executiva, que deveria ter recebido as chaves de sua casa há um ano. De acordo com informações colhidas junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo, Sodré responde a uma ação penal interposta pelo Ministério Público por crimes contra a fé pública, em um processo por irregularidades na importação de avestruzes, no início dos anos 2000.
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BONS TEMPOS
Outdoors com a imagem de Pelé foram espalhados por toda Luanda. Os sócios
Paulo Marinho, João Gualberto Conrado Júnior, Paulo Sodré e Ricardo Boer com o Rei
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Com uma estratégia agressiva de publicidade, que incluiu ainda estrelas da televisão local, a Build Angola obteve êxito até setembro de 2010, quando começaram a circular e-mails de supostos clientes afirmando que a empresa não iria honrar seus contratos. “Fomos vítimas de uma campanha de difamação arquitetada por um ex-funcionário nosso chamado Werther Mujjali, que mandou mensagens com nomes falsos”, afirma Paulo Sodré, em entrevista à ISTOÉ, ao lado dos seus três sócios, no escritório localizado na Vila Olímpia, região nobre de São Paulo. Segundo perícia feita por profissional contratado pelos brasileiros, as mensagens partiram do computador desse ex-funcionário, com quem travam uma batalha judicial pela marca Build. Sodré diz que as dificuldades começaram a partir da disseminação desses e-mails, já que os compradores deixaram de pagar as parcelas das casas. As unidades eram tocadas somente com o dinheiro das vendas e pararam por completo em 2011. Procurado pela reportagem, Werther Mujjali não retornou as ligações. ISTOÉ apurou que a situação se agravou no início deste ano, com funcionários brasileiros da Build Angola recebendo ameaças, operários angolanos sem salários e registros de invasão dos escritórios da empresa em Luanda. Uma comissão que representa 300 compradores entrou com processos na Justiça e há queixas registradas na polícia.

“Eles cometeram uma sucessão de erros e é evidente que houve má administração do dinheiro que receberam das vendas”, disse à ISTOÉ um empresário brasileiro do ramo imobiliário de Angola, cujo mercado não oferece as mesmas condições apresentadas no Brasil, onde há financiamento bancário e uma rede de seguros para incorporações. O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor de Angola comunicou o caso à embaixada brasileira e oficiou autoridades policiais para que abrissem investigação. “Esses sujeitos agiram de má-fé e mancharam a imagem do Brasil aqui. Agora é comum ouvir na rua que todo brasileiro é vigarista”, diz o empresário do setor de hotelaria e navegação Hélder Rosa, que gastou US$ 496 mil por uma casa no Bem Morar. A moradia está em pé, mas não há ligação com rede de esgoto nem abastecimento de água e luz.
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“Eles diziam que iriam sair do
país sem resolver a situação”

Marcos Regina, ex-sócio da Build Angola
Colonizada por Portugal, e flagelada por uma guerra civil que começou em 1979 e perdurou até 2002, Angola é uma nação rica em petróleo e com uma economia pulsante. Mas também é um dos países mais corruptos do mundo, ostentando o 168º lugar num total de 183, segundo o ranking da Transparência Internacional. Ex-presidente do Banco Nacional de Angola e ex-coordenador da Agência Nacional de Investimento Privado, Aguinaldo Jaime era próximo da Build Angola – esteve no encontro entre Pelé e o presidente José Eduardo Santos, por exemplo. Jaime foi flagrado por uma investigação do Senado dos Estados Unidos na tentativa de desviar US$ 50 milhões do governo angolano para uma conta particular em um banco americano. “Em conversa por telefone com o senhor Aguinaldo Jaime, ele me confessou que pagou à Build US$ 400 mil por uma loja da Pastelândia e esse dinheiro nunca entrou no caixa da empresa”, acusa o dono da rede Pastelândia, Marcos Regina, ex-sócio do quarteto brasileiro na franquia e na Build. Os quatro negam qualquer contato comercial com Jaime. “Testemunhei reuniões em que eles diziam que iriam se livrar do negócio (Build Angola)”, rebate Regina. Ele afirma ter sofrido um prejuízo de US$ 1,2 milhão por conta da parceira. Por sua vez, a Build Angola diz ter encontrado, por meio de auditoria, desvio de dinheiro de US$ 600 mil durante a administração de Regina.

