quarta-feira, 26 de novembro de 2014

BOMBA! PF descobre tentáculos do Petrolão no Setor Elétrico. Vem mais bomba aí!

Por Carlos Parrini ... 

Tudo isso que está acontecendo, já tinha sido dito aqui nesse Blog. Foram milhares de postagens denunciando o PT e essa máfia que está sendo desbaratada pela PF. Inclusive, uma das primeiras postagens nossa já alertávamos a todos sobre a denuncia feita pela ex-fundadora do PT, a ex-senadora Heloísa Helena, na qual dizia sem medo de errar: "Lula é o Líder de uma grande organização criminosa, capaz de roubar e matar qualquer um que queira impedir o seu plano de poder".

Dilma e o dedoduro, ops, Salvador da Pátria, doleiro Youssef

E assim foi, os Petralhas e Prefeitos Celso Daniel e Toninho do PT foram assassinados por que sabiam demais e tentaram impedir roubalheiras. Mas ninguém conseguiu provar nada, mesmo com a morte misteriosa de sete testemunhas de acusação.
Falamos aqui quando o Lulinha, que limpava titica de elefante em zoológico, ganhava um pouco mais que 1 salário mínimo e que de repente ficou milionário depois que a OI investiu alguns milhões em sua micro-empresa de fundo de quintal, a Gamecorp. Também falamos como a outra filha, que Lula quis que sua mulher abortasse, abriu uma ONG e recebeu empréstimo milionário para logo em seguida fechar as portas sem pagar e ser cobrada. Falamos também sobre os Passaportes Diplomáticos que Lula deu ilegalmente para sua família, cachorros, cobras e lagartos, as vésperas de largar o osso em Brasília. Falamos também quando lula saiu a contra-gosto do Palácio e precisou de 12 caminhões para levar todas as relíquias e presentes, Crucifixo que Dilma detesta por ser ateia e toda a Adega de bebidas nobres recebidas por todos os Presidentes brasileiros, juntamente com outros presentes dados por Reis, Rainhas, Sheiques, Sultões, Presidentes, Pajés, Rabinos e bebuínos. Falamos aqui sobre os gastos milionários com cartões corporativos, que só eles podem ver. Falamos também sobre os milhões emprestados a países de ditadores e assassinos feitos pelo BNDES sem que pudéssemos saber como foi e quem lhes deu a autorização para fazerem isso com nosso dinheiro e nosso Banco.

Obrigado, PT, por colocar o Brasil numa "bela" vitrine...
http://elpais.com/elpais/2014/11/24/inenglish/1416844098_639842.html
(Matéria em Inglês)

Agora, o que não deu para falarmos aqui foi que um dia membros da máfia iriam abrir as bocas para dedurarem os chefões.
Até porque pensávamos que eram ladrões de galinha. Agora vemos que são ladrões de Bilhões. Não é a Revista Veja ou oposição que os estão provando que são ladrões e sim a PF e os próprios membros da máfia do Petrolão. 
Mas a Petrobrás foi pouco para eles. O PT tem muitas bocas coniventes para calar e muito dinheiro tinha que rolar. A solução foi a Eletrobras, hidrelétricas e todo o setor elétrico. Mas não se espante pois esse só foi mais um tentáculo descoberto. Tem outros espalhados. Daqui a pouco chegarão na Infraero, portos e aeroportos. Mas não para por ai. Lembram-se dos estádios da copa construídos a toque de caixa?
Milhares de postagens denunciando esse câncer, foi pouco. O que não é pouco é esse câncer que se alastra rápido, até matar.


Vejam mais esse babado:

O esquema chegou nas elétricas

Ao encontrar uma planilha de custos da obra da hidrelétrica de Jirau na casa do doleiro Alberto Youssef, a PF identifica tentáculos do esquema do petrolão no setor elétrico

