segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

BOMBA! SUÉCIA recusou sediar Olimpíadas para não gastar dinheiro Público

Por Carlos Parrini ... 

A Suécia está de Parabéns! Não é a toa que estão entre os primeiros do mundo em tudo. Se recusaram a gastar dinheiro público para patrocinar o pão e circo para o povo. Olha que já são auto suficientes, tem uma boa distribuição de renda e uma boa renda per capita. Este dinheiro que gastariam iria para o ralo exatamente como foi o dinheiro gasto na Copa da África e agora no Brasil. Servem apenas como enfeite. Depois da copa deverão levar em média 200 anos para recuperar os investimentos.


Mas no Brasil é assim: invés de investirem na saúde, segurança e educação, colocam nessas porcarias. Quando não colocam nessas bostas que não valem de nada, a não ser aumentar a corrupção, emprestam a Cuba ou doam a outro países comunistas. Dão esmolas e festas para os brasileiros e a fortuna vai pra fora ou para o que não presta. Por isso que o Brasil está sendo destruído. Issso vai acontecer até o povo entender que uma nação não vive só de pão e circo.
Por isso a Suécia está de parabéns. Tem gente inteligente e povo educado que aceitam e fazem as coisas realmente boas para o país.

Vejam o babado:

Suécia vê conta salgada e desiste de sediar Olimpíadas de 2022

8/1/2014 15:32
Redação, com BBC - de Estocolmo

Nos Jogos Olímpicos de Inverno, o tiro de precisão é uma das provas mais difíceis
Nos Jogos Olímpicos de Inverno, o tiro de precisão é uma das provas mais difíceis
A candidatura de Estocolmo para sediar as Olimpíadas de Inverno de 2022 foi enterrada praticamente em bloco pelos partidos políticos suecos, com apoio do próprio prefeito da capital sueca e também do primeiro-ministro da Suécia, Fredrik Reinfeldt. Três argumentos centrais orientaram a decisão, confirmada neste sábado: para os políticos da Suécia, um dos países mais ricos do mundo, a cidade tem prioridades mais importantes, a conta dos gastos para realizar o evento na cidade seria alta demais, e um eventual prejuízo com a organização dos Jogos teria que ser coberta com o dinheiro dos contribuintes.
– Não posso recomendar à Assembleia Municipal que dê prioridade à realização de um evento olímpico. Precisamos priorizar outras necessidades, como a construção de mais moradia na cidade – disse o prefeito de Estocolmo, Sten Nordin, em declarações publicadas neste sábado pelo jornal Dagens Nyheter.
Nos últimos dias, diversos partidos políticos vieram a público defender a rejeição candidatura da cidade. Na avaliação dos partidos, o plano apresentado pelo Comitê Olímpico sueco apresentou cálculos pouco realistas e projeções exageradamente otimistas sobre a receita da venda de bilhetes para o evento. O orçamento previsto pelo Comitê para a realização dos Jogos era de aproximadamente 10 bilhões de coroas suecas, o equivalente a cerca de R$ 3,6 bilhões.
– Quando se trata de custos deste calibre, os cidadãos que pagam impostos exigem de seus políticos mais do que previsões otimistas e boas intuições. Não é possível conciliar um projeto de sediar os Jogos Olímpicos com as prioridades de Estocolmo em termos de habitação, desenvolvimento e providência social – disse o secretário municipal de Meio Ambiente da capital sueca, Per Ankersjö, em artigo publicado quinta-feira no jornal Dagens Nyheter.
‘Especular com dinheiro público’
A candidatura preliminar da Suécia aos Jogos foi apresentada pelo Comitê Olímpico sueco ao Comitê Olímpico Internacional (COI) em novembro passado. O plano do Comitê sueco foi então submetido à avaliação dos partidos que compõem o Conselho Municipal da capital sueca, dando início ao debate.
“Apresentar uma candidatura aos Jogos Olímpicos seria especular demais com o dinheiro dos contribuintes. Os riscos financeiros são grandes demais”, disse o Partido Democrata Cristão (Kristdemokraterna, um dos quatro partidos da aliança governista) em comunicado à imprensa no sábado passado.
Já em dezembro, o primeiro-ministro sueco havia se manifestado contra a iniciativa. Ao comentar o projeto apresentado pelo Comitê Olímpico sueco, Fredrik Reinfeldt indicou que a conta para organizar o evento na capital sueca seria provavelmente bem mais alta, considerando-se por exemplo os gastos extras que seriam necessários para garantir a segurança dos Jogos.
“O prejuízo acaba caindo no colo dos contribuintes”, observou o primeiro-ministro, segundo artigo publicado no jornal Svenska Dagbladet.
Elefantes brancos
Pesquisa de opinião conduzida pelo jornal Dagens Nyheter em dezembro apontou que a maioria dos suecos – 59% dos entrevistados – apoiava a realização dos Jogos em Estocolmo. Mas, segundo o Partido Liberal (Folkpartiet), seria uma conta alta demais para quem paga impostos.
– Estocolmo pode acabar arcando com os custos de uma série de instalações caras que ninguém usaria depois dos Jogos. O plano do Comitê Olímpico (sueco) também prevê que a cidade forneça acomodações gratuitas para abrigar a vila olímpica, em moradias que foram construídas com o dinheiro público para beneficiar a população da cidade – alertou na semana passada a secretária municipal de Educação da capital sueca, Lotta Edholm.
Em editorial publicado recentemente no jornal Svenska Dagbladet, um comentarista destacou que a experiência de cidades que já sediaram eventos olímpicos – como Londres, Vancouver e Atenas – demonstra que um fato é recorrente: “Os cálculos iniciais da organização do evento são sempre mais otimistas do que a conta apresentada no final dos Jogos”, diz o texto, afirmando que “após os Jogos os contribuintes são forçados a pagar pelos prejuízos”.
“E nenhum cientista se atreve a afirmar que a realização dos Jogos beneficia de fato o mercado de trabalho e a economia local das cidades-sede”, acrescentou o editorial.
COI
A única vez em que a Suécia sediou um evento olímpico foi em 1912 – os Jogos de Verão em Estocolmo.
Mas Estocolmo não é a primeira cidade a rejeitar os Jogos Olímpicos de 2022: em novembro de 2013, em um referendo popular conduzido na cidade alemã de Munique, 52% dos moradores decidiram dizer “não” ao evento. Segundo a imprensa alemã, a rejeição foi motivada pelos custos elevados da organização do evento, além das exigências normalmente feitas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) às cidades-sede.
Com a desistência de Estocolmo, a disputa para sediar os Jogos de Inverno de 2022 será entre as cidades de Oslo (Noruega), Pequim (China), Cracóvia (Polônia), Almaty (Cazaquistão) e L’viv (Ucrânia). A escolha da cidade-sede será anunciada pelo COI em 2015.
Na sexta-feira, o COI minimizou o impacto a desistência, alegando que a Suécia demonstrou interesse em tentar uma nova candidatura em 2026. A próxima Olimpíada de Inverno acontece neste ano na cidade de Sochi, na Rússia, e em 2018 será a vez de Pyeongchang, na Coreia do Sul.
http://correiodobrasil.com.br/destaque-do-dia/suecia-ve-conta-salgada-desiste-sediar-olimpiadas-2022/678486/


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