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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Bomba! Mais uma vez imprensa prova que #Dilma defende corruptos.

A imprensa mais uma vez provou que Dilma mente na defesa de corruptos. Mas como diz o ditado: A mentira tem pernas curtas.
Vejam que ela jurava de pé Junto que sua assessora e depois sucessora, a Erenice Guerra, era inocente. Saiu em defesa do Palocci dizendo que este ex-ministro envolvido no escandalo do Caseiro Francenildo, em Falcatruas na prefeitura de Ribeirão preto e de seu misterioso enriquecimento, era inocente. Saiu em defesa do Ministro dos transportes, Francisco Nascimento, acusado de superfaturamento em mais de R$ 2,4 bi e agora esse outro meliante Wagner Rossi, da Agricultura, que andava de jatinho de empreiteiros pra lã e pra cá, tudo devidamente comprovado e ela fazendo papel de boba ao tampar o sol com a peneira.
Tudo isso para tentar evitar mais estragos no Governo do PT, que já está mais sujo que pau de galinheiro, seja com mensalões, mensalinhos, gastos injustificados em cartões corporativos, desvios de dinheiro publico, enriquecimento ilicito da cumpanheirada. Mente achando que todos nós somos otários.
Infelizmente a experiencia de ter uma mulher como um bom exemplo, está sendo um fracasso. Temos muitas outras mulheres mais gabaritadas e que não se venderiam aos homens para dirigir o destino de uma nação. Para essa presidente, corruptos são vistos como aliados e não como criminosos.
Graças a imprensa, estamos sabendo disso tudo pois se depender deles, só vão esconder e desviar dinheiro público sem ninguem reclamar.
Lula, apesar de ser o grande chefe dessa organização e pai de toda essa mentira, pelo menos sabia enganar e nos levar na conversa como idiotas. Deixava a bomba explodir e depois vinha com a desculpa: Eu não sabia de nada. Então, expandia o Bolsa esmola, conseguia emprestimos para os aposentados no BMG e conseguiu nos enrolar durante 8 anos.
Já Dilma não. Defende o corrupto até a última instancia e quando não dá mais, depois de ter sangrado e desgastado o governo e o povo demais, resolve demitir ou aceita que se demitam. Depois para ajeitar as coisas, faz parecer que está fazendo uma faxina, se fazendo de Santa, sob os aplausos dos politicos puxa-sacos, ou melhor, chupa tetas. Agradecida aos outros corruptos, digo, politicos, abre os cofres do governo para que estes gastem mais de R$ 1 Bi do jeito e como quiserem.

Não tenho nada contra as mulheres na politica, muito pelo contrário, acho que se os homens não estão dando certo na política, vamos apostar nelas. Mas precisam ser emancipadas. Só não quero as do PT nunca mais pois que aceitam as corrupções e são submissas aos homens politicos corruptos, como nos velhos tempos. Já basta de submissão.

- Carlos Parrini - 

Em menos de 8 meses 4 ministros saíram do governo, 3 por corrupção.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

#Bomba! Corrupção se alastra também pela Justiça.

Estamos no fim do mundo.
A corrupção se alastra por todas as esferas. Para piorar as coisas, governo assiste tudo de braços cruzados.
Não é por menos pois ele próprio varre a sujeira por debaixo do tapete. Vejam que depois da casa civil com Paloffi e cia, depois do Ministério dos Transportes com Francisco Nascimento e cia e agora com o Ministério da Agricultura com Wagner Rossi e cia. Mesmo com a revista Veja denunciando o esquema de corrupção na Agricultura, esse Ministro disse que não há nada contra ele e sim com os companheiros, seus braços direito e esquerdo, secretários e secretárias flagrados carregando malas de lobistas. E eles são inocentes. Até a Presidenta Dilma mais uma vez veio a público defender os meliantes, assim como fez com os titulares da casa civil e dos transportes, acusado de terem roubado milhões dos cofres públicos.
Por isso que a corrupção está se alastrando e sem controle. O exemplo vem de cima, não há punição, a Justiça fecha os olhos e ainda participa desse esquema nunca visto na história do Brasil.

