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sexta-feira, 1 de julho de 2016

BOMBA! Após libertar o réu Paulo Bernardo, Toffoli janta com Arlindo Chinaglia do #PT

Por Carlos Parrini ... 

Hamham! Aí tem!!! Será mera coincidencia? Ou será que imagino coisas? Mas parece que as fotos provam que não foi coincidencia esse encontro após a libertação do PTista corrupto Paulo Bernardo. Aquele que é marido da Senadora que vive dando chilique na comissão de impeachment da Dilma Hussein, a Gleisi Hoffmann.
Mas os fatos foram registrados em fotos, vejam:



Não sou contra esses encontros, mas sou contra que sejam escondidos e num momento tão crucial para o PT e para nós. 
Lógico que todos sabem que esse Ministro do STF que se tornou juiz sem ser concursado e que nem carteira da OAB tem, sempre trabalhou para o PT. Mas pelo menos deveria honrar as calças que veste sendo aquele macho que nós já conhecemos quando ele traçava essa mulher abaixo, vejam:


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Bom, com essa mulher acima ele dava uma de macho, com os brasileiros ele está sempre fudendo quando inocenta lula do mensalão e agora o Paulinho do Petrolão. Mas parece mesmo que gosta de outra coisa pois se encontra com machos de alta periculosidade as escondidas. Macho mesmo não faz esse tipo de coisa. Muito menos se fosse pessoa honesta.

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Por que será hein? Será que estou imaginando coisas? Mas as fotos são tão claras. Uma coisa é certa: AÍ TEM!!! Cala-te boca. Não digo nem que me cortem a cabeça de que acho que esse cara é membro dessa quadrilha que está roubando o Brsil a 13 anos. 
CA-LA-DA!!!!

Vejam o babado:

NOTA:
Abaixo a publicação feita pelo Movimento Brasil Livre em que fotos do suposto encontro entre o Ministro e o deputado foram publicadas. Não sabemos ao certo data e a veracidade das mesmas. Estamos no aguardo de quem as divulgou nas redes sociais, para esclarecer.

Por: http://br.blastingnews.com/brasil/2016/07/toffoli-teria-jantado-com-lider-do-pt-apos-soltar-petistas-acusa-mbl-00994719.html


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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

BOMBA! Casa Civil uma fábrica de Ministros CORRÚPTOS.

Desde que Lulinácio Bonaparte da Silva, colocou ZéDirceu na Casa Civil, essa casa se tornou uma verdadeira casa da mãe joana. Toda sorte de Ladrões e Corruptos já passaram por lá. Todos demitidos e execrados publicamente. José Dirceu, Erenice Guerra, Palocci, e agora a Ministra Gleisi Hoffmann. Ela e seu maridão ministro do Planejamento, pegam carona de jatinhos de empreiteiras na maior cara de pau. Olha que essas empreiteiras tem contratos milionarios com o governo. 
Pois é, esse Ministro Paulo Bernardo disse em entrevista que não tem nada de mal isso. Como acham que todos nós temos a cara de babacas, fica falando esse tipo de coisa. Mas a lei é clara que nenhum integrante do governo pode ter esse tipo de favorecimento.
E Dilma, o que acha disso? Voces acham que ela fará alguma coisa? Claro que não pois os deputados e senadores já deram seu recado para ela parar com a faxina. Pararam as votações e nem querem trabalhar. Lula até deu um telefonema para sua marionete, para ir com calma com essas faxinas. 
Na realidade, Dilma não faz nada demais, apenas varre o lixo que a imprensa denuncia, para debaixo do tapete. Assim ela mostra serviço e aparenta ser  uma grande faxineira. Mas os politicos acham que ela está exagerando e ameaçam paralizar tudo.
Bem feito para ela e para o PT que, por estarem no meio da lama, achariam que ficariam mais fortes com outros enlameados. 
Bem feito para o povo que colocam corruptos e incompetentes no poder.
Sabem o que mais? CALAAADOSSS!!!!

