quinta-feira, 22 de março de 2012

#BOMBA! UnB conseguiu quebrar SEGURANÇA de URNA Eletrônica!

Por isso que os Estados unidos e todos os países democráticos e honestos, não querem Urnas Eletrônicas para arrecadar votos. Elas são totalmente fraudáveis. E a UnB foi a primeira a descobrir isso na prática embora já vinhamos alertando já algum tempo dessa possibilidade. Veja AQUI.
Como sabemos, hoje temos a maior corrupção jamais vista na história do Brasil e ninguém é preso embora os prejuízos e mortes tenham acontecido. Para se manterem no poder roubando, os políticos corruptos são capazes de qualquer coisa.
O próprio Lula foi apresentado no exterior ao maior Hacker do mundo por um assessor, Marcelo Branco, que já nos honrou com sua visita aqui no blog, conforme fotos abaixo.
Bom, se estudantes e professores universitários conseguiram quebrar o sigilo da URNA, imaginem hackers. 
Conheça quem apresentou o maior hacker do mundo a Lula e a Dilma:


Marcelo Branco - Marcelo D'Elia Branco, nasceu em Porto Alegre a 23 de abril de 1961. Ele foi coordenador do projeto Software Livre Brasil, através do qual também coordenou o Fórum Internacional de Software Livre. Também foi diretor do Campus Party Brasil por três anos. Deixou estas duas funções para se dedicar à coordenação de campanha nas redes sociais da candidata Dilma Rousseff do PT nas eleições 2010 do Brasil. No twitter @MarceloBranco 
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Lula com Marcelo Branco. Amigos desde 1985


Dilma, Marcelo Branco e Lula:

Com Lula e o Hacker Stallman:



Leiam a matéria completa de como nossas urnas são fraudáveis no link abaixo:

Nessa foto abaixo, registramos a presença do ilustre MARCELO BRANCO, em nosso blog. Será que ele vai me hackear? Ou será o quê?




Tirem suas conclusões.
Vejam a matéria sobre a quebra do sigilo da Urna Eletronica:


UnB quebra o sigilo do voto da urna eletrônica brasileira

urnaUm grupo da Universidade de Brasília conseguiu quebrar a segurança da urna eletrônica, nos testes promovidos esta semana pelo Tribunal Superior Eleitoral. Eles conseguiram recuperar a sequência dos votos, - o que, ao menos em tese, permite violar o sigilo das opções de cada eleitor. 
Formado por professores e alunos da Faculdade de Ciências da Computação, o grupo 1, dos 9 inscritos para os testes, teve sucesso em desfazer o embaralhamento dos votos e, assim, extrair uma lista que indica quem votou em quem. 
“Conseguimos recuperar 474 de 475 votos de uma eleição na ordem em que foram inseridos na urna”, revela o coordenador do grupo, o professor Diego Freitas Aranha, doutor em criptografia pela Universidade de Campinas (Unicamp).
Originalmente o plano de teste previa a recuperação de 20 votos, mas o próprio TSEdesafiou o grupo a resgatar 82% dos votos de uma fictícia sessão eleitoral com 580 inscritos - percentual que equivale à média de comparecimento nas eleições brasileiras.

O professor Diego Aranha ressalta, no entanto, que a tarefa de violar completamente o sigilo do voto ainda está incompleta. “Precisamos da lista externa de votação para chegar ao nome dos eleitores”, afirma.

Como explica o coordenador do grupo, até aqui a equipe conseguiu determinar que o primeiro eleitor votou no candidato X, o segundo no candidato Y, e assim sucessivamente. Com a relação da votação - aquela que fica com os mesários - seria possível associar cada eleitor, pelo nome, ao votado.

A exemplo das edições anteriores dos testes, o tempo limitado de acesso à urna eletrônica - três dias, entre 20 e 22/3 - impediu avanços ainda mais significativos na quebra da segurança do sistema eletrônico de votação.
Diferentemente das versões anteriores dos testes do TSE, desta vez o tribunal permitiu acesso ao código fonte da urna - ainda que com restrições durante a fase de preparação dos exames, que antes de iniciados passam pelo crivo da Justiça eleitoral.

Apesar de festejar o sucesso na experiência, o grupo ainda não pode revelar os detalhes do feito - o TSE exigiu um compromisso de que apenas informações preliminares fossem divulgadas antes do relatório final com as considerações do próprio tribunal.
Além do professor Diego Aranha, o grupo é formado por Marcelo Monte Karam, André de Miranda e Felipe Brant Sacarel.
Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=29702&sid=18


 

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