quinta-feira, 19 de julho de 2012

#BOMBA! 38% dos Universitários não sabem LER e ESCREVER direito.

Essa é a herança maldita que o PT está deixando para o Brasil: Milhões de mal educados. Nem os Militares foram tão relaxados no ensino como o Governo Civil. Some-se a péssima educação que as novas gerações estão tendo com a Corrupção no Ensino, compras de Diplomas, compra de Gabaritos de Universidades e do ENEM inclusive e  você vai ter esse resultado alarmante de 38% de analfabetos funcionais. Imagine você sendo operado por um médico que comprou diploma e mal sabe ler e escrever?
O último Ministro do PT, Fernando Haddad, foi um dos grandes culpados por essa bagunça. Mandou que se distribuíssem milhões de livros de Português com erros de português gravíssimos. Sua preocupação era mais que alunos aprendessem como fazer amor com pessoas do mesmo sexo (através de Kits Gays) do que faze-los aprender a educação básica propriamente dita (Ainda quer ser Prefeito de São Paulo). Seu Sucessor, Aloízio Mercadante, não fede, não cheira e não faz nada. Tá mais parecido com um MerdAndante.
Mas cadê a UNE dos comunistas das caras pintadas? Eles estão ajudando o José Dirceu a se defender do Mensalão. Afinal, é para isso que eles prestam hoje em dia. Nem mesmo compareceram aos protestos hoje no ministério da Educação, onde os professores levaram porrada dos Policiais do PT.
Bom, você pode até colocar seus filhos em ótimas e caras escolas, mas eles e você podem ser vítimas dessa herança maldita. Se prepare se precisar ir ao médico, mesmo em clinicas particulares.


Vejam a notícia conforme divulgada pelo ESTADÃO:



No ensino superior, 38% dos alunos não sabem ler e escrever plenamente

LUIS CARRASCO, MARIANA LENHARO - O Estado de S.Paulo
Entre os estudantes do ensino superior, 38% não dominam habilidades básicas de leitura e escrita, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgado pelo Instituto Paulo Montenegro (IPM) e pela ONG Ação Educativa. O indicador reflete o expressivo crescimento de universidades de baixa qualidade.
Criado em 2001, o Inaf é realizado por meio de entrevista e teste cognitivo aplicado em uma amostra nacional de 2 mil pessoas entre 15 e 64 anos. Elas respondem a 38 perguntas relacionadas ao cotidiano, como, por exemplo, sobre o itinerário de um ônibus ou o cálculo do desconto de um produto.
O indicador classifica os avaliados em quatro níveis diferentes de alfabetização: plena, básica, rudimentar e analfabetismo (mais informações nesta pág.). Aqueles que não atingem o nível pleno são considerados analfabetos funcionais, ou seja, são capazes de ler e escrever, mas não conseguem interpretar e associar informações.
Segundo a diretora executiva do IPM, Ana Lúcia Lima, os dados da pesquisa reforçam a necessidade de investimentos na qualidade do ensino, pois o aumento da escolarização não foi suficiente para assegurar aos alunos o domínio de habilidades básicas de leitura e escrita.
"A primeira preocupação foi com a quantidade, com a inclusão de mais alunos nas escolas", diz Ana Lúcia. "Porém, o relatório mostra que já passou da hora de se investir em qualidade."
Segundo dados do IBGE e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), cerca de 30 milhões de estudantes ingressaram nos ensinos médio e superior entre 2000 e 2009. Para a diretora do IPM, o aumento foi bom, pois possibilitou a difusão da educação em vários estratos da sociedade. No entanto, a qualidade do ensino caiu por conta do crescimento acelerado.
"Algumas universidades só pegam a nata e as outras se adaptaram ao público menos qualificado por uma questão de sobrevivência", comenta. "Se houvesse demanda por conteúdos mais sofisticados, elas se adaptariam da mesma forma."
Para a coordenadora-geral da Ação Educativa, Vera Masagão, o indicativo reflete a "popularização" do ensino superior sem qualidade. "No mundo ideal, qualquer pessoa com uma boa 8.ª série deveria ser capaz de ler e entender um texto ou fazer problemas com porcentagem, mas no Brasil ainda estamos longe disso."
Segundo Vera, o número de analfabetos só vai diminuir quando houver programas que estimulem a educação como trampolim para uma maior geração de renda e crescimento profissional. "Existem muitos empregos em que o adulto passa a maior parte da vida sem ler nem escrever, e isso prejudica a procura pela alfabetização", afirma.
Jovens e adultos. Entre as pessoas de 50 a 64 anos, o índice de analfabetismo funcional é ainda maior, atingindo 52%. De acordo com o cientista social Bruno Santa Clara Novelli, consultor da organização Alfabetização Solidária (AlfaSol), isso ocorre porque, quando essas pessoas estavam em idade escolar, a oferta de ensino era ainda menor.
"Essa faixa etária não esteve na escola e, depois, a oportunidade e o estímulo para voltar e completar escolaridade não ocorreram na amplitude necessária", diz o especialista.
Ele observa que a solução para esse grupo, que seria a Educação de Jovens e Adultos (EJA), ainda tem uma oferta baixa no País. Ele cita que, levando em conta os 60 milhões de brasileiros que deixaram de completar o ensino fundamental de acordo com dados do Censo 2010, a oferta de vagas em EJA não chega a 5% da necessidade nacional.
"A EJA tem papel fundamental. É uma modalidade de ensino que precisa ser garantida na medida em que os indicadores revelam essa necessidade", diz Novelli. Ele destaca que o investimento deve ser não só na ampliação das vagas, mas no estímulo para que esse público volte a estudar. Segundo ele, atualmente só as pessoas "que querem muito e têm muita força de vontade" acabam retornando para a escola.
Ele cita como conquista da EJA nos últimos dez anos o fato de ela ter passado a ser reconhecida e financiada pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). "Considerar que a EJA está contemplada no fundo que compõe o orçamento para a educação é uma grande conquista."


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