Leiam a notícia transcrita do Jornal o Globo:

CNJ traça mapa da corrupção na Justiça

Plantão | Publicada em 08/08/2011 às 09h51m
Valor Online
BRASÍLIA - O Judiciário convive com casos de desvios de verbas, vendas de sentenças, contratos irregulares, nepotismo e criação de entidades vinculadas aos próprios juízes para administrar verbas de tribunais. Esse retrato de um Poder que ainda padece de casos de corrupção e de irregularidades foi identificado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a partir de inspeções realizadas pela sua Corregedoria em quase todos os Estados brasileiros.
"Há muitos problemas no Judiciário e eles são de todos os tipos e de todos os gêneros", afirmou ao Valor a ministra Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça. Para ela, diante de tantas irregularidades na Justiça é difícil identificar qual é o Estado com problemas mais graves. Há centenas de casos envolvendo supostos desvios de juízes, entre eles, venda de sentenças, grilagem de terras e suspeita de favorecimento na liberação de precatórios. Além disso, o Conselho identificou dezenas de contratos irregulares em vários tribunais do país.
No Espírito Santo, a contratação de serviços pelo Judiciário chegou ao cúmulo quando o TJ adquiriu os serviços de degustação de café. O CNJ mandou cancelar o contrato de "análise sensorial" da bebida, que vigorou até junho de 2009. O Conselho também descobriu casos de nepotismo e de servidores exonerados do TJ que recebiam 13º salário.
Em Pernambuco e na Paraíba, associações de mulheres de magistrados exploraram diversos serviços, como estacionamento e xerox, dentro do prédio do TJ. Na Paraíba, o pagamento de jeton beneficiou não apenas os juízes mas a Junta Médica do tribunal.
Pernambuco ainda teve casos de excessos de funcionários contratados sem concurso público nos gabinetes. O CNJ contou 384 funcionários comissionados no TJ, a maioria nos gabinetes dos desembargadores, onde são tomadas as decisões.
No Ceará, a Justiça local contratou advogados para trabalhar no TJ. É como ter agentes interessados em casos de seus clientes diretamente vinculados a quem vai julgá-los. Ao todo, 21 profissionais liberais trabalharam no TJ de Fortaleza e custaram R$ 370 mil aos cofres do Estado.
No Pará, o CNJ determinou o fim de um contrato com empresa de bufê que chegou a fazer 40 serviços por ano para o TJ - em ocasiões como posses, inaugurações, confraternização natalina e na tradicional visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré. Além disso, o Conselho identificou sorteios direcionados de juízes para decidir casos. Num desses sorteios, participou um único desembargador.
Decisões que levam à liberação de altas quantias de dinheiro também estão sob investigação do CNJ. No Maranhão, sete juízes de São Luís foram afastados após o Conselho verificar que eles estavam liberando altas somas em dinheiro através da concessão de liminares em ações de indenização por dano moral. Uma delas permitia a penhora on-line de R$ 1,9 milhão e sua retirada, se necessário, com apoio de força policial.
No Mato Grosso, dez juízes foram aposentados compulsoriamente pelo CNJ, após acusação de desvio de R$ 1,5 milhão do TJ para cobrir prejuízos de uma loja maçônica.
Um sistema de empréstimos contraídos por magistrados do Distrito Federal levou o CNJ a abrir investigação contra a Associação dos Juízes Federais da 1ª Região (Ajufer). De acordo com as denúncias, um magistrado da Ajufer usava o nome de outros juízes para fazer empréstimos bancários para a entidade. Sem saber, muitos juízes se endividaram em centenas de milhares de reais. Os conselheiros Walter Nunes e Felipe Locke Cavalcanti identificaram que o esquema da Ajufer era, em tese, criminoso, pois indica a prática de fraude e de estelionato.
Mas o caso da Ajufer está longe de ser o mais conhecido esquema de administração de verbas por magistrados. Entre as entidades ligadas a juízes que gerenciaram recursos e serviços no Judiciário, a mais famosa foi o Instituto Pedro Ribeiro de Administração Judiciária (Ipraj), que funcionou por mais de 20 anos na Bahia e foi fechado pelo CNJ. O Ipraj cuidou da arrecadação de recursos para o Judiciário baiano e administrou tanto dinheiro que chegou a repassar R$ 30 milhões para a Secretaria da Fazenda da Bahia.
Casos de favorecimento na liberação de verbas de precatórios também chamam a atenção. Ao inspecionar o TJ do Piauí, o CNJ concluiu que não havia critério para autorizar o pagamento desses títulos para determinados credores. No TJ do Amazonas, foram identificados "indícios veementes da total falta de controle sobre as inscrições e a ordem de satisfação dos precatórios."
Situação semelhante foi verificada no Tocantins. A ex-presidente do TJ Willamara Leila e dois desembargadores foram afastados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), após operação da Polícia Federal que identificou um suposto esquema de venda de sentenças e de favorecimento no pagamento de precatórios. O TJ tocantinense também padece de investigação de empréstimos consignados em excesso para desembargadores. Um magistrado chegou a ter 97% de sua remuneração comprometida.
Em Alagoas, a equipe do CNJ identificou dezenas de problemas na administração da Justiça local. "Verificamos situações inadmissíveis, como a de um magistrado que, em 2008, recebeu 76 diárias acumuladas, de diferentes exercícios", diz o relatório feito pelo Conselho. Outro caso considerado grave envolveu o pagamento em duplicidade para um funcionário que ganhava como contratado por empresa terceirizada para prestar serviços para o mesmo tribunal em que atua como servidor.
A troca de favores entre os governos dos Estados, as assembleias legislativas e os TJs é outro problema grave. Depois que o CNJ mandou cancelar o jeton na Paraíba, a Assembleia Legislativa aprovou uma lei para torná-lo válido. Há uma troca constante de funcionários entre os três Poderes na Paraíba. Ao todo, 34,3% da força de trabalho da Justiça vem do Executivo Estadual e Municipal, fato que, para o CNJ, "se configura como desvio da obrigatoriedade de realização de concurso público".
Essa situação chegou ao extremo no Amazonas, onde um juiz de Parintins reclamou que não tinha independência para julgar porque praticamente todos os servidores eram cedidos pelo município. "Quando profere uma decisão contra o município o prefeito retira os funcionários", diz o relatório do CNJ.
Das 3,5 mil investigações em curso no CNJ, pelo menos 630 envolvem magistrados. Entre abril de 2008 até dezembro de 2010, o Conselho condenou juízes em 45 oportunidades. Em 21 deles, foi aplicada a pena máxima: o juiz é aposentado, mas recebe salário integral. Simplesmente, para de trabalhar.
(Juliano Basile e Maíra Magro | Valor)