Vejam as denuncias:

Dos R$ 8 milhões de campanha, Gleisi gastou só 0,7% com transporte aéreo

Ministra da Casa Civil, candidata ao Senado pelo Paraná que mais gastou na eleição, declarou R$ 56,9 mil de despesas com táxi aéreo, valor sete vezes inferior ao gasto de Roberto Requião (PMDB)

23 de agosto de 2011 | 22h 40

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,dos-r-8-milhoes-de-campanha-gleisi-gastou-so-07-com-transporte-aereo,762704,0.htm


Eduardo Bresciani, do http://xn--estado-7ta.com.br, e Mariangela Gallucci, de O Estado de S.Paulo


Dona da campanha eleitoral mais cara entre os candidatos ao Senado no Paraná, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), envolvida em polêmica recente sobre o uso de jatinhos particulares, declarou em sua prestação de contas despesas de apenas R$ 56,9 mil com empresas de táxi aéreo, o equivalente a 0,7% dos quase R$ 8 milhões que informou ter gasto na disputa.

Na segunda-feira, em resposta à reportagem publicada na revista Época sobre a utilização de um avião particular da construtora Sanches Tripoloni ao lado do marido Paulo Bernardo - hoje ministro das Comunicações e na ocasião ministro do Planejamento -, a ministra divulgou nota dizendo ter feito seus voos durante a campanha apenas em avião fretado e com contrato de aluguel. Procurada na terça-feira, 23, pelo Estado com questionamentos sobre a prestação de contas da campanha, Gleisi foi econômica nas explicações.



A ministra confirmou ao Estado o gasto de R$ 56,9 mil com aviões que, segundo ela, referem-se a 26 horas de voo pagas às empresas Hércules e Helisul. 
Ela afirma ter feito outros deslocamentos aéreos "em conjunto com outros candidatos", mas não especificou os seus nomes.

Disse ainda ter viajado muito por terra e confirmou ter viajado de avião algumas vezes, sem mencionar quantas, com o candidato do PDT ao governo, Osmar Dias.

Questionada se realizou voos para sua campanha com outras empresas e se isto não estaria contabilizado, a ministra negou. 
Ela também garante não ter usado avião emprestado por empresas privadas.

ministro Paulo Bernardo afirma ter voado durante a campanha da mulher em aviões particulares e explicou que os aviões eram fretados. As empresas, afirmou, recebiam pagamento por ceder o transporte. Também questionado pelo Estado se sabia de gastos não contabilizados, o ministro preferiu repassar a responsabilidade para a mulher dizendo não ter cuidado das contas de campanha dela.

Os gastos de Gleisi com táxi aéreo são sete vezes menores
 do que o de seu companheiro de chapa no Paraná, o senador Roberto Requião (PMDB). O peemedebista gastou R$ 416 mil com aviões para fazer a campanha pelo Estado.

aliado, no entanto, gastou em toda sua campanha R$ 3 milhões, menos da metade do que Gleisi.
Aliados e opositores de ambos no Paraná apontam que a campanha da petista era mais vistosa e incluía mais cidades em seus roteiros a cada dia, o que aumentaria a necessidade de rápidos deslocamentos em busca do voto do eleitor.




terça-feira, 12 de julho de 2011

#Bomba! Empresa que financiou PR e Gleisi tem contratos milionários com DNIT

Enquanto vão roubando os cofres públicos a Presidenta continua dando uma de Santa exatamente como o seu CHEFE o Lulinácio fazia. Hoje ela disse em entrevista que sente muito pelo que tem acontecido em seu governo. Sente tanto que continua com o PR cuidando duma pasta onde a roubalheira corre solta. Fica triste mas não se arrepende. Participou do sequestro do Embaixador americano e não se arrependeu. Participou do assalto do cofre do Ademar de Barros e não se arrependeu. Fez parte do grupo que assassinou o Soldado Mario Koesel e não se arrependeu. Só faltou ve-la vertendo lágrimas de jacaré. Como pode haver tanta cara de pau? Todos roubando debaixo do nariz dela e continua mantendo e defendendo os mesmos. Foi assim com Erenice Guerra, Palocci e muitos outros meliantes. Como o povo ainda continua apoiando este governo que é considerado o mais corrupto da história do Brasil? Recordista em escandalos e corrupção, drogados em crack, mortos em estradas, mortos por falta de atendimentos em hospitais, tráfico de drogas, baixa qualidade na educação e alimento escolar.

