segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

"How to get a life".

Pois,
Este ano critiquei a misoginia, a educação, a saúde, a segurança pública, a mobilidade urbana, a corrupção, o PT, e os partidos nanicos.
Não comentei nada de bom, nada de auto-ajuda.
Forniquei a vida de todos com meus comentários, sobre o Aerus, a Varig, que fui funcionário por 33 anos.
Nesse último comentário desse ano, vou falar de felicidade.
Felicidade é uma questão de pontos de vista.
Ficou difícil traduzir "how to get a life" para "Como ter uma vida" onde o mais correto seria como conduzir uma vida.
"how to get a life" é uma maneira de ser feliz.
As felicidades  novas estão desestruturando a sociedade.
Crianças felizes de 6 anos de idade com "I-phones" ou celulares, vídeo games ou computadores, no caminho das drogas e das futilidades.
Pessoas felizes que não estudam,e ficam até tarde nos computadores, jogando, nas redes sociais ou nas baladas.
Outras são felizes cheias de "piercings" e "tatoos", vestindo se como lixo, imitando indígenas de dois séculos passados.
 Pessoas felizes por achar leitura indigesta, seque sabem para que servem jornais e revistas, ou estar a par das notícias é coisa de velhos. 
Pessoas felizes com as fofocas.
Felizes por dispensar falar com as pessoas, não comentar nada, não ouvir nada, que os outros tenham,suas ideias..
 Mulheres felizes valorizando paixões com ânsia de serem amadas, não importando se serão mortas ou roubadas.
Felizes relações com um rol de amizades supérfluas cheias de gente, burra e que pensa diferente.
felizes em nunca trabalhar para ter dinheiro, pois sua família garante seu futuro.
felizes em se  verem livres da infância, achando em suas juventudes imortais, na vida adulta irritado com os deveres e obrigações.
Felizes em suas  velhices  depressivas justamente pela falta do que não foi obtido quando tiveram todas as chances de luta,
As coisas acima fizeram muitos felizes, mas não tornaram-lhes  melhores, apenas diferentes.
Os infelizes que tentaram seus sucessos na vida com a educação, o estilo, na leitura, nas amizades com pessoas inteligentes, em ter opiniões, de ouvirem e gerenciarem o ambiente, em ganharem dinheiro honesto, cumpridores dos deveres e lutando por  direitos, ajudando suas famílias e não dependendo delas.
Os infelizes que acreditaram em papai noel na infância, fazendo suas diferenças na juventude, conduzindo suas vidas na fase adulta com honestidade, lutando por seus interesses, para que em suas velhices não entrarem em depressão por suas vidas fúteis e inúteis passadas.
Fiz todo esse rodeio para falar da terra de OZ, o Brasil.
Bem como podem ver é tudo uma questão de ponto de vista.
O Brasil dos frascos e comprimidos, da homofobia, da inclusão social, dos direitos dos manos, das cotas raciais, dos estatutos fracassados, das leis provincianas.
Se você é feliz doando para a igreja universal, muito mais feliz é quem recebe.
Porque deus não precisa do sua doação, quem precisa é o bispo.
Eu imagino que esse povo escravo do dízimo poderia sustentar o SUS, sem problemas.
E com saúde seriam muito mais felizes.
Podiam doar para a previdência melhorar os salários dos aposentados.
Se conseguem sustentar bispos e igrejas não deveriam reclamar dos serviços públicos.
Quem sou para ensinar a vocês " "How to get a life"?
Não posso aceitar ser infeliz no direito e feliz no errado.
Porém, não importa, é tudo questão de ponto de vista.
Amanhã muda a data, mas a lesma lerda será a mesma.
Happy New Year, for all.(forró) sic...




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