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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

#BOMBA! Estamos cercados por MERDA! (CUIDADO! Palavras xulas)


“CERCADOS POR MERDA”...


Particularmente hoje estou com um mau humor dominante. Não estou com “culhão” de textualizar nada de grande conteúdo com o propósito de agregar conhecimento ou informação a alguém. Aos que procuram este tipo de leitura desçam até as crônicas anteriores, procurem outro espaço ou vão para merda!

Aos que ainda insistem em por aqui permanecer adianto que vou apenas esbravejar.
É uma merda pertencer a um mundo patético e sem qualquer sentido lógico meritório, onde escórias humanas lambuzam-se em cifras “esmerdalhadas” apenas por ostentarem como “virtude” a imoralidade da mediocridade. É uma merda misturar-se a uma sociedade sem tesão, acomodada na mais profunda ignorância, desprovida de perspectivas, que busca como fórmula da “felicidade” o arroz papa e o feijão aguado do dia seguinte como se fosse este um comportamento virtuoso, despida de qualquer compromisso com o todo, sem qualquer compromisso consigo mesma... Desta verdadeira “caganeira” social, junta e misturada, defeca-se o Brasil, que aprendeu a valorizar e aplaudir os que desodorizam merda pelo país afora, até porque tatu cheira tatu e assim segue a vida...

Como falo de “merda”, como falo do povo brasileiro, não posso deixar de falar de política... Se falo de política e merda não posso deixar de falar de PT, o maior conglomerado de merdas deste país... E não é a toa que a partir de sua descoberta seu mau cheiro caiu nas graças do povo, que nos dias mais festivos passou a trocar seu sagrado arroz papa e o feijão aguado por uma porção de merda à moda brasileira a ser degustada pós-agradecimentos por seus feitores...

Nesta dias, Lula e Dilma defecaram, ops, discursaram à frente de sua organização criminosa reunida. Para meliantes, ops, “militantes do PT” discursaram personagens que marcaram e continuam a marcar época em nossa história, com uma credibilidade deturpadora de qualquer média logicidade intelectiva... Discursaram os que trouxeram à baila social o uso natural do vocábulo corrupção, imoralidade pública, antieticidade como um algo tolerável e muitas vezes justo, “aplaudível”, em uma acepção bem peculiar, claro... Esses encontros são sempre épicos, pois se aglutinam merdas para todos os lados, é um esgoto a céu aberto, para onde se olha se depara com uma merda maior, mais gorda, a cada respiro o vômito se faz presente, isso claro, para quem não come merda todo dia e se diz satisfeito com as cagadas... Neste mesmo dia propôs-se um desagravo a José Dirceu, o mais aplaudido e festejado da noite, ideia essa aprovada por aclamação, uma moção de repúdio as verdades trazidas por uma famosa revista nacional, “Veja” só... Foi ainda redigido um documento intitulado “Por uma imprensa livre”, documento esse que propõe absurdas censuras à imprensa com um título que só convenceria analfabetos funcionais de sua pertinência para com seu conteúdo... e não é que vislumbro um convencimento social em massa como provável...

Em um raso exame de fezes encontraríamos proeminentes figuras políticas como José Dirceu, Marcos Valério, Delúbio Soares, José Genoíno, João Paulo Cunha, a frustrada chacrete Ângela Guadagnin, Antônio Palocci, Lula, Dilma e muitos outros que não valem mais meu tempo perdido neste sempre épico encontro... Esses oxiúros comandam esse país de merda sem que esta merda de sociedade se coce para eliminá-los de seus rabos, pelo contrário, engolem, comem o cocô e arrotam caviar sem saber o gosto que tem... É literalmente um povinho de merda... fazer o quê... 

Como prometido este texto não os levou a merda nenhuma, aliás, pensando bem, não foi exatamente merda o que faltou neste meu “piriri” emocional... Até a próxima...




terça-feira, 31 de maio de 2011

Vejam como nos tornamos no #Brasil acéfalo

Dando minhas rodadas pela net encontrei esse texto que achei excelente e resolví repassar. Essa é uma opinião expressa e particular da professora Universitária , membro da Academia de Defesa. Acho que ela conseguiu sintetizar o pensamento de grande parte dos brasileiros ante a falta de moral e ética de nossos líderes políticos.



Por Aileda de Mattos Oliveira 



O brasileiro satisfaz o seu velho e insuportável complexo de inferioridade, copiando o figurino político de países evoluídos, sem atentar que o modelo é grande demais para a sua pequenez cultural. Ouve falar na desenvoltura da ministra alemã, viu consolidado o regime chileno quando dirigido por mãos femininas, e acredita na caricatura de presidente como a da Argentina.
Por isso, elegeu uma mulher, dura e sem ternura, que por força dos compromissos de campanha, não pode ter a independência desejada. Optou pelo modelo argentino, típico do tango passional. Marido e mulher, parceiros, sentados no mesmo trono, um pouquinho cada um, tendo o Estado à sua disposição.

A Senhora Rousseff foi a primeira mulher eleita ao mais alto cargo da república brasileira. E daí? Vergonha para as mulheres, por lhe faltar o essencial, a competência administrativa. Vexame para as mulheres, por não ter postura de mandatária do pais.

Hoje, sentam-se no trono republicano o “ex- que não quer sair” e a desajustada Rousseff. Pelo que se percebe, através das notícias veiculadas, a anarquia no centro político do país mantém o Brasil prensado no modelo de governança de rifa entre amigos. A impressão que se tem é que o “país de todos”, não é de ninguém, está acéfalo, sem governo, sem leme, sem rumo, à deriva. Chega de dizer que a economia, copiada do mercenário anterior, vai bem. O país vai mal, porque as suas instituições básicas estão doentes, inoculadas que foram pelo gérmen corruptor petista.
Brasília parou, porque um indivíduo pertencente à malta resolve enriquecer sem trabalhar e, por ser um escolhido dos deuses, nada deve em termos de explicações à justiça. Justiça? Mas que justiça? Alguém viu a justiça por ai?

O novo rico, que aumentou em vinte vezes o seu patrimônio com os três pedidos ao gênio da lâmpada, assemelha-se, numa formatação tecnologicamente mais desenvolvida, ao Paulo César Faria, da triste Época Collor. Esta representou a irresponsabilidade da juventude collorida, já que o homem estaria melhor nas publicidades de cigarro, bebidas e carros. A Senhora Rousseff não tem estilo nem estampa para propagandas; arrasaria com o capital das empresas como faz com o país, ao liberar aos parceiros o direito de não dar satisfação pública do dinheiro acumulado.

Não adianta, o estigma de povo sem cultura, de governos espertos, entreguistas, corruptos, está arraigado na latinidade sul-americana.

No horizonte político brasileiro não se percebe a presença da Senhora Rousseff. Os acontecimentos indicam que seus “muitos amigos” vão, aos poucos, tirá-la do caminho por não saber manobrar o leme quando a maré ameaçar a doce vida dos peixes grandes.

Este Gigante precisa agir, o mais rápido possível, antes que a barbárie política acabe com ele, mas é ostensiva a sua preferência em manter-se ausente do cenário das disputas por dinheiro e mais dinheiro, que a impunidade respalda. Se o Gigante não tem vontade, impossível se torna agir contra a iniquidade.

 Prof.ª universitária, membro da Academia Brasileira de Defesa. A opinião expressa é particular da autora

Se não Compartilhar, poucos saberão!!!




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