terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

A farra com cartões corporativos continua. Até em casa de stripper usam nosso dinheiro

Por Carlos Parrini ... 




Vejam o que fazem com nosso dinheiro. Estão gastando a vontade sem nenhum controle. A Presidenta Dilma tem batido recordes de gastos. Para piorar colocou todos os gastos da Presidencia como sendo secretos aproveitando a Lei de Segurança Nacional, criada pelos Militares, os quais mentiam ao dizer que os combatiam.
Já soubemos dos casos com gastos em free-shops, tapiocas e agora com boites e casas de stripper. Como dizer que esses Governantes são inocentes ou que não sabiam de nada se eles que concedem os cartões para os ladrões gastarem a vontade?
É aquela história, quem ajuda ou protege ladrão, ladrão é. Não é a toa que a Papuda já está cheio de Petralhas e muitos outros estão na fila.

Vejam o Babado:



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O que uma boate, uma casa de Stripper e o Cartão Corporativo têm em comum?


O uso abusivo e indiscriminado dos Cartões Corporativos já é conhecido há mais de uma década. Para que refresquemos as nossas memórias vou citar alguns casos envolvendo os frágeis cartões.
Durante uma viagem à Ponta Porã (MS), em 2013, para uma visita a um assentamento dos “Sem-Terra”, o presidente Lula e sua comitiva serviram-se de carros alugados pagos com o Cartão Corporativo. Segundo o Palácio do Planalto, os gastos com esta despesa superaram R$ 205 mil. Entretanto, o dono da locadora disse ter cobrado R$ 40 mil. O TCU chegou à conclusão que vinte e sete notas fiscais apresentadas durante esta viagem eram frias.
Em 2008, um funcionário do Ministério das Comunicações pagou com Cartão Corporativo a reforma de uma mesa de sinuca. O ministério prometeu que abriria um processo contra o servidor e o ministro à época, Hélio Costa, cancelou os cartões de sua administração direta.
Ainda em 2008, a ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, usou e abusou do cartão. Ela fez compras em Free-shops e ainda alugou um carro durante um feriado. Seus gastos ultrapassaram R$ 170 mil. Desta vez o cartão fez sua primeira grande vítima. A ministra pediu demissão do cargo.

Segredo

Depois de inúmeros casos envolvendo o uso indevido do Cartão Corporativo, a Presidência da República resolveu não mais permitir a divulgação dos gastos de seus cartões. Desta forma, nenhum cidadão comum poderá saber o motivo do escandaloso aumento de 55,3% que ocorreu no ano passado em relação a 2013. Foram R$ 8,7 milhões para “Deus sabe onde”!
Apesar da instauração de uma CPI Mista no Congresso Nacional para “apurar” a Farra dos Cartões Corporativos, pouca coisa ou quase nada ficou resolvido. E o que se percebe é que não houve muita mudança desde então.
Em dezembro passado a OPS criou a operação “De Olho no Cartão Corporativo” e como resultado, alguns casos intrigantes foram encontrados. Vou citar cinco destes que podem até não conter irregularidades, mas para que se tenha certeza, eu (Lúcio Big) solicitei aos órgãos responsáveis pelos cartões, cópias de todas as notas fiscais relativas às despesas para uma análise mais profunda.

1º Caso

No Ministério da Defesa, o Sr. Aloísio Dias da Costa efetuou gastos elevados com alimentação e hospedagem em 2014.
No dia 1º de setembro de 2014, o portador pagou uma conta de R$ 1.220,59 no Restaurante Mangai, em Brasília. Três dias depois foi a vez de pagar despesas de R$ 7.998,00 no Naoum Plaza Hotel. No dia seguinte, mais uma despesa com alimentação. Deste vez foi na mais cara churrascaria de Brasília, o Porcão. Por lá ficaram R$ 1.842,17. 24h depois, mais uma despesa no cinco estrelas. Com o Cartão Corporativo, o seu portador pagou um total de R$ 4.555,85.
Provavelmente ele efetuou pagamentos para um grupo de pessoas. Porém, é importante que saibamos o que realmente ocorreu para que gastos de apenas seis dias tenham ultrapassado R$ 15 mil.
aloisio

