quinta-feira, 21 de abril de 2011

#BOMBA! Quem NÃO votou na #Dilma vai pagar MAIS pelo gás!

Dilma está castigando quem não votou nela. Como se não bastasse os preços recordes que está sendo pago pelos combustíveis, nem todos os felizardos que possuem veículos movidos a gas foram beneficiados. Sinceramente estão dando tiros nos pés pois até quem votou neles estão sendo prejudicados. Na verdade, a redução de preços anunciada abaixo deveria ser a todos sem distinção.


Leiam as matérias:

CoturnoNoturno:
Gás: Dilma castiga o Brasil que não votou nela.

Surpreendentemente, a Petrobras baixou em 9,7% o preço do gás. Menos para Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Interior de São Paulo. Justamente onde Dilma Rousseff perdeu as eleições. Na Grande São Paulo, onde ela sonha ganhar em 2012, incluindo a capital, também não houve aumento. Não há justificativa para que brasileiros paguem preços diferentes em produto monopolizado pela Petrobras. Não importa se o gás vem da Bolívia ou da Bacia de Campos. Dilma castiga quem não votou nela. Vergonhosamente.


Estadão:

Depois de ameaçar aumentar em 10%, Petrobrás baixa em 9,7% o preço do gás

Medida, que deixou surpreso o setor distribuidor, foi anunciada pela estatal como ''seu exclusivo critério'', segundo nota ao mercado


Kelly Lima/RIO - O Estado de S.Paulo



A Petrobrás surpreendeu o mercado ontem ao anunciar uma redução de 9,7% no preço do gás natural entregue para as distribuidoras, a partir de 1.º de maio. Na semana passada, a estatal havia enviado comunicado às distribuidoras informando sobre um aumento de 10% no preço do gás. Depois, voltou atrás e, em nota, disse ainda estar estudando o porcentual. A expectativa do mercado era de alta de 12%.
Fabio Motta/AE-28/7/2008
Fabio Motta/AE-28/7/2008
Mais gás. Mexilhão, na Bacia de Santos, começa a operar este ano
No início desta semana, a Petrobrás, em novo comunicado às distribuidoras, suspendeu temporariamente o aumento e acenou com a possibilidade de congelamento, ao adotar o termo jurídico de "novação contratual". Finalmente, ontem, três dias depois, a companhia oficializou a decisão de redução de preço, em quase 10%, numa atitude que, fez questão de frisar, foi tomada "a seu exclusivo critério".
Nos últimos meses, a política de preços da Petrobrás tem gerado grande polêmica, especialmente depois que o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, reconheceu que a estatal havia proposto um reajuste nos preços de gasolina e diesel, para reduzir a diferença com os preços internacionais. O aumento, segundo Lobão, foi vetado pela presidente Dilma Rousseff, por causa do impacto que poderia provocar na inflação.
Na prática, o repasse da redução do preço para o consumidor ficará a cargo das distribuidoras, que são regidas por política estadual. Podem repassar a redução ou elevar sua margem de lucro. Com exceção do sul do País e do interior do Estado de São Paulo, que são atendidos pelo gás trazido da Bolívia, o desconto - que só vale para o gás de campos nacionais - atinge todas as demais distribuidoras.
São Paulo. Na capital paulista, apesar de a Comgás receber o gás nacional, a política de preços é diferenciada e há um reajuste anual com base em tudo o que a empresa pagou para a Petrobrás e recebeu dos consumidores. A base de cálculo de 2011 toma um preço médio de US$ 80 para o barril de petróleo, com o dólar a R$ 1,80. Como esses dois referenciais oscilaram muito, há o risco de a redução não chegar ao consumidor, dizem especialistas.
As distribuidoras CEG e a CEG Rio, que atendem a cidade do Rio de Janeiro e o interior do Estado, informaram que ainda estão calculando o impacto dessa redução para cada grupo de consumidores.
Apesar de não entenderem como a Petrobrás fez as contas para chegar a um porcentual de redução de preços, especialistas acreditam que a companhia está tentando estimular o consumo do combustível que deverá ter uma oferta excedente este ano. A empresa comenta em nota à imprensa que decidiu baixar o preço "diante do cenário recente de evolução dos preços dos energéticos e suas consequências sobre os valores estipulados nos contratos de gás natural de origem nacional".
A companhia informou que essa medida se baseou em estudos da área comercial e visa a preservar a competitividade do gás natural no mercado. A estatal tem este ano um grande volume de gás natural sendo ofertado, com a entrada em produção das unidades de Mexilhão, Uruguá-Tambaú e também o projeto piloto do campo de Lula (ex-Tupi), todos na Bacia de Santos.
Sobe preço para usinas
Paralelamente à redução do preço do gás, a Petrobrás dobrou o preço do combustível para
usinas térmicas que serão leiloadas em julho pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). 


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