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domingo, 7 de outubro de 2012

#BOMBA! Mais um PTista pego com dinheiro na CUECA em MANAUS.

Pois é, estes corruptos PTistas não tomam jeito mesmo. Como não tem como andar com dinheiro sujo desviados dos cofres públicos e não tem em quem confiar nos transportes de dinheiro sem procedencia legal, continuam usando de tramoias e acabam sendo presos, humilhados e constrangidos. Mesmo assim não param de carregar dinheiros nas cuecas, malas, meias, soutiens e até mesmo nos foots.


Já se tornou uma prática corriqueira desde que o PT foi flagrado com o famoso "Dólares nas Cuecas". Até mesmo Jorge Murad, marido da Governadora Roseana Sarney, foi pego com mais de Milhão dentro do colchão. Os aloprados, liderados por Aloisio Mercadante, também foram pegos transportando 2 milhões para compra do Dossiê pelo Cano, dentro de um hotel.


Realmente a criatividade desses aloprados é muito grande. Pena que são burros e pegos fáceis. Se é para roubar e sem serem punidos, vou até dar uma dica para que consigam faze-lo em paz: Consigam um indivíduo maneta ou perneta, e encham suas próteses de dinheiro roubado. Agora, rezem para que nenhum cão farejador descubra essa nova modalidade de desvio que estou indicando. Pelo menos eu sou mais inteligente que esses ditos aloprados, hehehehe.


Vejam a publicação:

Cabo eleitoral do PT é preso com dinheiro na cueca em Manaus

A Polícia Federal apreendeu R$ 1.280 em dinheiro escondidos na cueca de um cabo eleitoral do PT na madrugada de ontem, em Manaus.
No momento em que foi detido pela Polícia Militar, o homem carregava material de propaganda eleitoral da candidata a vereadora Rosi Matos (PT) dentro do carro.
Leia também:
No veículo havia um caderno contendo anotações cadastrais de eleitores. O homem, que não teve o nome divulgado, se identificou como membro do comitê da candidata.
Após prestar depoimento, ele foi liberado. A assessoria de imprensa da candidata Rosi Matos disse que o homem não pertence ao seu comitê, mas confirmou que a mãe dele é cabo eleitoral do partido. (Folha) 



quarta-feira, 18 de julho de 2012

#BOMBA! Conforme previsto DELÚBIO assume sozinho o MENSALÃO.

Como tínhamos previsto AQUI, Delúbio Soares, um dos ALOPRADOS do PT, resolveu assumir a culpa do MENSALÃO. Para tentar ser bem sucedido, está utilizando a tática vitoriosa de Lula dizendo que é intriga da Oposição, factóides do PIG, que é tudo falácia, que o Mensalão nunca existiu, entre outras. Só que houve desvio de dinheiro público. Embora os mensaleiros não tenham sido filmados colocando dólares nas meias, nas cuecas, nas bolsas como no caso do ex-governador José Arruda de Brasilia, há provas de que eles tiraram as verbas nas bocas dos caixas de Bancos ligados ao Governo e o Publicitário Marcos Valério. 
Assim como Arruda e outros foram cassados pelo mensalão de Brasília, os 38 corruptos do PT incluindo aí LULA, José Dirceu, José Genoino e o próprio Delúbio, devem ir pelo mesmo caminho. E eles sabem que isso está para acontecer, tanto que o próprio Lula tentou chantagear o Ministro Gilmar Mendes do STF conforme divulgado AQUI, José Dirceu convocou a UNE para defende-los AQUI e a CUT ameaçou o Congresso AQUI
Não fosse isso, acredito que talvez o Delúbio Soares assumisse tudo sozinho com muito sucesso,  condenado tão somente a serviços para a comunidade sem ter de devolver nada. Mas o erro deles é o de negar os fatos com argumentos chucros e ainda achar que os Ministros do Supremo são ALOPRADOS como eles.

Vejam a matéria:



Delúbio diz ter agido sozinho e nega mensalão


O ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, assumiu que distribuiu recursos ilegais a políticos e chama de ‘falácia’ a compra de apoio político. Esta é a estratégia do PT e dos seus advogados para tentar "livrar" a cara de seus dirigentes mais importantes, entre eles o ex-presidente Lula e seu fiel escudeiro Zé Dirceu.

A faixa ao fundo diz que Delúbio é EXEMPLO???
Em memorial sucinto enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares assumiu sozinho a responsabilidade pela distribuição de recursos ilegais a políticos e partidos da base aliada do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Mas negou que os pagamentos tivessem relação com o “falacioso mensalão” e alegou ser inocente das acusações de corrupção ativa e formação de quadrilha.

A estratégia de colocar a conta do mensalão nos ombros de Delúbio para livrar os demais réus foi combinada pelo “núcleo central da quadrilha”, definição usada pela Procuradoria-Geral da República na denúncia entregue ao STF em 2007, como antecipou o Estado em 2 de julho. O acerto teria sido articulado entre o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), apontado como “chefe da organização criminosa”, o ex-presidente do PT José Genoino e o próprio Delúbio.