domingo, 7 de agosto de 2011

#BOMBA! Lobista do Ministério da Agricultura, espanca reporter da VEJA.

É...
A coisa está ficando cada dia pior;
Primeiro eram as mentiras;
Em seguida passaram a dissimular;
Depois vieram os ataques em palavras;
Agora já estão no final da linha: Vias de fato (Agressão física);
Daqui a pouco haverá mortos pois a roubalheira está muito grande;


A Própria HELOISA HELENA, uma das fundadoras do PT, pulou fora desse antro dizendo:

" Não tenho dúvida de que o presidente Lula é o grande comandante dessa estrutura, que é uma organização criminosa capaz de roubar, matar e liquidar quem passa pela sua frente ameaçando seu projeto de poder. " 
Heloísa Helena ( PSOL ) (Fundadora do PT, amissíssima do Lula )
Revista Veja - Edição 1975 - ano 39 - nº 38 - 27setembro 2006


Como ninguém deu a atenção devida ao que dizia HH, votaram neles novamente e temos que conviver com esses escandalos diários. Algumas providencias são tomadas por causa da denuncias desses que são agredidos, quando eles forem mortos, aí a vaca vai pro brejo.
O pior de tudo isso é saber que quando a coisa ficar preta mesmo, Lulinacio sairá da toca em defesa dos meliantes como fez com José Dirceu, Paloffi, Erenice e toda a sorte de corruptos dizendo: "Nunca na história do Brasil, um governo combateu tanto a corrupção". Corrupção dentro do próprio Governo que eles montaram. Olha que eles não combatem nada, muito pelo contrário, seguram os corruptos até não poder mais como foi os casos recentes de Paloffi e Francisco Nascimento do DINIT. Só afastaram alguns porque a imprensa e nós internautas protestamos. Aliás, que fique bem claro: A IMPRENSA VARRE A FAXINA E DILMA ESCONDE DEBAIXO DO TAPETE. Sete meses de Governo, Sete meses de escandalos e ninguem foi preso.


Leiam a notícia na íntegra sobre mais esse incidente dentro do governo do PT, publicado pela Revista Veja:




.
Corruptos não gostam de jornalistas como Rodrigo Rangel e de uma revista como VEJA, mas os leitores e o Brasil gostam.

Reproduzo, abaixo, a “Carta ao Leitor” da VEJA desta semana. Ela relata as agressões do “doutor” Júlio Fróes contra o editor Rodrigo Rangel. Agora eles não querem mais “controlar” mídia; decidiram que é o caso de espancar os jornalistas.

