sábado, 24 de maio de 2014

BOMBA! Petrobrás gastou R$ 1,5 Bilhão em terreno baldio no Maranhão.


Por Carlos Parrini ... 

Esse é um dos motivos pelas quais a corja de dentro e fora do PT não quer a CPI da Petrobrás. Mais flagrantes como os de Pasadena e de Bacabeira no MA, vão vir a tona e mais prisões acontecerão. Mas o PT é uma organização criminosa. Já tem até Senadores, Ministros do Supremo e Institutos como IBOPE, defendendo o partido na maior cara de pau. Daqui a pouco vão inventar que é a mídia e a oposição que estão roubando o Brasil e o povo acreditará, como acreditou que Dilma ia se eleger e as coisas iriam melhorar. Muito pelo contrário. Só piorou. Esta semana mesmo mais Petralhas e membros da máfia da Petrobrás, foram presos frutos da operação lava-jato.
Dilma já mandou recado do exterior dizendo que vai punir todos os ladrões. Como ela fará para punir Lula, ela própria e os tubarões que também se beneficiaram com o Petrolão? 
Só papo. Mas tem um luz no fim do túnel: A Petrobrás sendo investigada nos Estados Unidos e os comparsas colocando as linguas nos dentes para reduzirem suas penas pela Deleção premiada.
Mas estamos aqui para mostrar fatos e não argumentos. Um deles é esse terreno onde a Petrobrás gastou 1,6 Bilhão para construir uma Refinaria noMaranhão. Embora a refinaria não tenha saido do papel, o dinheiro saiu de nosso bolso.

Refinaria de Bacabeira MA onde o Governo/e 
Petrobrás já gastaram R$ 1,6 Bilhão


"Passadena do Maranhão"
Vocês estão sabendo que há uma "refinaria" da Petrobras em Bacabeiras, no Maranhão, onde se foi investido R$ 1,5 BILHÃO com o dinheiro do povo, com contratos superfaturados? 
Mais uma "Pasadena" no Brasil. 
Hoje, o deputado do SolidariedadeSimplicio Araujo, liderou uma visita técnica para apurar como está a situação das instalações. E sabem o que encontraram????
Apenas o terreno! (Foto de 22/5/14)
Queremos saber: ONDE FOI PARAR O DINHEIRO DO POVO???!





E tem mais:


 Lobão, Roseana e Paulo Roberto Costa: trio parada dura por trás da paralisação da Refinaria Premium.
Olhem quem também estão envolvidos em mais esse escândalo:
Lobão, Roseana e Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava Jato. 
Trio parada dura responsável pela paralisação da Refinaria Premium I.

A Comissão Externa de Fiscalização e Controle da Câmara Federal visitará, nesta quinta-feira (22), a refinaria Premium I, localizada em Bacabeira (MA). O objetivo da visita é fiscalizar as obras da refinaria, que estão paralisadas desde o ano retrasado.
Anunciada com pompa pelo então presidente Lula e pela governadora do Maranhão, Roseana Sarney, em 2010, a refinaria deveria ser uma das obras mais importantes de seu governo e da Petrobras. Com capacidade de produzir 600 mil barris/dia, empregaria 25 mil pessoas no ápice das obras e deveria estar em pleno funcionamento em 2016.
Quatro anos depois, o que se vê é a paralisação do empreendimento, que somente em terraplanagem, consumiu R$ 583 milhões, além de mais R$ 1 bilhão em projetos, treinamentos, transporte, estudos ambientais. Todo o montante foi pago pela Petrobras.



Não gostou da Fonte? Então vejam na Globo:

Deu em O Globo: Refinaria no Maranhão gasta R$ 1,6 bi e não sai do papel

CHICO DE GOIS (O GLOBO)

 

Refinaria Premium I em Bacabeira, seria a maior refinaria do Brasil, mas construção foi paralisada.

Refinaria Premium I em Bacabeira, seria a maior refinaria do Brasil, 
mas construção foi paralisada. Roseana Sarnei, Dilma e Lobão fizerama festa. 
Torraram todo o dinheiro e a refinaria continua um terreno baldio