2º Caso

No dia 06/11/2014, o BRUNO AMORIM DE SOUZA da Diretoria de Administração do Campus da Fundação Oswaldo Cruz, efetuou um gasto de 224,55 na loja Vovó LuzModa Infantil, na cidade de Petrópolis (RJ). 
O que será que a Fundação Oswaldo Cruz quer com roupas infantis?
vovo

3º Caso

No dia 05 de abril de 2013, HENRIQUE ASCENÇÃO GOUVEA, da Superintendência Regional do Trabalho de Minas Gerais, gastou R$ 123,50 na Boate Madre, que fica em Montes Claros, no interior de Minas Gerais.
O que será que o Henrique pagou com o nosso dinheiro em uma boate?
madre

4º Caso

No dia 29/11/2013, a Delegacia da Receita Federal em Campo Grande, através do portador do cartão IDALÍCIO GALVÃO CAVALCANTE, efetuou despesas numa loja de piscinas. 
O que se pode comprar numa loja de piscinas para a Receita Federal?
acquazul

5º Caso

Este caso já é um pouco antigo, mas merece destaque pelo suposto "Dia de Volúpia" do portador do cartão, o Sr. MARCOS MADEIRA, então administrador do Instituto Nacional do Câncer – RJ
No dia 20/07/2008, o Sr. Marcos foi ao Shopping Tijuca, no Rio de Janeiro e efetuou duas despesas. Uma no Restaurante Mr.Chan e outra no Restaurante 3072. Até aí, tudo bem.
3072-MrChan
Ele fez duas despesas na Essência Mágica Cosméticos, que funciona ou funcionava no Terminal Rodoviário Novo Rio, no bairro Santo Cristo, na cidade do Rio de Janeiro. Por lá foram gastos 372,00. 
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Apesar de procurar, eu não encontrei ligação do Hospital do Instituto Nacional do Câncer com cosméticos, mas deixemos isso pra lá porque a coisa começa a ficar interessante a partir daqui.


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Boite Barbarella

Naquele mesmo 20/7, ele gastou R$60,00 na D’Angel Boite, cujo nome fantasia é Boite Barbarella, uma conhecida casa de strippers e que está sempre repleta de garotas de programa. Este é o cadastro da empresa na Receita Federal:
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barbarela
Ainda no mesmo dia 20, o viril funcionário do INCA foi para Boate PussyCat que ficava em Capacabana, cuja razão social era MASM COPA BAR E DISCOTECA LTDA-EPP. Por lá ficaram R$75,00.
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pussycat
Acho que não é necessário dizer o que o nome PussyCat representa, né? 
Esta boate foi fechada três anos depois do ocorrido.
Ele gastou ainda R$460,00 no Praia Lido Hotel que, segundo pessoas da cidade e sites de acompanhantes (lê-se Putas), está repleto de “garotas de vida fácil” que utilizam o estabelecimento como local de atendimento.
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lido
praia    lid1
Para finalizar o dia de “prazer”, o Sr. Marcos ainda efetuou um pagamento de R$225,00 a uma mulher que não foi possível ser identificada, assim como também não foi possível identificar o que ela forneceu a ele em troca do pagamento.
maria
Obviamente que eu já solicitei cópia de todas as notas fiscais para auditá-las e o prazo máximo para resposta é dia 11 de março. Assim que elas chegarem, a OPS se aprofundará em cada um desses casos e se algo estiver em desconformidade com a legislação, estes serão encaminhados ao Ministério Público em forma de denúncia.
Se você quiser saber um pouco mais sobre a operação “De Olho no Cartão Corporativo”, assista ao vídeo a seguir:
Escrito por Lúcio Big

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