Ao longo de quase 43 anos de existência, VEJA teve de driblar a censura da ditadura militar, foi ameaçada por extremistas de direita e de esquerda e tornou-se alvo de campanhas difamatórias promovidas por mercenários da escrita bancados pelo governo petista.

Na semana passada, em Brasília, o ataque deu-se no nível da agressão física a um jornalista de VEJA. No fim da tarde da última quinta-feira, o editor Rodrigo Rangel, da sucursal da revista na capital do país, cumpria uma das obrigações elementares do bom jornalismo: ouvir o outro lado da história.

A história em questão tem como personagem principal o lobista Júlio Fróes. Como revela a reportagem que começa na página 64 desta edição, Fróes montou sua base de operações no Ministério da Agricultura.



Ali, manipulava licitações para beneficiar empresas e subornava funcionários públicos com “pacotes de dinheiro”. Tudo com o aval e o conhecimento dos graúdos que cercam o ministro Wagner Rossi. O lobista, embora não tenha nenhum vínculo formal com o Ministério da Agricultura, gozava de tratamento vip, como usar a entrada e o elevador privativos do ministro. Na repartição, era conhecido como “doutor Júlio”.

O jornalista de VEJA foi entrevistar o “doutor” num restaurante, para tentar entender a origem de tantos privilégios. A conversa durou trinta minutos. Confrontado com os fatos apresentados por Rangel, o lobista Fróes, sem poder refutá-los, passou a fazer ameaças. Perguntou se o jornalista tinha mulher e filhos. 

Nesse ponto, Rangel achou mais prudente dar a entrevista - integralmente gravada - por encerrada. Quando ele se levantou da mesa, porém, Fróes puxou-o pelo braço, aplicou-lhe uma gravata e joelhadas na barriga e no rosto. Rangel foi jogado contra uma mesa. 

Antes de fugir, o “doutor” ainda roubou o bloco de anotações do repórter.

A agressão, testemunhada por mais de uma dezena de clientes e funcionários do restaurante, foi comunicada à polícia. O jornalista, com um dente quebrado, fez exame no Instituto Médico Legal. Ao longo de quase 43 anos de existência, VEJA ultrapassou toda sorte de obstáculo para exercer sua missão de fiscalizar o poder e denunciar os que subtraem a nação. Não será a violência física do “doutor Júlio” que mudará essa história.


http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/flagrado-lobista-espanca-jornalista-de-veja-e-faz-ameacas-a-sua-familia-e-inutil-a-revista-continuara-a-fazer-o-seu-trabalho/#comment-1724716

sábado, 6 de agosto de 2011

#BOMBA! Ministério da Agricultura é a bola da vez. Cai mais um corrupto!

Poxa! Como seria bom se esta faxina que a presidenta Dilma está fazendo, fosse uma iniciativa dela própria. Poderia até achar que a coisa é séria. Mas não é bem assim. Ela só está fazendo isso porque a imprensa está denunciando. Se ela tivesse mesmo vontade, faria um caça as bruxas no Governo. Inclusive com dispensa dos partidos onde estão os corruptos. Se o partido não faz nada com os membros corruptos, também não presta. Hoje em dia ela só tem trabalho de tirar um ladrão e colocar outro. Aliás, esses ladrões foram colocados lá por Lula e mantidos por ela, até a imprensa abrir a boca. Lula dava a desculpa de que não sabia, não via e nem ouvia ladrões do gabinete ao lado, andando com malas de dinheiros e dolares nas cuecas. Mesmo com as denuncias, mantinha os ladrões no governo e atacava a imprensa que os pegava com a boca na botija, como sendo a imprensa golpista.
Felizmente, se a justiça é lenta em julgar esses criminosos, pelo menos a imprensa é rápida em descobrir as falcatruas.
Leiam esta reportagem de Reinaldo azevedo, de mais um flagrante com um colaborador do governo com uma mala presume-se cheia de dinheiro, que ele deve ter tirado do banco e entregue ao Ministério da Agricultura. Ou será que tinha calcinhas e sutiãs para serem vendidas naquele ministério? No mínimo tudo muito estranho. Vejam:

06/08/2011
 às 17:17

QUANDO DILMA VAI VARRER ESTE LIXO? Lobista pinta e borda no Ministério da Agricultura, mantém sala secreta na pasta, paga propina a funcionários, redige contrato em interesse próprio e, confrontado com os fatos, diz ter gravações que comprometem o nº 2 do ministério. E também espanca o jornalista!

