sexta-feira, 20 de março de 2015

Filha criada por casal lésbico cresce e se revolta contra o casamento gay

Por Carlos Parrini ... 

Na boa, como sempre tenho dito aqui acho que cada um tem o direito de ser feliz como acharem melhor. Mas cada um deve estar no seu quadrado ou armário. Isso porque sou totalmente contra adoção de crianças por casais gays. Assim como também sou contra o Batismo de recém nascidos. Para mim, as crianças devem ter o direito de escolher se querem ter pais gays ou heteros. Elas devem escolher se querem ser batizadas numa Religião ou não. Nada deve ser imposto. Que se espere a criança crescer para se decidir.
Aqui no Brasil, 90% dos brasileiros são heteros e a maioria deles não aceitam essa imposição dos gays. Por causa disso, preconceito e até homofobia acabam tirando a paz dos gays propriamente ditos e das crianças adotadas por eles. Por sua vez, as crianças quando chegarem a idade da razão não vão entender chacotas, preconceitos e perseguições quando disserem que tem uma mãe que se chama Raimundo ou um pai que se chama Antonieta. Da mesma forma as crianças se afastarão das Religiões que lhes foram impostas por seus pais, quando atingirem a idade da razão.
Para evitar situações como a dessa advogada, criada contra sua vontade por casal gay, acho que dizer que cada um fique no seu quadrado e mantenham tudo como está, é pouco. Deveriam deixar as crianças de lado e procurarem-nas para adoções ou pregação do evangelho, quando forem capazes de se decidirem.




Vejam o caso inédito com a advogada que passou por uma situação como essa:


Filha criada por casal lésbico cresce e se revolta contra o casamento gay


"Não suporto o casamento gay", diz a advogada Heather Barwick, casada e mãe de quatro. "Amei a parceira da minha mãe, mas uma segunda mãe não substituiu o pai que eu perdi."

"Comunidade gay, eu sou sua filha". É assim que a advogada Heather Barwick começa a carta aberta que publicou na internet. Criada por duas mães, ela desabafou contra o casamento gay. "Estou escrevendo para vocês porque estou 'saindo do armário'. Eu não suporto o casamento gay".
A advogada Heather Barwick foi criada por duas mulheres
Reprodução
Heather conta que seus pais biológicos foram casados brevemente e que sua mãe sabia que era gay antes de se casar, mas "as coisas eram diferentes naquela época". Ela deixou seu marido quando Heather tinha cerca de três anos porque queria estar com alguém que realmente amava: uma mulher. O pai foi embora e não apareceu mais.
A menina viveu com suas mães em uma pequena casa em uma área onde viviam pessoas liberais e de "cabeça aberta". "A parceira da minha mãe me tratava como se eu fosse sua própria filha", diz.
Ela relembra com carinho as pessoas homossexuais que conheceu: "Vocês me ensinaram a ser corajosa, principalmente quando a vida está difícil. Vocês me ensinaram a ouvir. E a dançar. E a não ter medo das coisas que são diferentes".
A advogada especializou-se na defesa de casais gays em sua carreira. Anos depois, começou a refletir sobre a relação de crianças com pais heterossexuais a partir de seu próprio casamento. "Somente agora, vendo meus filhos amando e sendo amados por seu pai todos os dias, vejo a beleza e a sabedoria na família tradicional".
Eu cresci cercada de mulheres que diziam que não precisavam ou não queriam um homem. Ainda assim, quando pequena, eu queria desesperadamente um pai".
Ela conta que amava muito a parceira de sua mãe, mas que se magoava pela ausência de uma figura masculina e paterna. "A ausência do meu pai criou um grande buraco em mim. Eu cresci cercada de mulheres que diziam que não precisavam ou não queriam um homem. Ainda assim, quando pequena, eu queria desesperadamente um pai".
Ela lembra que mesmo famílias formadas por casais heterossexuais estão sujeitos a divórcio, abandono, infidelidade, violência e morte. No entanto, afirma que a estrutura familiar que tem mais chances de sucesso é aquela em que as crianças são criadas por um pai e uma mãe.
Filhos de pais do mesmo sexo não têm voz. Temos medo de falar, porque parece que vocês [casais gays] não estão ouvindo ou não querem ouvir
Ela pensa que filhos de casais do mesmo sexo podem estar sofrendo e silenciando a dor. E diz que essas crianças deveriam ter a liberdade de dizer aos pais que as coisas estão sendo difíceis para elas, seja pelo divórcio, seja pela situação envolvendo uma adoção ou mesmo pelo simples fato de que não se adaptaram à ideia de ter pais do mesmo sexo. "Mas filhos de pais do mesmo sexo não têm voz. Não sou só eu, somos muitos. Muitos de nós temos medo de falar, porque parece que vocês [casais gays] não estão ouvindo ou não querem ouvir".
Casal homosexual

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