A direção da Build Angola afirma que tem a receber US$ 34,6 milhões da sua carteira de clientes e precisa pagar outros US$ 23,7 milhões para concluir as obras. “Estamos perto de fechar uma negociação dos nossos ativos para dois grandes grupos empresariais angolanos que vão assegurar o término e a entrega das casas”, declara Paulo Marinho. Em meio a essa situação indefinida, apenas uma coisa parece certa. A imagem do Rei Pelé foi atingida. “Nós estamos decepcionados; 90% das pessoas só acreditaram na Build Angola porque Pelé emprestou sua credibilidade à empresa”, diz Hélder Rosa. “O que posso adiantar é que não existe nenhum tipo de sociedade. O que foi feito e já expirou foi um contrato de Cessão de Uso de Imagem para o lançamento desses empreendimentos”, afirmou o advogado de Pelé, Paulo Gustavo. ISTOÉ apurou que o Rei do Futebol tem a receber, a título de pagamento, quatro unidades residenciais cuja construção também não terminou. Na hipótese mais benigna, Edson Arantes do Nascimento é vítima do empreendimento que Pelé garantia.  
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http://www.istoe.com.br/reportagens/195018_PELE+E+OS+NEGOCIOS+SUSPEITOS+DE+ANGOLA
ERRATA: Nesta reportagem, o condomínio que aparece em uma das fotos  não pertence à marca Build Angola . Trata-se do Condomínio Residencial Luar de Talatona, da empresa MF/PV - Promoções Imobiliárias Consultoria e Serviços LDA.


PELÉ se envolve em Escândalo em Angola, Build Angola, Corrupção, Pelé, Futebol, Africa, Pelé e o condominio residencial de alto luxo na andola

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Plantando Esperança em Moçambique

Projeto Plantando Esperança leva sustentabilidade e saúde a milhões de africanos.

Por Maria Augusta Ribeiro do Blog Belicosa

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A cada 15 minutos uma criança morre de malária, 4 milhões sofrem com a desnutrição, e mais de 1 milhão delas está infectada com a AIDS em Moçambique. Em meio a esse cenário desolador, um projeto leva estímulo a milhões de famílias quando o assunto é saúde e auto sustentabilidade familiar.

A falta de condições de sobrevivência de todo o gênero transforma o projeto Plantando Esperança numa alternativa a milhões de vidas, e leva assistência médica e sanitária primária, ensinando técnicas de agricultura e pecuária, para que famílias saibam tirar da terra o que comer.

Vale a pena ressaltar que o trabalho árduo feito por missionários e voluntários normalmente acontece em comunidades onde a Igreja Adventista está presente, o que ajuda e muito a dar credibilidade ao projeto e a engajar mais voluntários.
Lei mais em Belicosa

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Isso é Incrível! #LULA e a Jazida de Simandou na ÁFRICA. Via @sakamori12

Por:
Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil e foi professor da UFPR ... 



LULA SE MANDOU ATRÁS DO SEU US$ BILHÃO 


O Lula deve ter dado pista errada para a imprensa.  Foi divulgado informação de que ele iria fazer périplo de viagens pelo continente africano fazendo palestras via Instituto Lula.  A viagem coincide com a cassação do direito de exploração de uma das maiores jazidas de ferro do mundo, denominado Simandou, na Guiné, a francesa.  Não confundir com Guiana (francesa).  É Guiné mesmo, na costa oeste do continente africano.

O Lula dá consultoria para André Esteves e Roger Agnelli na empresa de mineração de ambos denominado B&A Mineração.  André vem a ser o sócio principal do BTG Pactual, também é dono do Banco Panamericano junto com a CEF.  Roger Agnelli foi presidente da Vale S.A. por muitos anos, pós privatização.  Bem, a empresa B&A Mineração está próxima de pegar a concessão do direito da exploração do minério do Simandou, recentemente cassado da Vale S.A.

Está tudo acertado, mas faltam muitos detalhes.  A B&A Mineração não dispõe de recursos para tocar o projeto sozinha.  André Esteves, dispõe de recursos dos fundos que administra pelo BTG Pactual, mas não o suficiente.  E aí que entra o Lula, o assessor principal do grupo.  Além de conseguir concessão da jazida minerária do Simandou, trabalha para viabilizar financiamento da logística do escoamento do minério de Simandou para o porto.  Está tudo esquematizado no papel.  O financiamento da ferrovia será viabilizada pelo BNDES da Dilma.  

O Lula precisa do respaldo da Dilma, para o financiamento do projeto de ferrovia via BNDES.  Precisa, também, se manter em evidência no mundo de negócio e política, para que o presidente do Guiné, não o deixe na mão.  É uma costura difícil, porém, o esquema foi acertado quando Lula era presidente do Brasil.  Para garantia do seu primeiro US$ bilhão, Lula precisa, tirar o projeto do papel sobre jazida do Simandou e torná-la realidade.  Por enquanto, tudo pode cair por terra, se isto não for feito meio a toque de caixa.  O tempo corre contra Lula e para a empresa B&A Mineração. 

Lula se mandou para Simandou, concretizar o seu primeiro US$ bilhão!  

Ossami Sakamori, 68, engenheiro civil, foi professor da UFPR, filiado ao PDT.  Twitter: @sakamori12


http://ossamisakamori.blogspot.com.br/2012/11/lula-se-mandou-para-simandou-para.html




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