Parece que o PT desistiu de “controlar a mídia”, conforme reivindica certa canalha de aluguel que anda perdida na Internet. Os aliados do partido, tudo indica, agora querem mesmo é espancar jornalistas (leiam post abaixo) que denunciam as falcatruas dos poderosos. Foi o que aconteceu com o editor de VEJA em Brasília Rodrigo Rangel, que flagrou e denuncia na edição desta semana um esquema criminoso incrustado no Ministério da Agricultura. É aquela pasta comandada pelo ministro Wagner Rossi, do PMDB, homem da estrita confiança de Michel Temer, vice-presidente da República. Na semana passada, Rossi esteve na Câmara e garantiu que em seu feudo vigora a mais estrita legalidade. Então vamos ver.


Na quarta-feira, dia 3 de agosto, VEJA pôs um fotógrafo na cola de um sujeito chamado Júlio Froes, que se apresenta como “jornalista, cientista político e professor”, além de amigão do peito do ministro Wagner Rossi. A seqüência de imagens é, como posso chamar?, de uma escandalosa eloqüência. Reproduzo a seqüência narrativa. Dá para entender tudo.
10h58:23 - O lobista chega ao Ministério da Agricultura. Havia desembarcado pouco antes no aeroporto de Brasília, procedente de São Paulo;
10:58:47 - Carregando uma mala, passa em frente à entrada do Ministério da Agricultura:
10:59:45 - Ele entra num banco no térreo do prédio, acompanhada de uma funcionária do Ministério, que diz ser sua filha;
11:01:45 - Ele sai do banco junto com a funcionária;
11:02:45 - O lobista entrega à moça a sua mala, que é levada para o ministério;
11:04:29 - Froes passa rapidamente pela portaria privativa do ministério, como se fosse autoridade;
11:07:58 - O lobista segue a pé para o Congresso Nacional, a 600 metros dali;
13:11:54 - No Congresso, vai à Comissão de Agricultura, onde o ministro Wagner Rossi tenta demonstrar que, na sua pasta, vige a mais estrita legalidade;
18:11:07 - O lobista recebe de volta a sua mala das mãos da coordenadora do Ministério da Agricultura.
Algumas das fotos que revelam Júlio Froes em ação
Algumas das fotos que revelam Júlio Froes em ação
Muito bem! Dirá o leitor, prudentemente cético. “Pô, mas isso não prova nada!” Não se trata de uma prova, mas de um emblema. O editor Rodrigo Rangel, que acabou espancado por Júlio Froes, resolveu apurar a, digamos assim, influência deste senhor no Ministério da Agricultura. Trata-se mesmo de uma coisa espantosa. Reproduzo um trecho da reportagem:


Graças a essa denuncia, tivemos essa ótima notícia abaixo publicada pelo GLOBO


Secretário-executivo do Ministério da Agricultura pede demissão

Reportagem da revista 'Veja' apontou relação entre Milton Ortolan e lobista.
Auxiliar do ministro Wagner Rossi, ele nega e diz que provará inocência.

Do G1, em Brasília
Após reportagem publicada na edição deste final de semana da revista "Veja", o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Milton Ortolan, pediu demissão.
Segundo a revista, o secretário, auxiliar direto do ministro Wagner Rossi, tinha relações com um lobista que, de acordo com a publicação, atua dentro do ministério, defendendo interesses de empresas
Em nota divulgada pela assessoria do ministério e na qual informa sobre o peddio de demissão, Ortolan nega ter cometido irregularidades e pede que sejam feitas investigações "em todos os níveis considerados necessários".
Júlio Fróes, o suposto lobista, teria, segundo a revista "Veja", um "escritório clandestino" dentro do ministério no qual prepararia editais, analisaria processos de licitação e defenderia os interesses de empresas nesses processos. Segundo a publicação, Fróes se apresentava como representante do ministério e, em entrevista, afirmou conhecer o ministro Wagner Rossi e o secretário-executivo Milton Ortolan.
Antes de informar sobre o pedido de demissão de Ortolan, a assessoria do Ministério da Agricultura havia divulgado nota do ministro Wagner Rossi, na qual ele negava ser amigo ou ter participado de reuniões com Fróes.
 "Repudio as informações constantes da reportagem que tratam de Júlio Fróes, apresentado pela revista como meu amigo, segundo palavras atribuídas a ele. Nunca participei de reunião com este senhor. Não desfruta de minha amizade e nem de minha confiança. Reafirmo: não é meu amigo", disse Rossi.




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