Parece que a ex-ministra Erenice Guerra, vulgo Ereni6%, perdeu o trono mas continua com o cajado. Seus tentáculos continua em várias estatais, mamando nas tetas do governo. É assim que acontece com o PT, podem até tirar o meliante do cargo, mas continua a prestigiá-los com salários e mesadas. Não é a toa que os mensaleiros continuam ciscando no galinheiro e outros tantos comendo pelas beiradas. Não dá pra se afastar da boquinha. Não são importunados, o MP não corre atrás e assim o sol nascendo alegre e sorridente pros PTistas. E o povo? Parece que estão contentes com o osso, lamentavelmente.
Vejam a matéria tirada da Revista Época:
http://www.viafanzine.jor.br/site _vf/pag/2/denuncias.htm
Vejam a matéria tirada da Revista Época:
A Revista 'Época' afirma que, mesmo obrigada a se afastar do cargo, ex-ministra ainda mantém cargos em conselhos de estatais.
Senador relembra privilégios a empresa do ex-marido de Erenice.
Desde que a revista ‘Veja’ publicou a denúncia inicial envolvendo a titular da Casa Civil do governo Lula, denúncias contra Erenice Guerra não cessam de vir à tona. Apesar de ter sido obrigada a pedir demissão, a ex-ministra da Casa Civil ainda ocupa cargos em importantes conselhos de estatais, como no BNDES e na Eletrobrás. A afirmação é da revista ‘Época’.
De acordo com a revista, “Quatro dias depois de ter sido obrigada a pedir demissão da Casa Civil, Erenice Guerra mantém cargos no conselho da Eletrobras, da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) e também no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – órgão que está no centro do suposto esquema de lobby e tráfico de influência que teria sido montado por Israel Guerra, filho da ex-ministra, que motivou sua queda”.
A publicação também cita o salário recebido pela ex-ministra, “Com salário de R$ 5.122 mensais para participar de uma reunião a cada três meses, Erenice Guerra ocupa uma das 11 vagas no Conselho de Administração do BNDES, sob indicação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, comandado por Miguel Jorge”.
De acordo com a publicação, “Erenice fazia parte do Conselho Fiscal do banco desde abril de 2008. No dia 13 de maio, o Diário Oficial informou a exoneração dela desta vaga e a nomeação, no mesmo dia, para um conselho mais importante dentro do banco, o de Administração. Substituiu ali vaga deixada pela candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. O decreto é assinado pelo presidente Lula”.
A reportagem também destaca que, “Mesmo depois da demissão da Casa Civil, Erenice Guerra também aparece como conselheira de administração da Eletrobras com gratificação de R$ 3,8 mil para participar de uma reunião mensal. Além dessas estatais, Erenice também participa do conselho mensal da Chesf”.
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