No início de 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, a governadora Roseana Sarney, o pai dela, senador José Sarney (PMDB-AP) e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, fizeram festa, com direito a discurso, para o lançamento da pedra fundamental da Refinaria Premium I em Bacabeira, a 60 km de São Luis. Seria a maior refinaria do Brasil, com capacidade de produzir 600 mil barris/dia, empregaria 25 mil pessoas no ápice das obras e deveria entrar em pleno funcionamento em 2016.
Quatro anos depois, o que se vê é a paralisação da obra, que somente em terraplanagem, consumiu R$ 583 milhões, além de mais R$ 1 bilhão em projetos, treinamentos, transporte, estudos ambientais. Todo o montante foi pago pela Petrobras.
O custo total da refinaria está estimado em R$ 38 bilhões, mas a própria empresa afirmou, em nota enviada ao GLOBO, que “somente após a conclusão da etapa de consulta ao mercado será possível mensurar o custo total da refinaria”. A previsão, agora, é que ela entre em operação em 2018.
Apesar da festa no lançamento da pedra fundamental, nem projeto básico havia na ocasião. De prioritária, a futura refinaria entrou num limbo. No Plano de Negócios para o quadriênio 2013/2017, o empreendimento consta apenas na carteira de fase de projeto.
Um relatório de fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU), de abril do ano passado, apontou indícios graves de irregularidade na terraplanagem — a única obra que teve início, mas que foi paralisada sem ser concluída, conforme relatório do tribunal. De acordo com os fiscais do TCU, somente em 1º de novembro de 2010 — oito meses depois da festa com Lula e companhia — e já com a terraplanagem em andamento, é que foi assinado um contrato para elaboração do projeto básico da Refinaria.
A pressa da Petrobras em dar visibilidade a uma refinaria que não tinha nem projeto básico ocasionou, de acordo com relatório do TCU, um dano de R$ 84,9 milhões. Diz um trecho do documento: “Entende-se que o contrato não poderia ter sido assinado sem a liberação das áreas para o consórcio construtor. A consequência disso foi um dano de R$ 84,9 milhões”. No entendimento dos técnicos do tribunal, a petroleira foi responsável pelo atraso na liberação do terreno e demorou a emitir ordens de serviço para que a terraplanagem começasse. O valor do dano contempla uma ação extrajudicial e um aditivo.
Os auditores do TCU apontaram que houve mudanças no leiaute do projeto e, com isso, toda a obra foi comprometida. “A gênese de todo o problema parece estar na decisão de iniciar-se uma obra desse porte sem um planejamento adequado, passível de toda sorte de modificações. Até esta data (3 de abril de 2013), passados cinco anos dos primeiros estudos, ainda não se tem um projeto completamente definido para a Premium I”, anotaram os auditores.
Profusão de aditivos
Segundo a vistoria do TCU, foram feitas alterações que transformaram completamente o projeto. “Uma importante alteração foi o aumento considerável do número de tanques. Ao que consta, a tancagem planejada inicialmente para situar-se na zona portuária, por restrições de espaço ou mesmo por mudança de concepção do projeto, localizar-se-á na área da refinaria”, observaram os técnicos, que apontaram outras mudanças significativas no plano original. “Essas modificações impactaram o contrato de terraplanagem, contribuindo, certamente, para a profusão de aditivos”, escreveram os auditores.
A terraplanagem foi contratada em 14 de julho de 2010 com o Consórcio GSF, formado pelas empresas Galvão Engenharia, Serveng Civilsan e Fidens Engenharia, com valor inicial de R$ 711 milhões. Em abril do ano passado, o contrato foi interrompido, com 80% das obras concluídas e o pagamento de R$ 583 milhões. Os auditores verificaram que, entre esses aditivos, haviam vários que cancelavam determinado valor, com mudanças no quantitativo dos trabalhos, mas, em seguida, um novo aditivo aumentava o mesmo valor, inclusive com centavos, em outro tipo de serviço.
Os 13 aditivos feitos ao contrato da terraplanagem acarretaram um acréscimo de R$ 14,2 milhões na obra. No total, foram realizadas 14 modificações de valores e mais uma transação extrajudicial entre as partes no valor de R$ 73,9 milhões. A terraplanagem também precisou contar com um trabalho extra por causa de erosão no solo e, para tratar do problema, a Petrobras contratou outra empresa a Cristal Engenharia, por mais R$ 7,5 milhões. A auditoria anotou: “ou seja, a Petrobras celebrou outro contrato, destinado a manter parte dos trabalhos de terraplanagem já desenvolvidos. Todavia, foi constatado que este novo ajuste não prevê a conclusão de algumas estruturas inacabadas.”
Oito dos aditivos realizados pela Petrobras no contrato modificavam, e muito, o tipo de serviço a ser realizado, mas, no final, os valores cancelados e acrescidos acabaram praticamente os mesmos. Os técnicos demonstraram que “embora se compreenda que uma obra de terraplanagem necessite de ajustes nas quantidades estimadas inicialmente, a dimensão desses ajustes reflete a má qualidade do projeto. Não se pode aceitar, por exemplo, uma redução da ordem de 96% em um quantitativo”.
A Petrobras informou que os aditivos ocorreram “em consequência do elevado grau de detalhamento adotado pela empresa na constratação, com mais de 144 itens na planilha de preços unitários”. Sobre a concorrência para a construção da refinaria, a assessoria da petroleira declarou que “os pacotes de contratação estão em ajustes finais para serem lançados no mercado. Em março já foram emitidos convites para terceirização dos serviços de geração de hidrogênio e de tratamento de água e efluentes. Os projetos passaram por adequações e estão aderentes às métricas internacionais”.


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