Vejam mais esta divulgada no Blog do Josias:


A empreiteira Sanches Tripoloni, do Paraná, viveu anos de bonança nos dois reinados de Lula.
Seus contratos com o Dnit, o departamento que cuida de obras rodoviárias na pasta dos Transportes, cresceram 1.273%.
Em 2004, as obras confiadas à Sanches Tripoloni somavam R$ 20 milhões. Em 2010, em cifra atualizada, totalizavam R$ 267 milhões.
Os dados constam de notícia veiculada pela Folha. Coisa produzida pelos repórteres Breno Costa, Andreza Matais e Rubens Valente.
A prodigalidade dos contratos fez da Sanches Tripoloni uma generosa doadora de campanhas políticas. Ou vice-versa.
No ano passado, a empreiteira borrifou R$ 7,2 milhões nas arcas eleitorais de diferentes candidatos.
Deu prioridade aos políticos ligados ao consórcio governista. A estes, doou R$ 6,4 milhões, incluindo R$ 1 milhão para Dilma Rousseff. José Serra beliscou R$ 180 mil.
Os candidatos do PR, partido de Alfredo Nascimento, que chefiou os Transportes durante seis dos oito anos de Lula, levaram R$ 2,5 milhões.
Sozinho, o senador Blairo Maggi (PR-MT), padrinho de Luiz Antonio Pagot, o mandachuva do Dnit, foi aquinhoado com R$ 500 mil.
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), chefe da Casa Civil e mulher do ministro Paulo Bernardo (ex-Planejamento, agora nas Comunicações), amealhou R$ 510 mil.
Na época em que azeitou a escrituração das campanhas, a Sanches Tripoloni estava proibida de contratar com o governo.
Havia sido declarada inidônea pelo TCU, em maio de 2009. Por quê? Prevalecera numa licitação do Dnit “de forma extremamente viciada”.
Ao tocar a obra, um anel rodoviário na cidade paranaense de Foz do Iguaçu, injetara nos borderôs um sobrepreço de R$ 9,9 milhões.
Passadas as eleições, graças a um recurso, a empreiteira obteve do TCU a reabilitação. Alegou-se que as provas eram “indiciárias”, não conclusivas.
Em março de 2011, a Sanches Tripoloni firmou com o Dnit um aditivo contratual.
Orçadas em R$ 149 milhões, as obras do anel viário de Maringá (PR), foram à casa dos R$ 178,6 milhões.
No mês anterior, a empreiteira vencera licitação para a segunda fase dessa mesma obra.
Decorridos cinco meses, o contrato ainda não foi assinado. Por quê? O TCU apontou sobrepreço de 10% no pedaço já reaizado da obra.
Nos porões do PR, a legenda que Dilma levou à grelha, acusa-se o casal Bernardo-Gleisi de atuar em benefício da Sancres Tripoloni. Eles negam.
Bernardo refuta a insinuação de que teria pressionado Luiz Antonio Pagot para liberar as verbas que propiciaram o início da obra de Maringá.
Alega que o empreendimento saiu do papel graças a uma emenda da bancada de congressistas do Paraná.
“Conseguimos uma emenda de bancada, a pedido da prefeitura de Maringá, que foi liberada", diz o ministro.
Gleisi, a mulher de Bernardo, disse que não pediu dinheiro à empreiteira: "Visitei Maringá na campanha e eles perguntaram se podiam ajudar…”
“…Respondi que sim e pedi à minha assessoria que os procurasse. Está tudo devidamente registrado no site da Justiça Eleitoral".
Pode-se acusar a Sanches Tripoloni de tudo, menos de falta de senso de oportunidade. Financiou uma senadora e elegeu uma poderosa ministra.
Escrito por Josias de Souza às 06h46


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