quinta-feira, 31 de julho de 2014

#BOMBA! Governador Agnelo do #PT de Brasilia, perde até para ex-presidiário nas eleições

Por Carlos Parrini ... 

Parece que a coisa está feia pro PT. Se as eleições fossem amanhã, o PT não elegeria nenhum Governador. Inclusive o Agnelo de Brasilia, perderia até para o ex-presidiário José Arruda. Os marketeiros deram até a ideia de não divulgarem a sigla PT nas campanhas, como essas abaixo:

Ué! Cadê o PT? O rato comeu.

Governo de Agnelo é tão ruim que população do DF prefere um ex-presidiário

O governo de Agnelo Queiroz, do PT, no Distrito Federal é de tal sorte desastroso que um ex-presidiário, que deixou o governo de forma desmoralizante, lidera a corrida. Se a eleição fosse hoje, José Roberto Arruda, do PR, teria 32% dos votos. Em segundo lugar, viria o atual governador, com 17%, seguido por Rodrigo Rollemberg, do PSB, com 15%. Mas não é só no “sim” que Agnello exibe números sofríveis; também no “não”. Nada menos de 48% dizem que não votariam nele de jeito nenhum — uma rejeição bem maior do que a de Arruda, que aparece com 32%. Rollemberg é rejeitado por apenas 7%.
A esta altura, Agnelo está torcendo para que a candidatura de Arruda seja cassada pela Justiça. Por mais que se possa lamentar, sinceramente não vejo como isso poderia ser feito dentro dos limites da lei.
A Procuradoria Regional Eleitoral resolveu questionar na Justiça a candidatura do ex-governador. Por quê? Segundo a lei, ele é agora um “ficha suja”. Foi condenado em segunda instância por improbidade administrativa. Acontece que a jurisprudência da Justiça Eleitoral considera que existe um marco temporal para a tal “ficha suja” inviabilizar uma candidatura: a data do registro. E a condenação de Arruda é posterior a esse registro. Caberá ao Tribunal Regional Eleitoral tomar a decisão. Se for contrária a Arruda, ele poderá recorrer ao TSE. No pedido de impugnação, argumenta a Procuradoria: “A inelegibilidade decorrente de condenação por ato de improbidade administrativa pode ser arguida na fase de registro, mesmo que a decisão seja publicada depois da data-limite para o requerimento, como é o caso em exame”.
Mas esperem: não é a publicação que é posterior ao registro; é a condenação. Aí as coisas se complicam. A Procuradoria argumenta ainda: “Não é demais acrescentar que, no caso em exame, se o impugnado vier a ser eleito, sem reversão da atual decisão acerca da improbidade ou suspensão de seus efeitos, não poderá ser diplomado no cargo de governador, o que levará à anulação dos votos concedidos à chapa e à consequente anulação da eleição”. Releiam o que vai acima. O raciocínio feito pela Procuradoria é o seguinte: como é grande a chance de que ele venha a ser punido depois, então vamos aplicar a punição já para evitar contratempos. Máxima vênia, não é assim que se constrói o estado de direito. Se esse entendimento da lei prospera, as punições começarão a ser aplicadas antes dos julgamentos. Já escrevi aqui que a Papuda pode até ser um bom lugar para  Arruda, mas segundo a lei, não contra ela.
Cabe lembrar um fato adicional: quando Arruda caiu em desgraça, era um governador muito bem avaliado — ao contrário de Agnelo. Vamos ver o que acontece depois do início da campanha. Se Rollemberg chegar ao segundo turno contra qualquer um dos dois, pode se tornar o favorito em razão da rejeição (num caso) ou do passado (no outro) de seus adversários.
Senado
No Distrito Federal, o PT vai mal também na disputa pelo Senado: o favorito é Reguffe, do PDT, com 31%. O petista Geraldo Magela está em segundo, com 16%. Gim Argello, do PTB, está com 13%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) sob o número DF-00022/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-00267/2014. O Ibope ouviu 1.204 eleitores, com margem de erro de três pontos para mais ou para menos.
Por Reinaldo Azevedo


Rejeição geral! Nos estados, nenhum candidato do PT lidera nas pesquisas. Hoje partido não elegeria governadores.
A nova rodada de pesquisas Ibope mostra que o PT não lidera em nenhum lugar do país. Confirma os levantamentos anteriores. Perde no Rio Grande do Sul com Tarso Genro para Ana Amélia, no Paraná com Gleisi Hoffmann para Beto Richa, em São Paulo com Alexandre Padilha para Geraldo Alckmin (se elege no primeiro turno), no Rio de Janeiro com Lindbergh Farias para Garotinho, no DF com Agnelo Queiroz para, pasmem!!!, José Roberto Arruda e já empata tecnicamente em Minas Gerais, onde o seu candidato Fernando Pimentel começou campanha muito antes do candidato tucano Pimenta da Veiga. O quadro é desesperador, pois com o início da campanha na TV a rejeição ao PT deve acertar em cheio a candidatura Dilma.
blog do coronel


Eleições 2014, PT faz campanha sem a Sigla, charge PT, corrupção, PT, Acorda Brasil, Muda Brasil, IBOPE

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