sábado, 9 de agosto de 2014

BOMBA! Contadora de doleiro revela: Eram malas e malas de dinheiro para o #PT

Por Carlos Parrini ... 

Daí eu pergunto: como uma presidente de nossa nação, vaiada por todos os cantos por onde passa, que faz parte do partido cujos líderes estão presos, que não fez nada no Brasil (Só no estrangeiro), que é incompetente, que deixa os cumpanheiros saquear a Petrobrás, que está doando nossas empresas para empreiteras, Chineses e Cubanos, tem um passado de terrorista e assaltante de bancos, poderia estar em primeiro lugar no IBOPE?
Alguem pode desenhar para mim?
Depois desse escandalo, o IBOPE virá com mais uma pesquisa dizendo que a mentirosa subiu ainda mais. Só lembrando que o IBOPE costuma vender resultados. O filho do dono desse instituto de pesquisa, tem contrato de mais de R$ 30 milhões com o Governo. 
Estou tão abismado pois só vejo o povo ao meu redor, falando mal dos Petralhas.
Quero entender pois sou um loiro meio burro e preciso da ajuda dos universitários. Mas vou logo avisando: que não seja os filiados da UNE, pois que eles também foram comprados pelo PT.

Vejam o babado:

09/08/2014
às 6:53

A contadora de Alberto Yousseff conta tudo à revista VEJA. Prefeituras do PT eram a grande fonte do doleiro

A revista VEJA desta semana traz uma reportagem com Meire Bonfim Poza. Eis a capa.
capa da veja
Quem é ela? Meire era a contadora do doleiro Alberto Yousseff. Meire viu, ouviu e participou de algumas das maiores operações do grupo acusado de lavar R$ 10 bilhões de dinheiro desviado de obras públicas e destinado a enriquecer políticos corruptos e a corromper outros com pagamento de subornos. Qual era a fonte privilegiada da mamata? Prefeituras do PT.
Meire Poza viu malas de dinheiro saindo da sede de grandes empreiteiras, sendo embarcadas em aviões e entregues nas mãos de políticos. Durante dois anos, Meire manuseou notas fiscais frias, assinou contratos de serviços inexistentes, montou empresas de fachada, organizou planilhas de pagamento. Ela deu ares de legalidade a um dos esquemas de corrupção mais grandiosos desde o mensalão.
Meire sabe quem pagou, quem recebeu, quem é corrupto, quem é corruptor. Conheceu de perto as engrenagens que faziam girar a máquina que eterniza a mais perversa das más práticas da política brasileira. Meire Poza era a contadora do doleiro Alberto Youssef — e ela decidiu revelar tudo que viu, ouviu e fez nos dois anos em que trabalhou para o doleiro.
“O Beto era um banco de dinheiro ruim. As empreiteiras acertavam com os políticos, e o Beto entrava para fazer o trabalho sujo. Ele passava o tempo todo levando e trazendo dinheiro, sacando e depositando. Tinha a rede de empresas de fachada para conseguir notas e contratos forjados”, diz. Um dos botes mais ousados de Youssef, segundo ela, tinha como alvo prefeituras comandadas pelo PT.
O doleiro pagava propina de 10% para cada prefeito que topasse apostar em um fundo de investimento criado por ele. “E era sempre nas prefeituras do PT. Ele falava: ‘Onde tiver PT, a gente consegue colocar o fundo’”. André Vargas era um parceiro fiel. O deputado estava empenhado em fazer com que dois fundos de pensão de estatais, o Postalis (dos Correios) e a Funcef (da Caixa Econômica Federal), injetassem R$ 50 milhões em um dos projetos do doleiro.
Leiam a reportagem. É de estarrecer. As empreiteiras que fizeram contratos com a Petrobras não se saem bem na história. É um esquema de corrupção que rivaliza com o do mensalão e que, muito provavelmente, o supera no valor movimentado. Vejam qual é o “modus operandi” deles.

Por Reinaldo Azevedo



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