segunda-feira, 1 de abril de 2013

ANTROPOLOGO DE 35 ANOS FOI PRESO E TEVE SEUS 15 MINUTOS DE FAMA

O Brasil está entulhado de chantagistas da moral social. Essa gente usa qualquer meio para ter seu minuto de fama, para chamar a atenção com escândalos fajutos; para acusar e se vitimizar.
Um tal, Marcelo Regis Pereira, antropólogo de 35 anos que fazia baderna durante a seção da comissão de Diretos Humanos na Câmara Federal, afirmou que fora preso “por ser negro, por ser pobre e por ser gay”.

Ora, ninguém é preso por tais motivos. A condição de gay é essencialmente uma opção sexual pessoal, opção que já não importa a ninguém. Quanto a ser negro, no Brasil tornou-se até um privilégio, com direito a direitos que a grande maioria de brancos pobres não têm, como por exemplo: cotas raciais em universidades, bolsas e impunidade para acusar um cidadão branco de racista e preconceituoso. 

Tampouco foi preso por ser pobre, afinal, um antropólogo de 35 anos, só é pobre por incompetência própria, já que teve tempo suficiente de estudos para se preparar para um desses milhares de concursos públicos que remuneram um sujeito com salários de 8 à 23 mil Reais/mês.

O Sujeito foi detido (e não preso) porque cometeu excessos a pretexto de chantagear a moral social com seus complexos insuperáveis. Se o fato de ser gay culminasse em prisão, não haveria cadeia no Brasil nem mesmo para os transviados que apoiam um pederasta vulgar que o BBB ajudou a eleger deputado, um sujeito odiento e repugnante que afronta cristãos, protestantes, judeus e a sociedade brasileira, impunemente.


Fonte:  https://www.facebook.com/groups/253438948067141/permalink/450774251666942/

Escritor Ruy Camara

Postado por Tereza, do Politica sem Medo

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