Claudio Dantas Sequeira Enviado especial a Curitiba (PR)
Ao cumprir mandado de busca e apreensão na casa do doleiro Alberto Youssef, a Polícia Federal encontrou uma planilha com 750 projetos. Do total, apenas 19 correspondem a contratos com a Petrobras. O restante refere-se à atuação do doleiro no setor elétrico, em infraestrutura e até na área de Defesa. Sempre em parceria com o clube VIP das empreiteiras, desbaratado há duas semanas com a prisão de seus principais dirigentes, Youssef não respeitou fronteiras, avançando em obras no Uruguai, na Argentina, no Equador e até em Cuba.
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Empreendimento em xeque
A obra suspeita, no rio Madeira, recebeu aporte de
R$ 7,2 bilhões do BNDES. Abaixo, documento da PF
faz referência à planilha encontrada na casa do doleiro
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Na planilha, guardada a sete chaves pela PF, cada projeto está vinculado a um “cliente”, normalmente uma grande construtora, com contratos com a União e também com governos estaduais, como Rio de Janeiro, Distrito Federal e Alagoas. Para cada cliente, Youssef relacionou um nome de contato e um número de telefone. Apesar dos indícios de problemas em diversas áreas, integrantes da força-tarefa da Lava Jato seguem o rastro de eventuais desvios no setor elétrico. Uma pista importante é o fato de Youssef ter em mãos uma planilha de custos da Camargo Corrêa na obra da hidrelétrica de Jirau, que está sendo erguida no rio Madeira, em Rondônia. A obra recebeu aporte de R$ 7,2 bilhões do BNDES. O documento foi apreendido na mesa de João Procópio de Almeida Prado, apontado como braço-direito do doleiro e elo com a empreiteira. Ele é concunhado de João Ricardo Auler, presidente do Conselho de Administração da Camargo, que está detido.
À Justiça, o doleiro confirmou que Auler serviu de contato com Eduardo Leite, o vice-presidente da empreiteira que foi beneficiário das propinas. “Leitoso”, como era conhecido pelo grupo, também foi detido preventivamente. O leilão de concessão para construção da usina foi realizado em 2008. Quem venceu foi o consórcio Energia Sustentável do Brasil, no qual a Camargo Corrêa tinha 9,9%. Pouco tempo depois, a construtora vendeu metade de sua participação para a Funcef, o fundo de previdência dos servidores da Caixa Econômica Federal. Em 2012, a empreiteira deixou o negócio.
O acordo com a Funcef estabelecia o reembolso pelo investimento e mais o pagamento de ágio. A negociação previa a incorporação posterior da Cevix, empresa criada pela Funcef em parceria com a Desenvix, uma subsidiária da Engevix. A PF espera aprofundar o assunto nos depoimentos dos executivos da empreiteira que foram presos na “Juízo Final”, entre eles o vice-presidente da Engevix, Gerson Almada. Além de Jirau, pairam suspeitas sobre a hidrelétrica de Santo Antônio, no rio Madeira. A obra é liderada pela Odebrecht, que é alvo da PF. A Engevix construiu a hidrelétrica de Monjolinho (RS) e ainda participou de outras obras em Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e até no Peru.
Ainda no setor elétrico, a PF já identificou também o uso de projetos de pequenas usinas – eólicas, hidrelétricas e termoelétricas – como meio para “ocultar e dissimular” a origem de recursos ilícitos. Os investigadores citam, por exemplo, a Central Termelétrica Sul S/A (CTSUL). O empreendimento foi alvo até de um termo de investimento na primeira visita que o então presidente Lula fez à China em 2004. Os mais de US$ 700 milhões prometidos pelos chineses, porém, nunca chegaram. Mesmo assim, o negócio interessou à CSA Finance, de Youssef. O doleiro também conseguiu criar por meio de laranjas um projeto de 40 usinas eólicas e vendeu os papéis para a Queiroz Galvão por R$ 200 milhões. Até hoje, apenas cinco projetos foram executados pela empreiteira. A PF suspeita que o negócio foi usado para acobertar o pagamento de propina, assim como fizeram com a emissão de notas fiscais e a assinatura de contratos forjados com a Petrobras.
Outro projeto que entrou na mira dos investigadores foi a usina termelétrica de Pecem, no Ceará. Faz parte do consórcio a empresa Mairi Engenharia (ex-Fiat Engenharia, citada na planilha de Youssef) e a Efacec do Brasil, representada por José Piva Campana, que é citado no relatório da “Juízo Final” como representante da Toshiba Infraestrutura num contrato de R$ 2 milhões com a empreiteira fantasma Rigidez, de Youssef. Para a PF, há fortes indícios de que o contrato seja mero instrumento legal para acobertar o pagamento de propina. A presença de Piva na UTE do governo Cid Gomes seria indício de que esquema semelhante foi aplicado lá. Os investigadores estimam que 70% dos projetos elétricos licenciados pelo governo e comercializados no mercado sejam apenas papéis podres usados para lavagem de dinheiro. A expansão do setor na última década levou todas as grandes empreiteiras do País, o chamado “clube vip”, a criarem subsidiárias na área de energia.

http://www.istoe.com.br/reportagens/393397_O+ESQUEMA+CHEGOU+NAS+ELETRICAS


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