Segundo o ex-tesoureiro, as acusações “não se sustentam”. “Os repasses de valores (…) tiveram como única finalidade o pagamento de despesas decorrentes de campanhas eleitorais, tanto dos diretórios estaduais do PT, quanto dos partidos que integravam a chamada base aliada”, afirma Delúbio. “Restou comprovado que o dinheiro utilizado para pagamento de dívidas de campanha foi obtido por meio de empréstimos, junto ao Banco Rural e ao banco BMG”, insistiu, embora a CPI dos Correios, em 2005, tenha afirmado que o dinheiro teve origem em repasses irregulares do governo para empresas do empresário Marcos Valério e, de lá, para o caixa do PT.

Ao contrário do que afirma o Ministério Público, Delúbio nega a existência de corrupção no esquema. “Os elementos probatórios colhidos na presente ação penal revelam com clareza que não houve transferência de dinheiro para compra de votos no Congresso”, disse ele. “É fundamental destacar que as principais reformas votadas no período questionado só foram aprovadas com votos da oposição.”

O julgamento do mensalão começa no dia 2 e Delúbio, um dos 38 réus, pode pegar até 12 anos de prisão, além de ficar inelegível por até 15 anos. O ex-tesoureiro se mostra confiante em ser absolvido de acusações como a de corrupção. “Como restou demonstrado na defesa, inclusive por gráficos, não há nenhuma relação entre o repasse do dinheiro e o apoio ao governo, o que desnatura o falacioso mensalão”, disse. “Não há, aliás, nenhum pagamento mensal, como também se demonstrou.”

Campanha 

Da mesma forma, conforme ele, não há relação entre apoio dos partidos da base com o dinheiro dos empréstimos. Delúbio dá uma explicação duvidosa: “Ao longo do período em que foram feitos os repasses, a taxa de apoio ao governo diminuiu, o que mostra a absoluta improcedência da acusação de corrupção”. Todo o dinheiro que circulou entre partidos e candidatos de 2002 a 2004, segundo ele “está inequivocamente relacionado a despesas de campanha”.

Ele negou que o PT seja uma quadrilha, razão pela qual também acredita que será absolvido da segunda acusação. Ele explicou que, ao participar da fundação do partido, associou-se “com muitas outras pessoas com o fim de propugnar por um projeto político e implantá-lo por meio do exercício do poder obtido pela via democrática, mas em relação a uma associação para a prática de crimes não há uma única prova produzida nesse sentido”, destacou.

Com 35 linhas, datado de 28 de junho, o memorial é assinado pelos advogados Arnaldo Malheiros Filho e Celso Sanchez Vilardi.





Tática sempre usada por Lula e que Delúbio tenta usar.


Sponholz

segunda-feira, 27 de junho de 2011

BOMBA! Finalmente pegaram MERCADANTE. VEJA divulga gravação dos aloprados.

Mais cedo ou mais tarde o Chefe dos Aloprados ia ser pego. Tchau Mercadante! Todos sabiam que ele era culpado mas faltava apenas algo mais contundente como prova documental e testemunhal. A Revista VEJA acaba de divulgar com exclusividade a gravação de aloprados que incriminam Mercadante. Só podia ser PTistas mesmos. Mais um membro da quadrilha denunciado. Agora vamos ver o que a justiça fará já que sua saída não depende dos políticos.
Vejam abaixo as acusações de que a nova Ministra Ivete Salvati, também participou desse esquema criminoso: 
http://blogdoparrini.blogspot.com/2011/06/bomba-ministra-ideli-salvatti-envolvida.html


Dossiê dos Aloprados

As confissões de Expedito Veloso - agora em áudio 

As gravações em que o aloprado revela os bastidores da montagem do dossiê que seria usado contra José Serra na campanha de 2006

Hugo Marques e Gustavo Ribeiro
Há duas semanas, VEJA publicou as confissões de Expedito Veloso, um dos envolvidos no escândalo dos aloprados – a tentativa de petistas comprarem um dossiê forjado para prejudicar o tucano José Serra nas eleições para o governo paulista de 2006. Em gravações obtidas pela revista, o ex-diretor do Banco do Brasil esclarece quem foram os patrocinadores de uma das mais sórdidas patranhas políticas do Brasil recente.
Veloso fez parte do grupo que que negociou o falso documento com uma dupla de empresários corruptos, os irmãos Darci e Luiz Antônio Vedoin. Esse grupo era encabeçado pelo então senador Aloizio Mercadante – que se aliou nessa empreitada, de maneira surpreendente, com o ex-governador de São Paulo Orestes Quércia, morto em 2010.
Convidado a falar numa comissão do Senado nesta terça-feira, Aloizio Mercadante deve tratar do escândalo oficialmente pela primeira vez.  Nesta segunda-feira, o ministro da Ciência e Tecnologia negou mais uma vez qualquer envolvimento com o episódio.
Durante um almoço com empresários em São Paulo, ele afirmou: “Eu vi uma nota que o Expedito publicou. Ele disse que nunca citou nomes, nunca falou de dinheiro, não tem nenhuma informação sobre isso, que a responsabilidade é dos jornalistas e da revista. Expedito nunca foi meu assessor, assim como Quércia nunca foi meu aliado”. 
VEJA apresenta os trechos mais reveladores das confissões de Expedito Veloso:

Saiba quem é quem no escândalo do dossiê:
Expedito Veloso - ex-diretor do Banco do Brasil, analisou os documentos que seriam usados na fraude. Depois, arrependido pelo fato de o esquema não ter poupado colegas do partido, revelou detalhes do caso em conversas gravadas.
Hamilton Lacerda - um dos coordenadores da campanha de Aloizio Mercadante. Foi filmado no hotel onde estava o dinheiro que serviria para pagar o dossiê e procurou a revista IstoÉ para tentar divulgar o material.
Gedimar Passos - policial federal aposentado. Foi preso em flagrante em um hotel de São Paulo com 700.000 reais em dinheiro vivo. Era o encarregado de pagar pelo dossiê. Integrava a campanha à reeleição do presidente Lula em 2006.
Valdebran Padilha - tesoureiro informal do PT em Mato Grosso. Foi por intermédio dele que o comitê paulista negociou com os empresários mato-grossenses Darci e Luiz Antônio Vedoin. Foi preso em 2006 com Gedimar Passos. Era ele quem deveria receber o pagamento pelo dossiê. A polícia apreendeu com ele 1 milhão de reais.
Darci e Luiz Antônio Vedoin - empresários e líderes da máfia dos sanguessugas, vendiam ambulâncias superfaturadas. Ofereceram ao PT o falso dossiê para tentar incriminar o PSDB e cobraram 1,7 milhão de reais para falsificar documentos e conceder uma entrevista na qual acusariam José Serra de envolvimento com as fraudes no Ministério da Saúde.


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

BOMBA! PF confirma envolvimento de grupo de DILMA em quebra de Sigilo do PSDB

PF liga quebra de sigilos à pré-campanha de Dilma

20 de outubro de 2010 09h10 atualizado às 09h23


Segundo a edição desta quarta-feira (20) do jornal Folha de S. Paulo, a Polícia Federal (PF) já identificou quem encomendou as quebras de sigilo fiscal de dirigentes do PSDB junto à Receita Federal, denunciados em junho pelo mesmo diário.

De acordo com a publicação, as investigações da PF apontam que o jornalista Amaury Ribeiro Jr., ligado ao "grupo de inteligência" da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT), conseguiu, por intermédio do despachante Dirceu Rodrigues Garcia, os dados da filha e do genro do candidato à presidência José Serra, Veronica Serra e Alexandre Bourgeois, do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, e de outros integrantes do partido. Ainda segundo a reportagem, Dirceu confessou à PF que recebeu R$ 12 mil de Amaury Ribeiro Jr. para conseguir os dados dos dirigentes tucanos.

De acordo com a reportagem da Folha, Dirceu Rodrigues Garcia fazia o contato com o office-boy de São Paulo Ademir Cabral, que acionava outro despachante, Antonio Carlos Atella. Era Atella quem obtinha os dados por meio de falsificação de uma solicitação de cópia de documentos da Receita ou através do despachante Fernando Araújo Lopes, que pagava à funcionária Adeilda dos Santos, lotada na agência de Mauá (SP) da Receita Federal, para acessar os dados usando a senha de sua chefe, Antonia A. Silva.

A Folha de S. Paulo aponta também que o elo estabelecido entre Amaury Ribeiro Jr. e Dirceu Rodrigues Garcia foi revelado pelo cruzamento de extratos telefônicos obtidos pela PF com autorização judicial. De acordo com a investigação da PF, citada pela reportagem, os dados foram encomendados em outubro de 2009, quando o jornalista Amaury Ribeiro Jr. ainda tinha vínculo profissional com o jornal O Estado de Minas.

O "grupo de inteligência" da pré-campanha de Dilma era responsável pelo "levantamento de informações e confecção de dossiês que pudessem ser usados na campanha contra adversários", diz a reportagem. Na época, o responsável pela comunicação da pré-campanha da candidata petista era o jornalista Luiz Lanzetta, que, segundo o jornal, participou de um encontro com Amaury Ribeiro Jr. em 20 de abril deste ano, em um restaurante de Brasília.

http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4744072-EI15315,00-Jornal+PF+liga+quebra+de+sigilos+a+precampanha+de+Dilma.html


Charges e Vídeos trazidas da comunidade do Orkut abaixo:

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